Há muitos anos atrás, no meu trabalho, eu tinha que entregar a produção de madrugada umas duas vezes por semana. Em Mendoza tem uma rua chamada Rodríguez Peña, é uma área meio industrial onde passa muito caminhão. Também é uma zona onde tem muitas putas, e de noite quase todas são travestis. Tem de todo tipo: as de luxo que parecem modelos e as meia-boca que parecem um pedreiro de peruca. De vez em quando, quando voltava por aquela área, aproveitava e pedia um boquete pra algum travesti que ainda estivesse por lá, já que lá pras 3, quase 4 da manhã, não fica muita gente trabalhando. Depois de um tempo, virei cliente de uma travesti de uns 40 anos que tinha uma bunda boa e peitões, mas de rosto não era muito bonita. Ultimamente ela nem me cobrava mais se eu levasse ela perto da casa dela. Mais de uma vez, enquanto eu dirigia a caminho da casa dela, ela ia ajoelhada no chão da van me chupando a pica. Numa madrugada morna, eu tava voltando pela Rodríguez Peña procurando minha travesti que sempre me mamava de graça, mas como tinha começado a garoar — coisa que quase nunca acontece em Mendoza — não tinha nenhum travesti na área. Quando segui mais adiante, num ponto de ônibus, encontrei a trans que eu procurava, se abrigando da chuva. Parei a Ducato que eu tava dirigindo naquele dia do lado do ponto, e a transexual, me reconhecendo na hora, chegou na janela e antes de subir me perguntou se podia levar outra mina também. Ela me convenceu rápido, dizendo que iam me chupar as duas juntas. Eu disse que sim, e ela chamou a amiga. Era uma transexual muito, muito nova, bem gordinha, com um vestido curto e pernas grossas, peitos marcados, carinha bem linda e feminina, mas tava usando uma peruca que parecia feita de cabelo de boneca. Quando as duas subiram, fui direto pra um lugar escuro onde sempre parava. Ao chegar lá, a escuridão e a chuva nos escondiam do mundo. Depois fui pra parte de trás da van e abaixei minha calça. As 2 travestis se ajoelharam e começaram a beijar e chupar meu pau. Elas alternavam pra chupar meu pau e minhas bolas. Às vezes meu pau ficava entre os lábios das duas, como se fosse o pão de um cachorro-quente. Eu me deitei no carpete do chão da van e elas aproveitaram pra tirar minha calça e cueca, me deixando completamente nu da cintura pra baixo. Abri bem minhas pernas e as 2 transexuais afundavam suas caras na minha entreperna. A travesti mais velha, de vez em quando, virava o corpo e aproximava a cabeça do meu rosto e me beijava com gosto de buceta na boca, gosto do meu pau. Até aquele momento, com essa transexual, nunca tínhamos passado de uns boquetes e, uma vez ou outra, tipo rapidinha, eu peguei no cu dela. Depois de me beijar, ela voltava a chupar meu pau com a outra travesti gordinha. O cu dela tinha ficado apontando pro meu rosto. Então estiquei a mão e coloquei debaixo da saia dela. Com muito esforço, consegui puxar o pau dela, que estava apertado debaixo da calcinha. Comecei a bater uma pra ela enquanto as 2 me chupavam. Eu já ia gozar e elas pararam as duas. Então sinto que a gordinha coloca uma camisinha em mim, mal dava pra ver dentro da van. Eu não soltava de jeito nenhum o pau que tava batendo uma. Não tava muito duro, mas bem molhado. Depois que a camisinha tava bem colocada, a gordinha tirou o vestido e montou em mim. Ela abriu bem as nádegas e enfiou meu pau no cu dela. A outra travesti começou a me beijar enquanto a gordinha subia e descia devagar no meu pau. Eu continuei batendo uma pro pau que tava na minha mão. Então a travesti mais velha, enquanto continuava enfiando a língua na minha boca, me dizia: — É isso que você quer, gosta do meu pau, quer meu pau? — Sim, sim, sim, quero seu pau agora — eu disse. Então ela aproximou o pau do meu rosto e, com uma mão, levantou minha cabeça do chão e guiou até o pau dela e enfiou na minha boca de uma vez. Tinha um gosto salgado e tava bem molhado. Não era muito grande, mas tinha ficado muito, muito duro e cheio de veias. A gordinha montava cada vez mais rápido enquanto eu chupava o pau como dava. que tinha na boca. Quando senti que ia gozar, ela tirou a boca e deixou pendurada na minha cara e ficava dizendo:
—Ainda não, ainda não vou te dar o gozo.
Eu não aguentei muito mais a montada da gordinha e acabei com as pernas travando de cãibra. A gordinha saiu de cima de mim e a outra transexual subiu em cima de mim na posição de 69. Ela metia na minha boca enquanto chupava minha rola mole que não queria acordar. Enchia de saliva minha rola e as bolas enquanto a gordinha ficava sentada entre minhas pernas olhando. Eu sentia a saliva escorrendo pelo meu cu. De vez em quando eu engasgava porque ela enfiava a rola bem no fundo da minha boca e me deixava sem ar.
De repente, sinto um dedo tentando se enfiar no meu cu. Eu não conseguia ver, então não sei quem estava pegando meu cu com dois dedos. Por mais que ela continuasse chupando, minha rola se recusava a ficar dura de novo.
Num momento, a travesti saiu de cima de mim e começou a colocar uma camisinha na rola dela. Eu mal via pela luz de fora que entrava pelo para-brisa. Agora sim dava pra ver que era a gordinha que às vezes me punhetava e continuava enfiando dois dedos no meu cu. A gordinha, me tocando e quase num tom de ordem, falou:
—Agora fica de quatro.
Obedeci na hora, porque meu cu tava doido pra ter a rola que eu tinha na boca minutos antes. A luz iluminava a rola dura, reta como um mastro. Ela se posicionou atrás de mim. Cuspiu no meu cu e foi enfiando devagar:
—Que putinho promíscuo você é. —disse ela quando já tinha metido tudo.
A gordinha sentada na minha frente servia de apoio pra eu não cair com cada estocada que eu tava levando. Apoiado na gordinha, que tinha um cheiro bem feminino, eu gemia de prazer cada vez que tiravam a rola e enfiavam de novo. Apoiado na gordinha, comecei a beijar a boca dela e ela respondia aos meus beijos com a língua. Estiquei a mão e tentei enfiar entre as pernas dela. Foi difícil alcançar por causa da barriga grande dela. Quando tento... Tocar a piroca dela gordinha. A gordinha fala pra mim: "não me toca, não gosto". A traveco que tava me comendo caga o pau e fala pra ela: "aqui dentro não tem 'não gosto', dá a piroca se quer piroca". Depois disso, a gordinha deitou na minha frente e abriu as pernas. A outra traveco ficou parada atrás de mim com a piroca imóvel dentro do meu cu. Eu sentia ela pulsando dentro de mim, enquanto com minhas mãos levantava a barriga da gordinha pra achar a piroca dela. Depois de fuçar um pouco, peguei com meus dedos o que não era muito maior que um polegar. A gordinha tinha um micro-pau que mal aparecia por cima de uns testículos pequenos e durinhos. Com a ponta dos dedos, comecei a acariciar aquele micro-pau e ele logo ficou duro, mas não cresceu nada. Nessa hora, a outra traveco começou a me comer de novo, e agora mais forte. Eu, feito uma puta, levantei mais minha bunda e abaixei minha cabeça pra enfiar entre as pernas da gordinha. Mal conseguia respirar entre a barriga e as coxas grossas dela enquanto enfiava na minha boca aquela pica pequena com os ovos e tudo. Minha língua percorria toda a cabecinha da pica dura. De repente, a que tava me comendo começou a quicar na minha bunda como se fosse a última foda da vida dela. Até que gozou dentro do meu cu enquanto eu tava meio sufocado com a cara enfiada na virilha da gordinha. O prazer era supremo. Não sei se pela foda que tinham me dado ou pelo tesão que tava me dando chupar aquele micro-pau. Eu fiquei na mesma posição e continuei chupando enquanto tiravam a piroca do meu cu. A gordinha de repente começou a tremer e segurou minha cabeça, empurrando contra a piroca dela. Depois começou a falar: "me perdoa, me perdoa". E então comecei a sentir com minha língua como começava a sair jorros de porra bem grossa. Eu continuei chupando e rodeando com a língua aquela micro-piroca enquanto ela ficou um tempão soltando porra. Num momento, eu tava com a boca cheia de cum e quando tirei a piroca pra cuspir, com a luz fraca pude ver como ainda continuava saindo jatos de porra grossa. Depois disso, nos vestimos e levei elas pro bairro onde moravam. No caminho, eu ia bem calado enquanto a mais velha não parava de lamentar as vezes que não me comeu o cu. Depois disso, várias vezes mais a gente repetiu mais ou menos a mesma rotina até que, por causa do trampo, parei de circular por aquela área de madrugada. Sempre lembro com muito prazer daquela bucetinha não maior que um dedão.
—Ainda não, ainda não vou te dar o gozo.
Eu não aguentei muito mais a montada da gordinha e acabei com as pernas travando de cãibra. A gordinha saiu de cima de mim e a outra transexual subiu em cima de mim na posição de 69. Ela metia na minha boca enquanto chupava minha rola mole que não queria acordar. Enchia de saliva minha rola e as bolas enquanto a gordinha ficava sentada entre minhas pernas olhando. Eu sentia a saliva escorrendo pelo meu cu. De vez em quando eu engasgava porque ela enfiava a rola bem no fundo da minha boca e me deixava sem ar.
De repente, sinto um dedo tentando se enfiar no meu cu. Eu não conseguia ver, então não sei quem estava pegando meu cu com dois dedos. Por mais que ela continuasse chupando, minha rola se recusava a ficar dura de novo.
Num momento, a travesti saiu de cima de mim e começou a colocar uma camisinha na rola dela. Eu mal via pela luz de fora que entrava pelo para-brisa. Agora sim dava pra ver que era a gordinha que às vezes me punhetava e continuava enfiando dois dedos no meu cu. A gordinha, me tocando e quase num tom de ordem, falou:
—Agora fica de quatro.
Obedeci na hora, porque meu cu tava doido pra ter a rola que eu tinha na boca minutos antes. A luz iluminava a rola dura, reta como um mastro. Ela se posicionou atrás de mim. Cuspiu no meu cu e foi enfiando devagar:
—Que putinho promíscuo você é. —disse ela quando já tinha metido tudo.
A gordinha sentada na minha frente servia de apoio pra eu não cair com cada estocada que eu tava levando. Apoiado na gordinha, que tinha um cheiro bem feminino, eu gemia de prazer cada vez que tiravam a rola e enfiavam de novo. Apoiado na gordinha, comecei a beijar a boca dela e ela respondia aos meus beijos com a língua. Estiquei a mão e tentei enfiar entre as pernas dela. Foi difícil alcançar por causa da barriga grande dela. Quando tento... Tocar a piroca dela gordinha. A gordinha fala pra mim: "não me toca, não gosto". A traveco que tava me comendo caga o pau e fala pra ela: "aqui dentro não tem 'não gosto', dá a piroca se quer piroca". Depois disso, a gordinha deitou na minha frente e abriu as pernas. A outra traveco ficou parada atrás de mim com a piroca imóvel dentro do meu cu. Eu sentia ela pulsando dentro de mim, enquanto com minhas mãos levantava a barriga da gordinha pra achar a piroca dela. Depois de fuçar um pouco, peguei com meus dedos o que não era muito maior que um polegar. A gordinha tinha um micro-pau que mal aparecia por cima de uns testículos pequenos e durinhos. Com a ponta dos dedos, comecei a acariciar aquele micro-pau e ele logo ficou duro, mas não cresceu nada. Nessa hora, a outra traveco começou a me comer de novo, e agora mais forte. Eu, feito uma puta, levantei mais minha bunda e abaixei minha cabeça pra enfiar entre as pernas da gordinha. Mal conseguia respirar entre a barriga e as coxas grossas dela enquanto enfiava na minha boca aquela pica pequena com os ovos e tudo. Minha língua percorria toda a cabecinha da pica dura. De repente, a que tava me comendo começou a quicar na minha bunda como se fosse a última foda da vida dela. Até que gozou dentro do meu cu enquanto eu tava meio sufocado com a cara enfiada na virilha da gordinha. O prazer era supremo. Não sei se pela foda que tinham me dado ou pelo tesão que tava me dando chupar aquele micro-pau. Eu fiquei na mesma posição e continuei chupando enquanto tiravam a piroca do meu cu. A gordinha de repente começou a tremer e segurou minha cabeça, empurrando contra a piroca dela. Depois começou a falar: "me perdoa, me perdoa". E então comecei a sentir com minha língua como começava a sair jorros de porra bem grossa. Eu continuei chupando e rodeando com a língua aquela micro-piroca enquanto ela ficou um tempão soltando porra. Num momento, eu tava com a boca cheia de cum e quando tirei a piroca pra cuspir, com a luz fraca pude ver como ainda continuava saindo jatos de porra grossa. Depois disso, nos vestimos e levei elas pro bairro onde moravam. No caminho, eu ia bem calado enquanto a mais velha não parava de lamentar as vezes que não me comeu o cu. Depois disso, várias vezes mais a gente repetiu mais ou menos a mesma rotina até que, por causa do trampo, parei de circular por aquela área de madrugada. Sempre lembro com muito prazer daquela bucetinha não maior que um dedão.
2 comentários - Micro pinto