Aproveito a esposa do corno desatento

Quando decidi me mudar pra Valência, não conhecia quase ninguém além de umas duas pessoas, mas não demorei pra fazer amigos. Um desses amigos era o Joseph, um cara de 58 anos que não aparenta a idade, esportista, 1,78m, forte, cabelo curto com um jeitão militar, embora o negócio dele seja na área de arquitetura, design, reformas, reconstrução... e ele toca o trampo com a esposa Isabel. Todo mundo tem defeitos, mas o maior do Joseph é o ciúme. Porque no geral, ele é um homem culto, de boa conversa, agradável, divertido, simpático e sabe entreter — ninguém fica entediado com ele.


Sua esposa Isabel é o calcanhar de Aquiles dele. Isabel tem 43 anos, apesar das duas gestações, está fisicamente fenomenal. Quando se conheceram, pelo que ele conta, foi praticando esporte. Como ele era um sem-vergonha (palavras dele), se encantou pela jovem e se casaram quando ela completou 20 anos, mesmo contra a vontade dos pais dela. Isabel tem 1,72m, loira, 55 kg, cabelo comprido, olhos azuis, peito que eu calculo mais perto do tamanho 100 do que do 90, um bundão bem cuidado e parece ter formato de pêra. Ela se veste muito bem, mas bem discreta, olhar de leoa ou pelo menos é o que me parece, simpática como o marido e transmite confiança, mas até um limite que, sem dizer nada, sem precisar demonstrar, fica bem claro. Ela se parece muito com a Kristen Bell.

Como eu disse, o casal trabalha junto e são muito afinados. Mas costumo pensar a mesma coisa nesse tipo de união... "Velho que casa com novinha, ou vive de chifre ou morre corno.



Nossa amizade era boa e a gente costumava almoçar ou jantar, mas mais isso último umas várias vezes por mês. Ultimamente mais, porque as duas filhas dela estavam em faculdades fora de Valência. Ela me atraía pra caralho, mas nunca fiz a menor aproximação ou falei nada fora do tom, porque era daqueles casos que, se eu tivesse algo com aquela mulher ou tentasse alguma coisa, a amizade com o Joseph ia pro saco e seria impossível consertar. Por causa da DANA, a gente se juntou com um grupo de amigos pra ajudar e colaborar no que desse. Aliás, nesses dias de ajuda, encontrei umas pessoas que não via há muito tempo e que não eram de Valência, em especial teve um encontro que prometia muito e já vou contar se rolar, porque seria um dos encontros mais fodas, senão o mais foda de todos.


Quando estávamos no maior rojão da faxina, percebi duas coisas: a Isabel e outra amiga estavam muito mais gostosas do que eu imaginava, tudo por causa da roupa que estavam usando. Mas o que mais me chamou a atenção foi a cara do Joseph — nunca tinha visto ele daquele jeito. Achei que ele tinha tido um dia ruim ou que tinha brigado com a mulher, e no começo não dei muita importância. Os primeiros dias passaram e admito que eu tava bem tarado, porque meus últimos rolos não tinham sido o que eu esperava e eu tava precisando me recompensar, mas não queria arriscar ver a Isabel tão gostosa assim. Parei pra beber água e o Joseph fez o mesmo. Foi quando perguntei: “O que que tá rolando com você? Porque você tá com uma cara péssima e, se eu puder ajudar...”. Ele me agradeceu, mas mentiu pra mim — porque tava mentindo mesmo — e disse que não tava acontecendo nada.


Quando a gente tava indo embora, ele me disse que queria conversar. Eu falei que sim, mas ele disse que era melhor outro momento. Achei que ele fosse me ligar naquela semana pra gente tomar alguma coisa, mas tava eu relaxando em casa, tomando um suco verde caseiro, quando toca o interfone e é o Joseph. Estranhei por causa do horário, já passava um pouco das dez da noite. Entrei, ofereci algo pra ele beber e, depois que passei a bebida, ele começou do jeito que esse tipo de gente sem jeito começa. Porque, se você vai fazer uma confissão importante pra alguém, ou você fala logo ou fica calado... "Carlos, me jura que o que eu vou te dizer vai ficar entre a gente...


- Olha, Joseph... se você quiser me contar alguma coisa, me conta, e se não quiser, tudo bem, mas sem condições.


- Tem que se foder com você, sempre tão, tão... dominante. Bom, o que acontece é que a Isabel tá me botando chifre e eu não sei o que fazer, porque claro, não posso contar pra qualquer um e pra família muito menos, porque meus sogros iam abrir uma garrafa de champanhe e por isso... O que você faria no meu lugar?


- Eu te diria um monte de coisas, mas no teu caso é complicado, porque você é ciumento demais e com certeza não ia gostar.


- CARALHO...! ENTÃO VOCÊ SABIA DISSO E NÃO ME FALOU NADA...


- Para, para... que não sei se te põe ou não te põe, eu tava indo por outro lado. Não fica criando putaria na cabeça, mas se eu soubesse nunca ia te falar nada, porque isso seria problema teu e da tua mulher.


- Então?


- Primeiro... ou você pegou ela no flagra ou alguma alma caridosa te contou. Pelo que você disse até agora, foi uma alma caridosa. A única coisa que você precisa se perguntar é qual o interesse de quem te contou, e depois o mais importante: a confiabilidade dessa pessoa. Porque é muito difícil vocês se traírem, vocês moram juntos, trabalham juntos...


- Não peguei ela no flagra nem ninguém me contou... deduzi, conheço ela, vejo nos olhos dela...


- Para com isso, Joseph... você não viu nada, não deduziu nada, nem porra nenhuma. O que você teve e ainda tem é um puta ataque de ciúme sem motivo nenhum.


- Não, Carlos, eu sei. Não é só uma crise de ciúmes e pronto, não é isso. Eu conheço ela e sei bem por que estou falando isso. O que você faria?


- Ah, sei lá... primeiro eu conversaria com ela, mas sem ficar louco, tentaria saber por que ela fez isso e, principalmente, se ela te ama de verdade. Aí sobram duas opções: perdoar ou entender que é só sexo e relevar. O mundo não vai acabar. Mas vou repetir: acho que é um ataque de ciúme sem fundamento. Pensa bem... os funcionários que vocês têm são mulheres na maioria, e os homens que tão lá são tudo gay, que olham mais pra minha bunda quando eu vou visitar do que pra da sua mulher, que é uma gostosa.


- Qual é... Cê tá afim da bunda da minha mulher?


- Não vai por aí, foi só um comentário. Falei porque não acho que tenha conseguido mudar a orientação sexual de nenhum deles.


- Isso também não conta por nada neste mundo... já faz uns anos que comecei com uns tratamentos porque tinha problemas de ereção...


— Acho muito bom, inteligente que você é, não tem que ter vergonha.


- Espera... Depois passei pro Viagra e foi bem, mas me sinto sem apetite e não estou nem perto do que deveria, tô mais pra modo eunuco, porque até parece que meu pau diminuiu. Se somar tudo isso ao fato de que a Isabel é exageradamente fogosa e que desde que as meninas não moram mais com a gente ela ficou mais libertina, com ideias e desejos que nunca tinha expressado antes, é certeza que alguém "ensinou" ela.


- Fala com ela, com toda calma, e se for verdade — o que acho que é coisa da sua cabeça — chega a um acordo com ela, porque se for real e você não quiser perdê-la, vai ter que ceder em algumas coisas. Mas, acima de tudo, não fique espalhando por aí que ela é muito fogosa e, pelo que você disse, que tá há um tempão sem dar, porque senão os urubus vão aparecer.


- E aí, como você tá? Porque você me pegou de surpresa com essa história da bunda da minha mulher.


- Você sabe como eu sou e não vou mentir, sua mulher é uma gostosa de dar água na boca, mas também tenho muito claro: não quero estragar nossa amizade, então nem tenta esse papo comigo. Porque se você fizer uma cena de ciúmes, vou mandar você tomar no cu e nossa amizade acaba.


- E se eu te pedisse pra ver se ela quer me botar chifre, mas só dar uma sondada... O que você me diria?


- PRIMEIRO... eu respeito a Isabel e não faria essa sacanagem com ela, SEGUNDO... acho que ela não ia gostar, TERCEIRO... seria perigoso, porque quando eu entro no clima, eu entro mesmo e não tenho freio. Não se brinca com as coisas da comida.


- Não seria uma sacanagem, seria só garantir o que um amigo te pede. Gostar, não sei se ela gosta de você pra isso, mas diz que fisicamente você é gostosa e não teria perigo, porque dá pra sondar ela pelo WhatsApp... e posso falar pra ele que, como já te vi pelada, você tem uma buceta gostosa.


- Se você realmente gosta de mim, se me considera um amigo, não me peça isso.


Ele foi embora e, em situações não iguais, mas parecidas, ficou um gosto amargo na minha boca. Na real, não foi surpresa pra mim, porque já tinha encontrado homens muito ciumentos, com corpos bons como o do Joseph, que depois viravam uns cornos mansos, mas se dividiam em dois grupos: os que aceitavam ser assim pra depois bancar os mártires, os coitadinhos, e os que se tornavam super tarados. No Joseph, eu não via nenhum desses dois lados, mas percebi que ele tava resignado, o que me intrigava, porque era um cara que tinha muita experiência em todos os sentidos. No fim de semana seguinte, me chamaram pra sair pra jantar, como a gente fazia outras vezes, e eu sempre buscava eles no meu carro, porque como não bebia, podia dirigir depois.


Ao chegar na casa dela, liguei como sempre pra avisar que já tava lá embaixo. Joseph me mandou estacionar e subir, que a Isabel ia demorar. Nada novo. Subi e o Joseph tava bebendo um copo, percebi ele caladão apesar do sorriso fingido, devia ainda estar remoendo as coisas na cabeça. A gente ia jantar com mais dois casais. Saímos e, quando chegamos, todo mundo já tava lá. Um dos outros casais era o Toni, 40 anos, gordinho, 1,80m, pouco cabelo, simpático, inteligente, um puta advogado, mas na minha opinião bebia demais e não acreditava que podia ter uma mulher tão gostosa. Essa ele tinha de olho mesmo: Graciela, 36 anos, 1,67m de altura, 53 kg, olhos castanhos claros, cabelo castanho escuro e um corpo que eu não erraria por muito: 86-58-86, já tinha calculado direitinho. A bunda dela era em formato de coração invertido, dava pra adivinhar umas nádegas duras, mas, apesar de ser bem bonita, na minha opinião era pequena demais, o que fazia a bunda dela parecer delicada, mas muito apetitosa.


Graciela trabalhava no negócio da Isabel e do Joseph, elas eram boas amigas, assim como os maridos delas. O Toni cuidava de todos os assuntos jurídicos do negócio, que não eram poucos. Do outro casal, pouco a dizer. No meio do jantar, o Toni e o Joseph puxaram um assunto legal pendente, então eu me dediquei a prestar mais atenção nas mulheres. Foi quando algo me fez clicar e me pareceu ver um olhar "estranho" entre a Isabel e a Graciela. Continuei observando o resto do jantar e minhas suspeitas, junto com as do Joseph, me levaram a pensar que ele não estava enganado, embora eu deixasse a porta aberta para que o que o Joseph me confessou estivesse influenciando meus pensamentos.


Depois do jantar, a gente sempre ia dançar ou sentar num barzinho pra tomar algo, mas naquele dia o Joseph disse que não tava se sentindo bem, queria pegar um táxi e eu recusei, falei que dava carona pra eles. No carro, comecei a falar da Graciela, como ela tava gostosa e em forma, foi quando a Isabel, com um tom de orgulho, me disse... "É, verdade, fisicamente ela se cuidou muito, o que não me surpreende, porque quando eu chego na academia, ela já tá há pelo menos uma hora se acabando..." e o Joseph não falava nada. Ele ia com o olhar fixo pra frente, mas um olhar perdido. Não estacionei, parei em fila dupla bem na altura do prédio dela, e o Joseph me pediu pra fazer o favor de estacionar, pra eu subir no apartamento dele. A Isabel ficou séria e perguntou se ele tava bem, ele respondeu com um seco "SIM" e a gente subiu pra casa dele. Aí sim aceitei tomar um álcool, porque desconfiei que vinha chumbo grosso por aí.


JOSEPH. - Cês tão se perguntando o que tá rolando, né? Porque eu pedi pro Carlos subir e não vou enrolar mais... Quis que o Carlos estivesse aqui porque contei pra ele minhas dúvidas sobre o que a gente vem conversando esses dias e...


ISABEL. - Não acredito que você contou alguma coisa da nossa intimidade, PELO AMOR DE DEUS... pra quantos mais você já deve ter contado... MEU DEUS...


JOSEPH. - É que eu quero que ele seja testemunha, pra você não vir me dizer que eu sou louco, que tô vendo fantasma.


ISABEL. - Você é inacreditável, como pode fazer essas coisas comigo... aposto que quando contar pro Carlos o que tá rolando, ele vai concordar comigo, mas você só quer me humilhar. VAI LÁ, CONTA PRA ELE COMO VOCÊ É CIUMENTO.


JOSEPH. - NÃO É CIÚME... Já te contei isso, mas quero que saiba mais... como te falei, a Isabel é mais que ardente, é uma explosão na cama, não falha em nenhuma parada... bondage leve, anal, boquete... ela curte qualquer posição, de vez em quando um sexo mais pesado, xingamentos... como vê, tudo e por ela a qualquer hora é boa. Reconheço que por minha culpa agora, nesse momento, o ritmo e o resto caíram pelo menos uns 80 por cento e a gente tá assim há muito tempo. Ela passou de ficar reclamando do jeito dela todo santo dia, mas de repente parou de reclamar... POR QUÊ?... eu mesmo respondo, porque tem algum homem que tá dando conta de montar nela e...


EI. - S... só isso. Primeiro, não acho legal essa enrascada e imagino que a Isabel também não deve estar gostando. Isso vocês resolvem entre vocês ou procuram ajuda especializada. Porque sei que entre vocês tem amor, mas tem um ditado... "amor louco, se ela é muita areia pro seu caminhão", porque me parece que é coisa da sua cabeça, você vê sua mulher como uma devoradora de homens, de sexo, e acha que já não vale nada, isso não é bom, você precisa mudar o chip.


JOSEPH. - PORRA! NÃO TÔ LOUCO NÃO... conheço ela bem e, pra tu ver que não sou ciumento... já falei pra ela que, se precisar de outro homem, não me importo, mas a única coisa que quero saber é com quem e, isso sim, que seja alguém de muita confiança, pra depois não ser um fofoqueiro. Isso um ciumento permitiria?


ISABEL. - É que você me arrasta assim que pode. Claro que você é um ciumento, se me visse com outro morreria, com certeza se jogaria em cima de mim e de quem estivesse comigo. Sabe que isso nunca vai acontecer, porque você é meu único homem e além disso já jurei mil vezes QUE NÃO TRANS0 COM NENHUM HOMEM. Já não sei mais como te dizer isso.


EI. - Minha opinião... ou vocês resolvem isso ou no final vão acabar explodindo. Não tem relacionamento que aguente muito tempo essa situação.


JOSEPH. - Até falei pra ela que podia me amarrar pra ela não ter medo de que eu fizesse alguma coisa quando ela estivesse...


EI. - Joseph, não é assim que se propõe, isso se conversa na intimidade, chega-se a um acordo e convencendo, não impondo.


De repente, ela tem um surto, manda tudo pra puta que pariu e sai batendo a porta da rua. A gente não esperava por isso, e é aí que a Isabel entra no modo vítima, só faltava ela se imolar. Ela deixava eu falar e falar, não queria interromper, e a cara dela era de satisfação, achando que eu tava do lado dela, até que me pergunta o que eu acho da situação — e minha resposta, ela não esperava...


- Essa situação me parece uma covardia da parte dos dois.


- Não te entendo, por que uma covardia? Eu não menti pro meu marido.


— Porque você não mentiu pra ela, não transou com nenhum homem, mas tá comendo a Graciela e, já que falou isso... por que não aceita a proposta dela e, em vez de com um homem, diz que é melhor com uma mulher? Com certeza você encontra argumento de sobra, porque pelo que vejo, já comeu a moral dela toda.


- Como você ousa me acusar disso, Graciela é só uma boa amiga e colega de trabalho.


— Não tô te recriminando nada, não, você pode fazer o que quiser, pra mim tanto faz, como você deve entender, mas não tenta me enrolar, que não... (Ela me olha com cara de cordeiro indo pro matadouro, respira fundo)


- Vamos supor que seja verdade, o que você faria?


- Te digo o que falei pro teu marido quando ele me contou tudo isso... vocês é que têm que resolver entre vocês.


- Te pergunto porque ele chegou a me oferecer que, se eu tivesse algo com alguém, tentasse com você, que se não se enganasse, você era um amigo de total confiança, que não contaria nada e, pra você não achar que tô te enganando, ele disse textualmente... "E ele tem um pauzão".


- Acredito em você, assim como acredito que ele armou esse teatrinho de ir embora pra ver se você tentava alguma coisa com ele e voltar sem fazer barulho daqui a pouco, porque eu vejo ele capaz disso.


- Cê acha? (Fazendo cara de quem não acredita) O que eu vou te pedir é pra não fazer nenhuma insinuação pra ninguém sobre a Graciela.


- Com certeza ver vocês duas faria mais efeito que viagra.


- Te garanto que não, cê tá totalmente enganada, porque quando falei de ter um relacionamento com alguém, um ménage ou o que fosse, insinuei que se fosse com uma mulher e ele respondeu... "Claro que não, se eu for levar chifre, que seja com um cara que te arrebente" palavras textuais, mandei ele pra puta que pariu e pronto.


- Pois agora vamos saber quem está certo. Se ela abrir a porta silenciosamente, não errei.


Não me enganei. Logo depois, a gente ouviu a porta se abrir quase sem fazer barulho — dava pra sentir mais a corrente de ar do que o som da porta. Ele ficou sem graça, ou melhor, decepcionado. Cada um tava sentado num sofá, com uma mesinha de centro no meio. Ele serviu uma dose, pediu desculpas pra gente, e a mulher dele disse que ia ao banheiro, com uma cara de puta da vida. Demorou pra voltar e a expressão dela tava estranha. Sem mais nem menos, soltou: “Se o problema é que ele também não quer que a gente saia sozinha, não gosta de dançar e não faz o menor esforço pra tentar, sabendo que eu adoro... é um monte de coisa...” Ele levantou, colocou uma música lenta, dançou uma vez com ela e dava pra entender a Isabel — era como dançar com uma vassoura. Disse que já voltava e saiu voando.


Quando ela apareceu, estava usando uma minissaia preta bem curta e uma camiseta de manga longa dourada, com gola V de lantejoulas, e olha, o decote era bem cavado. Ela calçava uns sapatos de salto fino bem altos. A expressão do Joseph era de estar pasmo, e a minha devia ser de expectativa. Antes que o marido dela pudesse falar qualquer coisa, a Isabel diz, ou melhor, ordena... “Joseph, traz uma das cadeiras da sala”, ele não hesita e vai buscar a cadeira, que é de encosto baixo, redonda e rústica. A próxima coisa que ela manda é ele tirar as calças, e o Joseph olha pra ela incrédulo, pra mim ele olha com espanto ou susto e diz que não vai fazer, e a Isabel responde que ou ele faz ou eu já posso ir embora, dizendo que eu teria que vazar.


Enquanto parece que ele está pensando, Isabel sai da sala rebolando aquele rabão como nunca. Joseph, quase de costas pra mim, começa a tirar a calça. Ela faz ele sentar e traz um rolo grande de corda. Amarra Joseph com firmeza, e ele não tá fingindo, a cara dele é de pavor e branca igual uma folha de papel. Liga a TV, coloca um canal pago com música, a escolha é um som tipo balada, bolero... e estende os braços pra mim, me convidando pra dançar com ela. Parece que ela tava esperando o marido falar alguma coisa, porque eu nem terminei de pronunciar a primeira sílaba quando ela chega perto e — Plaft! — um tapa na cara, ela briga com ele... “CHIST! VER, OUVIR... E VOCÊ FALA QUANDO EU MANDAR”. Se ele ficou sem palavras, imagina eu, porque nunca tinha visto ela tão autoritária.


Não quis diminuir a intensidade da luz quando pedi, pra dar mais clima pro que pudesse rolar, ela disse que assim enxergava melhor. Não dava pra culpar a gente dançar tão colado por causa da pista lotada. O momento era tenso e, por que não dizer, excitante, mas eu tava pisando em ovos, com medo de que a Isabel estivesse só enchendo o saco do marido, sem ir além. Porque, mesmo eu tendo certeza de que ela tinha algo com a amiga, ela não confirmou, só mandou eu parar com esses comentários pra não prejudicar ninguém.


Com aqueles saltos e a altura dela, ficou perfeitamente na minha altura e, em questão de segundos, graças ao rebolado dela, com minha pica colada na barriga dela, ela deixou meu pau duro igual ao pescoço de um cantor de flamenco. Era meio perturbador, porque era a mulher do meu amigo, minha amiga e meu amigo olhando, embora só nos vissem dançar e nada mais. No momento, eu tinha certeza de que ela estava dando uma lição no marido dela, além de provocá-lo. Tinha a sensação de que ela esperava que ele falasse alguma coisa pra gente parar. A única coisa que me irritava, além de ficar com o pau duro, era que ela não tinha pedido minha opinião. O peito dela agora estava colado no meu, eu sentia até a respiração dela. Ela começou a falar sussurrando a centímetros do meu rosto. Começava a ser um momento erótico e eletrizante.


Notava algo especial e parecia que os mamilos dela tinham endurecido, eu percebia perfeitamente, o que significava que, além de estar tão tesuda quanto eu, se não me enganava, os mamilos dela deviam ser a glória. Outra coisa que eu curtia naquele momento era o jeito envergonhado da Isabel. Agora meu movimento era dar uma leve empurrada na barriga dela com meu pau, como quem não quer nada, e quando eu fazia isso, percebia que ela gostava pelo jeito que apertava meu pescoço. Ela quis parar um instante pra dar um gole na bebida, e fez isso ficando de frente pro marido, com as pernas um pouco abertas, como quem diz: "Você quis e pediu isso, então é o que vai ter". E se virou pra se aproximar de mim, que fiquei pasmo, porque os mamilos que se marcavam eram algo exagerado. Era isso que ela tinha mostrado pro marido, tenho certeza.


Começamos a dançar de novo e, desde o primeiro momento, os roçados eram cada vez mais descarados. Não sei como o marido dela estava percebendo aquilo, mas ela se deixava levar cada vez mais. Por isso, sussurrei no ouvido dela: "Vamos ver, Isabel... se o que você queria era dar ciúmes no Joseph, já conseguiu. Tô te falando porque, se a gente continuar, depois não quero que você me pare..." E ela, com uma voz normal, com certeza para o marido ouvir, me respondeu: "Quem disse que eu vou parar? Olha, Carlos, esse idiota ciumento é assim porque nunca me comeu direito e agora ainda tem as fraquezas dele. Mas pelo menos ele foi um homem de verdade e, mesmo tendo dito que posso ficar com outro da boca pra fora... então que seja assim." Depois, ela se abraçou mais, encostou o rosto na minha bochecha e lambeu minha orelha, me deixando ainda mais tesudo.


Enquanto fazia isso, minhas mãos desceram da cintura dela pra acariciar a bunda dela. Tava dando um puta prazer passar a mão, tocar, agarrar... do jeito que ela me olhava, eu sabia que ia rolar, que a gente ia ter um momento gostoso pra caralho, era aquele momento em que eu tava pouco me fodendo pros arrependimentos depois. Tava rolando entre a gente, com tanto roçar, tanto toque, uma química do caralho, e essa química nos traiu, porque sem saber como, a gente acabou se beijando, começou suave, com o roçar dos lábios, e não demorou pra chegar o momento animal, onde a gente começou a se devorar com paixão total, nossas línguas pareciam numa luta até a morte. Eu queria acariciar os peitos dela, chupar os bicos, e quando tentei meter a mão por baixo da camiseta dela, ela me parou na hora, fiquei sem jeito até ela falar... "Espera" e se virou, ficou de frente pro marido dela, que tava vermelho, mas vermelho vivo. Ela me fez ficar atrás dela.


Ele me apertava bem colado na bunda dela, meu pau se encaixava quase sozinho entre as poderosas nádegas dela. Coloquei minhas mãos nos peitos dela e não conseguia ver o rosto dela, mas via o do marido, que olhava com fúria, passando da fúria para a raiva quando enfiei minhas mãos por baixo e acariciei, muito mais quando acariciei os enormes mamilos dela e dei uma das minhas sessões de castigo especial, fazendo a mulher soltar um gemido de desespero. Foi quando Isabel virou a cabeça, agarrou a minha e me deu um beijo de língua tremendo que dessa vez o marido viu por completo. Do jeito que ela me beijava, como mexia a bunda ao mesmo tempo, estava claro que ela estava cheia de luxúria e que o marido já não importava mais o que pudesse dizer ou pedir. Por parte dela, se em algum momento houve resistência ou tentativa, tinha sido anulada, porque ela estava completamente entregue.


O próximo passo foi me despir, me protegendo da vista do marido dela com o corpo dela. Dava pra ver a cara dele, completamente congestionada e com um olhar de ódio. Aí eu enfio minhas mãos por baixo da minissaia, percebo que ela tá de meia-calça, o que me deixa com mais tesão ainda. Chego na cintura dela e começo a puxar a calcinha pra baixo, que, sem nem precisar ver, sei que é lingerie fina, só pelo toque. Não preciso me abaixar, porque ela tá louca pra tirar e elas estão encharcadas. Depois que tira, ela me pede pra abraçá-la e, quando faço isso, ela dá um passo e chega até o marido, passa a calcinha na boca e no nariz dele e deixa no colo dele.


Solta a minissaia, ela cai no chão e com um pé ela afasta. A próxima coisa é tirar a camiseta e, ao tirá-la, como não usava sutiã, os peitos dela, com uma leve caída, fazem presença, com aqueles bicos bem durinhos. Isabel já não tinha mais remorsos nem barreiras, estava com tanto tesão que não conseguia parar. Levei uma das minhas mãos até a bucetinha dela, acariciando o clitóris, e não demorou para ela abrir um pouco mais as pernas, para as pernas fraquejarem, era algo bem visível. Queria chupar os peitos dela e ela facilitou, mas quis ficar de lado para o marido ver como eu fazia, e foi aí que ela finalmente agarrou meu pau, agradando ele como devia.


É quando ela diz ao marido, com a voz tomada pelo prazer... "Viu que guidão? Pois saiba que vou aproveitar e mais uma coisa que quero que você saiba, nunca estive com outro homem até hoje, juro, mas você tinha razão, te traí, mas uns chifres descafeinados porque foram no esquema sapatão." Olhei para Joseph e o rosto dele era de incredulidade. O marido perguntou quem era a outra mulher ou outras mulheres. Como Isabel não respondeu, ele disse uns cinco ou seis nomes de mulheres, mas o nome de Graciela ele não falou. Era a hora de assumir o controle... "Vamos, foxy, fica de joelhos e chupa minha rola, que você tá morrendo de vontade", parte 2 na rede social do autor original.https://x.com/leonelly777/status/2060389540787781878

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