Minha Sogra Gostosa | Cap I

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Capítulo 1 – Minha Sogra Gostosa.

Já fazia anos desde a última vez que saímos todos juntos. Não era por falta de vontade. Era por inércia.

Trabalho, contas, horários, visitas rápidas pra família nos domingos… a rotina se instala sem pedir licença. Quando a gente percebe, o calendário já não tem espaço livre. Tudo tá ocupado por algo que parece urgente.

A ideia da viagem foi da Maria.

Um passeio curto pra praia, umas cabanas que uma amiga dela alugava todo verão. Nada luxuoso, mas sossegado. Sol, mar, piscina, churrasqueira. Quatro dias longe da cidade.

A Lisa topou na hora. Eu também. A gente precisava.

Nosso primeiro ano de casamento tinha sido estável, até confortável. Compramos a casa, organizamos as finanças, consolidamos o trabalho. Era a vida adulta funcionando como devia.

Mas essa mesma estabilidade tinha um efeito colateral silencioso.

Cansaço.

A Lisa chegava tarde do escritório muitas noites. Eu também. Às vezes a gente jantava na frente da TV sem falar muito. Outras vezes a gente simplesmente dormia.

Nossa intimidade… tinha ficado irregular. Não inexistente, mas espaçada. Tinha dias que eu queria ela e não encontrava o momento. Ou o ânimo. Ou simplesmente a energia. E quando rolava, era rápido, quase funcional. Nada de ruim. Mas também não era o que a gente tinha sido no começo.

Por isso, quando a viagem apareceu, algo dentro de mim se ativou com uma expectativa bem concreta. Quatro dias juntos. Sem horários. Sem despertadores. Sem e-mails do trabalho. Quatro dias com a Lisa. Só a Lisa.

Saímos cedo na sexta.

O Rodrigo dirigia a caminhonete dele com a calma de sempre. A Maria ia no banho do carona, conferindo uma bolsa cheia de comida “por via das dúvidas”. A Lisa e eu íamos atrás.

O Arnold não pôde vir. Tinha alguma coisa na universidade, uma apresentação ou algo relacionado ao curso de artes visuais dele.

O Rodrigo tinha mencionado isso com certo orgulho durante o café da manhã antes de sair.

— O moleque tá metido nos projetos dele — disse, com um sorriso discreto. —coisas —disse ele—. Isso é bom.

Maria só assentiu. Não parecia chateada com a ausência dele. Mas também não estava particularmente contente.

A viagem durou quase três horas. Estrada aberta, calor aumentando conforme nos aproximávamos da costa, conversas intermitentes. Rodrigo falava de política e impostos. Lisa ouvia com atenção profissional. Eu olhava pela janela.

Quando o ar começou a cheirar a sal, soube que estávamos perto.

As cabanas ficavam a poucos metros da praia, separadas da areia por uma faixa de palmeiras e uma trilha de madeira. Eram construções simples: paredes brancas, telhados inclinados, varandas amplas com redes.

Nada sofisticado. Mas o lugar tinha algo agradável.

Silêncio.

O tipo de silêncio que só existe longe da cidade.

Dividimos os espaços rapidamente. Rodrigo e Maria pegaram uma das cabanas pequenas. Lisa e eu outra igual, a uns dez metros de distância. A terceira era uma área comum com cozinha, mesa grande e uma piscina retangular atrás.

O sol estava alto quando terminamos de descarregar as malas. O calor era pesado, úmido.

Lisa prendeu o cabelo com um elástico enquanto olhava ao redor.

—Isso tá perfeito —disse ela.

Sorri.

—Falei que valia a pena vir.

Maria saiu da cabana dela naquele momento com uma bandeja de copos.

—Primeiro, hidratação —anunciou—. Depois, piscina.

Rodrigo soltou uma risada grave.

—Essa é a minha mulher.

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Uma hora depois, estávamos todos de biquíni. Lisa usava um biquíni simples azul escuro. Nada chamativo, mas elegante. A figura dela ainda era esbelta, com aquela linha fina que sempre teve. Quadris discretos, pernas longas. Conhecia ela de cor. Já tinha visto aquele corpo centenas de vezes. Talvez por isso não esperava que algo mais chamasse minha atenção naquele dia.

Mas aconteceu.

Maria apareceu na piscina alguns minutos depois de nós. Ela não usava biquíni. Um Maiô de uma peça só, florido, com tons suaves. Algo que qualquer mulher da idade dela poderia ter escolhido sem pensar muito. Nada provocante. Nada feito pra exibir. E mesmo assim…

Lembro do momento exato em que a vi caminhando até a borda da piscina. O corpo humano reage antes da mente. Primeiro foi isso. Uma reação.

Maria sempre foi uma mulher de corpo cheio, isso eu sabia. Mas vê-la de maiô era diferente de vê-la nos encontros de família com vestidos soltos ou blusas largas.

O tecido se ajustava ao corpo dela. Quadris marcados. Pernas fortes. Um rabo redondo que o maiô não escondia totalmente. E uma cintura que ainda mantinha uma curva surpreendentemente definida.
Não era um corpo jovem. Mas era… impactante. Maduro. Feminino de um jeito que não passava despercebido.

Me peguei olhando pra ela mais do que devia. Maria não parecia perceber nada. Chegou na borda, testou a água com o pé e depois mergulhou com um pulinho desajeitado que fez espirrar no Rodrigo.

— Maria! — ele reclamou, rindo.

Lisa nadou até ela.

— Tá perfeita — disse.

As duas começaram a conversar perto da borda enquanto Rodrigo procurava uma cerveja no cooler. Eu fiquei uns segundos a mais parado na água. Observando. Não de forma escancarada. Não virando a cabeça igual um adolescente. Era mais sutil que isso. Olhadas rápidas. Instintivas.

Quando Maria se apoiava na borda da piscina, o movimento da água desenhava a curva dos quadris dela. Quando ela virava pra falar com o Rodrigo, o tecido molhado do maiô se ajustava nas costas e na parte de baixo da cintura.

Era estranho. Nunca tinha pensado nela desse jeito antes.

Era minha sogra.

A mãe da Lisa.

Por anos ela tinha sido só isso: parte da família, presença constante em encontros, aniversários, almoços de domingo. Mas naquele momento… alguma coisa tinha mudado. Talvez fosse o contexto. A praia. O calor. A roupa mínima. Ou talvez fosse outra coisa.

Algo que vinha se acumulando há tempos sem que eu percebesse. Meses de desejo reprimido. Meses de pouca intimidade. O corpo busca uma saída pra essa energia. E às vezes encontra onde não deveria.

Lisa nadou até mim e se agarrou no meu pescoço.

— No que você tá pensando?

Olhei pra ela. Sorri.

— Que a gente devia ter feito isso antes.

Ela me deu um beijo rápido.

— Hoje à noite eu quero você só pra mim.

Senti um pequeno choque de excitação percorrer meu corpo.

— Fechado.

Mas quando levantei o olhar por cima do ombro dela… Maria estava saindo da piscina. A água escorria pelas pernas dela enquanto subia os dois degraus da borda. O maiô molhado marcava cada curva. Ela se inclinou levemente pra pegar uma toalha na cadeira. E por um segundo — um só — meu olhar ficou preso na forma redonda do quadril dela por baixo do tecido.

Desviei os olhos na hora. Como se alguém pudesse ter notado. Como se aquele simples instante já fosse uma pequena transgressão. Respirei fundo.

Era absurdo. Só um olhar. Nada mais. Mas alguma coisa no meu corpo já tinha acordado. E o pior é que mal tinha começado o primeiro dia da viagem.

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A tarde foi se apagando com uma lentidão gostosa. Depois da piscina vieram os banhos rápidos, depois a churrasqueira que Rodrigo insistiu em preparar ele mesmo. O cheiro da carne assando se misturava com o ar salgado que vinha da praia.

Quando o sol começou a cair atrás do mar, já tínhamos umas cervejas na cabeça. Rodrigo, meu sogro, era quem mais falava. Contava histórias de quando Lisa e Arnold eram crianças, anedotas que eu já tinha ouvido antes mas que sempre voltavam quando tinha bebida no meio.

Maria ria com facilidade. Sentada na nossa frente na mesa comprida de madeira, com um vestido leve que batia no joelho, ela parecia relaxada de um jeito que eu nunca tinha visto. Não notava isso há meses.
A praia fazia isso com as pessoas. Baixava as defesas.

Lisa tinha se encostado em mim, com uma taça de vinho girando entre os dedos enquanto ouvia o pai.

— Lembra quando o Arnold quis pintar a garagem inteira de azul? — disse Rodrigo.

Maria soltou uma gargalhada.

— Não era azul. Era um… turquesa horrível.

— Arte moderna! — respondeu Rodrigo, levantando a garrafa.
Todos rimos.
O álcool começou a circular mais rápido depois do jantar. Primeiro cerveja. Depois uma garrafa de rum que Rodrigo apareceu como se tivesse esperado o momento certo pra tirar. As conversas ficaram mais caóticas, mais sobrepostas.

Lisa apoiou a cabeça no meu ombro enquanto ouvíamos os pais dela discutirem amigavelmente sobre quem tinha esquecido de reservar as cabanas no ano anterior.

Eu ria junto. Mas ao mesmo tempo… observava. Era inevitável. A iluminação do lugar era fraca: duas luminárias penduradas sobre a mesa e a luz quente que vinha das cabanas. Quando Maria se inclinava pra frente pra se servir de mais bebida, o vestido se ajustava na cintura dela. Quando cruzava as pernas, o tecido subia o suficiente pra mostrar um pedaço das coxas.

Não era um gesto provocante. Era natural. Era isso que tornava difícil ignorar. Cada vez que eu levantava o olhar, meus olhos voltavam pra ela automaticamente. Me forçava a olhar pra outra coisa. A garrafa. A mesa. O mar escuro além das palmeiras.

Mas cedo ou tarde voltava. Talvez fosse o álcool. Talvez fosse a lembrança do biquíni na piscina horas antes. Ou talvez fosse algo mais simples.

Maria era uma mulher gostosa. E eu… tava começando a admitir isso.

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Rodrigo foi o primeiro a desistir. Depois de mais um copo de rum, ele se levantou com uma certa moleza e anunciou:

— Eu já não aguento mais essas maratonas.

Maria olhou pra ele com uma mistura de carinho e resignação.

— Você sempre diz a mesma mesmo.
—Porque é sempre verdade.

Nos despedimos entre risadas. Eles caminharam devagar até a cabana deles, Rodrigo com um braço em volta dos ombros da esposa. Lisa e eu ficamos mais alguns minutos na mesa.

O silêncio que ficou depois que eles foram embora era gostoso. A noite na praia tem um som especial. O mar, constante. O vento mexendo as folhas das palmeiras.

Lisa terminou o vinho e deixou a taça na mesa.
—To cansada — disse, se espreguiçando.

Olhei pra ela. Os olhos dela brilhavam por causa do álcool e as bochechas estavam levemente coradas.
—Eu também.

Ela se levantou e me pegou pela mão.
—Vamos.

Caminhamos até nossa cabana com passos lentos na areia do caminho. Quando entramos, o ar-condicionado nos recebeu com uma lufada de frescor. Lisa fechou a porta atrás de nós e se apoiou nela por alguns segundos. Depois me olhou com um sorriso diferente. Um sorriso que eu conhecia muito bem.
—Te falei uma coisa esta tarde — murmurou.

Me aproximei.
—Lembro.

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O quarto estava mal iluminado pelo abajur da mesa de cabeceira. Lisa se aproximou primeiro. As mãos dela deslizaram pelo meu peito enquanto me beijava. O beijo tinha algo diferente dos que a gente tinha dado ultimamente. Mais fome. Mais intenção.

Talvez o álcool tivesse soltado a tensão acumulada das últimas semanas. Talvez fosse simplesmente o fato de estar longe da rotina.

Beijei ela com a mesma intensidade. Senti os dedos dela deslizarem por baixo da minha camiseta enquanto a gente recuava pra cama.

Caímos no colchão entre risadas curtas. Lisa se acomodou em cima de mim e me olhou com aquela expressão que sempre aparecia quando ela tava realmente excitada.
—Tava com saudade de você assim — sussurrou.

Não respondi com palavras. Puxei ela pra perto e beijei de novo. As mãos se moviam com familiaridade. Era um corpo que eu conhecia perfeitamente. A curva das costas dela. O formato dos quadris. A textura da pele sob meus dedos. Tudo era familiar. Seguro.

Agarrei ela pela bunda, segurei firme, me deixando levar no movimento dela. Comecei a beijar o pescoço dela.

— Tem certeza?... Seus pais… — Eu falava entre beijos no pescoço dela. Ela começou a dar gemidinhos baixos.

—… Sim… Não vamos fazer muito barulho… — Ela respondeu entre sussurros.

Não precisava de mais nada. Apertei com força a bunda dela e intensifiquei os movimentos. Fiz ela sentir bem minha dureza, o que ia enfiar bem fundo nela em alguns minutos. Ela me abraçou forte e começou a me beijar com paixão, era um amasso daqueles. Tava com muita vontade, sempre que bebia ficava muito safada.

— Mmmm — Ela me beijava com fome, e eu respondia igual.

De repente senti a mão dela no meu pau, me acariciando, sentindo a dureza. Já não aguentava mais. Ela começou a levantar minha camisa, e enquanto fazia isso beijava meu torso. Adoro a entrega dela, essa paixão. Depois foi pro short, já sabia o que vinha. E claro, ela se ajoelhou entre minhas pernas, tirou minha cueca e começou um boquete daqueles que ela quase nunca faz, dava pra ver a fome de pau que ela tava. E eu ia satisfazer ela. Subia e descia, engolindo tudo no caminho, babando o tronco inteiro, esticava a língua e lambia de cima pra baixo, desceu mais e começou a chupar minhas bolas também, uma e depois a outra, e aí voltava a subir até engolir tudo de novo. Ficou um tempão nisso até que senti que ia gozar, tive que tirar ela, e ela reclamou, tinha tirado o aperitivo favorito dela.

Coloquei ela em cima de mim, mas dessa vez eu era o apaixonado. Dei um amasso nela enquanto tirava o sutiã, e em seguida comecei a chupar aquele par de peitos. Não eram pequenos, mas também não eram grandes. Os bicos estavam duros, eu passava a língua, sugava eles. Fiquei muito tesudo com o show dela e aquela atitude tão puta. Passei a boca toda pelos peitos dela, enquanto ela já tinha começado a dar gemidos baixinhos.

Virei ela de na cama, e tirei a última peça que ainda estava nela, aquela calcinha fio-dental minúscula, que já estava encharcada. Abri as pernas dela, e fui descendo, percorrendo o corpo dela com beijos. Puxei ela mais para a borda da cama e me ajoelhei no chão. Ia devolver o prazer.

O cheiro dela de mulher no cio me inundou, e me deixou igual um bicho. Comecei a lamber ela toda de cima a baixo, já estava bem molhada. Percorria a buceta dela, percorria a cavidade, enfiava a língua até onde dava. Ela me puxou pelo cabelo e se esfregava mais, mexendo a cintura. Parecia que ia gozar, então intensifiquei as lambidas, e no momento em que enfiei um dedo para estimular o ponto G dela, ela começou a tremer, e a gemer mais do que o normal, o que fez ela pegar um travesseiro para morder. Continuava tendo espasmos e me apertava com força na cabeça.

Ela se contorcia de prazer.

Assim que me soltou, beijei as pernas dela, e fui subindo.

Tinha chegado a hora do melhor.

Ajeitei ela bem na cama, abrindo as pernas dela. Ela ainda estava meio fora de si, se deixava manusear como uma boneca. Ajeitei meu pau e fui penetrando devagar.

— Ah… — Ela começou a gemer baixinho enquanto eu penetrava até o fundo.

Que prazer gostoso. Sentia o calor dela e como ela me apertava, estava ansiosa para ter algo dentro. Comecei a bombar devagar, sentindo a umidade dela. Peguei uma das pernas dela e levantei mais, até o joelho quase encostar no peito, abri mais, queria chegar no fundo.

Via o rosto dela congestionado de prazer. Os olhos fechados, a boca aberta, soltando gemidos abafados. Aos poucos, comecei a aumentar o ritmo.

— Ahh… Ahh…

Ela deixava escapar alguns gemidos que tentava calar. Os pais dela estavam no quarto ao lado…

O ritmo entre nós começou a se construir naturalmente, como tantas vezes antes. Mas em algum momento, enquanto a Lisa respirava mais rápido contra meu pescoço… Uma imagem apareceu na minha cabeça. Não procurei por ela. Simplesmente Surgiu. Maria saindo da piscina. O biquíni molhado marcando a cintura dela.
A água escorrendo pelas pernas dela.

Fechei os olhos com mais força. Tentei me concentrar no corpo da minha esposa. Na respiração dela. Nas mãos dela se agarrando aos meus ombros.

Mas a mente tem um jeito curioso de insistir no que não deveria. Outra imagem. Maria se inclinando na mesa naquela mesma noite. O tecido do vestido esticando na cintura dela. A curva larga do corpo dela ao se mexer.

Abri os olhos.

Lisa continuava concentrada em nós, alheia a qualquer outra coisa. Me beijou com mais intensidade.

— O que foi? — perguntou entre respirações.

— Nada.

Abracei ela com mais força.

Via o rosto da Lisa. Os traços faciais dela, o formato dos olhos, o nariz empinado parecido com o da minha sogra. A Lisa tinha uma grande semelhança com a mãe no rosto. E só por ter lembrado dela, foi inevitável ver na filha a Leonor, minha sogra.

Isso só fez aumentar meu estado de excitação e subir como poucas vezes. Observava as expressões sexuais da Lisa e via minha sogra nelas. Os mesmos olhos claros, o timbre de voz parecido.

— Ahhh… Ahhh… Ahhh…

Comecei a meter mais forte. Peguei a outra perna dela e levantei igual à outra, e metia mais forte.

— Ahhh… amor…

Olhava o vai e vem dos peitos dela. Imaginava os peitos da minha sogra, como eles também balançariam, pensava que com certeza por serem maiores balançariam mais. Comecei a chupá-los enquanto não parava de penetrar ela. Vinha na minha mente hoje na praia, minha sogra com aquele conjunto.Essas tetas devem ser um prazer chupar.Subia pelo pescoço dela, até chegar na orelha.

—Tá gostando?...

Ela tava de olhos fechados, ainda tentando segurar os gemidos, concentrada no próprio prazer, mas ao mesmo tempo ciente de que os pais podiam ouvir.

—Tá gostando?

Queria que ela respondesse. Ouvir a voz dela no meio dos gemidos e ofegos, tentando falar enquanto tava toda agitada. Eu tava muito excitado.

—… Sim…

Quase não escutei.

—O quê?

—… Sim… Tô gostando…

Continuei metendo nela, até que comecei a perceber que os gemidos dela aumentavam. Como ela começava a se alvoroçar. Sabia que ela ia gozar, então meti mais forte.

—Ahhh Ahhh Ahhh assim…

Até que, no meio de convulsões e espasmos, ela começou a gozar. Era uma delícia sentir a buceta dela apertando.

Depois de um tempo, virei ela de quatro. Passei meu pau no meio da bunda dela, bati com ele nas nádegas, e ajeitei pra começar a meter. Fui até o fundo e fiquei lá, curtindo o prazer.

—Ahhh…

Sentia o calor dela. Sentia a bunda dela, a divisão das nádegas bem colada em mim. Comecei a bombar. Primeiro devagar, sentindo muito prazer cada vez que enfiava e esperava pra tirar devagar de novo. Pra depois aumentar o ritmo. Nossos corpos grudavam por causa do suor dos dois. Tava muito calor.

Ela tava com o rosto enfiado num travesseiro, pra abafar os gemidos.

Eu segurava ela pela cintura e apalpava a bunda dela, dava tapas. E de novo, me veio a Maria na cabeça, a bunda dela naquele conjunto pequeno parecia que tava devorando o biquíni, aquela senhora de bundão tinha perturbado minha mente. Peguei a Lisa pelos ombros e comecei a montar nela que nem um cavalo.

—Ahhh Ahhh Ahhh — Dava pra ouvir os gemidos dela de tão forte que eu tava metendo.

O som típico de palmas inundava o quarto. Já não tava mais ligando se iam nos ouvir, não faltava muito pro meu clímax.

—Era isso que você queria? — Falei no meio da minha excitação. —Então é isso que você vai levar.
—Ahhh ahhh

Eu tava metendo com tanta força que a cabeça dela começou a bater na cabeceira da cama. E bem quando faltava pouco, ela gozou de novo. Quase não senti as contrações dela de tão agarrada que eu tava segurando ela, mas senti muito bem os espasmos da buceta dela. E sentir aquilo me deu um tesão tão grande que comecei a gozar jorrando bem dentro dela. Mas tirei pra derramar os últimos jatos no meio das nádegas dela. Era uma delícia, ver aquela raba e aquela buceta bem cheias de porra.Como será ver a rabuda da minha sogra assim? UffDei um tapa final na bunda dela e me deitei. Tinha sido apoteótico. Renata continuava na mesma posição, tentando recuperar o ritmo normal da respiração.

Olhei para cima. Agora que tudo estava calmo, me perguntava se não tinha dado pra ouvir alguma coisa.Tomara que não.María…
Não conseguia acreditar que imaginei minha sogra enquanto comia a Lisa. Já tava começando a me assustar, nunca tinha acontecido algo assim, nem com minha ex-mulher. Mas aí veio de novo na minha mente o corpanzil gostoso da minha sogra, e não deu pra evitar começar a ficar excitado de novo.Ter aquela rabuda de quatro deve ser uma delíciaTentei me concentrar de novo. No presente. Na Lisa. No que estava acontecendo ali mesmo. E por alguns momentos, conseguia.

Mas, de vez em quando…

Aquela outra imagem voltava. A figura da Maria se movendo perto da piscina. O jeito dos quadris dela ao caminhar até a mesa. A maturidade do corpo dela comparada com a linha mais fina da Lisa.

Era uma comparação que eu nunca tinha feito antes. E agora aparecia sem eu procurar. Não que eu tivesse parado de desejar minha esposa. Isso ainda estava lá. Mas tinha algo a mais. Uma camada nova na minha mente. Uma curiosidade. Uma imagem que se infiltrava entre os pensamentos.

Olhei pra Lisa, abracei ela enquanto o corpo dela relaxava devagar.

Depois veio o silêncio. Só o som do ar-condicionado e do mar distante atrás das paredes de madeira.

Lisa apoiou a cabeça no meu peito.

— Isso sim era necessário — murmurou com uma risadinha cansada.

Passei a mão no cabelo dela.

— É.

Por uns minutos, a gente não falou nada.

A respiração dela foi se acalmando aos poucos. Eu sabia o que vinha depois. O sono. Lisa sempre dormia rápido depois. E não foi diferente naquela noite. Em menos de dez minutos, o corpo dela já estava completamente relaxado contra o meu.

Eu, por outro lado, continuei acordado. Olhando pro teto. Com a mente se movendo em silêncio. Tentei revisar o dia. A estrada. A chegada nas cabanas. A piscina.

E aí voltou. A imagem da Maria. Aquela mesma cena rápida na borda da piscina. O jeito que o biquíni tinha se ajustado no corpo dela quando saiu da água.

Franzi a testa no escuro. Era absurdo. Era minha sogra. A mãe da mulher que dormia do meu lado.

Virei um pouco a cabeça. Lisa continuava profundamente adormecida. Respiração tranquila. Uma mão apoiada na minha barriga. Apaguei o abajur da mesa de cabeceira. O quarto ficou na penumbra.

Fechei os olhos. Tentando dormir. Mas em algum lugar da minha mente, ainda continuava flutuando a mesma imagem. Os quadris da Maria se movendo devagar ao sair da piscina. E aquela sensação desconfortável de que esse pensamento… já tinha criado raízes.



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