Tudo começou num dia como qualquer outro. Eu tava no último ano do ensino médio. Entrei na sala esperando a aula de história, mas naquela manhã apareceu um substituto.
Quando eu vi ele, meu fôlego foi embora. Ele era incrivelmente gostoso: uns 30 anos, alto, barba bem feita, maxilar marcado e um olhar penetrante que parecia te atravessar. Ele se apresentou com uma voz grave e segura. Em questão de segundos, todas as minas da sala (eu inclusa) ficamos completamente bobas por ele. Naquele exato momento, começou minha obsessão por ele.
Quando a aula terminou, esperei todo mundo sair e me aproximei da mesa dele, nervosa.
— Professor, queria dizer que adorei sua aula — falei toda corada —. Se precisar de ajuda com alguma coisa, pode me chamar sem problema.
Ele levantou a vista e me encarou. Os olhos dele desceram um segundo pros meus peitões, que marcavam por baixo da camisa do uniforme, e depois percorreram minha saia curta. Ficou me olhando enquanto eu me afastava.
Mais tarde, minha amiga me disse rindo no corredor: — Peti, o professor tava babando por você. Quando você se abaixou pra pegar suas coisas, ele viu a fio dental inteira, você é terrível, com certeza fez de propósito. Mas na real, eu nem tinha percebido.
As aulas passavam e cada dia eu ficava mais louca por ele. Uma tarde, durante a aula dele, notei que ele me olhava a toda hora, mas era um olhar de desejo, de luxúria, então tive uma ideia pra ver como ele reagiria. Pedi licença pra ir ao banheiro. Quando voltei, sentei na primeira fila e, disfarçadamente, abri as pernas. Eu tinha tirado a calcinha fio dental no banheiro. Mostrei minha buceta depilada, rosada e molhada.
Os olhos dela se arregalaram. Tentou continuar explicando a aula normalmente, mas dava pra notar a voz trêmula e a testa suada. Quando terminou, saiu da sala quase fugindo. Como não era recreio, não tinha ninguém fora das salas, então aproveitei e saí quase atrás dele. Cruzei com ele no corredor e o cumprimentei inocentemente, e entrei no banheiro feminino pra colocar a tanguinha de novo, deixando a porta entreaberta. Quando saí, ele estava lá.
— Desculpa, também vou ao banheiro… — disse nervoso, olhando pros lados.
— Professor, ainda bem que o senhor está aqui — respondi rápido — perguntei se dava aulas particulares porque “não tava indo bem”. No começo ele disse que não podia, que não tinha tempo, mas insisti tanto que ele acabou aceitando. Me passou o endereço dele e combinamos pra quinta-feira à tarde.
Cheguei no apartamento dele nervosa. Assim que entrei, ele perguntou qual matéria eu não entendia especificamente.
—Professor... é verdade que não tô entendendo bem a matéria — falei rindo, nervosa —, mas também é verdade que acho o senhor um professor muito gostoso.
Ele ficou tenso, nervoso.
—Olha, não acho que seja certo. Sou seu professor e você minha aluna.
—É verdade... dentro da escola — respondi com um sorriso safado —. Isso vai ficar só entre a gente.
Ele suspirou, lutando consigo mesmo.
—Você é linda por onde se olhe... Mas é melhor a gente revisar desde o começo. Pega seu livro.
Quando ele voltou com o livro, eu já estava de pé na frente dele. Olhei nos olhos dele, nos lábios, e devagar comecei a desabotoar minha camisa. Tirei meus peitões enormes, grandes, pesados e redondos, com os bicos duros de tesão.
Ele ficou em silêncio, paralisado, com o olhar cheio de desejo e luxúria. Me aproximei até ficar a centímetros da boca dele. Num movimento só, ele me abraçou forte, pegou na minha bunda com as duas mãos e apertou com paixão.
Nós nos beijamos com desespero, devorando a boca um do outro, com língua e fome acumulada.
Eu sentia o pau enorme e duro dele se enterrando contra minha barriga. Desabotoei a calça dele, tirei a rola grossa e quente pra fora e comecei a bater uma punheta com vontade.
Nós sentamos no sofá e eu continuei movendo minha mão rápido, apertando forte, percorrendo todo o tronco grosso dele. Não aguentei mais, me ajoelhei e enfiei ele na minha boca. Comecei a chupar com capricho, fundo, babando tudo enquanto me tocava a buceta encharcada.
—Nena… a gente não pode — ele grunhiu com voz rouca, mas sem me parar.
—Não aguento mais, quero te comer —disse quase implorando.
—Na próxima… —sussurrei.
Tirei a calcinha fio dental, sentei de costas nele e coloquei o pau grosso entre meus lábios inchados e completamente encharcados. Comecei a me esfregar nele, nos masturbando juntos. O atrito era delicioso e torturante, porque eu queria ele dentro de mim. Ele apertava meus peitos com força e beijava meu pescoço.
—Não aguento mais… —ofegou.
Me tiro rápido, ele se masturba com força e velocidade, e o pau dele explodiu. Jatos grossos, potentes e quentes de porra saíram disparados, caindo nos meus peitos, barriga e buceta. Gozou pra caralho, gemendo meu nome enquanto o pau dele pulsava forte.
Ficamos ofegantes, nos olhando, sabendo que isso era só o começo.
FIM
Quando eu vi ele, meu fôlego foi embora. Ele era incrivelmente gostoso: uns 30 anos, alto, barba bem feita, maxilar marcado e um olhar penetrante que parecia te atravessar. Ele se apresentou com uma voz grave e segura. Em questão de segundos, todas as minas da sala (eu inclusa) ficamos completamente bobas por ele. Naquele exato momento, começou minha obsessão por ele. Quando a aula terminou, esperei todo mundo sair e me aproximei da mesa dele, nervosa.
— Professor, queria dizer que adorei sua aula — falei toda corada —. Se precisar de ajuda com alguma coisa, pode me chamar sem problema.
Ele levantou a vista e me encarou. Os olhos dele desceram um segundo pros meus peitões, que marcavam por baixo da camisa do uniforme, e depois percorreram minha saia curta. Ficou me olhando enquanto eu me afastava. Mais tarde, minha amiga me disse rindo no corredor: — Peti, o professor tava babando por você. Quando você se abaixou pra pegar suas coisas, ele viu a fio dental inteira, você é terrível, com certeza fez de propósito. Mas na real, eu nem tinha percebido.
As aulas passavam e cada dia eu ficava mais louca por ele. Uma tarde, durante a aula dele, notei que ele me olhava a toda hora, mas era um olhar de desejo, de luxúria, então tive uma ideia pra ver como ele reagiria. Pedi licença pra ir ao banheiro. Quando voltei, sentei na primeira fila e, disfarçadamente, abri as pernas. Eu tinha tirado a calcinha fio dental no banheiro. Mostrei minha buceta depilada, rosada e molhada.
Os olhos dela se arregalaram. Tentou continuar explicando a aula normalmente, mas dava pra notar a voz trêmula e a testa suada. Quando terminou, saiu da sala quase fugindo. Como não era recreio, não tinha ninguém fora das salas, então aproveitei e saí quase atrás dele. Cruzei com ele no corredor e o cumprimentei inocentemente, e entrei no banheiro feminino pra colocar a tanguinha de novo, deixando a porta entreaberta. Quando saí, ele estava lá. — Desculpa, também vou ao banheiro… — disse nervoso, olhando pros lados.
— Professor, ainda bem que o senhor está aqui — respondi rápido — perguntei se dava aulas particulares porque “não tava indo bem”. No começo ele disse que não podia, que não tinha tempo, mas insisti tanto que ele acabou aceitando. Me passou o endereço dele e combinamos pra quinta-feira à tarde.
Cheguei no apartamento dele nervosa. Assim que entrei, ele perguntou qual matéria eu não entendia especificamente. —Professor... é verdade que não tô entendendo bem a matéria — falei rindo, nervosa —, mas também é verdade que acho o senhor um professor muito gostoso.
Ele ficou tenso, nervoso.
—Olha, não acho que seja certo. Sou seu professor e você minha aluna.
—É verdade... dentro da escola — respondi com um sorriso safado —. Isso vai ficar só entre a gente.
Ele suspirou, lutando consigo mesmo.
—Você é linda por onde se olhe... Mas é melhor a gente revisar desde o começo. Pega seu livro.
Quando ele voltou com o livro, eu já estava de pé na frente dele. Olhei nos olhos dele, nos lábios, e devagar comecei a desabotoar minha camisa. Tirei meus peitões enormes, grandes, pesados e redondos, com os bicos duros de tesão.

Ele ficou em silêncio, paralisado, com o olhar cheio de desejo e luxúria. Me aproximei até ficar a centímetros da boca dele. Num movimento só, ele me abraçou forte, pegou na minha bunda com as duas mãos e apertou com paixão.
Nós nos beijamos com desespero, devorando a boca um do outro, com língua e fome acumulada. Eu sentia o pau enorme e duro dele se enterrando contra minha barriga. Desabotoei a calça dele, tirei a rola grossa e quente pra fora e comecei a bater uma punheta com vontade.
Nós sentamos no sofá e eu continuei movendo minha mão rápido, apertando forte, percorrendo todo o tronco grosso dele. Não aguentei mais, me ajoelhei e enfiei ele na minha boca. Comecei a chupar com capricho, fundo, babando tudo enquanto me tocava a buceta encharcada. —Nena… a gente não pode — ele grunhiu com voz rouca, mas sem me parar.

—Não aguento mais, quero te comer —disse quase implorando. —Na próxima… —sussurrei.
Tirei a calcinha fio dental, sentei de costas nele e coloquei o pau grosso entre meus lábios inchados e completamente encharcados. Comecei a me esfregar nele, nos masturbando juntos. O atrito era delicioso e torturante, porque eu queria ele dentro de mim. Ele apertava meus peitos com força e beijava meu pescoço.
—Não aguento mais… —ofegou.
Me tiro rápido, ele se masturba com força e velocidade, e o pau dele explodiu. Jatos grossos, potentes e quentes de porra saíram disparados, caindo nos meus peitos, barriga e buceta. Gozou pra caralho, gemendo meu nome enquanto o pau dele pulsava forte. Ficamos ofegantes, nos olhando, sabendo que isso era só o começo.
FIM
1 comentários - Minha Professora Favorita - Parte 1