A vizinha gostosa não seduz

Acontece que um dia, a dona nova na vila — ela mora na vila de um parceiro — no começo a gente só tinha passado e reparado na bunda dela, talvez tão na cara que ela percebeu. Ela é mais velha e casada, nunca vimos um filho, então a gente supõe que tem. Pois bem, acontece que um dia, já tarde, antes das 9, a vizinha saiu pra ir na venda da vila, mas a venda fica no segundo andar e pra subir as escadas tem um cachorro lá embaixo que late pra todo mundo, mas não morde. Então eu e meu parceiro tamos do lado de fora do pátio dele, fumando um baseado, quando a vizinha passou e o cachorro latiu pra ela, e a dona se assustou — ou a gente pensou isso. Aí a dona se aproximou e perguntou se o cachorro mordia, e meu parceiro disse que não e começou a se aproximar dela, falando que não tem problema, que ela pode subir as escadas na confiança. Eu tava olhando de longe, mas prestando atenção. Meu parceiro deu um tapinha na dona, mandando ela subir. A dona começou a subir e mexeu a cintura de um jeito tão sedutor que até meu próprio parceiro virou pra mim com uma cara de "você viu isso também?". Enquanto ela subia as escadas, nós dois ficamos vidrados no movimento da cintura e da bunda dela, bem na cara. Depois que ela subiu pra venda, eu e meu parceiro continuamos fumando, mas observando ela. Aí vimos ela descendo as escadas e percebemos que ela vinha na nossa direção. Achei que ia agradecer meu parceiro com um "obrigada" ou algo assim, mas não: ela perguntou se a gente oferecia um pouco do baseado. Como eu tava dando uns tragos, passei pra ela, roçando nos dedos dela. Ela começou a dar uns tragos pequenos, dava pra ver que não era experiente nisso. Enquanto eu observava ela, meu parceiro conversava com ela — ele tem uma lábia muito boa, tavam fazendo piada sobre o cachorro e as escadas. Ela devolveu o baseado pro meu parceiro, ele pegou e deu uns tragos enquanto segurava. Aí ela perguntou, num tom baixo: "Qual é a sensação? Desconfortável fumando lá fora
É que ela tava com frio
Aí ela ofereceu pra gente ficar na casa dela um pouco
Eu ouvi aquele convite e não consegui recusar
Um sorriso apareceu na minha cara na hora
Meu amigo foi mais rápido, se jogou nela com um sorriso enquanto passava a mão na cintura dela
Eu via as mãos dele pegando o corpo dela
Ela não demorou pra falar pra gente ir

Enquanto a gente ia pra casa dela
Eu trampo junto com meu parça, ele tava com a mão na cintura dela, puxando ela pra perto enquanto caminhavam
Eu ia atrás deles falando "tomara que o convite seja pra mim também"

Quando ela abriu a porta de casa
A gente entrou rapidão
Sentamos no sofá
Enquanto ela deixava as compras na mesa e ia pro quarto dela
Enquanto isso, nós dois no sofá, fumando o baseado
Eu tava nervoso, falei pra ele que nunca tinha feito algo assim, ainda mais com uma mais velha
Meu parça me deu um tapinha nas costas falando pra eu me acalmar, que ia ser uma experiência foda

Conheço meu parça desde pivete
Mesmo com vergonha, eu sabia que ele era um brother que nunca ia contar nada disso

Aí a gente ouviu ela chamar do quarto
A mulher perguntou se a gente podia trocar a lâmpada
Acontece que ela já tinha uma lâmpada colorida
Quando você colocava e acendia, saía uma luz de balada
Mesmo assim, eu ainda tava nervoso
Então dei mais uns tragos no baseado pra acalmar os nervos e garantir que meu pau não me traísse

Aí a gente viu ela sair do quarto
Com um avental tão transparente e tão curto
Que dava pra ver o corpo dela
Não era um corpo magro, mas tinha umas tetas e uma bunda que mostravam os anos de experiência

A gente tava sentado no sofá e viu ela se aproximando
Não vou mentir
Quando a gente tirou o pau pra fora
O meu amigo tinha um maior
O meu era mais grosso
Mas mesmo assim não ganhava dela

Ela não demorou e começou a chupar o pau do meu amigo
Enquanto com a mão dela me masturbava
Tava meio encolhido, não conseguia aproveitar direito o luxo de ir embora enquanto ela continua observando como ele chupava ela e fazia sons com a boca, apesar de estar ocupada, a mão dela continua me masturbando de um jeito tão gostoso, com os dedos tocando a ponta do meu pau. nesse momento, percebi que, comparado ao meu amigo, eu não ia conseguir fazer nada, então decidi aproveitar melhor a situação. levantei e fiquei atrás dela para poder apreciar melhor. ela percebeu isso e levantou os quadris para que eu pudesse ver melhor a entrada traseira dela, enquanto eu lambia a buceta e o cu dela, completamente encharcados, percebendo que ela já estava ficando molhada apesar de tudo. comecei a chupar a buceta dela e enfiei dois dedos no cu dela, afinal, íamos estrear aquilo também. enquanto continuava ouvindo como ela chupava o meu amigo, quase fazendo ele engasgar, a senhora não aguentava mais. embora ela tivesse pego um pacote de camisinhas, não liguei e não coloquei nenhuma, enquanto segurava os quadris dela e observava aquele rabão enorme começar a entrar na buceta já molhada. entrava tão fácil, mas de repente meu pau dentro da buceta dela sentia ela apertando enquanto eu continuava metendo e ela continuava chupando o meu amigo. ouvi ela soltar um gemidinho, isso me deu motivação para continuar, enquanto segurava os quadris dela e seguia penetrando. não quis olhar, mas ouvia meu amigo batendo com o pau na bunda da senhora, não sei por que, mas isso me deixou mais excitado, fazendo eu meter com mais força, fazendo as nádegas dela baterem contra minhas coxas. apesar de ser muito gostoso, não queria gozar rápido, então tirei. aí meu amigo falou que ele continuava, enquanto ele separava e eu sentava de novo no sofá. agora sim, pude sentir os lábios da senhora no meu pau. ela sorriu um pouco porque eu não tinha depilado os pelos, mas mesmo assim não se importou e começou a me dar um boquete. Chupada que não sei se era porque ela era meio gordinha ou a senhora, mas ela fazia de um jeito tão espetacular, os lábios e a língua dela me dando beijinhos dentro das bochechas dela, era uma das experiências que eu nunca tinha vivido. Não dava pra ver a expressão dela, dava pra perceber que não era a primeira vez que ela curtia uma parada dessas. Meu amigo não perdeu tempo, babou a buceta dela e o pau dele pra meter naquela hora, eu não podia acreditar. Eu e meu camarada de toda vida estamos comendo a vizinha, pensei que isso nunca ia rolar, pensei que era coisa de história de pornô, mas já tá na minha frente: uma senhora casada tava me chupando o pau de um jeito tão sem piedade que eu não tava nem aí pra nada. Mesmo com meu amigo metendo nela, ela continuava entretida com meu pau, com as mãos acariciando minhas bolas. Apesar de tudo, a senhora parou e mandou a gente ir pro quarto dela rapidinho. A gente foi, chegando lá vimos ela arrumando a cama, jogando uns bichinhos de pelúcia e cobertores no chão. Pode parecer piada, mas eu e meu amigo fizemos pedra, papel ou tesoura pra ver quem ficava em baixo e quem ficava em cima. Pode parecer piada, mas eu ganhei, então deitei na cama vendo a senhora montar em mim. Talvez ela não fosse tão gostosa, mas sempre tive tesão em alguém daquela idade, me deixava muito excitado. Senti as nádegas dela e o corpo todo sentando no meu colo enquanto sentia meu pau entrando de novo na buceta dela. Sério, a sensação de ter ela em cima de mim era muito melhor. Enquanto ela sentava devagar, mesmo eu não tendo um pau tão grande, sentia que ela tava com dificuldade, mas mesmo assim os peitos dela balançavam em cima de mim de um jeito tão tentador. Então segurei os peitos dela, juntando os bicos pra lamber, queria saborear o corpo da senhora. Aí, sempre te aviso, meu amigo começou a abrir o cu dela, ela soltou um gemido tão gostoso, a gente começou a meter nela, mesmo eu querendo sincronizar o ritmo com Ele não conseguia. Então só fiquei parado, curtindo como ela se sentava no meu pau enquanto meu parceiro batia nela por trás. Mesmo assim, não parei de tocar nela. A dupla penetração dentro dela fazia ela gemer de um jeito tão gostoso. Não sei dizer quanto tempo ficamos assim, mas foi um bom tempo. Depois chegou a hora que eu comecei... Meu parceiro disse pra trocarmos de posição. Enquanto ele se deitava na cama, eu já me colocava por cima dele. Não perdi tempo e abri o cu dela, vendo como já estava aberto. Isso não me parou e comecei a meter pela entrada traseira dela. Mesmo assim, sentia como o cu dela se adaptava ao meu tamanho. Era difícil enfiar, mas ainda assim não ia parar. Mesmo assim, consegui meter no cu dela e agora sim curti a vista das costas dela enquanto as nádegas batiam nas minhas coxas. Não vou mentir, naquele momento senti que ia gozar. Então tirei rapidinho, me decepcionando comigo mesmo porque não curti muito. Não joguei dentro dela, joguei nas costas dela. Ao sentir o fluido de sêmen nas costas, ela disse que não tinha problema nenhum. Pelo contrário, me ofereceu um pano ou camisa, sei lá, pra eu limpar. Então fiz isso rápido e ouvi ela dizer que não tinha problema porque era um dia seguro pra ela. Não sou muito familiarizado com esses termos, mas até eu entendi o que significa. Embora meu pau ainda tivesse um pouco de sêmen, eu temia meter de novo, mas mesmo assim fiz porque era o cu dela, não tinha problema. Apesar de sentir meu pau mole entrando nela, ele ficou duro de novo, mesmo depois de eu já ter gozado. O cu dela não estava tão ensopado quanto pensei, ainda sentia como ela apertava cada vez que eu metia. Enquanto eu metia no cu dela, ouvia ela gemer. Não sei se era pelo prazer que eu tava dando ou pelo meu amigo, mas ouvi quando ele comentou que ela já ia gozar. Ela, mesmo assim, não se levantava. então supus que não me importava. Enquanto eu tava metendo nela, curtindo a bunda e as costas dela, continuava ouvindo ela gemer enquanto pedia pro meu amigo não parar. A gente ficou um tempão, se não sei dizer quanto, talvez uns 20 ou meia hora. O negócio é que depois de um tempo, meu amigo gozou dentro dela. Mesmo assim, ela não se incomodou. Meu amigo se ajeitou melhor, ficando mais reto, e mesmo assim continuaram metendo no cu dela, sentindo como ela se inclinava mais pra baixo, quase numa posição de cachorrinho submisso, até que percebi que a senhora tava chupando o pau dele de novo enquanto eu continuava metendo por trás. Só observava como a buceta dela escorria de porra. Isso me fez perceber que sou um pervertido, porque me excitou ainda mais, e comecei a meter mais bruto. Mesmo eu metendo forte, senti que não afetava ela em nada. Ela continuou chupando o pau do meu amigo, fazendo sons bem específicos de quem tava com a boca cheia de esperma. Mesmo assim, não parei e continuei metendo. Mas não sei por quê, ela me olhou e disse que eu devia meter na buceta. Então, imaginem só, como um cachorro obediente, meti na buceta. Tava meio molhada e quente. No começo, não quis dar tanta importância, continuei metendo na buceta dela, sentindo como tava quente — não sei se por causa da porra ou da intensidade — mas era tão gostoso. Então ela continuou chupando o pau dele, dava pra ver que ela tava adorando, enquanto eu seguia metendo, olhando a bunda dela. Comecei a dar tapas na bunda enquanto continuava metendo. Nesse ponto, não liguei se ela tava gostando ou não do que eu fazia, porque ela parecia tão entretida com meu parceiro. Então comecei a meter rápido, olhando a bunda dela pra conseguir meter ainda mais fundo. A buceta dela, molhada e aberta, mostrava a idade que ela tinha, mas não me importava, enquanto eu continuava metendo. E acabei gozando dentro dela. Mesmo assim, ela não disse nada e continuou chupando meu amigo. Então, mesmo depois de gozar dentro dela, eu não parei e continuei metendo. Sabia que tava errado, mas não tava nem aí. Sério, a buceta e a bunda dela eram tão viciantes. Enquanto isso, eu ouvia meu amigo segurando a cabeça dela, fazendo ela engasgar. Mesmo assim, ele não tava satisfeito e falou que ia meter agora. Aí eu sentei na cama pra deixar ele aproveitar, já que eu tava satisfeito por ter gozado dentro dela — uma sensação muito gostosa pra mim. Mesmo assim, ela não esqueceu de mim e veio chupar meu pau coberto de porra. Não dava pra explicar a sensação, mas era como se ela quisesse me devorar com a boca. O jeito que as bochechas dela seguravam meu pau era tão tentador, enquanto meu amigo atrás dela tava metendo. Não sabia por qual buraco, mas ouvia as nádegas batendo. Mesmo já me chupando e toda suada, ela tinha uma expressão tão gostosa. Como eu falei, meu pau não era tão grande, então dava pra sentir ele batendo na garganta dela — uma sensação muito boa. Aí meu parceiro falou que queria outra posição, fazendo ela deitar na cama de cara pra cima. Ele se aproximou por cima dela pra meter, enquanto eu observava. Olhei ela abrir a boca de novo — só queria que eu metesse meu pau lá de novo, então fiz isso. A língua dela era tão experiente; mesmo ele metendo nela, ela não parava de chupar meu pau. A sensação dela me chupando era tão prazerosa, mas a ideia de gozar pela terceira vez já tava doendo, sabe? Não hesitei muito, mas ainda assim curti. Mesmo sem olhar como ela me chupava, falei que ia gozar — e ela não ligou, porque continuou chupando meu pau. Dava pra ver a buceta dela vermelha de tantas vezes que meu amigo meteu. Não aguentei mais e acabei gozando. Não queria jorrar na boca dela, mas ela não se afastava. Então... terminei gozando na cara dela, do jeito que os lábios e o queixo dela estavam cobertos de porra era tão gostoso, ela com um sorriso e com os dedos se limpando, um gesto tão sensual. Mesmo assim, meu amigo continuava metendo. Eu, na real, tava sem forças, não conseguia mais fazer nada, isso me decepcionou, mas tive que aceitar. Mesmo assim, não esperava o que meu parceiro ia me falar. Ele me disse pra pegar o celular dele no bolso da calça e tirar uma foto dela. Não acreditei, senti vergonha pela senhora, mas olhei a expressão dela e ela não reclamou. Então peguei o celular e coloquei a câmera pra tirar uma foto. Claro que a foto ficou no aparelho dele enquanto ele continuava metendo. Eu saí do quarto pra pegar um copo d'água, e aí percebi que ela tinha uma foto com alguém, então deduzi que era casada. Mesmo assim, nunca vi aliança no dedo dela. Ainda assim, eu ouvia o barulho do quarto, os gemidos dela e a cama rangendo com a intensidade dos dois. Depois de um tempo, vi meu amigo saindo todo suado, mas mesmo assim ele dizia que a gente era uns campeões. Eu pensei que ia acabar ali, já que a senhora não falou nada e foi pro banheiro dela. A gente ouviu ela abrir o chuveiro. Sim, me senti mal, mas naquele ponto já não ligava mais. Então sentamos no sofá enquanto meu parceiro comentava pra eu bolar outro baseado. Enquanto eu bolava um na mesa, a gente ouvia ela tomando banho, e meu amigo foi ver as fotos que tirei. Eu terminei de bolar um baseadinho como símbolo de vitória. Olhei o relógio, já faltava pouco pra dar 11:30. Quando terminei o baseado, não sabia se acendia, porque a gente tava dentro da casa dela e o cheiro ia ficar. Mesmo assim, meu camarada me disse pra esperar. Aí a gente viu ela sair do banheiro, sem nenhuma vergonha, pelada, sem nem uma toalha. Enquanto a gente olhava, a gente ria e falava umas coisas. como se ela tivesse achado a buceta dela muito gostosa, pode ser que ela tenha uns peitos tão bons, mas mesmo assim ela não se importava e respondia de um jeito provocante. Enquanto ela tava no quarto dela, a gente ficava pensando: será que essa situação já acabou? Não sabíamos se ia embora ou ficava, óbvio que não queríamos ir. Aí ela saiu com uma roupa leve, uma camiseta que não tampava o umbigo e um short que deixava as coxas de fora. Mesmo já tendo visto ela pelada, aquela roupa era muito sensual. Então a gente comentou que tinha bolado um baseado, como ela tinha uma varanda no quintal, fomos pra lá. Foi aí que a gente acendeu o baseado e começou a bater um papo. Não quisemos perguntar muito sobre a vida pessoal dela, mas mesmo assim perguntamos uma coisa ou outra. Curtimos uma boa conversa enquanto fumava o baseado. Depois que terminamos, sabíamos que tínhamos que ir embora, mesmo não querendo. A gente esperava que ela falasse alguma coisa, mas mesmo assim ela nos ofereceu uma água pra fazer um cafezinho e continuamos conversando. Quando deu umas 12, quase 1 da manhã, ela falou que já era hora da gente ir, e pra tentar não comentar isso com ninguém, porque não queria que os outros vizinhos pensassem mal dela. Óbvio que a gente não ia falar nada, mas em troca, meu amigo perguntou se não tinha problema a gente vir de vez em quando, já que, como ela, a gente tava precisando de amor. Ela olhou pra gente, sorriu com um tom provocante e disse que ia pensar. Mesmo assim, a gente começou a perguntar se não tinha sido gostosa a sensação. Apesar de tudo, ela comentou que tinha se divertido pra caralho. Mesmo assim, eu não queria ir, mas considerei que já era hora. Então decidi sair primeiro. Levantei e falei pra ela que já ia me mandar, agradeci muito pela noite tão gostosa. Ela levantou e me abraçou, eu devolvi o abraço, mas minhas mãos desceram pra bunda dela. bunda dela pra poder apertar uma última vez. Ela me deu um beijo na bochecha que no começo não curti, mas beleza, aceitei. Aí falei pro meu parceiro que já ia vazar, ele falou pra esperar um pouco que ele também já ia. Ele chegou nela e saboreou o corpo dela, não dá pra ver se deu um beijo, mas dá pra ver como ele se tocava. Mesmo assim, vi ela passando o número pra ele, falei que ele tem lábia. Saímos do apê dela na maciota, embora meu amigo agisse como se tivesse cagando pra isso. Eu tentei olhar pros lados pra ver se ninguém tava olhando. Como era a área privada do meu camarada, me despedi enquanto ele falava "não me fode, agora somos manos de cu". Eu comentei "não me fode, não acredito no que aconteceu", enquanto a casa da senhora já tava escura. Meu camarada falou que de agora em diante a gente ia tentar satisfazer mais aquela senhora. Eu, num tom de zoeira, falei que duvido que aconteça de novo, mas mesmo assim a gente se divertiu pra caralho. Considero que o ano valeu cada maldito segundo.A vizinha gostosa não seduz
Relatos eroticosDois dias depois, meu camarada me contou que andou conversando com a dona e conseguiu umas fotos dela.

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