A irmã gostosa do meu melhor amigo

Faz um tempo, uns 10 anos, eu trabalhava numa rotisseria familiar e conheci a Caro, minha melhor amiga até hoje. Lá trabalhavam a mãe, a irmã (Pamela), o cunhado que era o namorado da Pame, e o irmão. A família toda trabalhava lá. Eu me tornei super amigo da Caro e me integrei na família. Eu gostava da Caro, mas ela tinha namorado, um filho e morava junto, então não rolou, mas viramos grandes amigos. Com o tempo, comecei a ir na casa da mãe e me tornei parte da família, era um a mais.

A irmã da Caro era mais velha que eu, tinha uns 30 ou 28, por aí, e eu 21. A Pamela era muito gostosa também. Era grandona, morena de olhos azuis e super atrevida, nem ligava pro namorado, acreditem, e tinha umas tetas enormes. Ela sempre soltava uns comentários quando me via ou falava coisas pra Caro.

Eu: "Caro, qual é a da Pame e o namorado?"
Caro: "Sei lá, mas você sabe que ela é super atrevida, vai te comer."
Eu: "Vou comer ela, hahaha."
Caro: "Ai que nojo, sai daqui."

Elas moravam perto e eu tava quase sempre na casa da Caro. Um dia, a Pame chegou e pediu uma camiseta emprestada, se trocou ali mesmo e eu claramente olhei.
Pame: "Olha como seu amiguinho tá olhando pras minhas tetas."
Eu: "Cala a boca, idiota."
Caro: "Pamela, vai pra sua casa, para de assediar ele."
A Pame tava saindo e falou baixinho: "Quer ver mais?" E foi embora.

Eu sabia que ela não enrolava, e eu tava na minha. Sempre que me via, ela soltava algo. Um dia, a Caro me pediu pra passar na casa da Pame antes de ir na dela e levar a chapinha de cabelo. Ficava no caminho, então fui. A Pame tava em casa e de dentro gritou pra eu entrar.
Pame: "Vem, bobinho, tô sozinha. Sobe!"
Eu: "Fala, otária, me dá a chapinha."
Pame: "Sobe, cagão, o outro não tá aqui."
Fui logo. Subi, a Pame disse: "Pega, bobo." Peguei a chapinha e já ia saindo. Me virei e parti pra cima da Pame, beijei ela na boca e apalpei as tetas.
Eu: "Belo par de tetas que você tem, para de se fazer de esperta."
Pame: "Ah, olha só que atrevido." Ela pegou no meu pau e disse: "Eu não sou a Caro, eu pego o que quero." Me deu um beijo. "Vai, pode ir."
Fui embora e não contei pra ninguém. Nada de caro, a partir dali a Pame não soltava tantos comentários, mas a gente trocava olhares. Um dia que eu não tava trampando, ela me mandou um zap. "Passo aí e a gente toma alguma coisa?" "Vem sim", falei. "Em 30 tô aí." Aproveitei e tomei um banho. Peguei duas latas que tinha na geladeira. Recebi a mensagem que ela já tava fora e saí, entrei no carro e ela me deu um beijo, daqueles lentos, com muita língua, que eu pensei "ufff". Quando ela se afastou, olhei pra ela e dei outro. Ela arrancou e fomos pro parque, era perto, mas no caminho ela não parou de passar a mão na minha pica e a gente quase não conversou. Chegamos e eu pensei "pronto, vamos trepar aqui". A Pame falava que tava adorando — "minha irmã dormiu, cê é meu." Ela não parava de me tocar e eu falei "para", desabotoei a calça jeans e tirei ela pra fora. — "Desculpa, mas tava me matando." — "Cê é atrevido, hein, olha a pica que cê tem! Tô fazendo a entrega da rotisseria, tenho que voltar, mas termino e te busco." — "Que filha da puta, chupa ela um pouquinho." Ela chupou duas vezes e me levou, tava muito excitada nos dois sentidos. Tanto que me provoca e a gente não faz nada, pensei, e falei "já era, provocadora de pica." 23:30, Pame mandando que ia me buscar. Veio e fomos pra um motel. — "Olha como eu tô, que te trouxe pra um motel." Eu ri e quando passamos pela porta, tchau. A Pame era um caminhão! Eu aguento bem, mas essa gostosa, meu deus, três gozadas seguidas, eu dei tudo e ela me fez sentir o melhor. — "Isso, gostoso. Isso. Me come assim. Que pica boa!" E ela gritava. Apertava os lençóis e literalmente mordia o travesseiro. — "Ai, que filha da puta, adoro." Isso me deixava com muito mais tesão. Quando terminamos a terceira, eu não aguentava mais e a Pame começou a chupar, eu me contorcia porque tava tudo sensível lá embaixo, tava meio mole e ela deixou dura na hora. — "Relaxa, cê. Hoje fiquei com vontade de chupar essa pica." Não sei quanto tempo foi, mas foi muito, eu não fiz nada, só ouvia os barulhos dela e me masturbava gostoso, gozei nada, haja. — "Até a última gota", ela disse. Me levou em casa e falou: "Eu te escrevo, neném, você não." E foi assim, ela. Ela me escrevia, a gente ia pro hotel e transava! Não sei quantos meses, mas foi um tempão. Tem mais da Pame.

2 comentários - A irmã gostosa do meu melhor amigo

Excelente historia, gracias por compartir 👌🏼🔥
Dale che que quiero saber más. Ahora quiero descubrir que fue lo malo