

Dessa vez conheci um velho de Santiago del Estero, então me movia por zonas inóspitas do norte da província, pouco ou nada habitadas. E como não sou piranha, olho se um homem tem boa aparência de ser fino, com grana, atraente, interessante...Foi isso que aconteceu quando parei num lugar bem desolado. O que lembro é que era um ponto perto de Monte Quemado, estrada de terra, com uma placa simples avisando que vendiam bebidas geladas. O outono nessa parte da província é como se não existisse, o sol esquenta pra caramba mesmo no fim da tarde. Dava pra ver que era um ponto de parada, longe se viam os fornos pra queimar carvão, o curral com os bichos e até um poço artesiano pra água. A casa era rodeada por um lindo terreiro de terra bem arrumado e limpo. Quando desci do carro com minha bolsa na mão, saiu um homem alto e magro pra me receber, de muito boa postura, com mãos grandes e calejadas do trabalho. Ele andava com muita firmeza e rapidez. Nos cumprimentamos e ele me convidou pra entrar no armazém vazio de gente, de um lado prateleiras e do outro mesas e cadeiras. Sem eu perguntar, ele explicou que tinha acabado de abrir o local, já que voltava das suas rotinas típicas de gente do campo (cuidar dos bichos, etc.) e que antes desse horário geralmente não chegava ninguém, e que o movimento do armazém era nos fins de semana, quando os caminhões chegavam e usavam o lugar como ponto de encontro e diversão (tinha uma mesa de sinuca e um jogo de baralho) que acontecia a cada duas semanas. No resto do tempo, com sorte, parava algum viajante ocasional pra pegar uma garrafa d'água, e eu era a única nos últimos três dias.
Ele morava sozinho, não se ouvia nada além das nossas vozes conversando. Eu andava pela varanda dele admirando a paisagem enquanto ele continuava a conversa e olhava sem vergonha minha bunda bem marcada pela legging que eu tava usando. Por baixo da minha jaqueta esportiva, só tinha uma blusa também esportiva com um decote bem largo. escote, então com discrição eu abaixei o zíper da jaqueta pra deixar meus peitos à mostra e me apoiei inocentemente no balcão na frente dele. Pedi permissão pra usar o banheiro dele, mas antes queria estacionar meu carro numa sombra melhor, e ele me aconselhou a levar pra lateral da casa.
Depois de estacionar na sombra e descer com a bolsa extra que eu tinha, ele já estava me esperando por uma porta lateral. Do lado direito, entrava de novo no estabelecimento, e pela esquerda a gente pegou um corredor comprido; a casa era bem grande pra um homem sozinho. No fim do corredor, chegamos num quarto, e ele, meio se desculpando, disse que estava me levando pro banheiro pessoal dele, porque uma garota como eu não podia ir ao de uso geral, onde praticamente só homens usavam. A única bagunça pequena que encontrei nessa casa foi uma cama desarrumada, do lado do banheiro, que era espaçoso como os antigos, mas reformado por completo, com todo o conforto de um banheiro mais que decente, tudo limpo e organizado. Demorei uns 15 minutos pra fazer tudo e, ao sair do banheiro (a porta dele dava bem de frente com a entrada do quarto, então dava pra ver o corredor inteiro), vi o velho voltando pro quarto, com tudo escuro atrás dele — ele tinha fechado o estabelecimento. Eu fiquei parada no quarto, e ele se aproximou dizendo: "Espero que tenha gostado, em que mais posso servi-la?" Agradeci a gentileza dele e destaquei o conforto da casa em geral, sem parar de olhar pra ele. Ele percebeu que eu estava entregue e diretamente fechou a porta do quarto e veio na minha direção, estendendo a mão meio tímido, acariciou meu peito. Com a voz trêmula, disse que fazia muito tempo que não ficava com uma mulher, e até falou que eu era muito delicada e que não sabia como me tratar. Peguei a mão dele e levei pro lado da cama. Ainda de pé, falei pra ele me deixar despí-lo. Desabotoei um por um os botões da camisa dele e comecei a beijar. Seu peito com um perfume suave que me excitava ainda mais. Tirei a calça dele e deixei sair o pau grosso e curto, deitei ele e montei em cima, e só aí comecei a me despir. Quando tirei minha blusa, o velho pegou meus peitos desajeitadamente, beijando e massageando. Pedi pra ele esperar, tirei a legging, fiquei completamente nua, e recomecei a acariciar e beijar o corpo dele. O velho, por causa da vida de trabalho, estava em boa forma. Quando cheguei no pau dele, beijei de um jeito suave e profundo, mas mesmo assim o velho gozou quase na hora. Eu cuidei de deixar bem limpinho enquanto ele pedia desculpas e se justificava. Quando terminei minha parte, pedi pra ele me beijar, fui guiando o que queria que ele fizesse, começando pelas minhas costas e bunda, depois meus peitos, até terminar na minha buceta até ele me fazer gozar. Quando olhei pra ele, já tinha o pau duro de novo, então fui direto nele e passei minha língua de novo, deitei o velho e montei em cima. Os dois estavam ardendo, então o pau grosso dele entrou sem problemas em mim, arrancando vários gemidos. Comecei a aumentar o ritmo e levei meus peitos até a boca do velho. Nessa posição, consegui enfiar o pau inteiro dele e, pouco depois, chegamos juntos ao próximo orgasmo, enchendo toda minha pussy, já que não coloquei camisinha no velho. Fiquei em cima dele por um bom tempo, depois deitei ao lado. O velho não acreditava no que estava vivendo. Numa conversa rápida, me contou que era viúvo há 10 anos e os filhos quase nunca voltavam pra vê-lo, todos morando em cidades diferentes. Tinha 75 anos! E se conservava muito bem. Não entendia como uma jovem como eu se interessava por alguém como ele. Voltamos direto pra cama. Agora ele se anima a beijar meu corpo, deixo ele agir pra depois eu começar e surpreendê-lo com meu cu, que pedia pau aos berros naquele momento. Ele se dedicou ao meu clitóris e não parou até me fazer gozar de novo. Quando percebeu isso, levantou e bateu uma punheta pra levantar a tranca dele de novo, então fui até ele e chupei com gosto. Quando ficou bem dura, fiquei de quatro e pedi pra ele meter no meu cu. Devagar foi abrindo caminho entre minhas tripas até entrar toda, suavemente ele se mexia até que eu fiz ele ficar parado e, da minha posição, me movia pra enfiar a tranca dele; isso deixou o velho louco, então ele começou a pressionar minha bunda até gozar de novo. Parece que já não tinha muito leite porque não senti dentro de mim. Aí sim, deitamos e dormimos na hora, abraçados. Na manhã seguinte, acordei com as lambidas dele na minha pussy que me acenderam na hora, abri bem as pernas e o velho se posicionou por cima de mim, me penetrando na hora. Ele me sacudiu gostoso por um bom tempo e depois trocamos de posição quando montei nele, fiz isso olhando pros pés dele, então ele beliscava minha bunda. Eu amava a cock gorda dele, cavalguei até ele dizer que ia gozar. Desci e fiquei de quatro pra ele me penetrar nessa posição, dessa vez ele me sacudiu com força e gozou dentro de mim. Tomamos outro banho juntos, onde dei mais uma mamada de despedida, tomamos café e me despedi prometendo voltar outra hora. Gostei muito de satisfazer esse velho. Aproveitei pra caralho.






20 comentários - Adoro coroas... e me sinto uma putinha
Conto muito bom, bebê
Aqui tem um velho tarado, caso queira...