Salvador tinha tido uma ligação com a mãe dele, já que o Dante tinha ido procurar ele na casa dele e tinha me mandado mensagens, também tinha me ligado, mas eu não respondi. A gente tava tendo uma conversa tentando definir minha decisão: ficar com o Salvador ou voltar pro Dante.
Eu: - Sim! Claro que eu queria. Mas não vou te expor pro meu marido te machucar.
Salva: - Você vai voltar com ele?
Eu: - Sim... Não faço isso porque eu amo ele, mas sim pra te proteger. Eu morreria de tristeza se ele te fizesse alguma coisa - acariciei ele.
Salva: - Então se você tá disposta a fazer algo assim é porque você me ama??
Eu: - Claro que eu te amo. Mas não quero que ele te faça algo, te machuque ou te bata.
Salva: - Eu queria poder ficar no seu lugar pra você não sofrer, minha linda! Não aguento ver você com alguém que não te merece, que não te valoriza, que não te cuida. Eu cuidaria e vou cuidar sempre. Também nada ia faltar pra você. Por favor, linda. Pensa nisso. Fica comigo!
Eu: - É que se eu tivesse te conhecido antes do Dante e tivesse sido com você que eu casei e tivesse um filho, eu teria te escolhido, mas não. Eu escolho o Dante.
A gente ficou se olhando nos olhos fixamente, na minha expressão escorriam lágrimas de tristeza, era mais uma mistura de raiva, de ódio e de amor pelo que eu começava a sentir pelo Salvador. Enquanto isso, acho que no olhar do Salvador era mais decepção, tristeza e o amor que ele sentia por mim. Ele me abraçou, me deu vários beijos suaves no meu pescoço enquanto a gente ia se acalmando.
Recuperando a calma.
Salva: - Eu te amo, minha Yulita!
Eu: - Eu te amo, Salvi!
A gente se deu um beijo longo de língua e muita paixão. Tentei fazer com que aquela paixão não despertasse mais tesão do que já tava me dando, mas é difícil. O Salvador conhece todos os meus pontos fracos, sabe muito bem como eu gosto de beijar, como eu gosto de ficar com tesão e como ele faz eu gozar, e muito. As mãos dele percorriam meu corpo devagar e eu me arrepiava diante dele. Eu me deixava levar de novo, mas a gente ouviu o Jeremias choramingando. A gente parou. de repente e fui ver ele. Estava chupando o próprio punho como se estivesse bravo: estava com fome. Eu o levantei, me sentei numa poltrona e via o Jere procurando desesperadamente pelo meu mamilo que, ao sentir o tesão que eu tava com o Salvador, tava duríssimo nos dois e de novo cheio de gozo. Ele se prendeu e começou a mamar com força, como se estivesse desesperado. Eu tocava nele, fazia carinho no rostinho dele enquanto olhava. Ele abriu os olhos e me olhou. Senti aquela conexão que sempre tive com meu bebê. Levantei a mãozinha dele que segurava meu peito, segurei ela enquanto dava beijos suaves. Eu sorri ao ver que os movimentos dele iam se acalmando. Quando levantei o olhar, vejo o Salvador parado nos observando com atenção, esboçando um sorriso doce. Eu faço sinal pra ele se aproximar, e ele veio. Sentou do meu lado enquanto eu amamentava o Jere. Me dava beijos curtos e suaves nas bochechas, no nariz e um suave na boca. Eu dei um sorriso pra ele e ele me deu um beijo muito mais apaixonado, muito mais molhado e com tanto desejo que eu queria transar com ele de novo. Jeremías tinha dormido e, ao soltar meu peito dos lábios dele, ficaram gotas de gozo e eu as tirei e coloquei meus dedos na boca do Salvador, que não hesitou em chupá-los com devoção e muita língua. Ele, ao receber meus dedos, me olhava de um jeito muito penetrante, muito desafiador e muito safado. Não enrolei muito, me levantei, deitei o Jere com cuidado e logo voltei pro Salvador e o abracei, apoiando meus peitos no rosto dele. Salva: - Quero que me afoguem com eles. Eu: - Ai, não... eu não seria capaz de fazer isso com você... Salva: - Quero morrer e renascer entre suas tetas lindas - ele ia passando as pontas dos dedos por elas - te juro que elas me encantam. Me deixam louco. Eu: - Você gosta tanto assim? Salva: - Na real, é você que eu gosto: gosto de você assim, completa. Pra te falar que depois de saber que seu marido não gostava das suas tetas com gozo e que minha fantasia sempre foi essa... meio que fiquei maluco. Já queria provar, embora por comentários e experiências de lactófilos que a cum é morna e doce... deus... pensar em você e nisso, eu podia gozar sem nem me tocar... Eu: - Como assim gozar sem se tocar??? Salva: - Sim... quando eu tô muito excitado, pensando em você e naquilo que a gente passou no complexo, eu te imaginava e ficava muito duro, pensava nas suas tetas e no seu corpo e meu pau tava como um mastro, parecia que se mexia sozinho e eu imaginei sua buceta linda ou suas tetas com aquela cum especial... - fechou os olhos e eu pude ver o pau dele dando pulinhos e começando a jorrar o sêmen Aggghhh.... mmmmmmmmmmm... - ele ia recuperando a voz que ainda tava quebrada e a respiração ofegante- agora... agora você entende, meu... meu amor? Eu: - Me surpreende tudo isso que você consegue... Salva: - É que você conseguiu... fazia tempo que quando eu tava com alguém muitas vezes eu precisava me estimular, tipo me tocar, e com você é diferente, é algo único... Eu: - Obrigada, meu amor... - A gente se beijou e foi um beijo com muita língua. Senti as mãos dele me acariciando pelas costas e enquanto ele arrumava os travesseiros e me puxava pra cima dele. A respiração dele tava acelerada e a voz ia ficando mais grave conforme ele me movia mais e mais contra o corpo dele. Num movimento leve, ele enfiou o pau dele dentro da minha cavidade molhada e foi entrando cada vez mais. De novo, Salvador apertou com delicadeza minhas tetas e as beliscava, acariciava e esticava. Aquela mistura deliciosa que ele fazia com as mãos, me fez tremer e morder meus lábios. Ao me ver, ele disse Salva: - Você gosta que eu faça assim com você? Eu: - Sim... continua - ordenei. Enquanto eu me movia devagar com uma das mãos dele na minha cintura, a outra se dedicava a tocar minha teta, que meu mamilo tava duro e erguido como se esperando ansioso sentir a boca dele. Não aguentei mais e comecei a me mover mais forte e com meus braços eu o prendia contra meu corpo e sentia os gemidos dele enquanto ele esfregava o rosto nas minhas tetas. Essa sensação me fez explodir de novo e eu anunciei Eu: - Ai meu amor... vou gozar... Salva: - Sim... siiiim... goza tudo em mim... que eu também... eu também... aaaagggghhhhh... Nos nossos gritos abafados, encostando nossas bocas no ombro um do outro, sentíamos tudo dos nossos líquidos saindo. Conforme aquela intensidade ia baixando, eu tentava recuperar o fôlego, olhei nos olhos dele e sorri. Salva:- Eu te amo, minha linda Yulita... Eu:- Eu te amo, Salvi- sorri- te amo... Salva:- Queria te falar uma coisa que não sei como você vai levar, mas... é algo que eu tenho muita vontade... Eu:- Sim... fala... Ele acariciou meu rosto devagar e sorriu pra mim Salva:- Eu queria que a gente pudesse compartilhar tudo isso todo dia e também que, se a gente continuar transando assim, eu quero ter um bebê com você- A confissão dele me deixou chocada, não porque eu não goste, mas porque eu não esperava- O que foi, amor? Fui rápido demais em falar uma coisa assim?? Eu:- Você me surpreendeu... Salva:- Você não gostou? Ué... você não gostaria que a gente formasse uma família? Eu:- É que se o Dante descobrir isso, a gente vai acabar muito mal os dois Salva:- Não... isso nunca. A gente iria pra qualquer lugar pra viver em paz e juntos, eu, você e seu bebê, nosso bebê... Eu fiquei em silêncio e só acariciava ele devagar, enquanto olhava nos olhos dele. Respirei fundo e respondi: CONTINUA!
Eu: - Sim! Claro que eu queria. Mas não vou te expor pro meu marido te machucar.
Salva: - Você vai voltar com ele?
Eu: - Sim... Não faço isso porque eu amo ele, mas sim pra te proteger. Eu morreria de tristeza se ele te fizesse alguma coisa - acariciei ele.
Salva: - Então se você tá disposta a fazer algo assim é porque você me ama??
Eu: - Claro que eu te amo. Mas não quero que ele te faça algo, te machuque ou te bata.
Salva: - Eu queria poder ficar no seu lugar pra você não sofrer, minha linda! Não aguento ver você com alguém que não te merece, que não te valoriza, que não te cuida. Eu cuidaria e vou cuidar sempre. Também nada ia faltar pra você. Por favor, linda. Pensa nisso. Fica comigo!
Eu: - É que se eu tivesse te conhecido antes do Dante e tivesse sido com você que eu casei e tivesse um filho, eu teria te escolhido, mas não. Eu escolho o Dante.
A gente ficou se olhando nos olhos fixamente, na minha expressão escorriam lágrimas de tristeza, era mais uma mistura de raiva, de ódio e de amor pelo que eu começava a sentir pelo Salvador. Enquanto isso, acho que no olhar do Salvador era mais decepção, tristeza e o amor que ele sentia por mim. Ele me abraçou, me deu vários beijos suaves no meu pescoço enquanto a gente ia se acalmando.
Recuperando a calma.
Salva: - Eu te amo, minha Yulita!
Eu: - Eu te amo, Salvi!
A gente se deu um beijo longo de língua e muita paixão. Tentei fazer com que aquela paixão não despertasse mais tesão do que já tava me dando, mas é difícil. O Salvador conhece todos os meus pontos fracos, sabe muito bem como eu gosto de beijar, como eu gosto de ficar com tesão e como ele faz eu gozar, e muito. As mãos dele percorriam meu corpo devagar e eu me arrepiava diante dele. Eu me deixava levar de novo, mas a gente ouviu o Jeremias choramingando. A gente parou. de repente e fui ver ele. Estava chupando o próprio punho como se estivesse bravo: estava com fome. Eu o levantei, me sentei numa poltrona e via o Jere procurando desesperadamente pelo meu mamilo que, ao sentir o tesão que eu tava com o Salvador, tava duríssimo nos dois e de novo cheio de gozo. Ele se prendeu e começou a mamar com força, como se estivesse desesperado. Eu tocava nele, fazia carinho no rostinho dele enquanto olhava. Ele abriu os olhos e me olhou. Senti aquela conexão que sempre tive com meu bebê. Levantei a mãozinha dele que segurava meu peito, segurei ela enquanto dava beijos suaves. Eu sorri ao ver que os movimentos dele iam se acalmando. Quando levantei o olhar, vejo o Salvador parado nos observando com atenção, esboçando um sorriso doce. Eu faço sinal pra ele se aproximar, e ele veio. Sentou do meu lado enquanto eu amamentava o Jere. Me dava beijos curtos e suaves nas bochechas, no nariz e um suave na boca. Eu dei um sorriso pra ele e ele me deu um beijo muito mais apaixonado, muito mais molhado e com tanto desejo que eu queria transar com ele de novo. Jeremías tinha dormido e, ao soltar meu peito dos lábios dele, ficaram gotas de gozo e eu as tirei e coloquei meus dedos na boca do Salvador, que não hesitou em chupá-los com devoção e muita língua. Ele, ao receber meus dedos, me olhava de um jeito muito penetrante, muito desafiador e muito safado. Não enrolei muito, me levantei, deitei o Jere com cuidado e logo voltei pro Salvador e o abracei, apoiando meus peitos no rosto dele. Salva: - Quero que me afoguem com eles. Eu: - Ai, não... eu não seria capaz de fazer isso com você... Salva: - Quero morrer e renascer entre suas tetas lindas - ele ia passando as pontas dos dedos por elas - te juro que elas me encantam. Me deixam louco. Eu: - Você gosta tanto assim? Salva: - Na real, é você que eu gosto: gosto de você assim, completa. Pra te falar que depois de saber que seu marido não gostava das suas tetas com gozo e que minha fantasia sempre foi essa... meio que fiquei maluco. Já queria provar, embora por comentários e experiências de lactófilos que a cum é morna e doce... deus... pensar em você e nisso, eu podia gozar sem nem me tocar... Eu: - Como assim gozar sem se tocar??? Salva: - Sim... quando eu tô muito excitado, pensando em você e naquilo que a gente passou no complexo, eu te imaginava e ficava muito duro, pensava nas suas tetas e no seu corpo e meu pau tava como um mastro, parecia que se mexia sozinho e eu imaginei sua buceta linda ou suas tetas com aquela cum especial... - fechou os olhos e eu pude ver o pau dele dando pulinhos e começando a jorrar o sêmen Aggghhh.... mmmmmmmmmmm... - ele ia recuperando a voz que ainda tava quebrada e a respiração ofegante- agora... agora você entende, meu... meu amor? Eu: - Me surpreende tudo isso que você consegue... Salva: - É que você conseguiu... fazia tempo que quando eu tava com alguém muitas vezes eu precisava me estimular, tipo me tocar, e com você é diferente, é algo único... Eu: - Obrigada, meu amor... - A gente se beijou e foi um beijo com muita língua. Senti as mãos dele me acariciando pelas costas e enquanto ele arrumava os travesseiros e me puxava pra cima dele. A respiração dele tava acelerada e a voz ia ficando mais grave conforme ele me movia mais e mais contra o corpo dele. Num movimento leve, ele enfiou o pau dele dentro da minha cavidade molhada e foi entrando cada vez mais. De novo, Salvador apertou com delicadeza minhas tetas e as beliscava, acariciava e esticava. Aquela mistura deliciosa que ele fazia com as mãos, me fez tremer e morder meus lábios. Ao me ver, ele disse Salva: - Você gosta que eu faça assim com você? Eu: - Sim... continua - ordenei. Enquanto eu me movia devagar com uma das mãos dele na minha cintura, a outra se dedicava a tocar minha teta, que meu mamilo tava duro e erguido como se esperando ansioso sentir a boca dele. Não aguentei mais e comecei a me mover mais forte e com meus braços eu o prendia contra meu corpo e sentia os gemidos dele enquanto ele esfregava o rosto nas minhas tetas. Essa sensação me fez explodir de novo e eu anunciei Eu: - Ai meu amor... vou gozar... Salva: - Sim... siiiim... goza tudo em mim... que eu também... eu também... aaaagggghhhhh... Nos nossos gritos abafados, encostando nossas bocas no ombro um do outro, sentíamos tudo dos nossos líquidos saindo. Conforme aquela intensidade ia baixando, eu tentava recuperar o fôlego, olhei nos olhos dele e sorri. Salva:- Eu te amo, minha linda Yulita... Eu:- Eu te amo, Salvi- sorri- te amo... Salva:- Queria te falar uma coisa que não sei como você vai levar, mas... é algo que eu tenho muita vontade... Eu:- Sim... fala... Ele acariciou meu rosto devagar e sorriu pra mim Salva:- Eu queria que a gente pudesse compartilhar tudo isso todo dia e também que, se a gente continuar transando assim, eu quero ter um bebê com você- A confissão dele me deixou chocada, não porque eu não goste, mas porque eu não esperava- O que foi, amor? Fui rápido demais em falar uma coisa assim?? Eu:- Você me surpreendeu... Salva:- Você não gostou? Ué... você não gostaria que a gente formasse uma família? Eu:- É que se o Dante descobrir isso, a gente vai acabar muito mal os dois Salva:- Não... isso nunca. A gente iria pra qualquer lugar pra viver em paz e juntos, eu, você e seu bebê, nosso bebê... Eu fiquei em silêncio e só acariciava ele devagar, enquanto olhava nos olhos dele. Respirei fundo e respondi: CONTINUA!
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