O ar no quarto pesava pra caralho depois da surra de foda tão brutal e humilhante que meus amigos deram na buceta apertadinha e no cu fedido da minha mãe. O ambiente tava saturado com o cheiro de porra quente, suor, cuspe e lubrificante barato vindo do buraco engolidor de porra da puta da minha mãe. Ela tava toda esparramada igual uma porca que acabou de se revirar na lama e na sujeira nos lençóis bagunçados da minha própria cama, com as pernas ainda bem abertas, as coxas tremendo, manchas de lubrificante, camisinhas usadas jogadas do lado e a bucetinha dela toda dilatada até não poder mais. Uma cachoeira de porra, cortesia dos meus amigos, escorria devagar da buceta e do cu dela, manchando o pano branco da minha cama. — Já foram, né? — perguntei pra minha mãe ao perceber o quarto meio vazio. Ela, com a voz quebrada, soltou um gemido fraco, fechando os olhos enquanto sentia o ar frio bater na zona íntima dela, ainda quente e dilatada pelos paus enormes dos meus amigos que tinham dominado ela uns minutos atrás. — Já foram, filho — Ao ouvir essa frase, finalmente a felicidade me tomou, meu momento favorito da semana tinha chegado. Como de costume, me ajoelhei entre as pernas dela, ficando bem na frente daquele buraco dilatado e inútil que ela chama de "vagina", o cheiro dela me enlouquece, eu caio rendido diante daquele aroma lindo de puta usada toda vez que inunda meu nariz. Meu Deus, é uma delícia, porra misturada com os sucos naturais da minha própria mãe, uma fragrância densa que faz minha boca começar a salivar e meu pintinho pequeno ficar animado. — Cheira, cheira que eles se divertiram pra caralho com a sua bucetinha quentinha, tá do jeitinho que eu gosto, destruída por completo, vermelha e extremamente sensível, parece exatamente com a bucetinha que uma puta deve ter — sussurrei enquanto aproximava meu rosto dos lábios inchados da buceta masturbadora de paus dela — É isso que você quer? Quer lamber o resto que seus amigos deixaram dentro de mi?— Me pergunto, minha mãe, enquanto arqueia as costas e abre mais as pernas, deixando totalmente exposta e vulnerável sua buceta rosada e encharcada, ordenhadeira de paus —se você quer saborear tudo, vai te custar como da última vez, 1200 pesos— 1200 pesos pra chupar a buceta usada da minha mãe.... pra meter minha língua numa puta, pra me rebaixar a mamar o brinquedo sexual dos meus amigos... Porra, eu realmente quero que minha língua afunde nessa buceta nojenta e usada até não sobrar uma gota de porra. Então aceitei e prometi dar o dinheiro pra minha mãe depois que ela me deixasse lamber aquela bunda massageadora de paus que ela chama de buceta. Sem esperar mais, enfiei a cara no monte de Vênus. Meus lábios se fecharam sobre o clitóris inchado, sugando com força enquanto minha língua começava a explorar as dobras viscosas.
O som era um chape-chape molhado, uma chupada de buceta tão barulhenta por causa das sugadas e metidas de língua que eu dava que dava pra ouvir até fora de casa.
Constante enquanto minha língua deslizava pra dentro, buscando a profundidade daquela puta, seus gemidos eram música pros meus ouvidos, acho que sentir uma língua quente e molinha como a minha massageando a buceta dela depois de ser castigada e penetrada por horas devia ser terapêutico pra ela. —Ô, Deus! Lambe mais fundo, filho!, bem aí— Dizia minha mãe entre gemidos cada vez que eu passava a língua naquela parte específica que ela tanto ama. Entendi por que meus amigos adoram meter o pau, a buceta de menina retardada dela não parecia ter fundo, era totalmente espaçosa como se qualquer pau coubesse nela, anos de putaria com certeza a moldaram desse jeito.... E EU AMO QUE ELA TENHA A BUÇETA ASSIM GRANDE E ESPAÇOSA PROS PAUS DOS MEUS AMIGOS. Dava pra ver ela agarrando os lençóis com força e eu não parava. Empurrava a língua com violência pra dentro daquela porca Peito e suja, saboreando o gosto salgado e amargo do sêmen alheio que ainda lubrificava as paredes vaginais da minha própria mãe. A cada chupada e empurrão, as tetonas dela balançavam e dançavam pra cima e pra baixo, os bicos duros sacudindo, era hipnótico ver o quão promíscua ela parecia rebolando as tetas daquele jeito enquanto aguentava o boquete que eu tava dando na buceta dela. Tenho orgulho dessas tetas serem tão chamativas, adoro que meus amigos apalpem elas. Meu Deus, quase chorei de alegria ao saber que essa mina que chamo de mãe é a boneca inflável dos meus amigos, a encarregada de satisfazer os paus deles e engolir o gozo. Só conseguia pensar em como é bom ter uma mulher tão puta quanto ela como mãe. O cheiro de sexo usado era inebriante e eu tava perdido no prazer chupando aquele lindo buraco organizador de paus enquanto agradecia ao céu por ter uma mãe tão puta, tão foda e tão retardada, quando de repente senti o que tanto procurava, senti algo elástico e molhado lá no fundo da buceta idiota dela. —Finalmente achou seu prêmio— Ela disse, enquanto com os dedos abria os lábios da vagabundinha dela, deixando o caminho livre. Trêmulo, enfiei ainda mais minha boca no buraco fornicador dela e deslizei a língua pra dentro, chupando e sugando com força até conseguir prender o látex e pegar com os lábios. —Tá aqui... achei um preservativo usado dentro da sua bucetinha— Falei super feliz ao ver como um camisinha cheia de sêmen saía da buceta da minha mãe.
A felicidade foi tanta que até decidi dedar a buceta dela enquanto tirava a camisinha. Devagar e molhadinho, enquanto brincava com o cu frouxo e dilatado da minha mãe, puxei o preservativo cheio de uma porra grossa e esbranquiçada, que saiu com um som de sucção molhada. O objeto pendia da minha boca, pingando a essência dos meus amigos que tinham acabado de foder a minha mãe. Não acreditava na sorte que eu tinha, uma camisinha usada sabor morango cheia de sêmen só pra mim. —Vai, vagabunda, aproveita— minha mãe disse ao me ver feliz por ter ganhado o prêmio máximo. Sempre sonhei com esse momento, então, sem pensar, coloquei a camisinha no chão, tirei os dedos do cu daquela puta, beijei o ânus dela, agradeci pela comida e, como se fosse uma vadia faminta, comecei a lamber cada centímetro daquele lindo látex até deixá-lo totalmente limpo e brilhante. Essa é a melhor parte de ter uma mãe tão puta, tô feliz pra caralho fazendo isso.
O som era um chape-chape molhado, uma chupada de buceta tão barulhenta por causa das sugadas e metidas de língua que eu dava que dava pra ouvir até fora de casa.
Constante enquanto minha língua deslizava pra dentro, buscando a profundidade daquela puta, seus gemidos eram música pros meus ouvidos, acho que sentir uma língua quente e molinha como a minha massageando a buceta dela depois de ser castigada e penetrada por horas devia ser terapêutico pra ela. —Ô, Deus! Lambe mais fundo, filho!, bem aí— Dizia minha mãe entre gemidos cada vez que eu passava a língua naquela parte específica que ela tanto ama. Entendi por que meus amigos adoram meter o pau, a buceta de menina retardada dela não parecia ter fundo, era totalmente espaçosa como se qualquer pau coubesse nela, anos de putaria com certeza a moldaram desse jeito.... E EU AMO QUE ELA TENHA A BUÇETA ASSIM GRANDE E ESPAÇOSA PROS PAUS DOS MEUS AMIGOS. Dava pra ver ela agarrando os lençóis com força e eu não parava. Empurrava a língua com violência pra dentro daquela porca Peito e suja, saboreando o gosto salgado e amargo do sêmen alheio que ainda lubrificava as paredes vaginais da minha própria mãe. A cada chupada e empurrão, as tetonas dela balançavam e dançavam pra cima e pra baixo, os bicos duros sacudindo, era hipnótico ver o quão promíscua ela parecia rebolando as tetas daquele jeito enquanto aguentava o boquete que eu tava dando na buceta dela. Tenho orgulho dessas tetas serem tão chamativas, adoro que meus amigos apalpem elas. Meu Deus, quase chorei de alegria ao saber que essa mina que chamo de mãe é a boneca inflável dos meus amigos, a encarregada de satisfazer os paus deles e engolir o gozo. Só conseguia pensar em como é bom ter uma mulher tão puta quanto ela como mãe. O cheiro de sexo usado era inebriante e eu tava perdido no prazer chupando aquele lindo buraco organizador de paus enquanto agradecia ao céu por ter uma mãe tão puta, tão foda e tão retardada, quando de repente senti o que tanto procurava, senti algo elástico e molhado lá no fundo da buceta idiota dela. —Finalmente achou seu prêmio— Ela disse, enquanto com os dedos abria os lábios da vagabundinha dela, deixando o caminho livre. Trêmulo, enfiei ainda mais minha boca no buraco fornicador dela e deslizei a língua pra dentro, chupando e sugando com força até conseguir prender o látex e pegar com os lábios. —Tá aqui... achei um preservativo usado dentro da sua bucetinha— Falei super feliz ao ver como um camisinha cheia de sêmen saía da buceta da minha mãe.
A felicidade foi tanta que até decidi dedar a buceta dela enquanto tirava a camisinha. Devagar e molhadinho, enquanto brincava com o cu frouxo e dilatado da minha mãe, puxei o preservativo cheio de uma porra grossa e esbranquiçada, que saiu com um som de sucção molhada. O objeto pendia da minha boca, pingando a essência dos meus amigos que tinham acabado de foder a minha mãe. Não acreditava na sorte que eu tinha, uma camisinha usada sabor morango cheia de sêmen só pra mim. —Vai, vagabunda, aproveita— minha mãe disse ao me ver feliz por ter ganhado o prêmio máximo. Sempre sonhei com esse momento, então, sem pensar, coloquei a camisinha no chão, tirei os dedos do cu daquela puta, beijei o ânus dela, agradeci pela comida e, como se fosse uma vadia faminta, comecei a lamber cada centímetro daquele lindo látex até deixá-lo totalmente limpo e brilhante. Essa é a melhor parte de ter uma mãe tão puta, tô feliz pra caralho fazendo isso.
2 comentários - Tirando camisinha da buceta arrombada da minha mãe.