—Ahhhhhhh, siiiim, papai… que gostoso… —ela gemia enquanto mordia o travesseiro, sentindo ele abrir meu cu centímetro por centímetro—. Me dá mais, por favor… quero que você arrebente tudo.
Senti o pau dele entrando por completo, as bolas dele contra minha buceta. Ele começou a meter e tirar. Dava pra ver que ele tava adorando. Ele comeu meu cu do jeito que eu gosto: violentamente, abrindo minhas nádegas com as mãos, dando umas metidas fundas que chegavam até meu estômago e causavam uma dor na barriga bem forte a cada estocada.
—Que gostosa, como você aperta, mamãe. Cê gosta que eu abra sua buceta e meta forte? Você é minha putinha mexicana. —Sim, papai… me dá mais forte. Me dá, por favor, não para… —supliquei, empurrando a bunda pra trás e arqueando mais as costas. Continuamos transando selvagemente. Ele me levantou no colo e meteu enquanto me segurava no ar, como se eu não pesasse nada. Me segurava como uma boneca de pano empalada no pau gostoso dele, que já me deixava em êxtase.
Depois a gente fez o 69: eu chupando o pau sujo dele dos meus fluidos e do meu cu, e ele lambendo minha buceta e o ânus. Me diverti pra caralho, tava adorando como ele me comia toda. Voltei a ficar de quatro, mas dessa vez foi mais bruto e ele me comeu ainda mais forte que antes. Puxou meu cabelo com força, arqueando minhas costas, e eu sentia as batidas secas da pélvis dele contra minha bunda. *Plap… plap… plap…* soava o pau dele entrando e saindo da minha buceta encharcada, minha barriga tava recebendo umas investidas muito agressivas que me causavam muita dor e eu gemia que nem uma louca. De repente, senti ele meter até o fundo, seguido de um grunhido animal. O pau dele começou a pulsar forte dentro de mim. Senti o gozo dele saindo em jatos quentes, enchendo meu cu, me inundando por dentro enquanto ele puxava meu cabelo. Ficou um tempão descarregando todo o gozo que tinha, bombeando, me enchendo até começar a transbordar e escorrer pelos lados do pau dele. Quando ele tirou, vi o gozo grosso e branco caindo do meu cu aberto e o resto escorrendo pelas minhas pernas em fios grossos. Fiquei completamente exausta, satisfeita. Não podia pedir mais. Minhas pernas tremiam, minha bunda tava vermelha das palmadas, minha buceta ardia deliciosamente e meu cu pulsava cheio de porra quente. Tinham me comido do jeito que eu gosto. Ele se divertiu com meu corpo como se eu fosse a putinha pessoal dele. — Uffff, mamãe… você tem um cu incrível. Vem, limpa meu pau — ele falou com tom de autoridade, se deitando. — Ai, papai, tô doendo… — respondi deitada, ainda com as pernas abertas —. Olha como você me deixou — falei enquanto com os dedos pegava a porra que saía da minha buceta e levava à boca, comendo na frente dele. Vem, chega mais perto pra eu chupar. Meu corpinho tá doendo. Me ajeitei como pude e limpei o pau dele com a língua. Tava cheio de porra grossa misturada com o gosto do meu cu e da minha buceta. Engoli tudo, lambendo até deixar limpo e brilhante. Fiquei largada na cama, cansada, bem comida, com o cu cheio de sêmen. venezuelano. —Amanhã você toma a pílula. —Fica tranquilo, pai. Tenho o implante. Posso receber quanto porra eu quiser, kkkk então tô pronta pra você me dar toda sua porra. Ele não respondeu, mas riu satisfeito. Se ajeitou, me deu um beijo longo e profundo e foi embora. Eu não conseguia me levantar. Não tinha forças. Ainda tremia. Ouvi o portão abrir. Me levantei como pude, coberta com os lençóis, e me despedi dele pela janela. Guardei a comida que ainda estava na mesa. Era pra ser minha janta, mas jantei outra coisa kkk. Limpei a sala pra minha mãe não perceber que alguém mais esteve aqui. Fui pro meu quarto, tranquei a porta, me deitei na cama bagunçada, cheia de suor, fluidos e cheiro de sexo. Pelada, com a buceta vermelha e inchada e o cu cheio de porra. Dormi num piscar de olhos. No outro dia acordei ao meio-dia. Minha mãe já tinha ido trabalhar. O cheiro de sexo não saía do meu quarto. Meus lençóis molhados dos meus squirts e algumas manchas de porra seca. Tirei tudo e coloquei pra lavar. Fui tomar um banho pra me limpar bem, tirar o resto de porra que tinha dentro e me livrar do cheiro de macho da pele. Depois de arrumar um pouco e estar de toalha, olhei meu celular. Tinha uma mensagem do homem que tinha arrombado meu cu ontem à noite. Jorge Luis: Bom dia, minha bunda grande. Espero que tenha acordado bem. Te mando beijos. Espero te ver logo. Dani: Bom dia, pai. Acordei cheia de porra e cheirando você kkkk. Eu também espero te ver logo. Beijinhos O dia passou normal, mas eu não conseguia esquecer o que tinha rolado ontem à noite. Um encontro que seria só o primeiro de muitos… Foi assim que virei a putinha, a amiga de foda de um mototaxista, de um moto. Um venezuelano que me surpreendeu. Quero mandar beijinhos pra todos os venezuelanos que me lerem. A verdade é que foi uma experiência incrível. Amo vocês.
Senti o pau dele entrando por completo, as bolas dele contra minha buceta. Ele começou a meter e tirar. Dava pra ver que ele tava adorando. Ele comeu meu cu do jeito que eu gosto: violentamente, abrindo minhas nádegas com as mãos, dando umas metidas fundas que chegavam até meu estômago e causavam uma dor na barriga bem forte a cada estocada.
—Que gostosa, como você aperta, mamãe. Cê gosta que eu abra sua buceta e meta forte? Você é minha putinha mexicana. —Sim, papai… me dá mais forte. Me dá, por favor, não para… —supliquei, empurrando a bunda pra trás e arqueando mais as costas. Continuamos transando selvagemente. Ele me levantou no colo e meteu enquanto me segurava no ar, como se eu não pesasse nada. Me segurava como uma boneca de pano empalada no pau gostoso dele, que já me deixava em êxtase.
Depois a gente fez o 69: eu chupando o pau sujo dele dos meus fluidos e do meu cu, e ele lambendo minha buceta e o ânus. Me diverti pra caralho, tava adorando como ele me comia toda. Voltei a ficar de quatro, mas dessa vez foi mais bruto e ele me comeu ainda mais forte que antes. Puxou meu cabelo com força, arqueando minhas costas, e eu sentia as batidas secas da pélvis dele contra minha bunda. *Plap… plap… plap…* soava o pau dele entrando e saindo da minha buceta encharcada, minha barriga tava recebendo umas investidas muito agressivas que me causavam muita dor e eu gemia que nem uma louca. De repente, senti ele meter até o fundo, seguido de um grunhido animal. O pau dele começou a pulsar forte dentro de mim. Senti o gozo dele saindo em jatos quentes, enchendo meu cu, me inundando por dentro enquanto ele puxava meu cabelo. Ficou um tempão descarregando todo o gozo que tinha, bombeando, me enchendo até começar a transbordar e escorrer pelos lados do pau dele. Quando ele tirou, vi o gozo grosso e branco caindo do meu cu aberto e o resto escorrendo pelas minhas pernas em fios grossos. Fiquei completamente exausta, satisfeita. Não podia pedir mais. Minhas pernas tremiam, minha bunda tava vermelha das palmadas, minha buceta ardia deliciosamente e meu cu pulsava cheio de porra quente. Tinham me comido do jeito que eu gosto. Ele se divertiu com meu corpo como se eu fosse a putinha pessoal dele. — Uffff, mamãe… você tem um cu incrível. Vem, limpa meu pau — ele falou com tom de autoridade, se deitando. — Ai, papai, tô doendo… — respondi deitada, ainda com as pernas abertas —. Olha como você me deixou — falei enquanto com os dedos pegava a porra que saía da minha buceta e levava à boca, comendo na frente dele. Vem, chega mais perto pra eu chupar. Meu corpinho tá doendo. Me ajeitei como pude e limpei o pau dele com a língua. Tava cheio de porra grossa misturada com o gosto do meu cu e da minha buceta. Engoli tudo, lambendo até deixar limpo e brilhante. Fiquei largada na cama, cansada, bem comida, com o cu cheio de sêmen. venezuelano. —Amanhã você toma a pílula. —Fica tranquilo, pai. Tenho o implante. Posso receber quanto porra eu quiser, kkkk então tô pronta pra você me dar toda sua porra. Ele não respondeu, mas riu satisfeito. Se ajeitou, me deu um beijo longo e profundo e foi embora. Eu não conseguia me levantar. Não tinha forças. Ainda tremia. Ouvi o portão abrir. Me levantei como pude, coberta com os lençóis, e me despedi dele pela janela. Guardei a comida que ainda estava na mesa. Era pra ser minha janta, mas jantei outra coisa kkk. Limpei a sala pra minha mãe não perceber que alguém mais esteve aqui. Fui pro meu quarto, tranquei a porta, me deitei na cama bagunçada, cheia de suor, fluidos e cheiro de sexo. Pelada, com a buceta vermelha e inchada e o cu cheio de porra. Dormi num piscar de olhos. No outro dia acordei ao meio-dia. Minha mãe já tinha ido trabalhar. O cheiro de sexo não saía do meu quarto. Meus lençóis molhados dos meus squirts e algumas manchas de porra seca. Tirei tudo e coloquei pra lavar. Fui tomar um banho pra me limpar bem, tirar o resto de porra que tinha dentro e me livrar do cheiro de macho da pele. Depois de arrumar um pouco e estar de toalha, olhei meu celular. Tinha uma mensagem do homem que tinha arrombado meu cu ontem à noite. Jorge Luis: Bom dia, minha bunda grande. Espero que tenha acordado bem. Te mando beijos. Espero te ver logo. Dani: Bom dia, pai. Acordei cheia de porra e cheirando você kkkk. Eu também espero te ver logo. Beijinhos O dia passou normal, mas eu não conseguia esquecer o que tinha rolado ontem à noite. Um encontro que seria só o primeiro de muitos… Foi assim que virei a putinha, a amiga de foda de um mototaxista, de um moto. Um venezuelano que me surpreendeu. Quero mandar beijinhos pra todos os venezuelanos que me lerem. A verdade é que foi uma experiência incrível. Amo vocês.
1 comentários - O garoto da plataforma 2