Claudia, a velha peituda FINAL

assim continua essa história que espero que não entedie vocês
Pelo contrário.
a intenção é que vocês aproveitem


OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
E PELOS PONTOS




















Com o nascimento do Benja, as coisas mudaram completamente. Se o Carlos tinha sumido, a Laura não — ela continuava tendo encontros com o Oscar, que assim conseguia bons recursos, mas pra Claudia a vida complicou. O Benja ocupava ela quase o dia inteiro e, pra piorar, o Oscar quase não tocava mais nela. Só restava ver como ela matava a sede de rola de vez em quando. Quando o Benja terminou o ensino médio, ela voltou com tudo, pior do que antes de engravidar. O Benja não só suspeitava da putaria da mãe, como já tinha certeza. Sempre viu ela como uma mulher muito fácil, mas principalmente muito oferecida. Era natural ver ela andar quase pelada dentro de casa, e ele tinha a ilusão de que um dia pudesse aliviar a tesão que sentia por ela. Assim como os amigos dele — a maioria conhecia ela e não tinha um que não tivesse vontade. Numa segunda, o Benja chegou bem cedo da faculdade. A Claudia nem percebeu que ele tinha chegado. Ela tava esperando o encanador, que chegou depois do Benja. Ele ouviu tudo e não teve vergonha de espiar. Viu com os próprios olhos como a Claudia não só se entregava, como também provocava o cara a avançar nela — coisa que o encanador não perdeu, e olha se avançou. Ali mesmo na cozinha, ele comeu ela. O que mais impactou o Benja foram as coisas que o encanador falava sobre o marido dela, e ela confirmava tudo: que o corno já não comia ela, que era pinto pequeno e não dava conta do rabo dela. Além de deixar o Benja com tesão, isso irritava ele — falarem assim do pai dele. Ele viu o encanador comer ela até pelo cu, depois voltar a trabalhar e, quando terminou, comer ela de novo sem pena. Ela pagou ele, e o cara foi embora. Foi aí que o Benja apareceu. Queria dar a foda da vida dela e vingar os chifres do pai.


Claudia, o que você tá fazendo aqui?


Benja, cheguei faz tempo, mas você tava tão gostosa que nem percebeu. Que delícia que o encanador te comeu, sua putinha, como você se entregou pra ele. Agora se prepara, porque é minha vez.


Claudia, nem pense nisso, olha como o filho da puta me deixou.


Benja, vou deixar bem mais claro pra você, a menos que queira que eu conte tudo pro Oscar.


Claudia, meu amor, não faz isso comigo.


Benja, que foi? Olha como eu tô, há anos que quero te pegar, sempre soube que você é uma putinha, isso aqui é o que você vai engolir.


A verdade é que a pica do Benja não é nada desprezível. Quando a Cláudia viu, já sabia que ia ser foda segurar o tesão — e claro que não segurou. Ela se ajoelhou na frente do cara e chupou a pica dele, achando que se agradasse ele, ele ia ser suave com ela. Mas se enganou. O Benja ficou puto, tirou a pica da boca dela e meteu na buceta dela. Comeu ela com força enquanto ela implorava pra ele não comer. E foi aí que piorou: quanto mais ela implorava, mais forte ele comia.


Benja, então tu não quer que eu te coma enquanto qualquer nojento te come, vai ser minha putinha particular ou eu conto pra todo mundo.


Claudia, chega, chega, você tá maluco, filhinho.


Benja, então tu gosta de dar o cu pra qualquer um, sua putinha gostosa. Agora esse cu é meu, que o corno me perdoe.


E enfio nela. Claudia não acreditava no tesão que o Benja tava sentindo por ela. Mesmo com a situação, ela tava adorando aquela pica, mas mostrar isso só ia piorar tudo. Ela deixou o Benja comer ela sem demonstrar como o cara tava arrancando outro orgasmo dela. Quando ele finalmente gozou, o Benja foi tomar um banho e se trancou no quarto, deixando a Claudia largada na cozinha. Ela ia ter que arrumar toda a bagunça antes do Oscar chegar. Desde aquele dia, a Claudia virou o brinquedo do Benja, que comia ela até escondido do Oscar. O cara dominava ela do jeito que queria, sem a Claudia poder fazer nada. Assim passaram uns meses. Claudia só podia deixar ser comida pelo Benja, até que um belo dia ele trouxe o Jorge, um amigo velho do colégio, que morria de vontade de comer a peituda da Claudia. Era o sonho dele desde moleque, e ele já tinha falado várias vezes com o Benja sobre isso. Essa fantasia antiga tava se realizando por uns trocados que o Jorge deu pro Benja. E foi assim que os dois comeram ela naquela tarde. O Benja adorava ver ela implorando pra não ser comida e pra não ter o cu arrombado. Ela sabia disso, e por isso fazia aquilo, pra deixar o novo macho dela mais feliz. Assim o Benja começou a vender a coroa. No fim das contas, a Claudia acabou sendo abusada por todos os amigos velhos do colégio dele, todos aqueles que um dia já tinham sentido desejo por ela. Às vezes mostrando a raba com os vestidos curtos, outras até deixando escapar uma das tetas. Claudia lembrava o quanto adorava esquentar os amigos do filho, enquanto imaginava as punhetas enormes que eles batiam pra ela. Bom, ser comida por eles era a consequência. Literalmente deixavam ela de cama toda vez que faziam aquilo, que era pelo menos duas vezes por semana. Querendo a Claudia ou não, era sempre a mesma coisa. Várias vezes ela pensou em contar pro Oscar o que tava rolando, mas desistia. Tinha certeza de que o Oscar sabia e até apoiava. Benja dando tempo e espaço pra que ela fosse comida. Quando a faculdade acabou, Benja parou de comer ela, não trazia mais os amigos e era muito raro ele abusar dela. O cara tava tramando alguma coisa e a Cláudia não percebia. Inacreditavelmente, ela sentia falta de ser abusada. Acontece que o Benja tinha recebido uma proposta de emprego foda em outro país. Quando se formou e o negócio finalmente virou realidade, ele preparou a despedida da Cláudia. Não podia ser de outro jeito: dar a melhor das festas com os seis amigos antigos. Pela última vez, ele ia curtir ver ela ser submetida durante o fim de semana inteiro, coisa que pra Cláudia pareceu uma eternidade. Não davam descanso pra ela, por mais que ela implorasse. Naquele domingo à tarde, quando os caras foram embora, foi o que a Cláudia mais desejou. A ponto de, do jeito que tava, toda melada de porra, ela deitou pra dormir. Já não ligava mais como o Oscar ia encontrar ela quando voltasse.








Sem o Benja, a casa ficava estranha, não tinha ninguém pra dominar ela, isso fazia com que a Cláudia, de vez em quando, sentisse falta daqueles momentos. O Oscar tinha se tornado muito distante, agora sim passavam semanas sem que a Cláudia fosse tocada. Isso podia ser porque o trabalho dele tava cada vez mais complicado. O vício do Oscar era, segundo a Cláudia, se juntar com os colegas pra jogar baralho nos fins de semana, de onde sempre voltava bêbado. Foi então que um belo dia a Cláudia teve a ideia de que a casa dela fosse o lugar onde ele se encontrasse com eles.


Oscar, sério? Juntar a gente aqui em casa sexta à noite? Olha que esses aí só vão embora no domingo.


Cláudia, e qual é o problema? Agora não tem mais criança em casa, além disso, tenho certeza que seus amigos vão arrumar alguma coisa pra comer e beber, ou será que tem algo a mais nessas reuniões?


Oscar, beleza, você já sabe, sempre uma gostosa.


Cláudia, e pra que que eu tô aqui então? Posso muito bem servir de empregada pra vocês, ou não?


Oscar, se te dessem o mesmo que dão pra elas, seria algo muito bom, algo parecido com os encontros com seu tio.


Claudia, você não sabe como sinto falta daqueles encontros


Oscar, eu também, meu amor. Você se divertia pra caralho e ainda trazia dinheiro pra casa. Agora nem a Laura nos dá nada.


Claudia, não se fala mais nisso. Sexta-feira é pros seus amigos, você só traz eles pra jogar aqui em casa, do resto eu cuido.


E foi assim que Oscar começou a trazer uns amigos pra casa dele. Custou pra convencer eles, mas no fim valeu a pena, porque gastavam bem menos do que no puteiro onde costumavam se encontrar. Foi assim que chegou a tão esperada sexta-feira à noite. Claudia tinha tudo preparado: tinha limpado a casa inteira, a mesa estava impecável e até tinha arrumado a cama com os lençóis novos, aqueles que há anos ela não usava. Tavam prontinhos pra serem estreados com desconhecidos, e pro marido dela ver como os amigos dele iam se apossar da mulher dele. Essa era a ideia, e por isso ela tava vestida como uma garçonete de balada, com salto alto, bem maquiada e um vestido curto e bem decotado. A geladeira tava cheia de bebida e tinha uma mesa de frios enorme. Tanto Luis quanto Carlos ficaram surpresos, e Oscar parabenizou ela pelo jeito que tinha preparado tudo. Os três sentaram pra jogar, enquanto Claudia ficava de pé, esperando pra servir eles e sem perder nada do jogo, principalmente quem ganhava e quem perdia. No fim de cada partida, ela servia mais bebida e renovava os pratos. Assim, foram se animando a dar umas palmadas nela e até uns amassos, tudo na frente do Oscar, igual faziam no puteiro. Até que, depois da meia-noite, Luis teve a ideia de jogar pra ver quem ia usar a Claudia. Pra isso, metade do que o vencedor ganhasse seria dela. Oscar, que já tinha perdido várias vezes, topou na hora, enquanto Claudia ficava em silêncio. Enquanto jogavam, Claudia trocou de roupa e vestiu uma camisola rosa que deixava ver as tetonas dela. O vencedor foi Carlos, que comemorou. Ele deixou metade do que ganhou em cima da bancada, ao mesmo tempo que pegou a Claudia e ela levou ele pro quarto. Da mesa, dava pra ouvir os gemidos da Claudia e do Carlos.


Luis parece que agora vale muito a pena ganhar a partida, olha que bem que o Carlos tá se divertindo.


Oscar, me parece que a puta tá armada.


Luis tá claramente de pau duro, não viu como ele olhava pra gente? Dá pra ver que você não dá a buceta pra ele.


Oscar, mas me dá mais tesão ver outro comendo ela.


Luis, como você gosta de uma grana.


Oscar, quem não gosta?


Luis, vamos jogar mais uma mão, só nós dois, e quem ganhar continua metendo.


Enquanto Carlos comia a Claudia no quarto, o corno começou a brincar com o Luís, que fez de tudo pra ganhar do corno, mas não conseguiu. Dessa vez, o Oscar tinha pegado alguém.


Luis, sua puta mãe, agora é a sua vez, sua puta.


Oscar, se me der o que eu ganhar nessa mão, ela é sua.


Luis não duvidou, claro que meteu e disse pra ela


Luis, então a gente pega ela os dois?


Oscar melhor seria os três ao mesmo tempo.


Luis, vamos torcer pra que o Carlos se recupere então.


Oscar olha, lá vem ela, vamos continuar jogando.


Carlos sentou só de cueca e Oscar começou a distribuir as cartas.


Luis, você se divertiu?


Carlos valeu cada centavo, você não sabe o que é aquilo.


Oscar, agora vamos brincar de novo.


Carlos e vocês, o que fizeram?


Luis, eu joguei contra o Oscar e ganhei dele.


Carlos então vai foder.


Luis, é que o Oscar quer que a gente coma ela os três.


Carlos me parece o máximo.


Oscar pra isso quem tem que ganhar é você.
E claro que o Carlos ganhou, enquanto a Cláudia olhava parada com o vestido ainda manchado. Os três se levantaram e cada um deixou sua grana no balcão. Dessa vez foi o Luís quem levou ela pro quarto.


Claudia, olha, isso eu realmente não esperava.


Oscar, que porra é essa que você não esperava?


Claudia, dá conta dos três, meu amor.


Oscar, sua putinha, que gostosa você é, meu bem, adoro você.


Em segundos, a Claudia tava cercada por aqueles três paus. Ela se ajoelhou na frente deles e começou a chupar. Não demorou nada pra colocarem ela na cama. Aí o Luis pulou em cima dela e enfiou tudo. Era a primeira vez que o Oscar via ela trepando com outro cara. Ele não se segurou e começou a bater uma. Levou um susto quando o Carlos mandou o Luis ficar por baixo, deixando a bunda da Claudia no ar.


Carlos vai, arrebenta a buceta dela que depois eu vou.


Oscar não hesitou e se ajeitou, enfiou no cu dela e começou a meter junto com o Luis. Tava nessa quando ouviu o Carlos dizer


Carlos, mas que buceta gostosa você também tem, como ela é aberta


Oscar não teve tempo de reagir, sentiu Carlos abrir suas nádegas e imediatamente encostar a pica na sua bunda. Quis impedir, dizer não, mas não conseguiu e nem quis. Só gritou quando Carlos enfiou e começou a meter.


Luis, você tá arrebentando o cu do corno?


Carlos, você não tem ideia do apertada que ela tá, ahhh ahhhh


Oscar não podia fazer nada, só se deixava comer igualzinho a Claudia. Cada pirocada que ele levava, não só ele sentia, mas também a mulher dele, que ele tava metendo. Carlos tirou ele de cima da Claudia e continuou dando, enquanto Luis colocou a Claudia por baixo e meteu nela junto com o marido. Ver os dois comendo o casalzinho deixou eles tão excitados que não pararam até encher os dois de porra. Fizeram eles chuparem a pica e partiram pra outra. Dessa vez foi o Luis que comeu o Oscar, que pedia pra tirarem, mas ao mesmo tempo rebolava a bunda pra continuar aproveitando cada pirocada que levava. Desde aquele momento, nunca mais jogaram cartas — só se dedicaram a comer o puto do corno enquanto humilhavam ele. Já exaustos, Luis e Carlos se vestiram e foram embora, deixando a Claudia e o Oscar de cu arrombado e completamente leitados.








Claudia, amor, olha a grana que seus amiguinhos deixaram pra gente, isso sim que tá ficando gostoso.


Oscar, melhor a gente ir tomar um banho juntos.


Claudia, minha love, mas olha como deixaram sua bunda, de verdade que te arrebentaram toda, minha vida. Adorei, céu, sabe o que vai rolar agora, né?


Oscar, não consegui evitar, amor. Foi como se tivessem me estuprado.


Claudia, agora você também vai cobrar pra dar a buceta, vai se preparando, meu anjo. Vão te comer mais do que a mim, bebê.


Oscar, se for pra sair do buraco onde a gente tá, acho que vale a pena.


Claudia, claro que vale a pena ser promíscua, pelo menos você não entrega essa bucetinha de graça, amorzinho.


Na mesma segunda-feira no trabalho, todo mundo ficou sabendo o que tinha rolado e, por causa disso, já tinha um monte de gente querendo ir jogar cartas na sexta à noite na casa do Oscar. Esses jogos de cartas foram um sucesso pra eles, tanto que tiveram que aumentar pra três participantes, que desde o início já comiam os dois. E, como a Claudia tinha previsto, comiam mais o cuck do que a própria esposa. As humilhações foram crescendo a ponto de obrigar o Oscar a usar uma coleira de cachorro. A degradação do Oscar tinha chegado num nível tão alto que, ao contrário do que se podia pensar, ele curtia pra caralho, a ponto de, depois de um mês, nem precisar mais jogar. Tudo acabou quando a fábrica fechou, mas durante aquele tempo, trabalhar lá tinha virado um inferno pro Oscar, porque os caras que tinham comido ele em casa continuavam usando ele no vestiário. Isso tinha transformado ele num mariconzinho. A Claudia foi testemunha de como ele foi feminizado e, como último recurso, contou tudo pro tio dela. O Carlos tava de novo como o macho do casal, mas com as condições dele: o Oscar também tinha que ser a mulher dele, o que não foi difícil de conseguir. Mas isso durou pouco. O Carlos tinha se cansado de submeter os dois e, por isso, arrumou um trabalho bem longe pra eles, como caseiros de uma chácara distante. Embora o salário dos dois fosse bem baixo, o aluguel da casa deles compensava. Nem o Oscar nem a Claudia reclamaram. O que viveram na chácara já é outra história, ainda mais pesada que essa.

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