Sou a Diame, tenho 24 anos, tô cursando Direito. Tenho um corpão trabalhado na academia, mas o que mais chama atenção é minha bunda, porque geneticamente, na minha família, todas são rabudas. Faz 2 anos que tô de rolo com o Julian, também de 24, conheci ele na facul. Meus pais são separados e moro com minha mãe, que recentemente juntou com o Ricardo. Ele tem um filho, o Diego, que ainda falta 2 anos pra terminar o ensino médio. Com o Ricardo tá tudo certo, o problema é o Diego — não é por menosprezar, mas ele é um neguinho. O jeito dele falar, se vestir, tudo parece que saiu de uma favela. Mas fazer o quê, tive que me acostumar a conviver com isso, mesmo não dando bola pra ele.
Um dia cheguei da academia e notei que o moleque não parava de olhar pra minha bunda. "Pobre coitado", pensei, "do jeito que ele é, nunca vai conseguir pegar uma gostosa como eu". Então fingi demência e me abaixei pra desamarrar o cadarço e tirar o tênis. Me virei e ele tava com a cara besta, vidrado no meu rabo. Fui tomar banho e deixei ele todo excitado. Já no meu quarto, me trocando, ouvi a porta abrir. Tava de fio dental, então tampei os peitos pra não aparecer, e vi o Diego parado, me olhando com tesão, enquanto abaixava a calça.
No começo me assustei, mas ao mesmo tempo fiquei surpresa com o tamanho da pica daquele pivete — era quase o dobro da pica do Julian. Ele segurou meu braço e colocou nas minhas costas, não conseguia me soltar. Me deitou na cama e senti a pica preta e grossa dele encostando na minha buceta, que, ao sentir aquele pedaço de carne, começou a ficar molhada. Com o braço livre, ele puxou meu fio dental e senti ele começando a entrar. Doeu quando ele meteu — não tava acostumada com algo tão grosso e duro lá dentro. Comecei a chorar e reclamar de dor, mas o filho da puta não ligou, porque meteu tudo de uma vez só. Parecia que ia tocar no meu coração, senti ele tão fundo, nunca tinham ido tão longe. Tentei fazer força pra me soltar, mas não conseguia, ele me segurava firme. Depois de um fiquei de aguentar as bombadas daquele pauzão, mas meu corpo me traiu e começou a gozar contra minha vontade. Comecei a ter orgasmos, um atrás do outro, nunca pensei que dava pra conseguir isso com o Julian, ele quase nunca gozava, questão de pouco tempo já tava rendida naquela pica, só pensava em ele continuar me comendo. Já nem tentava me soltar, só esperava poder sentir o leite dele dentro de mim.
Um dia cheguei da academia e notei que o moleque não parava de olhar pra minha bunda. "Pobre coitado", pensei, "do jeito que ele é, nunca vai conseguir pegar uma gostosa como eu". Então fingi demência e me abaixei pra desamarrar o cadarço e tirar o tênis. Me virei e ele tava com a cara besta, vidrado no meu rabo. Fui tomar banho e deixei ele todo excitado. Já no meu quarto, me trocando, ouvi a porta abrir. Tava de fio dental, então tampei os peitos pra não aparecer, e vi o Diego parado, me olhando com tesão, enquanto abaixava a calça.
No começo me assustei, mas ao mesmo tempo fiquei surpresa com o tamanho da pica daquele pivete — era quase o dobro da pica do Julian. Ele segurou meu braço e colocou nas minhas costas, não conseguia me soltar. Me deitou na cama e senti a pica preta e grossa dele encostando na minha buceta, que, ao sentir aquele pedaço de carne, começou a ficar molhada. Com o braço livre, ele puxou meu fio dental e senti ele começando a entrar. Doeu quando ele meteu — não tava acostumada com algo tão grosso e duro lá dentro. Comecei a chorar e reclamar de dor, mas o filho da puta não ligou, porque meteu tudo de uma vez só. Parecia que ia tocar no meu coração, senti ele tão fundo, nunca tinham ido tão longe. Tentei fazer força pra me soltar, mas não conseguia, ele me segurava firme. Depois de um fiquei de aguentar as bombadas daquele pauzão, mas meu corpo me traiu e começou a gozar contra minha vontade. Comecei a ter orgasmos, um atrás do outro, nunca pensei que dava pra conseguir isso com o Julian, ele quase nunca gozava, questão de pouco tempo já tava rendida naquela pica, só pensava em ele continuar me comendo. Já nem tentava me soltar, só esperava poder sentir o leite dele dentro de mim.
0 comentários - Meu irmão me fez sua putinha