Ajuda da minha prima gostosa

Esta história é de um seguidor. Tenho uma prima chamada Alejandra que é muito gostosa e tem um corpo de dar inveja, uma bunda que se destaca em qualquer roupa que ela veste e uns peitos incríveis. Faz tempo que eu tava de olho nela, porque numas férias em família que a gente convidou ela, pude ver ela num biquíni preto que se encaixava muito gostoso nas nádegas dela, tava uma delícia. Já bati umas punhetas pras fotos de família onde ela aparece e desde então tenho uma puta tesão nela. Eu trabalho com encanamento, elétrica e essas coisas, então sempre que tem um probleminha me chamam pra arrumar, e ela não era exceção. Ela me ligou num sábado pra trocar uns lustres de teto e outros detalhes na casa dela. Normalmente, quando eu ia consertar alguma coisa, o marido dela tava por perto, e ela, à vontade, usava roupas leves por causa do calor, blusas de alcinha e shorts bem curtinhos. Eu sempre dava aquela olhada quando ia lá, mas naquele sábado que fui, o marido não tava, porque mandaram ele pra outro estado por uma semana. E pra falar a verdade, não dei muita importância, porque tinha aquela mentalidade de que, mesmo se quisesse, não ia rolar nada. E olha só como eu tava enganado. Ela me recebeu como sempre, cumprimentou com beijo no rosto e ofereceu algo pra beber enquanto me mostrava a área pra trabalhar. Ela tava com uma blusa daquelas apertadas que não cobrem o umbigo e um short folgado e curto que deixava pouco pra imaginação. Enquanto ela me explicava, eu olhava pras pernas dela e pros peitos. Por causa do calor, ela tava meio suada e dava pra ver umas gotinhas no pescoço. Resumindo, ela terminou de explicar e eu fui trabalhar. Tinha que trocar 4 lustres de teto, que até é simples, mas a altura do teto é bem alta, então tive que usar uma escada grande. Troquei os dois primeiros de boa, mas no terceiro, o chão tava meio instável pra escada, mas não me importei porque já tinha trabalhado assim outras vezes. Subi, tirei a lâmpada velha e, quando tava descendo a escada, ela começou a inclinar pro lado e eu... caio direto no chão, não foi uma queda forte, mas a escada bateu no meu joelho. Alejandra veio ver o que tinha acontecido. Alejandra: caiu ou o que foi esse barulho tão feio? Eu: é, a escada caiu, bateu no meu joelho. Alejandra: ah, não me diga isso, vou te ajudar a levantar, tá doendo? Eu: sim, caiu todo o peso ali. Levantei com dificuldade, mas o joelho doía pra caralho na hora. Ela me deu o ombro pra me apoiar e me levou pra sala. Alejandra: foi muito forte? Não se machucou, né? Espera, vou pegar algo pra dor. Eu: sim, caiu a escada inteira, tá doendo pra cacete. Espero que seja só o tombo, não se preocupa. Alejandra: vamos dar uma olhada, não pode ser algo mais grave. Espera, vou pegar um negócio. Ela voltou com uma caixinha cheia de coisas pra curar ferimentos, mas a calça que eu tô usando pra trabalhar é grossa e não dá pra subir além da panturrilha. Alejandra: sobe a calça, vou ver se não abriu um ferimento. Eu: tô tentando, mas não sobe. E dói fazer força. Alejandra: corto? Ou como vou te examinar? Não posso te deixar assim. Eu: sei lá, não consigo pensar direito, jaja. Mas não é tão grave pra cortar. Alejandra: já sei, tira ela só pra eu dar uma olhada. Fiquei meio surpreso com a naturalidade que ela falou, mas com a dor, tava preocupado se era algo mais sério. Eu: então vou no banheiro e te chamo pra entrar e dar uma olhada. Alejandra: mas você não consegue andar assim. Tira aqui, eu viro de costas e você me avisa. Eu: tá bom, vira de costas. Desabotoei a calça e fui descendo sem pensar em mais nada além da dor. Do jeito que deu, tirei a perna machucada da calça, sentei de novo e me cobri com o resto da calça. Eu: já, já pode virar. Ela se virou e, em silêncio, se abaixou e começou a examinar meu joelho. Tocava em partes e perguntava se doía, procurava sangue ou hematomas. Enquanto ela me examinava, acho que fui me acalmando e comecei a pensar mais fundo, percebendo o ambiente. Tinha um espelho de Na minha frente, bem onde ela tinha se virado pra não me olhar, fiquei pensando: "Será que ela me viu tirando a calça? Será que se recusou a me deixar ir ao banheiro pra me ver? Foi um acidente? Ela queria me ver tirando a roupa?" Enquanto pensava nisso, eu quase encarava ela pelo espelho. A bunda dela tava incrível, agachada na minha frente, deixando ver um pouco da calcinha que ela usava, com a cabeça como se tivesse me dando um boquete. Só de pensar nisso, comecei a ficar de pau duro. Notei como o resto da calça que cobria minha rola se mexia um pouco, e coloquei minhas mãos ali pra disfarçar o movimento. Nisso, ela apertou bem forte meu joelho, me fazendo reagir e levantar um pouco a perna. Senti o roçar das coxas dela na minha panturrilha.

Alejandra: Desculpa, doeu?
Eu: Um pouco, mas foi reflexo, levantei a perna.
Alejandra: Percebi, haha. Parece que não tem nada, só vou passar uma pomada pra dor e diminuir a inflamação.

Ela tirou a pomada da caixinha e começou a massagear minha perna e joelho.
Alejandra: Tem que agir nos músculos da perna pra baixar a inflamação e não doer mais.

Ela falava isso enquanto descia pra massagear minha panturrilha, depois subiu pra minha coxa, que ainda tava coberta pela calça.
Alejandra: Levanta, tenho que passar em toda a perna.

Eu concordei com a cabeça e levantei mais a calça. Praticamente só cobria minha rola, porque a cueca ficou de fora. Ela continuava massageando minha coxa, as mãos dela tão perto de mim me deixavam muito excitado. Fiquei de pau duríssimo. Comecei a pensar com mais tesão: "Será que ela percebe que tô duro? Será que vai se incomodar se eu me descobrir? Não diria nada se fosse um acidente, será?"

Já bem excitado, tive uma ideia. A dor tava passando, então podia fingir relaxamento e talvez me descobrir um pouco.
Eu: Ahh, que massagem gostosa, a dor tava diminuindo.
Alejandra: É pra isso que serve. Com isso, você deve ficar melhor daqui a pouco.

Enquanto falava, relaxei. as mãos e deixei que a calça deslizasse pelas minhas coxas, deixando ver a cabeça do meu pau por cima da cueca.
Alejandra: aprendi isso numas aulas de fisioterapia que o Arturo (o marido dela) pagou, porque depois ele chega todo dolorido e me pede massagem.
Eu: uau, isso é sorte, ter uma massagista em casa pra quando precisar, haha.
Alejandra: pois é, ele devia se sentir sortudo, mas ultimamente nem me pede nada.
Eu: nossa, se minha namorada soubesse disso, eu pedia toda semana, porque tem trampo que tenho que ficar agachado e minhas costas doem.
Alejandra: hahaha, imagino que deve doer mesmo. Já que eu tô aqui na sua perna, por que não faço uma nas suas costas?
Eu: ah, se não for incômodo, haha, vou aproveitar sua generosidade.
Alejandra: bom, então você vai ter que tirar a camiseta.
Eu: tem certeza? A calça já tá meio abaixada também.
Alejandra: sim, não tem problema, senão não funciona a massagem.
Eu: tá bom, mas vira de costas enquanto eu deito e me ajeito.

Ela virou de costas, e eu, de olho, olhei pra bunda dela que tava de frente pra mim. Lembrei do espelho, então, com sutileza, virei o olhar enquanto tirava a camiseta e era exatamente o que eu pensei: ela tava me encarando. Pensei mil coisas naquele momento, mas cheguei a uma conclusão: não era à toa que ela tava me olhando daquele jeito.
Eu: ei, te incomoda se eu tirar a calça também? Tô meio desconfortável com ela meio abaixada.
Alejandra: pode tirar, pra você ficar à vontade.

Na hora, me levantei pra tirar ela por completo, mas devagar, tentando destacar que eu tava de pau duro. Quando tirei, fiquei de pé pra dar uma olhada no espelho de canto, e sim, ela continuava me olhando, mas não exatamente pra mim — tava olhando pro meu pau, já sem vergonha. Naquele momento, soube que tinha que agir rápido. Primeiro, fiquei encarando a bunda dela também, até ela perceber.
Eu: ei, mas como eu deito? Tem um jeito certo ou como?
Alejandra: vou me virar pra te mostrar.

Ela se vira e fica de frente pra mim. chegou perto pra me dizer como deitar, mas nisso a Alejandra fala: sabe o que é, você não pode deitar por causa da sua perna, melhor assim sentado, só vira de costas e eu faço o que posso. Eu: tá bom, então só fode aí minhas costas. Virei e fiquei de costas pra ela, aí ela passou um creme que tirou da caixa e começou a massagear meus ombros e a parte alta das costas. Alejandra: nossa, você tá cheio de estresse, tem os ombros e as costas tensos, vamos ter que trabalhar pesado nisso. Eu: é, o trabalho tem sido pesado, tô com uns probleminhas com minha namorada, tô precisando de um desestresse. Alejandra: precisa mesmo, eu tô igual, não saio daqui e quando meu marido chega é só briga, acho que ele deve ter outra, haha. Eu: não, acho que ele não é tão imbecil pra trair uma mulherão dessas que tem em casa. Alejandra: haha ayy primo, o que cê tá dizendo, pois tem quem faça isso, preferem enganar as esposas com uma feia em vez de uma bonita e de corpo bom. Eu: igual você? Digo, não que você faça essas coisas. Alejandra: hahaha pois é, só pra dar um exemplo, mas me diz, o que você escolheria? Uma feia ou uma como eu? Eu: óbvio uma como você, massagista, com um corpo gostoso e muito bonita. Alejandra: haja, que coisas você fala, ouviu, você tem muita tensão nos lados, mas isso se libera massageando o peito, vira de frente um momento. Virei e fiquei de frente pra ela, ainda com a pica dura e ela sabia, enquanto massageava meus lados, via o olhar dela descer de repente por uns segundos. Eu: aii ale, como o massagem é relaxante, parece que a tensão vai embora. Alejandra: sim, você tem os músculos duros e tensos, temos que liberar toda essa tensão. Eu: sinto que tá funcionando. Dizia tudo isso enquanto olhava os peitos dela que balançavam junto com as mãos, ela tinha o olhar fixo na minha pica e parou de fazer força no massagem. Eu: então, que problemas você tem com seu marido? Ele já não pede mais massagem? Alejandra: ele não me abraça mais nem me fala coisas gostosas, nem nada. mal me toca, faz tempo que a gente não faz isso
Eu: esse filho da puta, não valoriza o que tem, com uma mulher gostosa pra caralho em casa e desperdiça, eu não perderia chance de fazer um love numa dessas
Alejandra: ah sim primo, tenho certeza que seria assim, ei se você tá com tensão na parte da frente olha só vou te mostrar
Ela começou a descer as mãos pelo meu torso enquanto dizia
Alejandra: olha, no abdômen tá contraído, e aqui nas laterais tão duros
Ela continuava descendo a mão devagar, eu obviamente já sabia onde isso ia dar, então só me inclinei um pouco pra trás, expondo mais minha pica pra ela
Alejandra: olha, aqui o músculo tá bem duro
Falou enquanto passava os dedos por cima da minha pica, nessa hora com uma mão acariciei a bochecha dela
Eu: siim, tá bem duro aí, tem alguma massagem pra essa área? Pra relaxar
Alejandra: tem sim, mas preciso abaixar isso
Disse enquanto tirava minha cueca e minha pica já dura pra caralho saltou, ela pegou e começou a acariciar devagar, enquanto eu acariciava o rostinho dela ela se deitou deixando a cabeça perto da minha pica
Alejandra: essa massagem tem benefícios pros dois, primo
Eu: ah é? Quais são?
Alejandra: alivia teu estresse e relaxa aqui embaixo, e pra mim você dá o que me falta
Eu: parece uma massagem boa, por que não começa de uma vez?
Não tinha terminado de falar a última frase quando ela enfiou minha pica na boca, senti um prazer do caralho, minha prima, a que eu tanto fantasiei, tava chupando minha pica com vontade, eu continuei acariciando o rostinho dela e ela me olhava enquanto chupava
Eu: uff, tava precisando mesmo, você tá fazendo com força
Ela continuou sugando tudo que saía da minha pica, até que eu parei ela e falei
Eu: sobe em cima de mim, também quero te saborear
Ela fez na hora e finalmente pude ter aquela bunda enorme na minha cara, abaixei um pouco o short dela e afastei a calcinha que ela tava usando, tava muito molhada então rápido me joguei pra chupar todo o clitóris dela, ela começou a gemer
Alejandra: ahh Siiii, siii, primo, aí, aí. Eu: que delícia, sabia, priminha Alejandra; é todo seu, faz o que quiser comigo. Essa frase me excitou ainda mais e chupei com mais força, tanto que ela parou de chupar meu pau pra só gemer. Alejandra: ahh, siii, siii, vou gozar, vou gozar, continua assim, siii. Ela gozou na minha cara, senti o corpo dela desabar sobre o meu, até a dor no joelho sumiu porque eu a empurrei de lado e me levantei. Eu: fica de quatro, vou te comer. Alejandra: sim, já quero ele dentro, me usa do jeito que quiser, era disso que eu precisava. De um movimento só, enfiei o pau todo e ela soltou um gemido alto que ecoou pela casa toda, comecei a meter e tirar com força. Eu: fazia tanto tempo que queria te comer, priminha. Alejandra: aii, se eu soubesse que você fazia assim, tinha me entregado há muito tempo. Eu: então agora vamos fazer sempre que der. Alejandra: aii, siii, você é uma delícia, quero continuar fazendo isso. Continuei metendo com força, o sofá onde estávamos tremia, sentia ela me apertando cada vez mais, os peitões dela balançando com a força e a bunda rebolando, era a primeira vez que sentia uma excitação tão grande que achei que ia gozar. Eu: vou encher você com meu leite. Alejandra: não, não, tira, dá na minha boca. Essa ideia me animou, então tirei rápido, peguei ela pelo cabelo e com força meti meu pau na boca dela, com aquele prazer de sentir a boca quente dela e aquele rostinho lindo, gozei. Eu: ahh, você é tão gostosa, toma tudo, priminha. Ela me olhava direto nos olhos enquanto enchia a boca dela com meu esperma, sentia ela chupando pra tirar tudo que podia, eu continuava durasso porque meu sonho estava se realizando, usar minha prima pra encher de porra. Ela tirou meu pau da boca e, enquanto lambia a cabeça do meu pau, dizia: Alejandra: que delícia o seu leite, mas você ainda tá duro, deixa eu te ajudar, senta que eu faço o trabalho. Sentei e ela montou em mim, colocou os peitos na minha cara enquanto encaixava meu pau na entrada da buceta dela, ainda. molhada, comecei a chupar os mamilos dela como se fosse um bebê, ela começou a descer, deixando tudo entrar na buceta dela
Alejandra: ahhh ahhh adoro teu pau, primo, é tão grosso e me preenche bem gostoso
Eu: usa ele sempre que quiser, vai ser teu dildo de carne
Alejandra: haha gosto muito desse dildo, é melhor que o do meu marido
Eu: então usa só esse quando precisar

Ela começou a se mexer pra frente e pra trás enquanto dava uns gemidinhos, aos poucos foi aumentando a velocidade e o volume dos gemidos, eu continuei aproveitando os peitos dela enquanto massageava aquele rabo enorme, ela mudou o movimento, agora tava pulando em cima do meu pau, tirando quase tudo e deixando cair de uma vez, isso tava muito gostoso e ela não parava de gemer
Alejandra: ahhh siiiim ahhhh que pau gostoso siiiim
Eu: você é tão apertada, prima, vou gozar
Alejandra: espera espera mais um pouco

Eu sentia que meu pau tava a segundos de soltar a segunda carga do dia, que com certeza ia me deixar vazio por completo, mas eu não tava satisfeito, queria encher a buceta dela com meu leite
Alejandra: ahh siiiim siiiim vou gozar também siiiiim siiiim
Ela começou a se contorcer enquanto gozava e tentou se levantar pra eu não soltar a porra dentro dela, mas eu abracei e não deixei ela tirar meu pau, comecei a descarregar tudo dentro dela
Alejandra: nãoo nãoo dentro não
Eu: você disse pra eu te usar do jeito que quisesse, quero encher tua buceta
Alejandra: aii que quentinho, que gostoso, gostei

Ela se largou no sofá e eu fiquei muito cansado, ficamos uns minutos deitados lá até que ela disse
Alejandra: que tal se amanhã você já vier arrumar o que falta?
Eu: é, hoje acho que não consigo mais, amanhã volto de novo, e se não terminar, venho no dia seguinte
Alejandra: parece um bom plano, vou tomar um banho, se quiser já vai pra casa e amanhã volta, já fodeu a próxima sessão da massagem
Eu: sim, adorei a ideia, aliás, temos que continuar essa massagem muito mais Ela só riu, se aproximou e me deu um beijo na bochecha com uma lambida no pescoço, depois desceu e deu um beijo na ponta da rola.
Alejandra: Adoro meu novo dildo, traz ele amanhã também.
Eu: Claro que sim, prima, não podemos te deixar na vontade.
Alejandra: Haha, siiiim, gosto muito.

Ela entrou no banho, e eu guardei minhas coisas pra ir embora, porque já estava ficando tarde. No dia seguinte, cheguei direto pra comer ela. Foi assim a semana inteira que o marido dela não estava: a gente fez na cozinha, no quarto dela, no quintal, bem na entrada, mal fechando a porta. Não teve um canto da casa onde eu não tenha metido nela. Só paramos quando o marido chegou, mas logo ele vai ter que viajar pra outro estado de novo.

Essa é a história de um seguidor. Se quiserem contar alguma anedota, fiquem à vontade pra mandar uma mensagem. Também aceitamos fotos.

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