Daniela, a puta que vive em mim

Quero contar pra vocês sobre a Daniela, aquela nena fatal que mora dentro de mim. Desde bem pequenininha, quando comecei a me descobrir, ela já tava na minha mente, aquela que me faz pensar coisas de mulher. Aquela que, desde a primeira vez que me acariciei entre as pernas, me fez querer ser uma menina e, ao me tocar, escondia meu pintinho pequeno, porque uma vizinha tinha me mostrado que ela não tinha pinto — eu queria ser igual a ela. Aquela que me fazia me vestir de mulher, que adorava lingerie e tudo que é feminino. Aquela que, quando eu tava sozinha, me fazia dar um jeito de buscar aquele momento de intimidade com ela e com a lingerie. Daniela, que me fazia sonhar que um dia eu ia acordar de um sonho e ser mulher. Os perfumes, a maquiagem, os sapatos e as meias-calças. Hummm, e nem vou falar das cintas-liga, pelo amor de Deus. Só de pensar, já me arrepio. Eu via filmes picantes e sonhava em ser uma daquelas mulheres que seduziam os homens e eles ficavam loucos. Que usavam lingerie e faziam as poses e posições sexuais mais lindas. Queria ser mulher, queria seduzir homens, queria comer eles de todas as maneiras que eu sonhava. Queria enlouquecer cada homem que cruzasse meu caminho — a Daniela é uma putinha por natureza. Fantasiava em ser a namorada de um homem mais velho, que eu só usava pra sexo e ele me tratava como uma menininha. Aquela menina que te espera vestida de colegial, que deita no colo da sua virilha e te chupa enquanto você vê um filme. Que quer dormir com o pau dele dentro dela, que te acorda com sexo sem limites. Que te fode em todo lugar: no carro, numa praça ou num cantinho escuro. Daniela, que adoraria fazer uma viagem longa e chupar o pau de um desconhecido o tempo todo. Aquela que ama sapatos de salto agulha, minissaias de látex ou couro preto e usa calcinha fio dental preta com cinta-liga. Aquela que entraria num café cheio de homens e se abaixaria pra eles verem suas partes. Aquela que roubaria todos os olhares numa balada, de tão puta que é. Hummm, beijinhos e já volto pra falar mais dela. Dani

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