Voltávamos da casa de uns amigos casados, era quase meia-noite e pedimos um Uber pra voltar, porque a gente tinha bebido bastante na festa. Eu normalmente bebo, mas não tanto quanto naquela noite, e minha esposa quase nunca bebe. Naquela noite, ela tomou uns copos e, sem estar bêbada, tava bem animada. A gente entrou no carro assim que ele chegou, eu indiquei pro motorista o caminho que a gente sempre fazia, e partimos pra casa. O motorista era um homem de uns 50 ou 55 anos, robusto, sem ser gordo, mas era grandalhão. "Olá, sou o José", ele se apresentou, "vou ser o motorista de vocês esta noite."
Começamos a viagem e parecia que minha esposa ia vomitar. Aí o motorista parou o carro, desceu, deu a volta e abriu a porta onde ela tava, ajudando ela a descer segurando o braço dela, suave mas firme ao mesmo tempo. Ele tinha uns braços grandes e fortes. Ela ficou fora do carro por um minuto, mas nunca vomitou, então entraram de novo e seguimos viagem.
"Desculpa a parada brusca, senhor, achei que sua esposa fosse vomitar. Semana passada levei umas minas que voltavam de dançar e sujaram o carro todo, por isso preferi parar, melhor prevenir..."
"Eu agradeço, fez muito bem pra mim tomar um ar fresco. Já me sinto melhor, mais desperta e acordada, obrigada."
"Não, por favor, é um prazer poder ajudar. Não queria que você passasse mal. Esse vestido tão lindo que você tá usando não merecia ser sujado, fica muito bem em você assim."
Por um momento, tive a impressão de que eu tava sobrando ali, porque eles conversavam entre si, e toda vez que eu tentava falar, não me ouviam. Do motorista eu não podia reclamar, mas da minha mulher me surpreendia ela não me escutar quando eu falava com ela.
Seguimos viagem, e a conversa continuou só entre os dois. Eu quase não conseguia participar, só escutava. O José contou que na semana passada tinha levado três minas que voltavam de dançar, e uma delas vomitou no carro, sujando toda a roupa dela e sujando a amiga que tava do lado. Aí as duas minas tiraram a roupa... ficando ambas de calcinha e sutiã o resto da viagem.
E não te incomodou elas viajarem o resto do caminho só de lingerie?
: Não, de jeito nenhum, não tenho problema com isso, cada um faz o que quiser.
Ana: Você não ficava nervoso dirigindo e vendo elas assim, quase peladas?
Não, de jeito nenhum, eram três minas da sua idade mais ou menos, mas aqui entre nós, as três eram muito magrinhas, e eu não curto mulher assim, prefiro toda vida as que têm curvas, que nem você.
Eu não acreditava, o motorista do Uber tava dando em cima da minha esposa na minha frente, e ela recebia os elogios como se nada, feliz e sorrindo, feito uma colegial.
Apesar do ciúme que eu sentia, aquilo tava começando a me excitar, principalmente quando vi os biquinhos durinhos da minha esposa, eles só ficam assim quando ela tá muito tesuda, e isso me deu a certeza de que ela tava super excitada.
Então resolvi ir um pouco mais longe, apoiei minha mão na perna dela, e enquanto elas continuavam conversando, comecei a subir devagar por baixo da saia dela, até chegar na calcinha fio dental. Só de tocar a calcinha por fora já percebi que ela tava encharcada, nunca tinha visto ela tão molhada.
Na hora eu esperava que ela tirasse minha mão dali, mas pra minha surpresa ela não tirou, então continuei avançando, pra ver até onde ela ia me deixar chegar.
Comecei a esfregar a buceta dela por cima da calcinha, e ela me olhou um instante nos olhos. O olhar dela era pura safadeza, ela tava se divertindo pra caralho naquela viagem.
Já quase chegando em casa, o José comentou que aquela era a última corrida dele, e que o turno dele tava acabando. Minha mulher me olhou e na hora eu adivinhei o que ela queria, então concordei em silêncio. Ela perguntou pro José se ele queria subir em casa pra tomar alguma coisa, já que estavam se divertindo tanto com as histórias que ele contava. Claro que ele topou, não hesitou nem um segundo.
Já em casa, convidamos ele pra sentar no sofá, e enquanto ele se sentava, minha esposa perguntava o que ele Gostaria de tomar uma.
Me traz uma cerveja – ela falou diretamente pra mim – se não for muito incômodo.
E fui até a cozinha pegar as cervejas, trouxe uma grande e três copos, pra poder compartilhar, e grande foi minha surpresa quando voltei e vi os dois se beijando com uma paixão incrível, como se o mundo fosse acabar amanhã. Fazia muito tempo que não via minha esposa daquele jeito.
Embora fosse algo que eu já queria há um tempão, e talvez ao convidá-lo pra subir pra tomar algo eu também esperasse que isso acontecesse, fiquei duro olhando pra eles. Depois de alguns segundos, tentei me acalmar e apoiei a garrafa e os copos na mesa.
Percebi que não era só eu que tinha ficado duro olhando pra eles… já que meu pau ainda continuava duro.
Jose beijava ela e abraçava como um polvo, passava a mão e apertava a bunda dela, com a outra mão pegava nos peitos dela, sem nenhum tipo de delicadeza, quase grosseiramente, eu diria. Então aconteceu.
Jose: Tira o vestido e fica pelada, quero te olhar bem antes de te comer.
Ela obedecia sem hesitar, era como se estivesse em transe, era uma autômata, totalmente submissa. Tirou toda a roupa e ficou completamente pelada na nossa frente. Eu ainda não conseguia acreditar no que tava rolando, mas já tava mais relaxado e sabia como tudo ia continuar. Finalmente ia poder ver ela dando pra outro.
Jose: Agora tira a minha roupa.
Não aguento mais, já quero ver esse pauzão que você tem.
Eu não entendia direito aquilo, como assim ela queria ver o pauzão dele, em que momento ela soube que ele era grande?
Depois ela me confessou que quando desceu do carro pra respirar, Jose segurou o braço dela pra ajudar, e ela sem querer tocou no pau dele por cima da calça, ela olhou assustada, mas pelo fato de ter tocado, e ele disse pra ela não se assustar tanto, que ele tinha um membro grande mas não era motivo pra ela se assustar. Jose falou meio na brincadeira e meio a sério, como a gente faz muitas vezes, mas ela levou ao pé da letra, e me confessou que passou o resto do viajei fantasiando em ver e tocar aquela pica.
Então ela começou a despir ele, exatamente como ele tinha mandado. Tirou a camiseta dele, abaixou a calça e, quando puxou a cueca, saiu um pedaço de pica enorme, devia ter entre 20 e 22 centímetros, mais ou menos.
José mandou ela chupar ele, e sem hesitar um segundo, ela se ajoelhou na frente do macho dela, segurou com as duas mãos, levou até a boca e começou a beijar. Mais do que chupar, parecia que ela tava venerando, até que finalmente enfiou a cabecinha na boca.
José: Assim que eu gosto, que você faça tudo que eu mando.
Eu tava tipo num transe, fui me aproximando devagar, enquanto tirava a roupa. Minha pica já tava dura igual pedra. José mandou eu ficar do lado dele, e eu, sem saber bem por quê, obedeci. Aí ele tirou a pica da boca da minha esposa e colocou do lado da minha.
José: Qual você prefere? Qual você gosta mais? Qual você quer sentir bem dentro? Até o fundo, te enchendo toda?
A sua – ela falou, olhando pro José – enquanto enfiava de novo na boca pra continuar mamando.
José deitou no tapete, com a pica enorme apontando pro teto, e mandou minha esposa subir e cavalgar ele, enfiar tudo até o fundo da buceta dela, pra ver se cabia inteira ou não.
Minha esposa começou a sentar na pica dele, cada vez enfiava mais e mais até o fundo. Quando chegou quase a engolir tudo, só faltavam uns dois centímetros, aí ela parou e começou a subir e descer, pra engolir aquele pedaço enorme de carne. Às vezes mexia a cintura pra frente e pra trás, comendo quase inteira.
José: Tô vendo que você gosta muito da minha pica, já era hora de um macho de verdade com uma pica grande te comer, não é?
Sim, papai, adoro sua pica.
E enquanto minha mulher falava isso, continuava mexendo a cintura, até finalmente conseguir engolir toda aquela pica enorme. Quando ela tava toda dentro, José segurou ela pela cintura e começou a levantar. A cadera dela foi acelerando, era óbvio que aquele movimento tava deixando minha esposa louca, porque ela parou de se mexer e só se entregou pros movimentos do macho dela.
Eu não conseguia parar de olhar, ela tinha uma cara de satisfação que eu raramente via, tava realmente aproveitando muito a foda que ele tava dando nela.
De repente, o José parou os movimentos e mandou ela ficar de quatro, com as pernas apoiadas no sofá e os braços no encosto. Ela obedeceu e se posicionou de quatro, igual uma putinha esperando o macho pegar ela por trás, e o José não demorou pra ficar atrás dela, encostou a pica na entrada da buceta dela e não se mexeu mais… ela fez o resto, começou a rebolar pra trás, nunca tinha visto minha esposa com tanta vontade de pica, tava vendo ela como uma puta gulosa de verdade, e a cada rebolada pra trás, ela enterrava mais e mais a pica do amante.
José: Como você gosta da minha pica, não consegue nem segurar um segundo, quer ela dentro?
Ana: Tooodaaaaaa dentro eu quero!!!!!
José: Então pede, quero ouvir você falar.
Ana: Me fode papiiiii, quero que me foda e meta até o fundo, quero que você rasgue toda a minha buceta papiiiii… me fode agorrrraaaa
Ela tava se transformando numa mulher que eu quase não reconhecia mais, essa não era minha esposa, nem a que eu conheci 10 anos atrás, quando ainda tinha paixão entre a gente, mas esse homem de 50 anos com aquela barriga tava emputecendo minha esposa. De todos os caras que eu já imaginei que poderiam fazer a Ana gostar, nunca pensei que um cinquentão ia fazer ela ficar tão louca, mas era óbvio que ele sabia o que minha esposa queria, e tava dando… e tudo na minha frente…
O José agarrou ela e virou, deitou ela no sofá de barriga pra cima e abriu as pernas dela. No momento em que ele penetrou ela naquela posição, ela gritou de prazer, gemeu e se agarrou nas costas do macho, tanto com as mãos quanto com as pernas, que enlaçaram a cintura do José.
Aí o macho dela começou a se mexer e metia bem fundo, minha esposa gritava e gemia que nem uma louca, tava gozando como eu nunca consegui fazer ela gozar.
Ana: Aaaaiiii simmmm, mete até o fundo, filho da puuuuuta, você tá me matandooooo… mas não para… não para… Ahhhhh ahhhhhhhh aaahhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiii… assiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
E eu vi ela tendo um orgasmo do caralho… talvez o maior orgasmo que ela já teve na vida toda. Depois ela me disse que sentiu o que descreveu como vários orgasmos em sequência. E não foi o primeiro (coisa que eu achei que era) — era o terceiro que o macho dela tinha feito ela ter.
Naquela hora não aguentei mais e explodi, soltando porra do meu pau, direto no chão, bem do lado onde tava a marca da minha primeira gozada, que tinha sido quando ela tava montando nele, o balanço dos peitos da minha esposa me fez gozar na primeira vez, e sinceramente achei que não ia gozar de novo, mas tava muito enganado, porque quando o macho dela começou a fazer ela gozar tanto, tava comendo ela com uma força do caralho, e isso fazia os peitos dela balançarem de um jeito diferente do anterior, mas me excitou pra caralho também, isso junto com o orgasmo da minha esposa, fez um combo na minha cabeça que decretou minha segunda gozada, ainda mais abundante que a primeira.
Mas faltava o melhor, nessa hora o José tirou o pau e começou a se masturbar, enchendo a barriga da minha esposa de porra, bastante porra também caiu nos peitos dela, e um ou dois jatos foram parar na garganta e na cara… era impressionante a porra que esse garanhão soltou. Sem mentir, era pelo menos umas quatro gozadas minhas, eu não conseguia acreditar, e minha esposa também não.
Na manhã seguinte, enquanto a gente transava lembrando tudo que tinha rolado na noite anterior, ela me dizia que tava com medo de eu ficar puto, de ver ela gozando tanto com um estranho, de vê-la tão solta, não se sentia ela mesma. mesma, e era isso que lhe dava culpa.
Mas enquanto me dizia isso, eu a penetrava cada vez mais fundo, e cada vez mais forte.
Depois de um tempo, a gente tomou banho e saiu pra fazer compras. Quando voltamos pra casa, ela me confessou que tinha visto um segurança no shopping, e que deu uma vontade louca de dar pra ele. Dizendo isso, me pegou pela cabeça e me obrigou a descer pra chupar a buceta dela, que já tava bem molhada. Não demorou nada pra gozar, em pouquinho tempo já tinha chegado ao orgasmo, imagino que pensando no próximo amante dela, o segurança do shopping…”
Começamos a viagem e parecia que minha esposa ia vomitar. Aí o motorista parou o carro, desceu, deu a volta e abriu a porta onde ela tava, ajudando ela a descer segurando o braço dela, suave mas firme ao mesmo tempo. Ele tinha uns braços grandes e fortes. Ela ficou fora do carro por um minuto, mas nunca vomitou, então entraram de novo e seguimos viagem.
"Desculpa a parada brusca, senhor, achei que sua esposa fosse vomitar. Semana passada levei umas minas que voltavam de dançar e sujaram o carro todo, por isso preferi parar, melhor prevenir..."
"Eu agradeço, fez muito bem pra mim tomar um ar fresco. Já me sinto melhor, mais desperta e acordada, obrigada."
"Não, por favor, é um prazer poder ajudar. Não queria que você passasse mal. Esse vestido tão lindo que você tá usando não merecia ser sujado, fica muito bem em você assim."
Por um momento, tive a impressão de que eu tava sobrando ali, porque eles conversavam entre si, e toda vez que eu tentava falar, não me ouviam. Do motorista eu não podia reclamar, mas da minha mulher me surpreendia ela não me escutar quando eu falava com ela.
Seguimos viagem, e a conversa continuou só entre os dois. Eu quase não conseguia participar, só escutava. O José contou que na semana passada tinha levado três minas que voltavam de dançar, e uma delas vomitou no carro, sujando toda a roupa dela e sujando a amiga que tava do lado. Aí as duas minas tiraram a roupa... ficando ambas de calcinha e sutiã o resto da viagem.
E não te incomodou elas viajarem o resto do caminho só de lingerie?
: Não, de jeito nenhum, não tenho problema com isso, cada um faz o que quiser.
Ana: Você não ficava nervoso dirigindo e vendo elas assim, quase peladas?
Não, de jeito nenhum, eram três minas da sua idade mais ou menos, mas aqui entre nós, as três eram muito magrinhas, e eu não curto mulher assim, prefiro toda vida as que têm curvas, que nem você.
Eu não acreditava, o motorista do Uber tava dando em cima da minha esposa na minha frente, e ela recebia os elogios como se nada, feliz e sorrindo, feito uma colegial.
Apesar do ciúme que eu sentia, aquilo tava começando a me excitar, principalmente quando vi os biquinhos durinhos da minha esposa, eles só ficam assim quando ela tá muito tesuda, e isso me deu a certeza de que ela tava super excitada.
Então resolvi ir um pouco mais longe, apoiei minha mão na perna dela, e enquanto elas continuavam conversando, comecei a subir devagar por baixo da saia dela, até chegar na calcinha fio dental. Só de tocar a calcinha por fora já percebi que ela tava encharcada, nunca tinha visto ela tão molhada.
Na hora eu esperava que ela tirasse minha mão dali, mas pra minha surpresa ela não tirou, então continuei avançando, pra ver até onde ela ia me deixar chegar.
Comecei a esfregar a buceta dela por cima da calcinha, e ela me olhou um instante nos olhos. O olhar dela era pura safadeza, ela tava se divertindo pra caralho naquela viagem.
Já quase chegando em casa, o José comentou que aquela era a última corrida dele, e que o turno dele tava acabando. Minha mulher me olhou e na hora eu adivinhei o que ela queria, então concordei em silêncio. Ela perguntou pro José se ele queria subir em casa pra tomar alguma coisa, já que estavam se divertindo tanto com as histórias que ele contava. Claro que ele topou, não hesitou nem um segundo.
Já em casa, convidamos ele pra sentar no sofá, e enquanto ele se sentava, minha esposa perguntava o que ele Gostaria de tomar uma.
Me traz uma cerveja – ela falou diretamente pra mim – se não for muito incômodo.
E fui até a cozinha pegar as cervejas, trouxe uma grande e três copos, pra poder compartilhar, e grande foi minha surpresa quando voltei e vi os dois se beijando com uma paixão incrível, como se o mundo fosse acabar amanhã. Fazia muito tempo que não via minha esposa daquele jeito.
Embora fosse algo que eu já queria há um tempão, e talvez ao convidá-lo pra subir pra tomar algo eu também esperasse que isso acontecesse, fiquei duro olhando pra eles. Depois de alguns segundos, tentei me acalmar e apoiei a garrafa e os copos na mesa.
Percebi que não era só eu que tinha ficado duro olhando pra eles… já que meu pau ainda continuava duro.
Jose beijava ela e abraçava como um polvo, passava a mão e apertava a bunda dela, com a outra mão pegava nos peitos dela, sem nenhum tipo de delicadeza, quase grosseiramente, eu diria. Então aconteceu.
Jose: Tira o vestido e fica pelada, quero te olhar bem antes de te comer.
Ela obedecia sem hesitar, era como se estivesse em transe, era uma autômata, totalmente submissa. Tirou toda a roupa e ficou completamente pelada na nossa frente. Eu ainda não conseguia acreditar no que tava rolando, mas já tava mais relaxado e sabia como tudo ia continuar. Finalmente ia poder ver ela dando pra outro.
Jose: Agora tira a minha roupa.
Não aguento mais, já quero ver esse pauzão que você tem.
Eu não entendia direito aquilo, como assim ela queria ver o pauzão dele, em que momento ela soube que ele era grande?
Depois ela me confessou que quando desceu do carro pra respirar, Jose segurou o braço dela pra ajudar, e ela sem querer tocou no pau dele por cima da calça, ela olhou assustada, mas pelo fato de ter tocado, e ele disse pra ela não se assustar tanto, que ele tinha um membro grande mas não era motivo pra ela se assustar. Jose falou meio na brincadeira e meio a sério, como a gente faz muitas vezes, mas ela levou ao pé da letra, e me confessou que passou o resto do viajei fantasiando em ver e tocar aquela pica.
Então ela começou a despir ele, exatamente como ele tinha mandado. Tirou a camiseta dele, abaixou a calça e, quando puxou a cueca, saiu um pedaço de pica enorme, devia ter entre 20 e 22 centímetros, mais ou menos.
José mandou ela chupar ele, e sem hesitar um segundo, ela se ajoelhou na frente do macho dela, segurou com as duas mãos, levou até a boca e começou a beijar. Mais do que chupar, parecia que ela tava venerando, até que finalmente enfiou a cabecinha na boca.
José: Assim que eu gosto, que você faça tudo que eu mando.
Eu tava tipo num transe, fui me aproximando devagar, enquanto tirava a roupa. Minha pica já tava dura igual pedra. José mandou eu ficar do lado dele, e eu, sem saber bem por quê, obedeci. Aí ele tirou a pica da boca da minha esposa e colocou do lado da minha.
José: Qual você prefere? Qual você gosta mais? Qual você quer sentir bem dentro? Até o fundo, te enchendo toda?
A sua – ela falou, olhando pro José – enquanto enfiava de novo na boca pra continuar mamando.
José deitou no tapete, com a pica enorme apontando pro teto, e mandou minha esposa subir e cavalgar ele, enfiar tudo até o fundo da buceta dela, pra ver se cabia inteira ou não.
Minha esposa começou a sentar na pica dele, cada vez enfiava mais e mais até o fundo. Quando chegou quase a engolir tudo, só faltavam uns dois centímetros, aí ela parou e começou a subir e descer, pra engolir aquele pedaço enorme de carne. Às vezes mexia a cintura pra frente e pra trás, comendo quase inteira.
José: Tô vendo que você gosta muito da minha pica, já era hora de um macho de verdade com uma pica grande te comer, não é?
Sim, papai, adoro sua pica.
E enquanto minha mulher falava isso, continuava mexendo a cintura, até finalmente conseguir engolir toda aquela pica enorme. Quando ela tava toda dentro, José segurou ela pela cintura e começou a levantar. A cadera dela foi acelerando, era óbvio que aquele movimento tava deixando minha esposa louca, porque ela parou de se mexer e só se entregou pros movimentos do macho dela.
Eu não conseguia parar de olhar, ela tinha uma cara de satisfação que eu raramente via, tava realmente aproveitando muito a foda que ele tava dando nela.
De repente, o José parou os movimentos e mandou ela ficar de quatro, com as pernas apoiadas no sofá e os braços no encosto. Ela obedeceu e se posicionou de quatro, igual uma putinha esperando o macho pegar ela por trás, e o José não demorou pra ficar atrás dela, encostou a pica na entrada da buceta dela e não se mexeu mais… ela fez o resto, começou a rebolar pra trás, nunca tinha visto minha esposa com tanta vontade de pica, tava vendo ela como uma puta gulosa de verdade, e a cada rebolada pra trás, ela enterrava mais e mais a pica do amante.
José: Como você gosta da minha pica, não consegue nem segurar um segundo, quer ela dentro?
Ana: Tooodaaaaaa dentro eu quero!!!!!
José: Então pede, quero ouvir você falar.
Ana: Me fode papiiiii, quero que me foda e meta até o fundo, quero que você rasgue toda a minha buceta papiiiii… me fode agorrrraaaa
Ela tava se transformando numa mulher que eu quase não reconhecia mais, essa não era minha esposa, nem a que eu conheci 10 anos atrás, quando ainda tinha paixão entre a gente, mas esse homem de 50 anos com aquela barriga tava emputecendo minha esposa. De todos os caras que eu já imaginei que poderiam fazer a Ana gostar, nunca pensei que um cinquentão ia fazer ela ficar tão louca, mas era óbvio que ele sabia o que minha esposa queria, e tava dando… e tudo na minha frente…
O José agarrou ela e virou, deitou ela no sofá de barriga pra cima e abriu as pernas dela. No momento em que ele penetrou ela naquela posição, ela gritou de prazer, gemeu e se agarrou nas costas do macho, tanto com as mãos quanto com as pernas, que enlaçaram a cintura do José.
Aí o macho dela começou a se mexer e metia bem fundo, minha esposa gritava e gemia que nem uma louca, tava gozando como eu nunca consegui fazer ela gozar.
Ana: Aaaaiiii simmmm, mete até o fundo, filho da puuuuuta, você tá me matandooooo… mas não para… não para… Ahhhhh ahhhhhhhh aaahhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiii… assiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
E eu vi ela tendo um orgasmo do caralho… talvez o maior orgasmo que ela já teve na vida toda. Depois ela me disse que sentiu o que descreveu como vários orgasmos em sequência. E não foi o primeiro (coisa que eu achei que era) — era o terceiro que o macho dela tinha feito ela ter.
Naquela hora não aguentei mais e explodi, soltando porra do meu pau, direto no chão, bem do lado onde tava a marca da minha primeira gozada, que tinha sido quando ela tava montando nele, o balanço dos peitos da minha esposa me fez gozar na primeira vez, e sinceramente achei que não ia gozar de novo, mas tava muito enganado, porque quando o macho dela começou a fazer ela gozar tanto, tava comendo ela com uma força do caralho, e isso fazia os peitos dela balançarem de um jeito diferente do anterior, mas me excitou pra caralho também, isso junto com o orgasmo da minha esposa, fez um combo na minha cabeça que decretou minha segunda gozada, ainda mais abundante que a primeira.
Mas faltava o melhor, nessa hora o José tirou o pau e começou a se masturbar, enchendo a barriga da minha esposa de porra, bastante porra também caiu nos peitos dela, e um ou dois jatos foram parar na garganta e na cara… era impressionante a porra que esse garanhão soltou. Sem mentir, era pelo menos umas quatro gozadas minhas, eu não conseguia acreditar, e minha esposa também não.
Na manhã seguinte, enquanto a gente transava lembrando tudo que tinha rolado na noite anterior, ela me dizia que tava com medo de eu ficar puto, de ver ela gozando tanto com um estranho, de vê-la tão solta, não se sentia ela mesma. mesma, e era isso que lhe dava culpa.
Mas enquanto me dizia isso, eu a penetrava cada vez mais fundo, e cada vez mais forte.
Depois de um tempo, a gente tomou banho e saiu pra fazer compras. Quando voltamos pra casa, ela me confessou que tinha visto um segurança no shopping, e que deu uma vontade louca de dar pra ele. Dizendo isso, me pegou pela cabeça e me obrigou a descer pra chupar a buceta dela, que já tava bem molhada. Não demorou nada pra gozar, em pouquinho tempo já tinha chegado ao orgasmo, imagino que pensando no próximo amante dela, o segurança do shopping…”
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