O encanador fode minha mulher

Amor, hoje vem o encanador

Finalmente, já tava de saco cheio de não poder lavar nada na cozinha, é algum amigo teu?

Sim, meu anjo, é o Alberto, o negão

E por que você chama ele de negão?

Porque ele é um preto de verdade

E ele te disse que horas vinha?

Deve estar chegando a qualquer momento, quer que eu fique pra dar uma mão?

Por mim pode ficar, mas com o inútil que você é, vai acabar atrapalhando

Então quando o Alberto chegou, eu ainda tava de camisola, o Alberto é um preto de verdade e assim que eu vi ele já queria dar pra ele, e ele também queria me comer, percebi pelo jeito que ele me olhou

Quer ver qual é o problema?

Não amor, oferece um café pra ele melhor

Você cala a boca e deixa que eu atendo ele

Alberto, é, melhor calar a boca, por favor, senhora, pode me mostrar?

Levei ele pra cozinha e falei

A pia não dá pra usar, quase não sai água e a água não desce

Alberto: vou dar uma olhada agora, primeiro vou ver a torneira

Que bom, quer um café?

Alberto: se você tomar comigo, claro
Com você eu tomo qualquer coisa

Meu marido tava na sala e eu tinha certeza que ele tinha ouvido alguma coisa, mas não liguei, só queria dar pro negão, mas ia ser difícil com meu marido por perto, preparei o café sem tirar os olhos do Alberto e quando entreguei, peguei na mão dele e acariciei

Alberto: muito obrigado, já cortei a água da cozinha, tenho más notícias, tem que trocar a torneira, então vou terminar o café e comprar eu mesmo

Não, não, você não vai a lugar nenhum, melhor quem vai é quem tá à toa

É, é, vou eu, Alberto, você me diz o que tenho que comprar

O corno ia me deixar sozinha com o Alberto, não podia perder essa chance, enquanto eles conversavam fui no banheiro e tirei a calcinha fio dental, dar pro negão tinha que ser rápido, quando saí já tava pronta, só de camisola

Bom, chega de conversa fiada, o Alberto ainda tem que desentupir o cano

É, é amor, já tô indo

Alberto e eu vamos ver o sifão Ei, não se apresse tanto, você tem que desentupir bem o meu cano.

Eu já estava do lado dele e o Alberto fingiu que não entendeu a mensagem, deitou no chão e começou a desmontar o ralo da pia. Minha buceta estava encharcada, então perguntei:

— Não quer que eu tire os trem pra você trabalhar mais à vontade?

— Alberto, isso seria ideal.

O Alberto se levantou e eu fiquei de quatro pra tirar os trem, de um jeito que minha camisola soltasse um pouco pra mostrar minha bunda pro meu corno, coisa que consegui.

— Não vejo a hora de você desentupir meu cano, tenho certeza que tá bem entupido.

— Alberto, tá entupido sim, precisa urgente ser desentupido esse cano lindo.

Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas e logo depois senti o pau dele entrando na minha buceta.

— Ahhhh, siiiim, desentope tudoooo ahhhh ahhhh aiii aiii aiii.

Percebi que o pau do Alberto era coisa séria, ele tava destruindo minha buceta a cada metida e na força.

— Alberto, cê gosta de puta? Dá pra ver que o corno nunca te fode, imagina se ele entrasse agora.

— O corno ia bater uma punheta se me visse ahhh ahhh ahhh.

Ele continuou me comendo e assim eu tive meu orgasmo tão desejado.

— Alberto, agora vou desentupir o outro cano.

— Aí não, não, pelo cu não, nunca dei pro corno, vai doer muito, você tem ele muito grande.

— Alberto, não sabe como lamento, mas tem que desentupir.

— Aii aiiiiii aiii nãooo besta paraa paraa aiii aiii.

É fato, os negros não perdoam, eles adoram destruir bundinhas brancas e o Alberto tava destruindo a minha de verdade, e o pior é que apesar da dor que causava, eu curtia pra caralho. Ficava pensando que o encanador preto amigo do meu marido tava destruindo a minha bundinha que eu nunca tinha dado pra ele. Adorei, ainda mais quando ele encheu de porra. Nem me limpei quando ele finalmente saiu de cima de mim. Ele foi pro banheiro e voltou pro trabalho.

— Você deixou meu cu bem aberto, agora o que eu falo pro meu marido quando ele voltar?

— Alberto. Não fala nada pra ele, tenho certeza que o corno não percebe nada.
Quer uma cerveja?
Alberto, só se a gente tomar junto.

Quando o corno Alberto finalmente chegou, ele queria me comer de novo e não saía do meu lado.
Alberto: "Nossa, que bom, já trouxe a betoneira, o ralo da pia já tá limpinho, me deu um trabalhão, mas no final consegui desentupir."
"Sério que conseguiu desentupir? Nossa, que bom, Alberto."
"Alberto, se não acredita, pergunta pra sua mulher se não me deu trabalho."
"Ah, sim, amor, pra mim também deu trabalho, mas acho que amanhã ele tem que voltar pra deixar bem limpinho."
"É que amanhã não vou poder estar aqui pra ajudar ele."
"Ah, querido, eu ajudo ele com maior prazer."
"Alberto, mas essa betoneira é de três quartos e a que precisa é de meia."
"E agora, o que eu faço?"
"Inútil até pra isso, meu amor, vai trocar ela que a gente te espera aqui."

Assim que o corno foi embora, Alberto caiu em cima de mim, me abraçou, me beijou e disse:
"Alberto, vamos transar que o corno já foi."
"Sim, vamos, mas dessa vez na cama."
"Alberto, fala gostosa, isso sim que eu gosto."

De novo, o negão destruiu minha buceta e meu cu, dessa vez se gabando que tava me comendo na cama do corno. Supliquei pra ele gozar bem dentro da minha buceta, e ele fez isso só na esperança de me deixar bem prenha. Gozei de novo, e assim aproveitei outro orgasmo do caralho, mas paguei caro: meu cu foi destruído de novo. Quando o corno voltou, encontrou o Alberto na cozinha.

"Aqui está, te imploro, pelo amor de Deus, troca agora, não aguento mais um dia ela reclamando igual uma louca."
"Alberto, sim, vou trocar agora, mas amanhã eu volto."
"Sim, sim, sim, vem quando você quiser."
"Pronto, já está, com cuidado podem usar, amanhã venho terminar o serviço. Dá um beijo na sua mulher."

Meu corno entrou no quarto e me encontrou deitada pelada e disse:
"Amor, amanhã o negão vem de novo, ajuda ele no que precisar. É, me disse pra usar a cozinha com muito cuidado, espero que não te deixe tão cansada.

Ah sim, meu amor, esse preto de verdade me mata.

Bom, mas vale a pena já que ele cobra muito barato.

Sabia que no outro dia aquele preto filho da puta ia me comer a manhã inteira e mesmo que meu corpo doesse todo e minha bunda ficasse de novo no bagaço, eu adorava.

Acontece que Alberto, o encanador preto que esteve em casa, segundo meu marido, uns dias depois de terminar o serviço. Eu sabia que aquilo era uma desculpa pro meu esposo, já que o trabalho tava pronto. Alberto queria me comer de novo. Só de lembrar como eu tinha ficado, já me dava um tesão. Meu corpo mal conseguia se mexer e a dor na bunda durou pelo menos dois dias, mas aqueles dois orgasmos enormes que eu tive fizeram valer a pena. E por isso minha buceta de puta se molhou na hora quando meu marido disse que Alberto viria naquela manhã. Era incrível que ele nem desconfiasse do que tinha rolado, e mais incrível ainda era que dessa vez eu me vesti diferente: uma regatinha e, claro, uma minissaia. Essa roupa nunca falha, é um convite pra qualquer macho me comer. Meu marido adora quando eu me visto assim.

Que bem preparada você tá pra receber o Alberto, amor. Já te falei que dessa vez eu não vou estar em casa, então atende bem o preto e dessa vez dá algo de comer pra ele.

Ah sim, bebê, vou atender ele como ele merece e você não imagina o bem que ele vai comer. Preparei uma empada bem suculenta e quentinha.

Beleza, céu. Acho que o Alberto gosta muito de empadas, mas toma cuidado, você não sabe as coisas que falam dele no trabalho.

Não, amor. O que falam do Alberto?

Ele trabalha na manutenção, nenhuma mulher chega perto dele, parece que têm medo.

Ah, que bobas. Por que será, bebê?

Dizem que ele ficou com uma moça da limpeza, coitada. Você não sabe como ele deixou ela. Ela saiu uma hora mais tarde da empresa, segundo alguns, mal conseguia andar. Naquele dia o marido veio buscar ela. Marido, e parece que ele percebeu. Segundo algumas pessoas, agora ele está criando um filho do Alberto. O que é certo é que a mina não voltou a trabalhar.

Ô bebê, e se isso acontecesse comigo, o que você faria?

Ah, sei lá, que sei eu. Só tô te contando isso pra você ficar preparada, o Alberto não é como qualquer um.

Puxa, céus, eu acredito em você. Disso eu já me liguei.

Como você percebeu?

Ô amor, você não viu o volume que ele tem na calça? Aquela parada deve ser o dobro da sua.

O dobro? Muito mais que o dobro, céus. Não sei como você ficaria se ele te pegasse.

E você acha que ele ia querer me pegar, céus?

Tenho certeza que sim, minha vida. Por alguma razão ele insistiu tanto em vir hoje.

E você ia gostar que ele me pegasse, não é mesmo, corno manso?

Ah, sei lá.

Claro que você ia gostar, bebê. Olha como teu salaminho ficou. Vou te confessar uma coisa? Ele já me pegou e me deixou dois dias de cama.

Ah não, amor, não me fala isso. Não, bebê, eu não quero que aquela besta nem te toque. Você tá me falando isso pra me deixar com ciúmes, não é? Você seria incapaz de fazer isso comigo.

Sim, bebê, claro que eu seria incapaz de fazer uma coisa dessas, amor. Vai trabalhar tranquilo que a besta já deve estar chegando.

Eu sabia que meu marido ia se acabar na punheta no trabalho assim que chegasse, imaginando o Alberto tomando conta do meu corpo. O idiota ficava louco com isso, mas eu ficava mais ainda. E quando o Alberto chegou, eu realizei de novo a fantasia do meu marido.

Alberto, bom diaa! Mas que puta você tá hoje, puta. Seu marido deixa você se vestir assim?

Ah sim, claro que deixa. Como não ia deixar, se ele mesmo compra essas roupinhas pra mim? Ele adora me ver vestida de puta. E você, não?

Alberto, eu adoro minissaias, mas quem não te perdoaria é meu irmão. Tenho certeza que ele não te perdoa.

E quem disse que eu quero que ele me perdoe?

Alberto, vamos pra cama, puta. Te garanto que entre nós dois, você sai de quatro.

Bom, isso eu queria ver.

Alberto me Fodeu a manhã inteira, não parou até deixar minha buceta inchada, me largou lá jogada na cama dizendo que de tarde era a vez do meu tiny ass, sabia que ia ser o pior, de novo ia ficar sem conseguir sentar por uns dias, ele sabia que meu marido voltava ao meio-dia pra almoçar em casa, então se vestiu e foi embora me dizendo Alberto, fala pro corno que tive que buscar uma peça, você se vira, ele não é nenhum otário Me vesti e esperei o corno manso, não sabia se contava o que tinha rolado, tinha certeza de que Alberto não queria problema com ele, então só dei umas pistas, que estranhamente, em vez de deixar ele puto, deixou ele com tesão, já era impossível pra ele esconder a vontade de ver a mulher ser presa daquela besta Fico feliz que não aconteceu nada, tava com muito medo, sério, ele não tentou nada com você? Bom, sim love, claro que tentou, mas tomei muito cuidado, embora tenha certeza de que ele viu minha rabeta mais de uma vez, porque se deitava no chão da pia só pra me ver por baixo Claro que foi por isso, se o ralo já foi desentupido, agora ele tem que ver porque a torneira tá vazando, imagino como o volume dele deve ter ficado, né bebê? Juro que dava medo love, numa hora era uma barraca, se me pega com aquilo me parte no meio, céus E tenho certeza de que ele te engravida, bebê Isso com certeza vida, já parei de tomar a pílula faz tempo E é por isso que você tá mais gostosa, bebê? Tanto assim se nota, love? Na frente dele eu fico com a guarda baixa demais Se é assim, tenho certeza de que ele vai te foder, vai te foder como uma puta E se ele conseguir, espero que não me deixe grávida Não, céus, ele vai te deixar prenha, ele se gabava de ter feito isso com a faxineira, pra ele todas as mulheres são umas vadias Ah love, não sei o que fazer, e se isso acontecer?, tenho certeza de que ele vai me deixar prenha como uma puta, esse macho usa a gente do jeito que quer e depois joga fora como se fosse um lixo Ah bebê, isso podia acontecer com você Hoje mesmo ela me disse que tem um irmão muito parecido com ele e se você consegue um trampo pra ele na empresa? Ele também sabe fazer umas paradas.

Podia ser, minha vida, talvez assim ele não tenha coragem de te tocar.

E podia ajudar o Alberto a acabar de uma vez com aquele quincho.

Ah, love, cê quer mesmo que essas duas feras terminem o quincho? Cê é capaz de lidar com eles?

Sim, love, claro que sou capaz de lidar com eles, além disso, o que eles poderiam fazer comigo?

Te matar na pica, bebê, e te transformar na putinha deles.

Ah, bebê, eu não sou nenhuma putinha, nunca deixaria eles fazerem isso comigo.

O corno foi embora de casa pensando nisso, tenho certeza que o punheteiro já sonhava comigo sendo a putinha daqueles dois negões, e claro que quando o Alberto chegou eu contei meu plano, mas se ele queria que rolasse, tinha que respeitar minha bucetinha apertada, não queria que ele me destruísse de novo. Relutante, ele aceitou, mas naquela tarde, depois de consertar a betoneira, ele continuou me comendo. Aquele foi o dia que eu tive mais orgasmos, e quando ele finalmente foi embora, mal consegui tomar um banho. Me vesti exatamente como estava quando o Alberto chegou, deixei a cama do jeito que a gente tinha deixado pra alimentar a imaginação do meu corno, que naquela noite quis me comer, mas fracassou feio na tentativa.

O Alberto tinha terminado o serviço em casa, meu marido tava obcecado em me comer e naquele fim de semana tentou a qualquer custo, mas eu sentia necessidade de sentir um pau de verdade, igual o do encanador preto.

Ah, love, você me esquentou tanto com o Alberto que fiquei curiosa pra saber o que aconteceria se o Alberto estivesse na nossa cama.

Sério, love? Olha que ele não é igual a mim, você gosta de ser a que manda sempre, principalmente na cama.

Cê tem razão, eu gosto pra caralho de ser dominante, mas nunca ninguém me dominou aqui, e com uma ferramenta dessas seria impossível eu ser a dominante. Um pau desse te domina, bebê.

Só de te imaginar nos braços daquela fera, ahhh, bebê, como ele vai te fazer se contorcer. Tem certeza que essa rola não vai te machucar?

Bebê, vai me destruir, amor, vou ficar na pior e tenho certeza que depois disso ele vai me largar.

Não sei, bebê, talvez ele te entregue pro irmão dele que é igualzinho.

Vão me usar como um pano de chão, céus.

Siimm minha vida, e depois disso vão fazer com você o que eles quiserem, você vai ser a putinha deles e não vai poder evitar.

Como isso te excita, seu corno? Tá morrendo de vontade de me ver perder pra eles, não é?

Não, bebê, não fala isso.

Eu sei que sim, mas sabe de uma coisa? Isso nunca vai acontecer, mesmo que você os traga pra trabalhar em casa.

Vamos apostar alguma coisa, bebê?

O que você quiser, já me conhece muito bem.

Perfeito, vou trazê-los pra trabalhar em casa. Se não rolar nada, você ganha. Mas se rolar, eu ganho.

E o que eu ganho?

Se você ganhar, faço o que você quiser. Mas se eu ganhar, você me dá a raba.

Ah, bebê, se você ganhar, minha raba vai virar um panelão, nem vou sentir sua salsichinha. Cê acha que se esses negrões de verdade me comerem, vou conseguir dizer pra eles não fazerem minha raba?

Cê tem razão, bebê. Ahhh ahhh ahhhh.

A gente tava falando disso na cama enquanto eu tava batendo uma pra ele. O corno não aguentou e gozou na minha mão. Eu levei à boca e coloquei o máximo que pude, depois dei um beijo de língua e passei a própria porra dele sem deixar ele se afastar, assim garanti que ele engolisse.

O que você fez, menina?

Ah, amor, não gostou? Imagina o gosto que tem a porra desses dois negrões.

Agora sim deixei ele me comer. A tesão dele era tão grande que me comeu com muita força.

Gostou, putinha? É assim que você quer que os negrões te comam?

É assim que gosto que você me coma. Nunca esquece: se você ganhar, vai cuidar do bebê.

Sim, sim, sim, meu amor, o que você quiser. Isso sim, quero ver você.

Só se eu deixar, meu corno.

Já tava decidido. Meu marido só queria ver os negrões me comendo a qualquer preço, e que preço melhor do que além de cuidar do Um filho deles seria que ele também fosse escravo dos negros. Naquela semana, o corno manso cuidou de contratar os dois. Ele parecia muito feliz. A questão é que eles só podiam vir nos fins de semana, já que os dois trabalhavam na empresa do meu marido. Era algo muito bem preparado pelo meu cuck. Tenho que dizer que meu marido não é um cara facilmente dominável; pelo contrário, na empresa dele, ele é muito respeitado, ele é quem manda de verdade, mas isso se inverte em casa. Foi assim que aquele sábado tão esperado finalmente chegou. Meu corno manso recebeu os dois enquanto eu me vestia, mostrou o quincho e disse as coisas que queria fazer nele. Quando voltaram pra casa, eu já estava preparando um café pra eles. Foi aí que conheci Carlos, o irmão de Alberto, um negão que só de olhar dava medo. Os dois foram pro depósito depois de fazer a lista dos materiais. Num momento, fiquei com medo do jeito desafiador que os dois me olhavam, mas sempre escondido do meu marido.

— Te falei, amor, pra ter cuidado com esses dois. Você não me deu ouvidos, como sempre.

— Por que você tá me dizendo isso? Não gostou da minha roupa? É minha casa e eu ando como quero.

— Sim, tá bem, bebê, mas você viu como eles te olhavam. A verdade é que dá um pouco de medo, não é?

— Pra você dá medo. Pra mim, absolutamente nada. Sei muito bem que dou conta dos dois.

— Me atrevo a dizer que eles te comiam com os olhos. Desses dois você não escapa.

— É isso que você quer ver, amor, mas vai ter que esperar sentado. Embora, quer saber a verdade? Adoro esse desafio. Fica tranquilo, vai trabalhar, que eu cuido desses negões.

O corno manso foi pra empresa, com certeza esperando me encontrar na volta dele destruída pelos negros, mas eu cuidei de deixar ele com vontade de me ver derrotada. Os dois chegaram à tarde. Tinham encomendado os materiais que chegariam durante a semana, então os dois voltariam no outro sábado. Mantê-los à distância me deu um bom trabalho. trabalho
Alberto, espero que o Carlos não te assuste como fez com todas as outras
E por que eu ia me assustar?
Alberto bom, é que onde ele mora não tem puta que não tenha medo dele, só uma topou foder com ele e depois disso acabou saindo da cidade
Isso comigo não vai acontecer e você sabe muito bem, não acho que ele ganhe de você
Carlos desse aí já tô cansado de ganhar, posso te provar
Agora não, mesmo se eu quisesse, meu marido já deve estar aqui e não quero dar o gosto de ver vocês dois me comendo, pelo menos por enquanto não, tenho uma aposta pra ganhar com ele
Carlos tá bom puta, então sábado que vem você não escapa, esse aí já me contou como você é boa na cama, mas se você acha que já viu tudo de preto, tá muito enganada, vou te fazer minha puta
Isso a gente vai ver negão, não é qualquer um que me faz de puta, pergunta pro seu irmão
O desafio tava feito e quando o corno chegou eu mostrei pra ele
Viu amor, me deixou sozinha com eles e não aconteceu nada
É verdade, custo acreditar mas sim, você tá ganhando a aposta céu, que lindo isso tá ficando, de verdade não rolou nada?
O que você acha seu inútil, se tivesse rolado algo eu taria aqui em pé?
Tá bom, tudo bem, você tem razão, como sempre você ganhou, o que você quer que eu faça?
Quero te dar o gosto e você me ver como essas duas bestas me fazem delas, mas nas minhas condições
Sim, sim amor, me pede o que for
Que você também seja puta deles e cumpra todas as minhas ordens
Sim, sim bebê, por isso não tem problema
Passamos a noite toda conversando sobre o que eu queria que ele fizesse e as coisas que eu deixaria os dois negões fazerem na frente dele, o corno não aguentou tanta tesão e esvaziou as bolinhas, era muito lindo ver o cuck se masturbar e obrigar ele a tomar o próprio leite, pobre corno, realmente não sabia das coisas que iam rolar, durante a semana foram chegando os materiais, só esperava ver como eu vencia esses dois negos metidos, já queria que fosse sábado e o sábado chegou mas não do jeito que eu tinha planejado, muito pelo contrário, embora confesse que perder mudou minha vida, morder a poeira da derrota virou um vício pra mim, mas quem perdeu mais foi meu marido, o corno arrependido. Naquele sábado, Alberto e Carlos chegaram decididos a me mostrar como fariam de mim uma puta obediente, apesar do meu desafio. O corno recebeu eles, eu tinha ficado na cama me preparando pro meu triunfo, queria ver como eles iam se desesperar pra me ter. Escolhi minha lingerie mais provocante e, com um vestido no mesmo estilo, saí do nosso quarto. Meu marido me esperava pra ir trabalhar.

— E os negros imundos, cadê?

— Já entraram os materiais, tão no quincho trabalhando. Toma café tranquila, não vai ver eles até meio-dia.

— Sim, meu amor, vou te mostrar a grande mulher que você tem. Esses negros se acham superiores, vou ensinar que não são.

— Se essa é sua competição, tenho certeza que vai perder.

— Quem sabe o que você chama de perder não é uma vitória pra mim, bebê?

— Isso vou saber quando voltar.

Então, quando o corno foi embora, fui pro quincho onde esses negros estavam trabalhando.

— Alberto, olha como a dona da casa se arrumou.

— Carlos, acho que essa puta tá muito carente, não é mesmo, putinha?

— Sério, vocês gostam tanto assim do que eu tô vestindo?

— Alberto, uma vagabunda qualquer só sabe dizer que você tá vestida.

Já tinha os dois do meu lado, me apalpando.

— Ah não, gente, não, só trouxe algo pra beberem, ahhh ahhh não, por favor não ahhh ahhh, deixa eu preparar algo pra vocês comerem ahhh ahhh.

— Alberto: Se é por isso, tudo bem. Prepara algo gostoso, puta, e capricha.

— Carlos: Acho que hoje eu meto a pica, já tô cansado de arrebentar cu de viado.

— Alberto: Essa puta não tem medo de pau, ela me disse que aguenta qualquer coisa.

— Carlos: Finalmente uma gostosinha ideal pro meu pau.

— Alberto: Não seja besta, você já sabe o que aconteceu com a outra, por arrebentar ela toda, você perdeu. Pra sempre

Carlos, tenho certeza que essa eu vou deixar louca e ela não larga meu pau.

Alberto, quem não vai largar seu pau é o corno, aquele ali tenho certeza que você faz de putinho, olha que o trouxa tem muita grana e você adora arrebentar o cu dos viados.

Carlos, lembra do magrinho gostoso?

Alberto, simmm, o bobão que teve coragem de te desafiar e te deu o cu, coitadinho, você deixou o branquelo mancando, nunca vi um viado chorar tanto quanto aquele otário.

Carlos, é assim que quero deixar o corno, olha que tem que ser muito viado pra nos presentear com uma mulher dessas.

Terminei de preparar a comida e o corno chegou na hora do almoço.

Vejo que não aconteceu nada, amor.

Tava te esperando, bebê, mas primeiro leva isso pra aqueles negões que tão famintos.

A fome que eles têm é de você.

Por isso que não levo eu, deixa eles fazerem alguma coisa no quincho, depois a gente vê.

Sim, meu amor, morro de vontade de ver eles.

O corno voltou do quincho e me disse que estavam avançando muito, se continuassem naquele ritmo no domingo terminavam tudo, mas estavam muito desanimados, tinham perguntado muito por mim, o corno queria que eu desse um incentivo.

Beleza, amor, se você quiser daqui a pouco levo umas cervejas, mas só se você vier comigo.

Vai, vai, minha rainha, eu te acompanho.

Entramos no quincho, já estavam terminando, entreguei as cervejas e na hora me rodearam.

Já tão quase terminando, como são rápidos.

Alberto, muito mais rápidos do que você pensa.

Ahhh, ahhhh, parem, parem, que meu marido vai falar, ahhh ahhh.

Carlos, você tá encharcada, putinha, quem liga pro que o corno pensa?

Ahhh ahhh ahhhh, desculpa, amorrr, acho que com esses caras eu não aguento, ahhh ahhh.

O corno não dizia uma palavra, parecia que não estava ali, os negões não perderam tempo, meu vestido caiu no chão junto com as calças deles, lá estavam aqueles paus enormes nus na minha frente, se a rola do Alberto era grande, a do Carlos dava medo, nem pensei, esses paus não iam me Eles conseguiram me vencer, me ajoelhei na frente dos negros e chupei a cock dos dois como pude.

Carlos: Olha, cuck, olha como a puta da sua esposa tá. Já é nossa, essa vagabunda.

O cuck só se masturbava, esperando ver como me comiam. Carlos tava obcecado em que eu engolisse a cock enorme dele. Alberto tirou minha thong. Eu tava completamente derrotada, não conseguia nem queria impedir eles de nada. Foi aí que senti aquela cock potente me penetrando com força na minha pussy. Meu grito saiu abafado pela cock do Carlos. Cada pijazo era uma facada na minha pussy. Isso me fez gozar como uma gostosa na frente do meu marido, que não perdia nada do que tava rolando enquanto se masturbava. Alberto encheu minha pussy e soltou meu corpo, que caiu exausto. Na hora, Carlos tomou conta dela e Alberto da minha boca.

Alberto: Gostou, cuck? Agora tá claro quem é o macho nessa casa? Olha como essa puta mimada goza.

De novo eu gritei. O filho da puta do Carlos não tinha pena de mim. Eu, a puta que não recusava cock nenhuma, que nunca se rendia, acabei pedindo piedade aos gritos. Tava sendo derrotada pelo negro, e cada pijazo era um orgasmo até que, finalmente, Carlos acabou comigo. Meu corpo ficou jogado no chão, tremendo. Eu sabia que o pior ainda tava por vir. Eles sonhavam em fazer minha tiny ass, e como uma boa puta, não podia deixar eles ficarem na vontade.

Carlos: Aí tá a sua puta. Ajuda ela a chegar no quarto. A gente termina aqui no quincho e depois vai buscar o que falta.

O cuck obedeceu em silêncio. Eu tava com muita dificuldade pra andar, minhas pernas mal respondiam. E no caminho pra cama, eu disse:

— Você venceu, bebê. Esses negros tão fazendo o que querem comigo. Olha como me deixaram, amorzinho.

Mas eles querem continuar, love, e não sei o que fazer.

— Por favor, minha vida, deixa eles continuarem. Que façam comigo o que quiserem. Eu já sou a puta deles e tenho que obedecer.

— E eu, o que faço?

— Me ajuda. um pouco, amorzinho, me dá um banho e depois fica do meu lado

Foi isso que a gente fez, o cuck ainda tava muito excitado, depois do banho ele me serviu um copo de tequila e a gente foi tomar na cama esperando nossos donos pra satisfazer eles

Definitivamente os negros são muito superiores aos branquinhos igual você

Sim, isso tá mais que claro, love

Você também devia satisfazer eles, hoje de verdade a gente perdeu os dois, bebê, você viu as picas enormes que eles têm?

Sim, meu love, são enormes

E você não sabe como é gostoso sentir elas

Mas dói muito, bebê

Juro que isso é o de menos, hoje você vai ver que é assim

Eu nem louco vou entregar meu tiny ass pra eles

Olha, cuck, foi você quem me trouxe pra isso, você me deu de presente pros negros, morria de vontade de ver eles me destruindo, então agora não pode agir como se nada tivesse acontecido, tudo tem um preço, querido

Não, não, isso vai doer muito, amorzinho

Olha, viado de merda, você queria ver como esses negros me partiam ao meio e agora eu sou a que quer ver como eles estouram bem o seu cu, você não pode recusar, eles é que mandam, você não é nada

Já de noite os negros entraram no quarto, a gente tava esperando por eles, entreguei a bunda sem problemas, a pica do Carlos fez estrago no meu cu na frente do cuck que não parava de bater punheta, obedecendo cada ordem dos negros, gozei muito com essas picas no meu cu, mas gozei mais ainda quando meu marido teve que limpar elas com a boca, como pude me levantei da cama e me servi uma bebida, o Carlos já tinha dominado meu marido, ele tava em pé na frente da cama com o Carlos atrás dele pronto pra arrebentar o cu dele enquanto esfregava a pica nas nádegas

Calma, cuck, você não é o primeiro branquinho que eu como, vai doer um pouco mas esse é seu destino, já viu como eu deixei sua mulher louca

Ele inclinou ele sobre a cama ao mesmo tempo que abriu as pernas dele e depois de fazer muita força o Carlos deu um grito, era como um Grito de vitória, o negão tinha arrombado a bunda do meu marido, que chorava igual uma bichona. O puto se contorcia na cama, completamente dominado pelo macho alfa que montava nele sem piedade nenhuma. Carlos sabia muito bem como destruir os cuzinhos dos viados. Ver meu marido se retorcendo na cama a cada pica que o Carlos dava foi a minha grande vingança. Ali o Carlos deixou ele, com o cu aberto, cheio de porra e um pouco de sangue. O puto não conseguia nem se mexer. Levei o Carlos pro banheiro e depois a gente tomou umas coisas. Eles dois foram embora, e então ajudei o corno a tomar banho. Pensei que tinha acabado ali, mas foi só o começo, porque o corno, pelo menos uma vez por mês, trazia os negões pra passar o fim de semana com a gente em casa.

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