Segunda parte do capítulo anterior, mesmo tempo, espaço diferente.Naquela mesma quinta-feira de manhã, mas dessa vez a história é contada pelos adolescentes.
Tinham combinado na noite anterior de ir cedo por causa do calor insuportável que ia fazer, mas além disso, a Ale tinha uma ideia que queria contar pra eles desde a noite passada. E, se desse, queriam usar a piscina da Maca por um tempinho na hora que o calor apertasse.
Primeiro chegou o Ale e, ao ouvir como ele vivia no fundo, chegou o Nico.
Nico: E aí, mano, qual é a ideia?
Ale: Espera desesperado.
Nico: Fala, mano, me conta.
Ale: Não enche o saco logo cedo, espera a Dani chegar daqui a pouco.
Passaram uns 10 ou 15 minutos e a Dani não aparecia, pro Nico parecia uma eternidade, ele precisava saber qual era a ideia do amigo.
Nico: Fala aí, me conta, esse aí não vai vir.
Nesse momento ouviram o portão, os dois se aproximaram do corredor do lado da casa pra espiar, era a Dani.
Dani: Desculpa, acabei dormindo. Qual é a boa?
Nico: Aqui te esperando pra esse otário falar a ideia que ele tem.
Dani: Então tá bom, fala aí.
Ale: Lembram que ontem pedi uma grana pra Maca?
Gurias: Sim.
Ale: Vocês lembram do que ela disse uma vez, que tinha umas fio dental e outras paradas assim guardadas?
Dani: O que você quer revisar na casa?
Ale: Pode ser uma ideia.
Nico: E a grana pra quê?
Ale: Porque se ele mentiu pra gente e a caixa não existe ou a gente não achar, com a grana a gente compra uma coisa gostosa pra ela vestir.
Dani: Quando é que ele se coloca?
Ale: Sábado.
Dani: Mas ele não nos chamou pra fazer nada.
Ale: Não importa, a gente vai vir e vamos apalpar ela toda, talvez até comer ela, lembrem do que eu tô falando.
Os caras se olharam como se achassem que o amigo tinha ficado maluco, mas também parecia ter um plano bem bom. Depois de tudo que já tinha rolado, eles já tinham confiança suficiente pra fazer uma jogada mais ousada. Era a hora de meter essa, se quisessem arrancar mais alguma coisa dela.
Ale: Temos que estar todos de acordo.
Dani: É bem arriscado, mas vamos pensar nisso.
Nico: A gente faz daqui a pouco?
Ale: Quando a gente começar a trabalhar, vai ficar tudo sujo, tem que fazer agora.
Houve um silêncio e todos trocaram olhares entre si, era um pacto de sangue e silêncio entre cavalheiros; se por algum motivo fossem descobertos, todos assumiriam a responsabilidade. Entraram na casa e foram direto para o quarto dela, tentaram ser meticulosos e não deixar nada fora do lugar, estava tudo perfeitamente arrumado. Abriram o guarda-roupa, procuraram um pouco aqui, um pouco ali, correram os cabides e nada; abriram as gavetas, uma era cheia de meias e a outra de calcinhas e sutiãs, não tocaram em nada, só olharam, mas perceberam na hora que não era o que procuravam. Viram uma pilha de caixas de sapato, abriram 2 ou 3 ao acaso e viram que só continham aquilo mesmo, sapatos. Foram para o criado-mudo, mas não acharam nada. Foram para a sala de jantar e abriram um móvel que tinha lá também, nada que não tivesse num móvel daquele tipo; teria sido estranho achar algo ali, já que estava ao alcance de qualquer um, mas talvez, sabendo que eles iriam, ela decidiu mudar sua famosa caixa para algum lugar onde não tentariam procurar. Mas não tiveram sorte.
Saíram e começaram a trabalhar, decepcionados, mas fazer o quê, era o que tinha.
Nico: Não deixou nem uma fio dental pendurada, pelo menos, né?
Dani: Pra que você quer que eu deixe uma fio dental pendurada? Com o calor que tá, se a gente vê isso, nos encontra mortos os três.
Os caras riram, continuaram trabalhando, mas de vez em quando ela vinha na cabeça deles e, se não era um, era o outro fazendo algum comentário pesado sobre a Maca. Já sabemos como os homens são, parece que a gente briga pra ver quem fala algo mais pesado que o outro.
Chegou meio-dia e já tava começando a bater uma fome, mas decidiram esperar mais um pouco pra pedir pra Maca se ela deixava eles comerem lá dentro com o ar-condicionado e descansar um pouco, pra depois cair na piscina por um tempo. Isso iam fazer sem pedir permissão, mesmo sabendo que ela não ia se importar.
Frenaram, exaustos, e jogaram pedra, papel ou tesoura — o método mais justo que os caras encontram pra definir o perdedor e ver quem teria que ir comprar umas frias pra comer. Dani perdeu. Pouco depois ele voltou, e a Ale já tinha falado com a Maca pra perguntar se podiam comer lá dentro e tal. Terminaram e começou a conversa sobre a grana, enquanto o Nico arrumava a mesa. Dani foi no banheiro e encontrou uma fio dental pendurada no chuveiro. Mostrou pros amigos, mas logo depois começaram a chegar as fotos da Maca e acharam o presente.
Todo mundo cheirou, passando de um pro outro, enquanto com uma das mãos acariciavam os próprios paus por cima da calça. Acharam a surpresa pro Nico, que era o sutiã, e fizeram a mesma coisa. Todo mundo se sentiu estranho em se tocar porque, na real, não era igual da outra vez, já que tinham a Maca na frente e, pra eles, já era o suficiente pra se masturbar, mesmo com os amigos por perto.
Dani: Eu não quero me tocar na frente de vocês.
Nico: Ninguém quer fazer isso.
Ale: Mas vamos ter que fazer isso porque ela deixou pra gente fazer, e se quisermos conseguir mais coisas, temos que fazer.
Dani: Sei lá, vamos procurar outra solução.
O cara mais novo e mais punheteiro foi mais esperto e disse: “Vocês se virem com as calcinhas, pra mim ficou o sutiã”. Quando se viraram pra olhar ele, tava enfiando o sutiã dentro da roupa, esfregando nas partes dele.
Dani: Você é um filho da puta.
Nico: Não me importo, isso eu guardo pra mim, foi ela quem disse.
Ale: Vamos jogar pedra, papel ou tesoura. Quem ganhar escolhe: a fio dental usada ou a que você encontrou no chuveiro.
Ambos concordaram, jogaram melhor de 3. Ale ganhou, Dani empatou e na rodada final, pedra de um lado e papel do outro, o vencedor final, Daniel.
Dani: Escolho a tanga usada.
Ale ficou bem puto, ele tinha achado aquela fio dental, tinha falado com a Macarena e acabou perdendo, mas fazer o quê, são coisas do destino. Nico pegou o sutiã e foi direto pro quarto da Maca, Ale olhou pra ele e num pulo já sentou no sofá, já o Dani foi devagar e só tinha privacidade em dois lugares: a cozinha ou o banheiro, e acabou escolhendo o banheiro. Cada um se ajeitou no seu canto, botaram música pra não se ouvir, ia ser muito constrangedor fazer aquilo, e puxaram os paus pra começar a bater uma.
Nico cheirava o sutiã, mesmo que mal sentisse o cheiro do perfume e do creme da Maca, ainda assim o excitava do mesmo jeito. Ele tinha deixado no celular a foto que ela tinha mandado no grupo dos peitos dela, já era mais que suficiente pra ele. Era incalculável quantas vezes ele descia e subia a mão batendo uma, porque fazia isso em alta velocidade. Ele imaginava pegando nos peitos dela, chupando e ela colocando eles na cara dele. Na cabeça dele, imaginou ela fazendo um boobs fuck ou uma masturbação russa, abraçando com os peitos grandes e suculentos o pau dele, olhando fixo nos olhos dele e com aquela cara que só as mulheres sabem fazer, quando querem fazer um homem gozar.
Maca: Cê gosta assim, gostoso? Olha pras minhas tetas, sente elas. Enche elas de porra bem quentinha.
E assim acabou, sujando todo o interior do corpete.
Dani trancado no banheiro, sentado na privada, fechava os olhos e esticava o corpo, estava tenso. Com a mão esquerda tentava cheirar fundo a calcinha fio dental que a Maca tinha usado, enquanto com a direita se dava prazer, ele imaginou outra situação. Enquanto ela entrava no banheiro enquanto ele se tocava, Maca cuspia na mão e batia uma pra ele, preparando o pau dele pra sentar e cavalgar, ali mesmo, em cima da privada, enquanto falava.
Maca: O que cê tá fazendo batendo punheta com a minha fio dental? Podia ter me chamado. Cê gosta que eu te toque com a minha mão cheia de cuspe? Quer que eu sente no seu pau? Cê gosta que eu monte em você assim, cara? Me agarra os peitos e goza dentro de mim.
Foi assim que acabou, deixando todo o esperma dele na calcinha fio dental da vizinha e limpando com ela algumas gotas que tinham caído sobre ele.
Já o Ale, por outro lado, estava talvez no lugar mais confortável e, ao mesmo tempo, mais excitante, já que foi ali que viram a vizinha deles pelada pela primeira vez. Mas a diferença é que ele ficou com a pior peça de roupa: por mais que fosse muito sexy e com certeza ficaria linda nele, estava molhada e não tinha nem um pouco do cheiro dela. Além disso, era impossível bater uma punheta com ela, mas ele fez do mesmo jeito.
Ele foi um pouco além com os diálogos e o pensamento de um ato sexual imaginário, precisava dela mais do que na outra noite, não queria só imaginar o ato, ele queria ela como uma puta.
Enrolo a tanga no pau dela, mesmo sendo desconfortável e até áspero sentir aquele pano molhado, não tirei e ela continuou se masturbando, dava pra ver ela sentando de costas pra ele, pulando no pau dele.
Maca: É assim que você gosta?
Ale: Abre essa buceta, puta, mostra esse rabo.
Enquanto ela pulava no pau, rebolando a bunda gostosa, ele enfiava o dedão no cu dela. Ela reclamava um pouco, mas tava adorando.
Maca: Você vai arrebentar minha buceta assim, papai, tá doendo.
Ale: Se teu dedo tá doendo, imagina quando eu te pegar com meu pau. Cê é minha putinha?
Maca: Sim, papai, sou sua putinha, sua putinha.
Na cabeça dele, queria imaginar como seria comer a bunda dela, mas não conseguiu, a excitação era tanta que ele gozou.
Quando todos terminaram, deixaram a roupa íntima que cada um tinha no lugar onde se masturbaram, decidiram dar por encerrado o "dia de trabalho". A Ale pegou a grana que a Maca tinha deixado pra eles e foram embora.
Tinham combinado na noite anterior de ir cedo por causa do calor insuportável que ia fazer, mas além disso, a Ale tinha uma ideia que queria contar pra eles desde a noite passada. E, se desse, queriam usar a piscina da Maca por um tempinho na hora que o calor apertasse.
Primeiro chegou o Ale e, ao ouvir como ele vivia no fundo, chegou o Nico.
Nico: E aí, mano, qual é a ideia?
Ale: Espera desesperado.
Nico: Fala, mano, me conta.
Ale: Não enche o saco logo cedo, espera a Dani chegar daqui a pouco.
Passaram uns 10 ou 15 minutos e a Dani não aparecia, pro Nico parecia uma eternidade, ele precisava saber qual era a ideia do amigo.
Nico: Fala aí, me conta, esse aí não vai vir.
Nesse momento ouviram o portão, os dois se aproximaram do corredor do lado da casa pra espiar, era a Dani.
Dani: Desculpa, acabei dormindo. Qual é a boa?
Nico: Aqui te esperando pra esse otário falar a ideia que ele tem.
Dani: Então tá bom, fala aí.
Ale: Lembram que ontem pedi uma grana pra Maca?
Gurias: Sim.
Ale: Vocês lembram do que ela disse uma vez, que tinha umas fio dental e outras paradas assim guardadas?
Dani: O que você quer revisar na casa?
Ale: Pode ser uma ideia.
Nico: E a grana pra quê?
Ale: Porque se ele mentiu pra gente e a caixa não existe ou a gente não achar, com a grana a gente compra uma coisa gostosa pra ela vestir.
Dani: Quando é que ele se coloca?
Ale: Sábado.
Dani: Mas ele não nos chamou pra fazer nada.
Ale: Não importa, a gente vai vir e vamos apalpar ela toda, talvez até comer ela, lembrem do que eu tô falando.
Os caras se olharam como se achassem que o amigo tinha ficado maluco, mas também parecia ter um plano bem bom. Depois de tudo que já tinha rolado, eles já tinham confiança suficiente pra fazer uma jogada mais ousada. Era a hora de meter essa, se quisessem arrancar mais alguma coisa dela.
Ale: Temos que estar todos de acordo.
Dani: É bem arriscado, mas vamos pensar nisso.
Nico: A gente faz daqui a pouco?
Ale: Quando a gente começar a trabalhar, vai ficar tudo sujo, tem que fazer agora.
Houve um silêncio e todos trocaram olhares entre si, era um pacto de sangue e silêncio entre cavalheiros; se por algum motivo fossem descobertos, todos assumiriam a responsabilidade. Entraram na casa e foram direto para o quarto dela, tentaram ser meticulosos e não deixar nada fora do lugar, estava tudo perfeitamente arrumado. Abriram o guarda-roupa, procuraram um pouco aqui, um pouco ali, correram os cabides e nada; abriram as gavetas, uma era cheia de meias e a outra de calcinhas e sutiãs, não tocaram em nada, só olharam, mas perceberam na hora que não era o que procuravam. Viram uma pilha de caixas de sapato, abriram 2 ou 3 ao acaso e viram que só continham aquilo mesmo, sapatos. Foram para o criado-mudo, mas não acharam nada. Foram para a sala de jantar e abriram um móvel que tinha lá também, nada que não tivesse num móvel daquele tipo; teria sido estranho achar algo ali, já que estava ao alcance de qualquer um, mas talvez, sabendo que eles iriam, ela decidiu mudar sua famosa caixa para algum lugar onde não tentariam procurar. Mas não tiveram sorte.
Saíram e começaram a trabalhar, decepcionados, mas fazer o quê, era o que tinha.
Nico: Não deixou nem uma fio dental pendurada, pelo menos, né?
Dani: Pra que você quer que eu deixe uma fio dental pendurada? Com o calor que tá, se a gente vê isso, nos encontra mortos os três.
Os caras riram, continuaram trabalhando, mas de vez em quando ela vinha na cabeça deles e, se não era um, era o outro fazendo algum comentário pesado sobre a Maca. Já sabemos como os homens são, parece que a gente briga pra ver quem fala algo mais pesado que o outro.
Chegou meio-dia e já tava começando a bater uma fome, mas decidiram esperar mais um pouco pra pedir pra Maca se ela deixava eles comerem lá dentro com o ar-condicionado e descansar um pouco, pra depois cair na piscina por um tempo. Isso iam fazer sem pedir permissão, mesmo sabendo que ela não ia se importar.
Frenaram, exaustos, e jogaram pedra, papel ou tesoura — o método mais justo que os caras encontram pra definir o perdedor e ver quem teria que ir comprar umas frias pra comer. Dani perdeu. Pouco depois ele voltou, e a Ale já tinha falado com a Maca pra perguntar se podiam comer lá dentro e tal. Terminaram e começou a conversa sobre a grana, enquanto o Nico arrumava a mesa. Dani foi no banheiro e encontrou uma fio dental pendurada no chuveiro. Mostrou pros amigos, mas logo depois começaram a chegar as fotos da Maca e acharam o presente.
Todo mundo cheirou, passando de um pro outro, enquanto com uma das mãos acariciavam os próprios paus por cima da calça. Acharam a surpresa pro Nico, que era o sutiã, e fizeram a mesma coisa. Todo mundo se sentiu estranho em se tocar porque, na real, não era igual da outra vez, já que tinham a Maca na frente e, pra eles, já era o suficiente pra se masturbar, mesmo com os amigos por perto.
Dani: Eu não quero me tocar na frente de vocês.
Nico: Ninguém quer fazer isso.
Ale: Mas vamos ter que fazer isso porque ela deixou pra gente fazer, e se quisermos conseguir mais coisas, temos que fazer.
Dani: Sei lá, vamos procurar outra solução.
O cara mais novo e mais punheteiro foi mais esperto e disse: “Vocês se virem com as calcinhas, pra mim ficou o sutiã”. Quando se viraram pra olhar ele, tava enfiando o sutiã dentro da roupa, esfregando nas partes dele.
Dani: Você é um filho da puta.
Nico: Não me importo, isso eu guardo pra mim, foi ela quem disse.
Ale: Vamos jogar pedra, papel ou tesoura. Quem ganhar escolhe: a fio dental usada ou a que você encontrou no chuveiro.
Ambos concordaram, jogaram melhor de 3. Ale ganhou, Dani empatou e na rodada final, pedra de um lado e papel do outro, o vencedor final, Daniel.
Dani: Escolho a tanga usada.
Ale ficou bem puto, ele tinha achado aquela fio dental, tinha falado com a Macarena e acabou perdendo, mas fazer o quê, são coisas do destino. Nico pegou o sutiã e foi direto pro quarto da Maca, Ale olhou pra ele e num pulo já sentou no sofá, já o Dani foi devagar e só tinha privacidade em dois lugares: a cozinha ou o banheiro, e acabou escolhendo o banheiro. Cada um se ajeitou no seu canto, botaram música pra não se ouvir, ia ser muito constrangedor fazer aquilo, e puxaram os paus pra começar a bater uma.
Nico cheirava o sutiã, mesmo que mal sentisse o cheiro do perfume e do creme da Maca, ainda assim o excitava do mesmo jeito. Ele tinha deixado no celular a foto que ela tinha mandado no grupo dos peitos dela, já era mais que suficiente pra ele. Era incalculável quantas vezes ele descia e subia a mão batendo uma, porque fazia isso em alta velocidade. Ele imaginava pegando nos peitos dela, chupando e ela colocando eles na cara dele. Na cabeça dele, imaginou ela fazendo um boobs fuck ou uma masturbação russa, abraçando com os peitos grandes e suculentos o pau dele, olhando fixo nos olhos dele e com aquela cara que só as mulheres sabem fazer, quando querem fazer um homem gozar.
Maca: Cê gosta assim, gostoso? Olha pras minhas tetas, sente elas. Enche elas de porra bem quentinha.
E assim acabou, sujando todo o interior do corpete.
Dani trancado no banheiro, sentado na privada, fechava os olhos e esticava o corpo, estava tenso. Com a mão esquerda tentava cheirar fundo a calcinha fio dental que a Maca tinha usado, enquanto com a direita se dava prazer, ele imaginou outra situação. Enquanto ela entrava no banheiro enquanto ele se tocava, Maca cuspia na mão e batia uma pra ele, preparando o pau dele pra sentar e cavalgar, ali mesmo, em cima da privada, enquanto falava.
Maca: O que cê tá fazendo batendo punheta com a minha fio dental? Podia ter me chamado. Cê gosta que eu te toque com a minha mão cheia de cuspe? Quer que eu sente no seu pau? Cê gosta que eu monte em você assim, cara? Me agarra os peitos e goza dentro de mim.
Foi assim que acabou, deixando todo o esperma dele na calcinha fio dental da vizinha e limpando com ela algumas gotas que tinham caído sobre ele.
Já o Ale, por outro lado, estava talvez no lugar mais confortável e, ao mesmo tempo, mais excitante, já que foi ali que viram a vizinha deles pelada pela primeira vez. Mas a diferença é que ele ficou com a pior peça de roupa: por mais que fosse muito sexy e com certeza ficaria linda nele, estava molhada e não tinha nem um pouco do cheiro dela. Além disso, era impossível bater uma punheta com ela, mas ele fez do mesmo jeito.
Ele foi um pouco além com os diálogos e o pensamento de um ato sexual imaginário, precisava dela mais do que na outra noite, não queria só imaginar o ato, ele queria ela como uma puta.
Enrolo a tanga no pau dela, mesmo sendo desconfortável e até áspero sentir aquele pano molhado, não tirei e ela continuou se masturbando, dava pra ver ela sentando de costas pra ele, pulando no pau dele.
Maca: É assim que você gosta?
Ale: Abre essa buceta, puta, mostra esse rabo.
Enquanto ela pulava no pau, rebolando a bunda gostosa, ele enfiava o dedão no cu dela. Ela reclamava um pouco, mas tava adorando.
Maca: Você vai arrebentar minha buceta assim, papai, tá doendo.
Ale: Se teu dedo tá doendo, imagina quando eu te pegar com meu pau. Cê é minha putinha?
Maca: Sim, papai, sou sua putinha, sua putinha.
Na cabeça dele, queria imaginar como seria comer a bunda dela, mas não conseguiu, a excitação era tanta que ele gozou.
Quando todos terminaram, deixaram a roupa íntima que cada um tinha no lugar onde se masturbaram, decidiram dar por encerrado o "dia de trabalho". A Ale pegou a grana que a Maca tinha deixado pra eles e foram embora.
5 comentários - Vizinha Gostosa 17 P2