Sofi anunciou o casamento dela há um mês. Ela vai casar com o Alex daqui a seis meses. Todo mundo tá feliz: minha mãe, meu pai (que ainda tá tentando voltar com a Ana), a família… Todo mundo, menos eu. Mesmo sabendo que isso ia acontecer, uma parte de mim se sentiu estranha quando ela me contou.
Uma noite, lá pras onze e meia, recebi uma mensagem dela:
Sofi: Tô na frente da sua casa. Minha mãe saiu com meu pai e só volta amanhã. Quero falar com você.
Abri a porta. — Fecha a porta — ela falou baixinho.
Eu fiz. Fiquei parado na frente dela.
— Dany… vou me casar — disse ela me olhando nos olhos —. E antes disso… quero uma última vez com você. Só uma. Sem a mamãe saber. Quero me despedir disso… de nós.
Não precisei ouvir mais nada. Me aproximei, segurei o rosto dela e beijei com força. Sofi respondeu com a mesma fome. As mãos dela desceram rápido pro meu short e puxaram meu pau já duro.
— Quero que me coma como antes… como quando você me usava de vingança contra a mamãe — sussurrou enquanto me masturbava.
Joguei ela na cama, tirei a camiseta e a minissaia, deixei ela completamente pelada. O corpo jovem dela continuava uma delícia: peitos grandes e firmes, cintura fina e aquela bunda redonda, dura e empinada que eu sempre amei.
Coloquei ela de quatro e separei as nádegas. A buceta dela já tava molhada. Dei um tapa forte e enfiei de uma vez até o fundo.
— Aiii, irmãozinho! — gemeu Sofi, agarrando os lençóis.
Comecei a comer ela com gosto, fundo e rápido. A bunda firme dela batia na minha pelve a cada estocada. Dei mais uns tapas, deixando minhas marcas vermelhas na pele dela.
— É isso que você queria, Sofi? Uma última fodida antes de casar?
— Sim! Me come gostoso! Quero lembrar do seu pau quando tiver com ele! — gemia sem vergonha.
Tirei, cuspi no cu dela e comecei a enfiar no rabo. Sofi soltou um gemido longo e rouco, mas empurrou pra trás até eu estar inteiro dentro.
— Porra, mãe… que gostoso que é! — ofegou —. Enfia tudo no meu cu, Dany… quero que me coma por trás igual você come a mamãe.
Comi ela com força pelo rabo, segurando na cintura dela, vendo como o cu apertado dela engolia meu pau uma e outra vez. Sofi gozou violentamente, tremendo e me apertando. Eu não aguentei muito mais. Tirei e joguei jatos grossos de porra quente na bunda e nas costas dela.
Ela ficou deitada de bruços, respirando pesado, com minha gozada escorrendo pelo cu dela.
Depois de um tempo Ela se virou, me olhou e disse com uma mistura de tristeza e desejo:
—Essa foi a última vez, Dany. Quando eu casar… isso acaba. Mas queria levar uma boa lembrança sua.
Ela me beijou fundo, se levantou, vestiu a camiseta e, antes de sair do quarto, falou baixinho:
—Valeu por ser meu segredinho mais gostoso, maninho.
A despedida de solteira da Sofi foi numa sexta. Umas 4 da manhã, ela tava bêbada, com a maquiagem borrada e vestindo um vestido preto curto que mal cobria a bunda dela. Eu tava no meu apê quando recebi a mensagem dela:
Sofi: Tô aqui embaixo. Me abre. É a última vez.
Desci pra abrir. Assim que entrou no apê, ela me empurrou contra a parede e me beijou com desespero. Cheirava a álcool, perfume e pecado.
— Dany… só hoje à noite — sussurrou com a voz trêmula —. Amanhã sou a noiva perfeita… mas hoje quero que me coma como sua puta pela última vez.
Não chegamos nem na cama. Carreguei ela até o sofá, levantei o vestido dela e arranquei a calcinha fio dental. A buceta dela tava encharcada. Coloquei ela montada em mim e enfiei de uma vez até o fundo.
— Aaaahhh irmãozinho! — gemeu alto, cravando as unhas nos meus ombros.
Sofi começou a rebolar como uma louca, dando sentadas fortes e rápidas. Os peitos dela batiam na minha cara enquanto eu segurava aquele rabo firme e jovem com as duas mãos, abrindo ele.
— É isso que você queria antes de casar? — rosnei enquanto ajudava ela a subir e descer.
— Sim! Quero levar seu pau bem dentro! Me come gostoso, Dany! Quero lembrar de você quando estiver com ele!
Comi ela com força, mas dessa vez só pela buceta. Joguei ela de costas no sofá, abri as pernas dela ao máximo e enfiei fundo, olhando nos olhos dela. A bunda dela batia nas minhas coxas a cada metida. Sofi gemia sem controle, gozando duas vezes antes de eu estar quase lá.
— Goza dentro! Quero que me encha! — implorou.
Gozei fundo dentro da buceta dela, soltando jatos quentes enquanto ela tremia debaixo de mim. Ficamos abraçados por um tempo, suados e ofegantes.
— Essa foi a última mesmo, Dany… — sussurrou me beijando de leve —. Te amo… mas não aguento mais isso.
Ela se vestiu, me deu um último beijo e foi embora.
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Dois meses depois do casamento
Sofi casou. Foi um casamento bonito, grande e cheio de gente. Ana chorou, eu fingi estar feliz. Alex tava radiante. Sofi tava linda no vestido branco dela… mas toda vez que a gente se olhava, tinha algo escuro entre nós.
Até que a ligação chegou.
Era uma quarta-feira à tarde. A Sofi me ligou chorando.
— Dany… preciso te ver. É urgente. Tô grávida.
Fiquei travado.
— De quanto tempo? — perguntei com a voz rouca.
— Seis semanas… mais ou menos.
Fiz as contas rápido. A despedida de solteira tinha sido exatamente seis semanas e meia antes do casamento.
— Não sei se é seu ou do Alex… — disse entre soluços —. Naquela noite eu tava muito bêbada… e eu e o Alex tínhamos transado dois dias antes. Não sei o que vou fazer.
Fiquei em silêncio, com o coração batendo forte.
A Sofi continuou, quase num sussurro:
— Meu marido tá felizão… acha que é dele. Mas eu não paro de pensar naquela última vez no seu apê… em como você me encheu.
O peso do que a gente tinha feito caiu sobre mim como uma laje. A Sofi era casada, grávida… e tinha uma chance real daquele bebê ser meu.
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A Ana ainda não sabe de nada. Continua com os altos e baixos com meu pai, continua indo pra academia, e continua me pedindo tempo pra gente se ver. Mas agora tenho dois segredos enormes me apertando:
Minha mãe, que precisa cada vez mais de mim… E minha irmã, que pode estar carregando meu filho.
Tudo está prestes a ficar muito mais complicado.
Depois daquele telefonema, eu e a Sofi nos encontramos num café afastado. Ela tava nervosa, com os olhos inchados. Me confessou que o Alex tava super empolgado com a gravidez e que ela não tinha coragem de contar a verdade.
— Dany… isso tem que ficar entre a gente — falou baixinho, segurando minha mão por baixo da mesa —. Não vou fazer nenhum exame. Vou criar esse bebê com o Alex. Vai ser nosso filho. Você e eu… isso acaba aqui. Pra sempre.
Olhei bem pra ela. Senti um nó na garganta, mas concordei.
—Tá bom. Vamos guardar segredo. Nunca vou falar nada.
A gente se abraçou por um tempão. Foi uma despedida definitiva. Naquela noite, pela primeira vez em muito tempo, não rolou nada sexual entre nós. Só um adeus silencioso e doloroso.
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Dois meses depois, recebi uma oferta de trabalho foda: Chefe de Veterinários numa grande empresa agropecuária em Guadalajara, Jalisco. Salário melhor, benefícios, carro da empresa e um apartamento pago nos primeiros seis meses. Pensei pouco. Aceitei.
Contei pra Ana primeiro. Ela ficou feliz por mim, mas também triste. Sabia que isso significava menos encontros.
A mudança foi rápida. Vendi algumas coisas, empacotei o necessário e aluguei um apartamento bonito em Zapopan, com varanda e vista pra cidade.
Uma noite, lá pras onze e meia, recebi uma mensagem dela:
Sofi: Tô na frente da sua casa. Minha mãe saiu com meu pai e só volta amanhã. Quero falar com você.
Abri a porta. — Fecha a porta — ela falou baixinho.
Eu fiz. Fiquei parado na frente dela.— Dany… vou me casar — disse ela me olhando nos olhos —. E antes disso… quero uma última vez com você. Só uma. Sem a mamãe saber. Quero me despedir disso… de nós.
Não precisei ouvir mais nada. Me aproximei, segurei o rosto dela e beijei com força. Sofi respondeu com a mesma fome. As mãos dela desceram rápido pro meu short e puxaram meu pau já duro.
— Quero que me coma como antes… como quando você me usava de vingança contra a mamãe — sussurrou enquanto me masturbava.
Joguei ela na cama, tirei a camiseta e a minissaia, deixei ela completamente pelada. O corpo jovem dela continuava uma delícia: peitos grandes e firmes, cintura fina e aquela bunda redonda, dura e empinada que eu sempre amei.
Coloquei ela de quatro e separei as nádegas. A buceta dela já tava molhada. Dei um tapa forte e enfiei de uma vez até o fundo.
— Aiii, irmãozinho! — gemeu Sofi, agarrando os lençóis.
Comecei a comer ela com gosto, fundo e rápido. A bunda firme dela batia na minha pelve a cada estocada. Dei mais uns tapas, deixando minhas marcas vermelhas na pele dela.
— É isso que você queria, Sofi? Uma última fodida antes de casar?
— Sim! Me come gostoso! Quero lembrar do seu pau quando tiver com ele! — gemia sem vergonha.
Tirei, cuspi no cu dela e comecei a enfiar no rabo. Sofi soltou um gemido longo e rouco, mas empurrou pra trás até eu estar inteiro dentro.
— Porra, mãe… que gostoso que é! — ofegou —. Enfia tudo no meu cu, Dany… quero que me coma por trás igual você come a mamãe.
Comi ela com força pelo rabo, segurando na cintura dela, vendo como o cu apertado dela engolia meu pau uma e outra vez. Sofi gozou violentamente, tremendo e me apertando. Eu não aguentei muito mais. Tirei e joguei jatos grossos de porra quente na bunda e nas costas dela.
Ela ficou deitada de bruços, respirando pesado, com minha gozada escorrendo pelo cu dela.
Depois de um tempo Ela se virou, me olhou e disse com uma mistura de tristeza e desejo:
—Essa foi a última vez, Dany. Quando eu casar… isso acaba. Mas queria levar uma boa lembrança sua.
Ela me beijou fundo, se levantou, vestiu a camiseta e, antes de sair do quarto, falou baixinho:
—Valeu por ser meu segredinho mais gostoso, maninho.
A despedida de solteira da Sofi foi numa sexta. Umas 4 da manhã, ela tava bêbada, com a maquiagem borrada e vestindo um vestido preto curto que mal cobria a bunda dela. Eu tava no meu apê quando recebi a mensagem dela:
Sofi: Tô aqui embaixo. Me abre. É a última vez.
Desci pra abrir. Assim que entrou no apê, ela me empurrou contra a parede e me beijou com desespero. Cheirava a álcool, perfume e pecado.
— Dany… só hoje à noite — sussurrou com a voz trêmula —. Amanhã sou a noiva perfeita… mas hoje quero que me coma como sua puta pela última vez.Não chegamos nem na cama. Carreguei ela até o sofá, levantei o vestido dela e arranquei a calcinha fio dental. A buceta dela tava encharcada. Coloquei ela montada em mim e enfiei de uma vez até o fundo.
— Aaaahhh irmãozinho! — gemeu alto, cravando as unhas nos meus ombros.
Sofi começou a rebolar como uma louca, dando sentadas fortes e rápidas. Os peitos dela batiam na minha cara enquanto eu segurava aquele rabo firme e jovem com as duas mãos, abrindo ele.
— É isso que você queria antes de casar? — rosnei enquanto ajudava ela a subir e descer.
— Sim! Quero levar seu pau bem dentro! Me come gostoso, Dany! Quero lembrar de você quando estiver com ele!
Comi ela com força, mas dessa vez só pela buceta. Joguei ela de costas no sofá, abri as pernas dela ao máximo e enfiei fundo, olhando nos olhos dela. A bunda dela batia nas minhas coxas a cada metida. Sofi gemia sem controle, gozando duas vezes antes de eu estar quase lá.
— Goza dentro! Quero que me encha! — implorou.
Gozei fundo dentro da buceta dela, soltando jatos quentes enquanto ela tremia debaixo de mim. Ficamos abraçados por um tempo, suados e ofegantes.
— Essa foi a última mesmo, Dany… — sussurrou me beijando de leve —. Te amo… mas não aguento mais isso.
Ela se vestiu, me deu um último beijo e foi embora.
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Dois meses depois do casamento
Sofi casou. Foi um casamento bonito, grande e cheio de gente. Ana chorou, eu fingi estar feliz. Alex tava radiante. Sofi tava linda no vestido branco dela… mas toda vez que a gente se olhava, tinha algo escuro entre nós.
Até que a ligação chegou.
Era uma quarta-feira à tarde. A Sofi me ligou chorando.— Dany… preciso te ver. É urgente. Tô grávida.
Fiquei travado.
— De quanto tempo? — perguntei com a voz rouca.
— Seis semanas… mais ou menos.
Fiz as contas rápido. A despedida de solteira tinha sido exatamente seis semanas e meia antes do casamento.
— Não sei se é seu ou do Alex… — disse entre soluços —. Naquela noite eu tava muito bêbada… e eu e o Alex tínhamos transado dois dias antes. Não sei o que vou fazer.
Fiquei em silêncio, com o coração batendo forte.
A Sofi continuou, quase num sussurro:
— Meu marido tá felizão… acha que é dele. Mas eu não paro de pensar naquela última vez no seu apê… em como você me encheu.
O peso do que a gente tinha feito caiu sobre mim como uma laje. A Sofi era casada, grávida… e tinha uma chance real daquele bebê ser meu.
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A Ana ainda não sabe de nada. Continua com os altos e baixos com meu pai, continua indo pra academia, e continua me pedindo tempo pra gente se ver. Mas agora tenho dois segredos enormes me apertando:
Minha mãe, que precisa cada vez mais de mim… E minha irmã, que pode estar carregando meu filho.
Tudo está prestes a ficar muito mais complicado.
Depois daquele telefonema, eu e a Sofi nos encontramos num café afastado. Ela tava nervosa, com os olhos inchados. Me confessou que o Alex tava super empolgado com a gravidez e que ela não tinha coragem de contar a verdade.
— Dany… isso tem que ficar entre a gente — falou baixinho, segurando minha mão por baixo da mesa —. Não vou fazer nenhum exame. Vou criar esse bebê com o Alex. Vai ser nosso filho. Você e eu… isso acaba aqui. Pra sempre.
Olhei bem pra ela. Senti um nó na garganta, mas concordei.
—Tá bom. Vamos guardar segredo. Nunca vou falar nada. A gente se abraçou por um tempão. Foi uma despedida definitiva. Naquela noite, pela primeira vez em muito tempo, não rolou nada sexual entre nós. Só um adeus silencioso e doloroso.
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Dois meses depois, recebi uma oferta de trabalho foda: Chefe de Veterinários numa grande empresa agropecuária em Guadalajara, Jalisco. Salário melhor, benefícios, carro da empresa e um apartamento pago nos primeiros seis meses. Pensei pouco. Aceitei.
Contei pra Ana primeiro. Ela ficou feliz por mim, mas também triste. Sabia que isso significava menos encontros.
A mudança foi rápida. Vendi algumas coisas, empacotei o necessário e aluguei um apartamento bonito em Zapopan, com varanda e vista pra cidade.
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