Morbosos: Continuação da História

Minha esposa só conseguia se encontrar com o novo amante uma vez por mês (às vezes duas), por causa das viagens de trabalho do Ernesto pro interior e da necessidade de ficar com a mulher e a família sem levantar suspeitas. No meio desses encontros, a gente transava mais seguido, excitados pelas lembranças e relatos daquelas sessões, mas três ou quatro dias antes da reunião, minha senhora não me deixava tocar nela pra "se preparar". Num desses dias, levei ela na sexta à tarde pro ponto de encontro e no sábado à noite ela me disse pra buscá-la no hotel onde tinham se hospedado no dia anterior com o Ernesto. Assim que entrou no carro, me cumprimentou com um beijo profundo (em vez do beijo superficial de sempre) e soltou na minha boca um suco salgado. Perguntei o que era aquele líquido e ela disse que era o esperma que tinha acabado de tirar do Ernesto, bem antes de sair do quarto. Noutra ocasião parecida, ao entrar no carro, ela disse que tinha uma surpresa que só me daria quando chegasse em casa. Quando chegamos, fomos pro nosso quarto e ela se despiu, ficando só com a calcinha pequena. Então me contou que desde a noite anterior não tinha tomado banho nem higienizado os genitais, e que essa tarefa eu tinha que fazer com a minha língua. Tirei a calcinha dela e mergulhei na sua entreperna, que cheirava a sexo e sucos vaginais. Quando tava nessa e consegui separar os lábios inchados dela, caíram na minha boca um monte de gotas de esperma que engoli tudo. Ao terminar a tarefa, excitadíssimo, montei nela e transamos até gozar juntos e dormir até o dia seguinte. Nossa morbidez tinha começado a crescer.

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