Mami me colocou no carro. Eu tava completamente pelada. Com minha castidade rosa tampando minha bucetinha. Me sentia muito excitada. A vontade de roçar minha bucetinha num travesseiro era enorme, mas frustrante. Sabia que não podia fazer isso agora. Sentei no banco de trás, com o cinto de segurança bem apertado. Mami ligou o carro e seguiu o caminho pra casa da Isa.
Naquele dia (e naquela noite), ela ia passar na casa da Isa. Ela morava numa casa linda no centro da cidade, junto com o pai dela e o namorado dele. Os pais dela a adotaram e, desde então, ela morava com eles.
Eles já sabiam da minha situação. A Isa contou o que aconteceu e, quando descobriram que eu era um sissy, sugeriram pra Isa me levar na casa deles "pra brincar".
• Você vai ver como vai se divertir, meu bem — me disse a mamãe, segurando o riso.
Eu não disse nada. Sabia que não podia falar a menos que me dessem permissão. Nessas últimas semanas, me esforcei pra ser uma menininha obediente. Principalmente com meu agora namorado.
Ainda me lembrava, vermelha de vergonha, que papai agora era meu namorado. Beijar ele e, principalmente, foder tinha sido vergonhoso, humilhante e muito excitante. O fato de não conseguir gozar só me dava ainda mais vontade de transar. E naqueles momentos, a ideia de foder com um garoto me deixava com muito tesão. Por mais vergonhoso que fosse. Depois de ter feito o ato várias vezes, já não era tão vergonhoso, embora ainda fosse humilhante. Embora eu adorasse foder com uma garota, sabia que era totalmente proibido. A menos que alguma quisesse me fazer um Pegging. Mas penetrar, podia esquecer, a não ser que usasse um pênis de plástico ou minha castidade. Mas isso só servia para rirem mais de mim.
Chegamos na casa dela. Vimos a Isa sair pra nos receber. Tava uma gostosa: vestida com camiseta branca e jeans. Saímos do carro, eu de quatro.
• Oi, putinha — cumprimentou Isa, se inclinando e bagunçando meu cabelo.
• Bom dia — cumprimentei por ordem da mamãe.
• Bom, aqui deixo ela pra você. Vou nessa.
Dito isso, mamãe foi embora. Ela tinha dito que ia aproveitar pra fazer uns planos românticos com o papai. E que ia ter um presentinho me esperando na volta se eu me comportasse bem.
Então, entrei com a Isa na casa dela. Passamos pela garagem e chegamos na sala. Lá, sentado no sofá, estava o pai da Isa. Era um homem alto, barrigudo, devia ter uns cinquenta e poucos anos e era careca. Tinha bigode preto. Tava vestido com uma camiseta, que deixava o umbigo de fora, e bermuda. Tava descalço. Ele se aproximou com um sorriso no rosto. Eu tava com a cara vermelha. A Isa me obrigou a ficar de pé. Assim, o pai da Isa pôde ver o quanto eu era alta (ele devia medir um metro e setenta, no mínimo) e a minha coisinha na castidade.
• Mas que gostosa ela é. Maria, o nome dela, né?
Concordei.
• Encantado, gostosa. Você vai ver como vai se divertir aqui. Meu nome é Juan. Meu parceiro Fernando vem depois, tá trabalhando agora. Eu, por sorte, tô de férias.
• Beleza, putinha — a Isa falou pra mim —. Vamo te mostrar a casa.
Me mostraram a cozinha, onde depois o pai da Isa ia me ajudar a cozinhar algo "saudável", e o banheiro, onde o Juan me garantiu que a gente ia se divertir. Também me mostraram os quartos, especialmente o que a Isa dormia e onde os pais dormiam. Ainda tinham que decidir com quem eu ia passar a noite. Em cima da cama de casal onde os pais dormiam, vi um conjunto de lingerie.
• É pra você, bebê — me disse Juan —. Depois você veste.
O conjuntinho era uma camiseta branca da Hello Kitty e um shortinho vermelho do mesmo desenho. Além disso, tinha brincos de clip da Hello também e uma calcinha branca da Hello.
Mostrada a casa, a Isa foi embora, porque tinha que trabalhar, prometendo voltar à noite.
Foi aí que o Fernando chegou. Quando me viu, me cumprimentou. Os olhos dele brilhavam. Verdes. Era mais novo que o Juan, cabelo grisalho, mas musculoso e magro, sem barriga. Bem diferente do Juan. Tava de moletom, o que me deu a dica de que era instrutor de academia. O cheiro de suor dele só confirmou minhas suspeitas.
Já estava perto da hora do almoço, então fomos pra cozinha, um cômodo retangular pequeno, de uns três metros quadrados. A bancada ficava em frente à entrada. Em cima dela, tinha uma fruteira. Além de maçãs e peras, também tinha um par de bananas. Juan e Fernando me levaram de mão dada até lá. Com as mãos livres, cada um pegou uma banana.
• É isso que você vai comer hoje, bebê — Juan me disse.
• Uma refeição perfeita pra você — acrescentou Fernando.
Fiquei vermelha, porque entendi a ironia.
Tiraram a casca da banana e então sentaram nas cadeiras que tinha a mesa do lado. Uma mesa de madeira redonda. Fernando e Juan sentaram um de frente pro outro, enquanto Juan mandou eu sentar no meio das pernas dele, que ainda estavam cobertas pela calça. Eu sentia o volume do pau dele na minha bunda. Lembrei que eu tava completamente pelada. Só a minha gaiola de castidade impedia que vissem minha coisinha. Embora minhas bolinhas dessem pra ver um pouco.
Juan me deu um beijo carinhoso na bochecha e me deu a banana dele. Peguei com as duas mãozinhas.
• Faz teu trabalho, gostosa — ele me disse.
Sabia o que tinha que fazer. Comecei a lamber aquela banana. De baixo pra cima. Dei uns beijinhos suaves nela.
• Que bem você faz isso — me elogiou Fernando.
Não respondi. Tava vermelha. Continuei chupando. Comecei a fazer um boquete na banana. Pra cima, pra baixo. Gemendo enquanto fazia, e até comecei a me tocar na minha coisinha enjaulada, numa tentativa inútil e desesperada de sentir prazer. Juan arrancou minha mãozinha e começou a me tocar ele mesmo, enquanto me dava beijinhos doces na bochecha. Os dedos dele iam roçando minhas bolinhas e meu cu. Eu gemia. Os beijos dele percorreram meu pescoço. Sentia a língua dele lambendo meu pescoço e o ardor dos beijos quando grudavam na minha pele. Os lábios dele passaram pro meu ombro. Fernando me encarava fixo. Não se tocava, mas dava pra ver o volume dele estufando a calça suada. Tava duro.
• Já pode parar de chupar, bebê — ele me disse.
Parei. Juan colocou a banana na mesa. A outra banana também ficou ali, mas ainda não foi usada pra nada.
• Agora vamos jogar um jogo lindo, princesa — ele me disse, Fernando.
Eu não entendi. Mas logo me explicaram.
• Pra isso, primeiro você precisa se vestir com a roupinha que preparamos pra você — me explicou Juan.
Aí me levantei e fui até o banheiro, onde vesti o conjuntinho. A camiseta primeiro, depois a calcinha e pra finalizar o shortinho. Feito isso, o Fernando disse:
• Que gostosa você tá.
• É toda uma nenenzinha — acrescentou João.
Envergonhada, murmurei um fraco “obrigada” que me rendeu um carinho bagunçando meu cabelo.
• O jogo é o seguinte — explicou João —: você tem que encontrar uma série de objetos bonitinhos, que a gente vai usar com você no final. Eles estão espalhados pela casa toda. Alguns cômodos vão estar vazios. Você tem dois minutos pra achar cada coisa, três no total. Se passar desse tempo, você tira uma peça de roupa. Uma pra cada coisa que demorar pra encontrar. Fernando vai esconder esses objetos agora. Quando esse jogo acabar, a gente pode se divertir de verdade com você, meu anjo.
Sabia o que aquilo significava. Mas não tinha outra escolha, então aceitei jogar.
Primeiro fomos pra cozinha, onde encontrei uma banana. Esse era o objeto e achei em um minuto, então não perdi nada. O segundo objeto demorei cinco minutos e tava no banheiro. Primeiro olhei na sala, e como não tinha nada, fui pro banheiro, onde encontrei o segundo objeto. Reconheci na hora: era a colônia do pai. Envergonhada, peguei e o Juan colocou na mesa da cozinha, junto com a banana, que é onde estavam guardando as coisas que eu achava. Como me excedi, tive que tirar o shortinho. Continuei procurando por dez minutos o próximo objeto e no processo fiquei só de calcinha. Finalmente, encontrei o que procurava no quarto dos pais da Isa: uma cueca do Juan que, pelo cheiro, tinha sido manchada de mijo e porra.
Me parabenizaram por ter encontrado tudo e depois colocaram na cozinha. Tinha chegado a hora da diversão. Minhas pernas tremiam, de medo e de prazer, igualmente. Colocando as duas mãos, Juan puxou minha calcinha pra baixo, deixando à mostra minha bucetinha na castidade.
Então, enquanto Fernando ia tirando a roupa dele, eu tive que despir o Juan. Tirei a camiseta dele e depois baixei a calça dele. Pra minha surpresa, ele não tava de cueca. O pau dele era grosso e duro. Devia ter uns dezoito centímetros, todo cheio de veias, com líquido seminal, o que mostrava que ele tava muito tarado. Mesmo assim, o pau tava mole, esperando eu deixar ele duro.
Me mandaram subir no sofá. Eu subi. Sentei nele e, por ordem do Juan, abri as pernas. Os dois, Juan e Fernando, estavam completamente pelados. Minha coisinha queria ficar durinha, eu sentia. Mas a castidade impedia. Fernando e Juan eram totalmente opostos um ao outro. Enquanto o Juan tinha barriga e era careca, o Fernando tinha cabelo, era forte, magro e a pica dele media pelo menos vinte centímetros e já estava dura.
Por ordem deles, comecei a me tocar no cu. Pra isso, usei meus dedos. Entravam e saíam. Uma vez e outra. Eu gemia como a garotinha que era, pra prazer dos dois malditos. Juan começou a se masturbar e logo ficou duro.
• Você é mais piranha do que minha filha me contou — Juan me confessou.
Continuava se tocando a buceta. Pra cima, pra baixo. Eu me penetrava com meus próprios dedos. Pra dentro, pra fora. Sem parar. Vi que Fernando foi até a cozinha e voltou com a banana. Me deu ela já toda descascada e, ao pegá-la com a mão que não estava me tocando, senti o cheiro do papai. Sem dúvida, a ideia tinha sido da mamãe. Comecei a chupar a banana perfumada. Minha boca se encheu do cheiro dele e lembrei da noite em que papai me fez sua. A noite em que perdi minha virgindade. No Dia dos Namorados.
• Que delícia você chupa, gostosa — me elogiou Fernando, fazendo com que eu ficasse mais vermelha ainda, se é que isso era possível.
Quando se cansaram da banana na minha boca, tive que enfiar no meu cu. Me penetrei com ela. Dentro, fora. Eu gemia enquanto fazia e até soltei um "daddy" sem querer, que me rendeu gozação do casal.
• Olha como ela sente falta do namorado dela — comentou Fernando.
• A gente comenta isso depois — acrescentou Fernando.
Eu teria implorado pra eles não fazerem isso, mas sabia que era inútil.
Quando se cansaram, enfiei lentamente a banana dentro de mim. Até o fundo. Até minha bunda engolir a banana e ela desaparecer. Eu sentia ela dentro de mim, pulsando, querendo sair. Sentia um tesão gostoso em ter algo dentro de mim.
O jogo continuou.
Fernando e Juan se aproximaram de mim e começaram a se masturbar por cima de mim. Achei que iam gozar logo, mas ainda era cedo demais. Colocaram as pirocas bem perto do meu rosto e se tocaram. Dava pra ouvir o atrito das mãos deles com o pau, junto com o esperma que já estava vazando.
Ficaram uns minutos se masturbando, eu ouvindo o som das rolas deles se esfregando uma na outra. Não podia me tocar, então só me restava olhar pra eles enquanto sorriam de prazer. No fim das contas, as menininhas como eu tinham proibição de se tocar. O prazer era reservado pra eles, e a gente só servia pra fornecer isso.
Juan então mandou eu me ajoelhar no sofá. Eu já sabia o que vinha antes mesmo de acontecer, mas me pegou de surpresa do mesmo jeito. De quatro no sofá, minha buceta tava tão aberta que dava pra enfiar uma banana. Senti a mão do Juan lá dentro, procurando o pedaço de fruta que eu tinha enfiado, e ele tirou com facilidade. Com a banana saindo do meu cu, me senti vazia. Queria alguma coisa dentro de mim. E esse desejo não demorou pra chegar.
Devagar, comecei a sentir a glande do Juan entrando na minha bunda. Eu gemi.
• Toma essa rola, foxy — Juan me disse —. Essa é a rola de um macho.
Essa é a do meu pai, pensei. Fiquei feliz de não ter falado isso em voz alta.
Pouco a pouco foi enfiando o resto da pica dele, até que as bolas dele bateram nas minhas bolinhas. Ele começou a tirar devagar e depois meteu de novo. Aí repetiu o movimento. Pra dentro, pra fora. Devagar, cada vez mais rápido, foi penetrando minha bela bunda que já não era virgem desde que meu namorado tirou ela de mim.
Mas aquela não era a única pica que eu ia saborear naquele dia. Fernando chegou perto de mim com a pica dura e encostou ela na minha boca.
• Abre essa boquinha, amor — ele me disse com doçura.
Obedeci, abrindo ao máximo minha boca e deixando entrar devagar a pica dele até chegar nas bolas. Devagar, ele começou a tirar. Tirou completamente da minha boca e depois enfiou de novo, mais rápido. Rapidamente, começou a foder minha boca enquanto o Juan fodava meu cu. Aí, depois de uns dez minutos assim, tive que fazer um boquete no Fernando. Comecei a chupar a pica dele. De cima pra baixo e vice-versa. Lambi os testículos dele, beijando, lambendo e dando beijinhos suaves e doces. O Fernando gemia e eu sabia que tava fazendo bem meu trabalho. Tudo isso enquanto continuava levando as enfiadas do Juan. Lambi o tronco do Fernando e a cabeça dele, engolindo líquido seminal e depois chupei a pica inteira dele, até o fundo. Olhei nos olhos dele, admirando de quebra o abdômen definido e os peitorais lindos. O Fernando era muito gostoso, pensei envergonhada.
Trocaram as posições. O Juan tirou o pau do meu cu e o Fernando tirou o da minha boca. Minha boca inteira tava com gosto de porra e carne de macho. Aí o Juan começou a foder minha boca enquanto o Fernando metia de uma vez só no meu cu. De novo, lambi e beijei os testículos, mas dessa vez os do Juan. Dei beijinhos suaves nos ovos dele, no tronco e na glande, e fiz um boquete dos bons. Chupei com a boca desde a glande até os testículos várias vezes, por uns minutos. Então, os dois tiraram as picas e trocamos de posição.
Fernando sentou no sofá e mandou eu fazer um boquete nele. Então, de joelhos, fiz o que ele mandou. Comecei lambendo a cabeça da piroca com minha linguinha. Senti o líquido seminal dele. Ele gemeu de prazer. Dei um beijinho suave na cabeça da piroca e comecei a chupar. Enfiei aquela piroca linda na minha boquinha e fui engolindo devagar até o fundo, até as bolas suadas dele. Depois, tirei minha boquinha daquela piroca gostosa e repeti o movimento. Olhei nos olhos dele. Ele me olhava maravilhado, ou pelo menos era o que parecia. Olhei diretamente nos olhos dele enquanto continuava chupando aquela piroca linda. Sentindo o gosto dela. Pra cima e pra baixo. O gosto de carne se misturava com o gosto de porra. A qualquer hora ele ia gozar tudo em cima de mim. Mas aquele momento ainda não tinha chegado.
Ele mandou eu parar e subir em cima do pau dele. Eu obedeci. Subi no sofá, com as pernas tremendo e minha bucetinha anal roçando no pau dele. Senti a cabeça entrando de novo no meu cu, com tanta calma que quase me deixava louca. Apoiei as mãos nos ombros fortes dele. Ele me puxou pra perto e me deu um beijo gostoso de língua. Enquanto nossas línguas se enroscavam selvagemente, o pau dele foi entrando tudo no meu cu, até as bolas baterem na minha bunda. Não ouvi o que o João falou. Tava ocupada demais beijando meu namorado, sentindo o cheiro do suor e o pau dele no meu cu, que não parava de meter. Eu ouvia o som da piroca entrando e as bolas batendo no meu cu e isso me excitava pra caralho. Minha coisinha queria sair da gaiola. Mas era óbvio que não ia rolar.
Ele parou de me beijar e então eu gemi de prazer e comecei a cavalgar o pau dele.
• Que gostoso, senhor! — gemi envergonhada. Sabia que isso ia agradar eles.
Não falei “daddy”. Isso era reservado pro meu namorado.
É verdade, elas gostaram. Fernando me pegou pela cintura e mandou eu beijar o corpo dele.
Dei beijinhos suaves no pescoço dela, onde dava pra sentir o perfume. Fiquei excitado. Minha piroquinha quis aparecer de novo.
Depois de uns beijinhos doces no pescoço, o Fernando tirou o pau da minha bunda, me segurando no colo e me colocou de joelhos no chão devagar. Senti um frio nos joelhos, mas isso não me incomodou nem um pouco. Ele chegou perto de mim e aí pude dar umas lambidinhas suaves nos peitorais dele. Aquilo era um macho. Não eu. Eu era uma menininha. Um brinquedo sexual. Lambi os mamilos dele com carinho.
• Ah sim, vadia — murmurou ele.
• Que gostosa a foxy que a gente tem — comentou o João.
Dei vários beijinhos nos peitorais dele e então Fernando me pegou no colo e me beijou de novo, ao mesmo tempo que enfiou no meu cu de uma vez. Não senti dor nenhuma. Minha buceta tava muito aberta e excitada pra isso. Enquanto ele metia no meu rabo (pra cima, pra baixo. As bolas dele batendo na minha bunda), a língua dele voltava a brincar na minha boca. Eu acariciava o cabelo dele, completamente possuída. Aí ele me deitou no sofá, tirando o pau do meu cu no processo. Me senti vazia, mas não por muito tempo. Logo Fernando se ajoelhou e enfiou aquela língua que eu tinha sentido na minha boca, agora no meu cu. Senti ele brincar no meu ânus, lambendo de cima a baixo e entrando devagar. Eu gemia que nem a putinha que eu era. Aquilo tava atingindo uns níveis de tesão extremos, a ponto do Juan ter que ligar o ar condicionado, porque a gente tava muito quente e suando. O suor dos dois caras era uma delícia.
Fernando meteu no meu cu por um tempo, como se estivesse usando o pau dele, até que Juan assumiu e começou a imitar o Fernando. Foi aí que me viraram de barriga pra cima e abriram minhas pernas. Juan meteu o pau sem hesitar e começou a me penetrar enquanto eu gemia. As bolas dele batiam nas minhas. Juan segurava minhas pernas com as mãos pra garantir que eu ficasse bem aberta. Eu tava completamente na mão dele. Quando ele cansou, foi a vez do Fernando. O pau lindo dele entrou todinho no meu cu e fez a mesma coisa que o boy dele. As estocadas dele eram mais fortes.
• Ah, que gostosa — gemi.
Ambos riram.
Depois de mais algumas estocadas, decidiram que era hora de ir pro banheiro. Fernando tirou o pau dele do meu cu e me obrigaram a ir de quatro até o banheiro, onde o box do chuveiro esperava.
Os dois entraram, obviamente completamente pelados, com as picas duras. Eu no meio, ainda de quatro.
Não era banheira, era um box de chuveiro, então foi fácil entrar. Fecharam a porta de vidro e o Juan me deu um pote de gel.
• Ensaboa a gente, gostosa — ele me disse com voz doce.
Claro que obedeci. Não tinha outra opção. Então comecei pelo Juan (já que não especificaram com quem eu devia começar) e, colocando sabão nas minhas mãozinhas, comecei a esfregar as pernas do pai da Isa, que estavam cobertas de pelo de macho.
• Continua assim, gostosa — ele me disse, brincando.
Vermelha que nem um tomate, passei pros braços dele, ombros e depois as costas. Aí fui pros peitos lindos dela. Mordi o lábio de baixo, tentando segurar o tesão. Minha bucetinha tava doida pra sair, mas não dava. Juan me deu um beijo de língua. A língua dele brincava com a minha. Ele me deu um tapa na bunda e falou:
• gostosa.
Passei a ensaboar a pica dele. Com uma mão, comecei a masturbar a pica do Juan. Pra cima e pra baixo. Sem parar. Ajoelhei e comecei a lamber a pica dele. Com minha língua, de baixo pra cima, lambi os ovos dele, passei pelo tronco e terminei na cabeça. Finalizei com um beijinho gostoso na cabeça linda dele e enfiei a pica dele na minha boca. Chupei de cima a baixo enquanto olhava diretamente nos olhos dele, e ele gemia e acariciava meu cabelo.
• É a minha vez — disse Fernando.
Juan se afastou docilmente e repeti a operação com Fernando. Além disso, nos beijamos, colocando minhas mãozinhas em volta do pescoço dele. Encolei meu corpinho no dele e senti a piroca dele dura enquanto nos beijávamos.
Quando a gente se afastou (eu quase sem fôlego), me ajoelhei de novo e comecei a chupar a pica do Fernando de cima a baixo. Olhei nos olhos dele. Ele começou a foder minha boca. Segurou minha cabeça com firmeza e começou a bombar minha boquinha. A pica dele tinha um gosto delicioso, ainda mais com a água escorrendo pelos peitos lindos dele. Ele estava muito gostoso.
E aconteceu. Tinha que acontecer. Fernando gozou sem avisar na minha boca, me pegando desprevenida. Senti o jato salgado e quente de porra inundar minhas papilas gustativas e descer pela minha garganta.
• Engole tudo, vagabunda — exigiu Fernando.
Eu fiz.
Pronto todo o esperma quente e viril do Fernando inundou minhas entranhas e, fiquei cheia dele.
Mas Fernando não era o único homem na sala. Juan se aproximou de mim e começou a se masturbar na minha cara. Dois minutos depois, gozou no meu rosto.
Ouvi umas palmadas e todo mundo olhou na direção da porta. Fiquei vermelha quando vi que era a Isa quem estava lá, sorrindo toda radiante e vestida de jeans e camisa.
• Que show gostoso.
Ao ver que eu não dizia nada, Fernando me deu um tapa e, sem que eu precisasse falar nada, entendi o recado e respondi:
• Valeu.
• Assim que eu gosto — respondeu ela, satisfeita. Depois completou — Tira ela daí, vai. Agora é minha vez.
Eu tremi. Não fazia ideia do que a Isa tinha preparado pra mim. Saí de quatro, completamente pelada e molhada do banheiro, e enquanto o Fernando e o Juan se enxugavam, a Isa mandou eu segui-la até a cozinha. Vi o relógio da cozinha: já era hora da janta. Sentei no colo da Isa e ela pegou uma banana. Depois de descascar, me deu. Eu sabia o que vinha a seguir. Peguei com as duas mãozinhas e comecei a chupar. Lambi a banana toda, de baixo pra cima. Dei uns beijinhos suaves e depois comecei a chupar ela. Pra dentro e pra fora. Ficava olhando fixo pra banana enquanto ouvia, vermelha de vergonha, as risadas do Fernando, do Juan e da Isa. Ela passava a mão no meu cabelinho. Terminei de mamar a banana e a Isa me obrigou a deixar ela em cima da mesa.
Depois que terminamos o jantar, chegou a hora de dormir e fui com a Isa pro quarto dela. Tinha uma cama de casal, uma cômoda e um guarda-roupa embutido. A Isa vestiu a camisola dela. Era branca e transparente, então dava pra ver os peitos lindos dela e a buceta depilada. A Isa mandou eu deitar na cama. Ela tirou de uma gaveta um brinquedo que eu conhecia muito bem: um cinto de velcro. Era preto e devia ter uns dezoito centímetros. Não era muito grosso, mas o suficiente. A Isa piscou um olho pra mim, safada, e foi fechar a porta.
• De quatro, bebê.
Fiz o que ela mandou. Deixei minha bunda exposta e ela se ajoelhou atrás de mim. O arnês roçou no meu cu. Várias vezes. Senti ela brincando com a fenda do meu rabo; ouvia as risadas da Isa. Senti a cabeça da pica entrando firme no meu cu. Depois, devagar, o tronco, até chegar nas bolas de plástico. Eu gemi. A Isa riu e começou a me penetrar suavemente, enquanto segurava minha cintura com as mãos. A Isa me perguntou:
• Você se divertiu com meus pais?
Como não respondi, ela me deu um tapa na cara.
• Responde putinha.
• Sim.
• Sim, o quê?
• Sim, ama.
• Isso tá melhor. Me diz, cê gostou mais do que com o papai? Sê sincera.
• Não ama. Meu papi é mais gostoso.
• Claro. É teu namorado. Foi isso que tua mãe me disse.
• Sim. Papi é meu namorado.
Fiquei vermelha ao dizer isso. Mas era verdade. Agora meu pai era meu homem. Meu garoto. Isa soltou uma risadinha e disse:
• Então você gosta de homens…
Apertou mais forte. As estocadas estavam cada vez mais rápidas. Os peitos da Isa balançavam com violência e a cama rangia. Tive medo de que quebrasse. Eu apertava forte as mãos na colcha. Gemi. Aquela piroca de plástico era tão gostosa... claro que não era a piroca do meu namorado ou dos pais da Isa. As de verdade eram mais saborosas. Mas aquilo não estava ruim. No final, eu estava transando com minha professora de reforço, mesmo que não fosse como eu tinha imaginado.
• Diz que você é viado — ordenou Isa.
• Sou gay.
• Mais forte, puta.
• Sou gay!
Isa riu e continuou investindo. Minha coisinha estava apertando firme contra a gaiola, mas eu não conseguia gozar. Doía pra caralho. Sentia uma ardência como nunca tinha sentido.
Isa parou de meter e se levantou. Então me ordenou que chupasse a vara dela.
• Chupa ela. Me ensina como você mama nos homens de verdade.
Homens de verdade. Porque eu não era. Saber disso me afundou ainda mais e comecei a lamber a rola da Isa. Eu era uma bebezona, uma putinha. Uma puta. Que não tinha direito de sentir prazer sozinha. Não tinha direito de gozar. Só podia dar prazer pros outros. Também não tinha direito de transar com mulheres. Só fazia sexo com a Isa porque quem realmente comia ela era o cinto. Com uma rola.
Lambi a cabeça da buceta em círculos e depois dei um beijinho carinhoso.
• Que gostosa — disse Isa, com ternura.
Continuei lambendo a glande e depois segui pelo tronco. De baixo pra cima. E comecei a chupar. Enfiei o máximo que dava enquanto a Isa ria baixinho. Pra dentro, pra fora. Olhei nos olhos da Isa por ordem dela. Ela tinha uma expressão de deboche e diversão extrema. Isa começou a foder minha boca. Pra dentro, pra fora. Agarrou meu rosto com firmeza e começou a meter com violência. Eu gemia. Sentia as estocadas batendo nos meus dentes e na minha língua. Não doía, mas era chocante. Além disso, eu tava totalmente imóvel porque a Isa segurava minha cara. Depois de uns dez minutos, Isa tirou a pica da minha boca e soltou o arnês, que guardou de novo na gaveta.
• Que gostosa.
Ela se deitou do meu lado e levantou a camisola. Dava pra ver perfeitamente a buceta dela. Ela passou os dedos nela.
• Agora vou me tocar pensando num gato gostoso. Pensa no papai enquanto eu faço isso.
Ela começou a enfiar os dedos na buceta enquanto gemia. Fiz menção de me tocar, mas minha bundinha minúscula ainda estava na gaiola. Isa piscou pra mim, debochada. Enfiou o dedo do meio na buceta. Começou a gemer de novo. Me olhava enquanto fazia isso. Trocou de dedos. Enfiou o indicador e o polegar. Depois o do meio também. Pra dentro e pra fora. Não sabia se todas as garotas se tocavam assim, mas suspeitava que Isa fazia desse jeito pra me excitar.
• Chega mais princesa — ele disse, todo tarado.
Acreditando que talvez pudesse transar como “homem”, me aproximei. Tava hipnotizada. Aproximei meu rosto da buceta dela, que cheirava a sexo. Tava bem molhada. Ela se dedou mais forte; com violência. Um jato transparente saiu disparado numa velocidade do caralho e não deu tempo de me afastar antes que caísse no meu cabelo e rosto, sujando meus olhos, lábios, nariz e queixo. A Isa riu. O corpo dela se contorceu de tanto rir. Ela tinha me enganado pra soltar o gozo na minha cara! Parece que não eram só os caras que podiam gozar em mim.
Isa sentou na cama, me olhou sorrindo e disse:
• Que gostosa você ficou, bebê. Não se limpa. Vai dormir assim.
Em seguida, cuspiu nos meus lábios. A Isa riu e se deitou em posição fetal, me encarando.
• Deite-se de um jeito que eu possa ver sua cara suja e nojenta, porquinha.
Obedeci. Me deitei na posição fetal, mas olhando pra Isa. Ela soltou uma risadinha.
• Boa noite, porquinha. Sonha com muito pau.
Isa fechou os olhos e eu soube que a diversão tinha acabado por aquela noite. Mesmo com o coração acelerado, tentei dormir também. Ainda sentia o cuspe e a gozada da Isa no meu rosto, me excitando mais do que eu achava que já era possível.
Naquele dia (e naquela noite), ela ia passar na casa da Isa. Ela morava numa casa linda no centro da cidade, junto com o pai dela e o namorado dele. Os pais dela a adotaram e, desde então, ela morava com eles.
Eles já sabiam da minha situação. A Isa contou o que aconteceu e, quando descobriram que eu era um sissy, sugeriram pra Isa me levar na casa deles "pra brincar".
• Você vai ver como vai se divertir, meu bem — me disse a mamãe, segurando o riso.
Eu não disse nada. Sabia que não podia falar a menos que me dessem permissão. Nessas últimas semanas, me esforcei pra ser uma menininha obediente. Principalmente com meu agora namorado.
Ainda me lembrava, vermelha de vergonha, que papai agora era meu namorado. Beijar ele e, principalmente, foder tinha sido vergonhoso, humilhante e muito excitante. O fato de não conseguir gozar só me dava ainda mais vontade de transar. E naqueles momentos, a ideia de foder com um garoto me deixava com muito tesão. Por mais vergonhoso que fosse. Depois de ter feito o ato várias vezes, já não era tão vergonhoso, embora ainda fosse humilhante. Embora eu adorasse foder com uma garota, sabia que era totalmente proibido. A menos que alguma quisesse me fazer um Pegging. Mas penetrar, podia esquecer, a não ser que usasse um pênis de plástico ou minha castidade. Mas isso só servia para rirem mais de mim.
Chegamos na casa dela. Vimos a Isa sair pra nos receber. Tava uma gostosa: vestida com camiseta branca e jeans. Saímos do carro, eu de quatro.
• Oi, putinha — cumprimentou Isa, se inclinando e bagunçando meu cabelo.
• Bom dia — cumprimentei por ordem da mamãe.
• Bom, aqui deixo ela pra você. Vou nessa.
Dito isso, mamãe foi embora. Ela tinha dito que ia aproveitar pra fazer uns planos românticos com o papai. E que ia ter um presentinho me esperando na volta se eu me comportasse bem.
Então, entrei com a Isa na casa dela. Passamos pela garagem e chegamos na sala. Lá, sentado no sofá, estava o pai da Isa. Era um homem alto, barrigudo, devia ter uns cinquenta e poucos anos e era careca. Tinha bigode preto. Tava vestido com uma camiseta, que deixava o umbigo de fora, e bermuda. Tava descalço. Ele se aproximou com um sorriso no rosto. Eu tava com a cara vermelha. A Isa me obrigou a ficar de pé. Assim, o pai da Isa pôde ver o quanto eu era alta (ele devia medir um metro e setenta, no mínimo) e a minha coisinha na castidade.
• Mas que gostosa ela é. Maria, o nome dela, né?
Concordei.
• Encantado, gostosa. Você vai ver como vai se divertir aqui. Meu nome é Juan. Meu parceiro Fernando vem depois, tá trabalhando agora. Eu, por sorte, tô de férias.
• Beleza, putinha — a Isa falou pra mim —. Vamo te mostrar a casa.
Me mostraram a cozinha, onde depois o pai da Isa ia me ajudar a cozinhar algo "saudável", e o banheiro, onde o Juan me garantiu que a gente ia se divertir. Também me mostraram os quartos, especialmente o que a Isa dormia e onde os pais dormiam. Ainda tinham que decidir com quem eu ia passar a noite. Em cima da cama de casal onde os pais dormiam, vi um conjunto de lingerie.
• É pra você, bebê — me disse Juan —. Depois você veste.
O conjuntinho era uma camiseta branca da Hello Kitty e um shortinho vermelho do mesmo desenho. Além disso, tinha brincos de clip da Hello também e uma calcinha branca da Hello.
Mostrada a casa, a Isa foi embora, porque tinha que trabalhar, prometendo voltar à noite.
Foi aí que o Fernando chegou. Quando me viu, me cumprimentou. Os olhos dele brilhavam. Verdes. Era mais novo que o Juan, cabelo grisalho, mas musculoso e magro, sem barriga. Bem diferente do Juan. Tava de moletom, o que me deu a dica de que era instrutor de academia. O cheiro de suor dele só confirmou minhas suspeitas.
Já estava perto da hora do almoço, então fomos pra cozinha, um cômodo retangular pequeno, de uns três metros quadrados. A bancada ficava em frente à entrada. Em cima dela, tinha uma fruteira. Além de maçãs e peras, também tinha um par de bananas. Juan e Fernando me levaram de mão dada até lá. Com as mãos livres, cada um pegou uma banana.
• É isso que você vai comer hoje, bebê — Juan me disse.
• Uma refeição perfeita pra você — acrescentou Fernando.
Fiquei vermelha, porque entendi a ironia.
Tiraram a casca da banana e então sentaram nas cadeiras que tinha a mesa do lado. Uma mesa de madeira redonda. Fernando e Juan sentaram um de frente pro outro, enquanto Juan mandou eu sentar no meio das pernas dele, que ainda estavam cobertas pela calça. Eu sentia o volume do pau dele na minha bunda. Lembrei que eu tava completamente pelada. Só a minha gaiola de castidade impedia que vissem minha coisinha. Embora minhas bolinhas dessem pra ver um pouco.
Juan me deu um beijo carinhoso na bochecha e me deu a banana dele. Peguei com as duas mãozinhas.
• Faz teu trabalho, gostosa — ele me disse.
Sabia o que tinha que fazer. Comecei a lamber aquela banana. De baixo pra cima. Dei uns beijinhos suaves nela.
• Que bem você faz isso — me elogiou Fernando.
Não respondi. Tava vermelha. Continuei chupando. Comecei a fazer um boquete na banana. Pra cima, pra baixo. Gemendo enquanto fazia, e até comecei a me tocar na minha coisinha enjaulada, numa tentativa inútil e desesperada de sentir prazer. Juan arrancou minha mãozinha e começou a me tocar ele mesmo, enquanto me dava beijinhos doces na bochecha. Os dedos dele iam roçando minhas bolinhas e meu cu. Eu gemia. Os beijos dele percorreram meu pescoço. Sentia a língua dele lambendo meu pescoço e o ardor dos beijos quando grudavam na minha pele. Os lábios dele passaram pro meu ombro. Fernando me encarava fixo. Não se tocava, mas dava pra ver o volume dele estufando a calça suada. Tava duro.
• Já pode parar de chupar, bebê — ele me disse.
Parei. Juan colocou a banana na mesa. A outra banana também ficou ali, mas ainda não foi usada pra nada.
• Agora vamos jogar um jogo lindo, princesa — ele me disse, Fernando.
Eu não entendi. Mas logo me explicaram.
• Pra isso, primeiro você precisa se vestir com a roupinha que preparamos pra você — me explicou Juan.
Aí me levantei e fui até o banheiro, onde vesti o conjuntinho. A camiseta primeiro, depois a calcinha e pra finalizar o shortinho. Feito isso, o Fernando disse:
• Que gostosa você tá.
• É toda uma nenenzinha — acrescentou João.
Envergonhada, murmurei um fraco “obrigada” que me rendeu um carinho bagunçando meu cabelo.
• O jogo é o seguinte — explicou João —: você tem que encontrar uma série de objetos bonitinhos, que a gente vai usar com você no final. Eles estão espalhados pela casa toda. Alguns cômodos vão estar vazios. Você tem dois minutos pra achar cada coisa, três no total. Se passar desse tempo, você tira uma peça de roupa. Uma pra cada coisa que demorar pra encontrar. Fernando vai esconder esses objetos agora. Quando esse jogo acabar, a gente pode se divertir de verdade com você, meu anjo.
Sabia o que aquilo significava. Mas não tinha outra escolha, então aceitei jogar.
Primeiro fomos pra cozinha, onde encontrei uma banana. Esse era o objeto e achei em um minuto, então não perdi nada. O segundo objeto demorei cinco minutos e tava no banheiro. Primeiro olhei na sala, e como não tinha nada, fui pro banheiro, onde encontrei o segundo objeto. Reconheci na hora: era a colônia do pai. Envergonhada, peguei e o Juan colocou na mesa da cozinha, junto com a banana, que é onde estavam guardando as coisas que eu achava. Como me excedi, tive que tirar o shortinho. Continuei procurando por dez minutos o próximo objeto e no processo fiquei só de calcinha. Finalmente, encontrei o que procurava no quarto dos pais da Isa: uma cueca do Juan que, pelo cheiro, tinha sido manchada de mijo e porra.
Me parabenizaram por ter encontrado tudo e depois colocaram na cozinha. Tinha chegado a hora da diversão. Minhas pernas tremiam, de medo e de prazer, igualmente. Colocando as duas mãos, Juan puxou minha calcinha pra baixo, deixando à mostra minha bucetinha na castidade.
Então, enquanto Fernando ia tirando a roupa dele, eu tive que despir o Juan. Tirei a camiseta dele e depois baixei a calça dele. Pra minha surpresa, ele não tava de cueca. O pau dele era grosso e duro. Devia ter uns dezoito centímetros, todo cheio de veias, com líquido seminal, o que mostrava que ele tava muito tarado. Mesmo assim, o pau tava mole, esperando eu deixar ele duro.
Me mandaram subir no sofá. Eu subi. Sentei nele e, por ordem do Juan, abri as pernas. Os dois, Juan e Fernando, estavam completamente pelados. Minha coisinha queria ficar durinha, eu sentia. Mas a castidade impedia. Fernando e Juan eram totalmente opostos um ao outro. Enquanto o Juan tinha barriga e era careca, o Fernando tinha cabelo, era forte, magro e a pica dele media pelo menos vinte centímetros e já estava dura.
Por ordem deles, comecei a me tocar no cu. Pra isso, usei meus dedos. Entravam e saíam. Uma vez e outra. Eu gemia como a garotinha que era, pra prazer dos dois malditos. Juan começou a se masturbar e logo ficou duro.
• Você é mais piranha do que minha filha me contou — Juan me confessou.
Continuava se tocando a buceta. Pra cima, pra baixo. Eu me penetrava com meus próprios dedos. Pra dentro, pra fora. Sem parar. Vi que Fernando foi até a cozinha e voltou com a banana. Me deu ela já toda descascada e, ao pegá-la com a mão que não estava me tocando, senti o cheiro do papai. Sem dúvida, a ideia tinha sido da mamãe. Comecei a chupar a banana perfumada. Minha boca se encheu do cheiro dele e lembrei da noite em que papai me fez sua. A noite em que perdi minha virgindade. No Dia dos Namorados.
• Que delícia você chupa, gostosa — me elogiou Fernando, fazendo com que eu ficasse mais vermelha ainda, se é que isso era possível.
Quando se cansaram da banana na minha boca, tive que enfiar no meu cu. Me penetrei com ela. Dentro, fora. Eu gemia enquanto fazia e até soltei um "daddy" sem querer, que me rendeu gozação do casal.
• Olha como ela sente falta do namorado dela — comentou Fernando.
• A gente comenta isso depois — acrescentou Fernando.
Eu teria implorado pra eles não fazerem isso, mas sabia que era inútil.
Quando se cansaram, enfiei lentamente a banana dentro de mim. Até o fundo. Até minha bunda engolir a banana e ela desaparecer. Eu sentia ela dentro de mim, pulsando, querendo sair. Sentia um tesão gostoso em ter algo dentro de mim.
O jogo continuou.
Fernando e Juan se aproximaram de mim e começaram a se masturbar por cima de mim. Achei que iam gozar logo, mas ainda era cedo demais. Colocaram as pirocas bem perto do meu rosto e se tocaram. Dava pra ouvir o atrito das mãos deles com o pau, junto com o esperma que já estava vazando.
Ficaram uns minutos se masturbando, eu ouvindo o som das rolas deles se esfregando uma na outra. Não podia me tocar, então só me restava olhar pra eles enquanto sorriam de prazer. No fim das contas, as menininhas como eu tinham proibição de se tocar. O prazer era reservado pra eles, e a gente só servia pra fornecer isso.
Juan então mandou eu me ajoelhar no sofá. Eu já sabia o que vinha antes mesmo de acontecer, mas me pegou de surpresa do mesmo jeito. De quatro no sofá, minha buceta tava tão aberta que dava pra enfiar uma banana. Senti a mão do Juan lá dentro, procurando o pedaço de fruta que eu tinha enfiado, e ele tirou com facilidade. Com a banana saindo do meu cu, me senti vazia. Queria alguma coisa dentro de mim. E esse desejo não demorou pra chegar.
Devagar, comecei a sentir a glande do Juan entrando na minha bunda. Eu gemi.
• Toma essa rola, foxy — Juan me disse —. Essa é a rola de um macho.
Essa é a do meu pai, pensei. Fiquei feliz de não ter falado isso em voz alta.
Pouco a pouco foi enfiando o resto da pica dele, até que as bolas dele bateram nas minhas bolinhas. Ele começou a tirar devagar e depois meteu de novo. Aí repetiu o movimento. Pra dentro, pra fora. Devagar, cada vez mais rápido, foi penetrando minha bela bunda que já não era virgem desde que meu namorado tirou ela de mim.
Mas aquela não era a única pica que eu ia saborear naquele dia. Fernando chegou perto de mim com a pica dura e encostou ela na minha boca.
• Abre essa boquinha, amor — ele me disse com doçura.
Obedeci, abrindo ao máximo minha boca e deixando entrar devagar a pica dele até chegar nas bolas. Devagar, ele começou a tirar. Tirou completamente da minha boca e depois enfiou de novo, mais rápido. Rapidamente, começou a foder minha boca enquanto o Juan fodava meu cu. Aí, depois de uns dez minutos assim, tive que fazer um boquete no Fernando. Comecei a chupar a pica dele. De cima pra baixo e vice-versa. Lambi os testículos dele, beijando, lambendo e dando beijinhos suaves e doces. O Fernando gemia e eu sabia que tava fazendo bem meu trabalho. Tudo isso enquanto continuava levando as enfiadas do Juan. Lambi o tronco do Fernando e a cabeça dele, engolindo líquido seminal e depois chupei a pica inteira dele, até o fundo. Olhei nos olhos dele, admirando de quebra o abdômen definido e os peitorais lindos. O Fernando era muito gostoso, pensei envergonhada.
Trocaram as posições. O Juan tirou o pau do meu cu e o Fernando tirou o da minha boca. Minha boca inteira tava com gosto de porra e carne de macho. Aí o Juan começou a foder minha boca enquanto o Fernando metia de uma vez só no meu cu. De novo, lambi e beijei os testículos, mas dessa vez os do Juan. Dei beijinhos suaves nos ovos dele, no tronco e na glande, e fiz um boquete dos bons. Chupei com a boca desde a glande até os testículos várias vezes, por uns minutos. Então, os dois tiraram as picas e trocamos de posição.
Fernando sentou no sofá e mandou eu fazer um boquete nele. Então, de joelhos, fiz o que ele mandou. Comecei lambendo a cabeça da piroca com minha linguinha. Senti o líquido seminal dele. Ele gemeu de prazer. Dei um beijinho suave na cabeça da piroca e comecei a chupar. Enfiei aquela piroca linda na minha boquinha e fui engolindo devagar até o fundo, até as bolas suadas dele. Depois, tirei minha boquinha daquela piroca gostosa e repeti o movimento. Olhei nos olhos dele. Ele me olhava maravilhado, ou pelo menos era o que parecia. Olhei diretamente nos olhos dele enquanto continuava chupando aquela piroca linda. Sentindo o gosto dela. Pra cima e pra baixo. O gosto de carne se misturava com o gosto de porra. A qualquer hora ele ia gozar tudo em cima de mim. Mas aquele momento ainda não tinha chegado.
Ele mandou eu parar e subir em cima do pau dele. Eu obedeci. Subi no sofá, com as pernas tremendo e minha bucetinha anal roçando no pau dele. Senti a cabeça entrando de novo no meu cu, com tanta calma que quase me deixava louca. Apoiei as mãos nos ombros fortes dele. Ele me puxou pra perto e me deu um beijo gostoso de língua. Enquanto nossas línguas se enroscavam selvagemente, o pau dele foi entrando tudo no meu cu, até as bolas baterem na minha bunda. Não ouvi o que o João falou. Tava ocupada demais beijando meu namorado, sentindo o cheiro do suor e o pau dele no meu cu, que não parava de meter. Eu ouvia o som da piroca entrando e as bolas batendo no meu cu e isso me excitava pra caralho. Minha coisinha queria sair da gaiola. Mas era óbvio que não ia rolar.
Ele parou de me beijar e então eu gemi de prazer e comecei a cavalgar o pau dele.
• Que gostoso, senhor! — gemi envergonhada. Sabia que isso ia agradar eles.
Não falei “daddy”. Isso era reservado pro meu namorado.
É verdade, elas gostaram. Fernando me pegou pela cintura e mandou eu beijar o corpo dele.
Dei beijinhos suaves no pescoço dela, onde dava pra sentir o perfume. Fiquei excitado. Minha piroquinha quis aparecer de novo.
Depois de uns beijinhos doces no pescoço, o Fernando tirou o pau da minha bunda, me segurando no colo e me colocou de joelhos no chão devagar. Senti um frio nos joelhos, mas isso não me incomodou nem um pouco. Ele chegou perto de mim e aí pude dar umas lambidinhas suaves nos peitorais dele. Aquilo era um macho. Não eu. Eu era uma menininha. Um brinquedo sexual. Lambi os mamilos dele com carinho.
• Ah sim, vadia — murmurou ele.
• Que gostosa a foxy que a gente tem — comentou o João.
Dei vários beijinhos nos peitorais dele e então Fernando me pegou no colo e me beijou de novo, ao mesmo tempo que enfiou no meu cu de uma vez. Não senti dor nenhuma. Minha buceta tava muito aberta e excitada pra isso. Enquanto ele metia no meu rabo (pra cima, pra baixo. As bolas dele batendo na minha bunda), a língua dele voltava a brincar na minha boca. Eu acariciava o cabelo dele, completamente possuída. Aí ele me deitou no sofá, tirando o pau do meu cu no processo. Me senti vazia, mas não por muito tempo. Logo Fernando se ajoelhou e enfiou aquela língua que eu tinha sentido na minha boca, agora no meu cu. Senti ele brincar no meu ânus, lambendo de cima a baixo e entrando devagar. Eu gemia que nem a putinha que eu era. Aquilo tava atingindo uns níveis de tesão extremos, a ponto do Juan ter que ligar o ar condicionado, porque a gente tava muito quente e suando. O suor dos dois caras era uma delícia.
Fernando meteu no meu cu por um tempo, como se estivesse usando o pau dele, até que Juan assumiu e começou a imitar o Fernando. Foi aí que me viraram de barriga pra cima e abriram minhas pernas. Juan meteu o pau sem hesitar e começou a me penetrar enquanto eu gemia. As bolas dele batiam nas minhas. Juan segurava minhas pernas com as mãos pra garantir que eu ficasse bem aberta. Eu tava completamente na mão dele. Quando ele cansou, foi a vez do Fernando. O pau lindo dele entrou todinho no meu cu e fez a mesma coisa que o boy dele. As estocadas dele eram mais fortes.
• Ah, que gostosa — gemi.
Ambos riram.
Depois de mais algumas estocadas, decidiram que era hora de ir pro banheiro. Fernando tirou o pau dele do meu cu e me obrigaram a ir de quatro até o banheiro, onde o box do chuveiro esperava.
Os dois entraram, obviamente completamente pelados, com as picas duras. Eu no meio, ainda de quatro.
Não era banheira, era um box de chuveiro, então foi fácil entrar. Fecharam a porta de vidro e o Juan me deu um pote de gel.
• Ensaboa a gente, gostosa — ele me disse com voz doce.
Claro que obedeci. Não tinha outra opção. Então comecei pelo Juan (já que não especificaram com quem eu devia começar) e, colocando sabão nas minhas mãozinhas, comecei a esfregar as pernas do pai da Isa, que estavam cobertas de pelo de macho.
• Continua assim, gostosa — ele me disse, brincando.
Vermelha que nem um tomate, passei pros braços dele, ombros e depois as costas. Aí fui pros peitos lindos dela. Mordi o lábio de baixo, tentando segurar o tesão. Minha bucetinha tava doida pra sair, mas não dava. Juan me deu um beijo de língua. A língua dele brincava com a minha. Ele me deu um tapa na bunda e falou:
• gostosa.
Passei a ensaboar a pica dele. Com uma mão, comecei a masturbar a pica do Juan. Pra cima e pra baixo. Sem parar. Ajoelhei e comecei a lamber a pica dele. Com minha língua, de baixo pra cima, lambi os ovos dele, passei pelo tronco e terminei na cabeça. Finalizei com um beijinho gostoso na cabeça linda dele e enfiei a pica dele na minha boca. Chupei de cima a baixo enquanto olhava diretamente nos olhos dele, e ele gemia e acariciava meu cabelo.
• É a minha vez — disse Fernando.
Juan se afastou docilmente e repeti a operação com Fernando. Além disso, nos beijamos, colocando minhas mãozinhas em volta do pescoço dele. Encolei meu corpinho no dele e senti a piroca dele dura enquanto nos beijávamos.
Quando a gente se afastou (eu quase sem fôlego), me ajoelhei de novo e comecei a chupar a pica do Fernando de cima a baixo. Olhei nos olhos dele. Ele começou a foder minha boca. Segurou minha cabeça com firmeza e começou a bombar minha boquinha. A pica dele tinha um gosto delicioso, ainda mais com a água escorrendo pelos peitos lindos dele. Ele estava muito gostoso.
E aconteceu. Tinha que acontecer. Fernando gozou sem avisar na minha boca, me pegando desprevenida. Senti o jato salgado e quente de porra inundar minhas papilas gustativas e descer pela minha garganta.
• Engole tudo, vagabunda — exigiu Fernando.
Eu fiz.
Pronto todo o esperma quente e viril do Fernando inundou minhas entranhas e, fiquei cheia dele.
Mas Fernando não era o único homem na sala. Juan se aproximou de mim e começou a se masturbar na minha cara. Dois minutos depois, gozou no meu rosto.
Ouvi umas palmadas e todo mundo olhou na direção da porta. Fiquei vermelha quando vi que era a Isa quem estava lá, sorrindo toda radiante e vestida de jeans e camisa.
• Que show gostoso.
Ao ver que eu não dizia nada, Fernando me deu um tapa e, sem que eu precisasse falar nada, entendi o recado e respondi:
• Valeu.
• Assim que eu gosto — respondeu ela, satisfeita. Depois completou — Tira ela daí, vai. Agora é minha vez.
Eu tremi. Não fazia ideia do que a Isa tinha preparado pra mim. Saí de quatro, completamente pelada e molhada do banheiro, e enquanto o Fernando e o Juan se enxugavam, a Isa mandou eu segui-la até a cozinha. Vi o relógio da cozinha: já era hora da janta. Sentei no colo da Isa e ela pegou uma banana. Depois de descascar, me deu. Eu sabia o que vinha a seguir. Peguei com as duas mãozinhas e comecei a chupar. Lambi a banana toda, de baixo pra cima. Dei uns beijinhos suaves e depois comecei a chupar ela. Pra dentro e pra fora. Ficava olhando fixo pra banana enquanto ouvia, vermelha de vergonha, as risadas do Fernando, do Juan e da Isa. Ela passava a mão no meu cabelinho. Terminei de mamar a banana e a Isa me obrigou a deixar ela em cima da mesa.
Depois que terminamos o jantar, chegou a hora de dormir e fui com a Isa pro quarto dela. Tinha uma cama de casal, uma cômoda e um guarda-roupa embutido. A Isa vestiu a camisola dela. Era branca e transparente, então dava pra ver os peitos lindos dela e a buceta depilada. A Isa mandou eu deitar na cama. Ela tirou de uma gaveta um brinquedo que eu conhecia muito bem: um cinto de velcro. Era preto e devia ter uns dezoito centímetros. Não era muito grosso, mas o suficiente. A Isa piscou um olho pra mim, safada, e foi fechar a porta.
• De quatro, bebê.
Fiz o que ela mandou. Deixei minha bunda exposta e ela se ajoelhou atrás de mim. O arnês roçou no meu cu. Várias vezes. Senti ela brincando com a fenda do meu rabo; ouvia as risadas da Isa. Senti a cabeça da pica entrando firme no meu cu. Depois, devagar, o tronco, até chegar nas bolas de plástico. Eu gemi. A Isa riu e começou a me penetrar suavemente, enquanto segurava minha cintura com as mãos. A Isa me perguntou:
• Você se divertiu com meus pais?
Como não respondi, ela me deu um tapa na cara.
• Responde putinha.
• Sim.
• Sim, o quê?
• Sim, ama.
• Isso tá melhor. Me diz, cê gostou mais do que com o papai? Sê sincera.
• Não ama. Meu papi é mais gostoso.
• Claro. É teu namorado. Foi isso que tua mãe me disse.
• Sim. Papi é meu namorado.
Fiquei vermelha ao dizer isso. Mas era verdade. Agora meu pai era meu homem. Meu garoto. Isa soltou uma risadinha e disse:
• Então você gosta de homens…
Apertou mais forte. As estocadas estavam cada vez mais rápidas. Os peitos da Isa balançavam com violência e a cama rangia. Tive medo de que quebrasse. Eu apertava forte as mãos na colcha. Gemi. Aquela piroca de plástico era tão gostosa... claro que não era a piroca do meu namorado ou dos pais da Isa. As de verdade eram mais saborosas. Mas aquilo não estava ruim. No final, eu estava transando com minha professora de reforço, mesmo que não fosse como eu tinha imaginado.
• Diz que você é viado — ordenou Isa.
• Sou gay.
• Mais forte, puta.
• Sou gay!
Isa riu e continuou investindo. Minha coisinha estava apertando firme contra a gaiola, mas eu não conseguia gozar. Doía pra caralho. Sentia uma ardência como nunca tinha sentido.
Isa parou de meter e se levantou. Então me ordenou que chupasse a vara dela.
• Chupa ela. Me ensina como você mama nos homens de verdade.
Homens de verdade. Porque eu não era. Saber disso me afundou ainda mais e comecei a lamber a rola da Isa. Eu era uma bebezona, uma putinha. Uma puta. Que não tinha direito de sentir prazer sozinha. Não tinha direito de gozar. Só podia dar prazer pros outros. Também não tinha direito de transar com mulheres. Só fazia sexo com a Isa porque quem realmente comia ela era o cinto. Com uma rola.
Lambi a cabeça da buceta em círculos e depois dei um beijinho carinhoso.
• Que gostosa — disse Isa, com ternura.
Continuei lambendo a glande e depois segui pelo tronco. De baixo pra cima. E comecei a chupar. Enfiei o máximo que dava enquanto a Isa ria baixinho. Pra dentro, pra fora. Olhei nos olhos da Isa por ordem dela. Ela tinha uma expressão de deboche e diversão extrema. Isa começou a foder minha boca. Pra dentro, pra fora. Agarrou meu rosto com firmeza e começou a meter com violência. Eu gemia. Sentia as estocadas batendo nos meus dentes e na minha língua. Não doía, mas era chocante. Além disso, eu tava totalmente imóvel porque a Isa segurava minha cara. Depois de uns dez minutos, Isa tirou a pica da minha boca e soltou o arnês, que guardou de novo na gaveta.
• Que gostosa.
Ela se deitou do meu lado e levantou a camisola. Dava pra ver perfeitamente a buceta dela. Ela passou os dedos nela.
• Agora vou me tocar pensando num gato gostoso. Pensa no papai enquanto eu faço isso.
Ela começou a enfiar os dedos na buceta enquanto gemia. Fiz menção de me tocar, mas minha bundinha minúscula ainda estava na gaiola. Isa piscou pra mim, debochada. Enfiou o dedo do meio na buceta. Começou a gemer de novo. Me olhava enquanto fazia isso. Trocou de dedos. Enfiou o indicador e o polegar. Depois o do meio também. Pra dentro e pra fora. Não sabia se todas as garotas se tocavam assim, mas suspeitava que Isa fazia desse jeito pra me excitar.
• Chega mais princesa — ele disse, todo tarado.
Acreditando que talvez pudesse transar como “homem”, me aproximei. Tava hipnotizada. Aproximei meu rosto da buceta dela, que cheirava a sexo. Tava bem molhada. Ela se dedou mais forte; com violência. Um jato transparente saiu disparado numa velocidade do caralho e não deu tempo de me afastar antes que caísse no meu cabelo e rosto, sujando meus olhos, lábios, nariz e queixo. A Isa riu. O corpo dela se contorceu de tanto rir. Ela tinha me enganado pra soltar o gozo na minha cara! Parece que não eram só os caras que podiam gozar em mim.
Isa sentou na cama, me olhou sorrindo e disse:
• Que gostosa você ficou, bebê. Não se limpa. Vai dormir assim.
Em seguida, cuspiu nos meus lábios. A Isa riu e se deitou em posição fetal, me encarando.
• Deite-se de um jeito que eu possa ver sua cara suja e nojenta, porquinha.
Obedeci. Me deitei na posição fetal, mas olhando pra Isa. Ela soltou uma risadinha.
• Boa noite, porquinha. Sonha com muito pau.
Isa fechou os olhos e eu soube que a diversão tinha acabado por aquela noite. Mesmo com o coração acelerado, tentei dormir também. Ainda sentia o cuspe e a gozada da Isa no meu rosto, me excitando mais do que eu achava que já era possível.
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