O amor pela minha irmã 3

Passando aquele dia por mensagens, falando sobre o que tava rolando, a gente pensou em continuar assim, só trocando ideia e umas visitas só de beijos e carícias pra ver como ia ser. Mas eu não consegui me segurar. Chegou sábado de manhã, mandei uma mensagem. E.. fala, bom dia, gostosa. Que tal a gente se ver à tarde? M.. Fala, gatinho, bom dia, bora. Que horas? E.. Passo aí umas 3? M.. Bora, melhor na esquina pra minha mãe não ver que eu tô saindo.. imagina se eu saio e entro na sua caminhonete, ela vem perguntar alguma coisa. Era assim, a gente pensava que alguém ia nos ver ou desconfiar de algo. Mas quem ia desconfiar de algo se éramos irmãos? E.. Beleza, passo nesse horário. Fui buscá-la, ela saiu, subiu, arrancamos sem nos olhar nem falar, ninguém dizia nada. Virei e segui pro lado do motel.. só dirigia, nem nos olhávamos. Quase chegando, pergunto: E.. tem certeza? Se não, a gente volta. M.. Bora, entra. Era puro nervosismo meu e dela. Só de pensar no que a gente tava fazendo ali os dois. Entramos, estacionamos, descemos e fomos pro quarto sem palavras. Lá dentro, foram abraços, beijos, beijos, carícias.. nem tinha chegado na cama, era só a gente ter passado pela porta. Era algo que, a cada segundo, ia esquentando mais.. ela tava de shorts jeans e uma regatinha branca justa que marcava bem os peitos. Tirei a regata dela devagar, e só lambia o sutiã. Desabotoei o shorts, caiu, e lá estava aquela bunda livre, comecei a tocar, passar a mão entre beijos e palavras doces que a gente trocava. Nos aproximamos da cama, me afastei e vi ela: aquele sutiã e aquela calcinha fio dental super pequena que mal cobria aquela buceta linda que eu ainda não conhecia. Fomos pra cama, comecei a chupar os peitos dela, tirei o sutiã, eram lindos e ela adorava que eu chupasse aqueles peitos, eu lambia, dava uns mordiscos leves que ela amava, e ela só gemia. Ela desabotoou minha calça, tirou minha camisa, tirou minha calça e fiquei só de cueca. Ela enfiou a mão e pegou na minha rola, era uma Loucura, ela começou a me tocar a pica, beijos. Pego ela e desço pra chupar a buceta dela. Era algo incrível, bem depilada, pequenininha, rosadinha, um aroma gostoso, algo doce, toda perfumada. Ela completa, começo a chupar a boceta assim por um tempinho, e ela me tira e diz: "Espera". Se ajeita e começa a se masturbar sozinha: "Olha só", me diz. Ver aquilo era uma loucura, ela se tocava, se tocava. Eu comecei a tocar os peitos dela, dar beijos, e nisso ela começa a se agitar e a gozar sem parar de se tocar na buceta. Fica ali de barriga pra cima tentando recuperar o fôlego. Uns beijos, eu olhava pra ela e não acreditava. Só num movimento que ela fez, se ajeitou e começou a chupar minha pica. Me pegava, enfiava inteira na boca, me chupava, me punhetava. Era algo irreal o que tava rolando, eu não sabia como fazer pra aguentar e não gozar. E aí começou tudo. Foi questão de minutos e a gente tava fodendo e se beijando de forma tranquila, era fazer amor, era curtir o momento. Cada movimento era segurar o máximo possível pra que aquele momento fosse mágico, fosse algo que a gente nunca esquecesse. Trocamos várias posições, e ela gozou umas 2 ou 3 vezes, e os gemidos dela ao gozar me deixavam mais excitado ainda. Até que ela ficou de quatro e aí comecei a foder ela assim, e só de sentir ela gemer e se mexer, não aguentei a vontade de gozar. Ela diz: "M..., tira pra fora". Foi só ela falar, eu tirei e comecei a gozar na bunda, nas costas. Era algo que saía de gozo que eu não achava que podia ter, mas era tanta excitação, tanto prazer, o fato de ser com ela, que tudo era potencializado, o que se sentia. Mas era muito gostoso, e aí ficamos abraçados, nos beijando e só conversando sobre o que vinha depois, como a gente faria ou se parava por ali.

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