A submissão da sogra, Parte 10

O celular da Thelma vibrou na coxa dela, cortando o silêncio pesado da sala. Ariana. Os dedos de Thelma tremeram ao deslizar a mensagem: "Mami, preciso de conselhos de mulher; me ensina. Quero fazer o Ivan feliz na cama, mas não sei mais o que fazer pra ele. Como eu agrado ele melhor?"
Thelma engoliu seco. A tela brilhava no rosto dela enquanto lia e relia. A filha dela, sem saber da teia que o Sebastião tinha tecido, pedia instruções pra ser uma puta melhor. Alberto se aproximou por trás do sofá, os olhos cravados no celular.
— O que ela quer? — perguntou, a voz rouca.
— Nada que te interesse — Thelma inclinou o telefone pra longe dele.
Mas Alberto já tinha visto o nome. O maxilar dele se contraiu.
Thelma começou a digitar devagar: "Me escuta bem. Não pode ter limites. Sua boca é a ferramenta dele. Engole ele inteiro, sem respirar. Quando sentir que vai se afogar, continua descendo. Eles gostam de sentir a garganta contraindo em volta da rola deles."
Enquanto mandava a mensagem, Alberto contornou o sofá e se ajoelhou na frente dela. As mãos dele forçaram os joelhos de Thelma pra abrir, afastando o roupão. Ela não resistiu — a mente dela tava dividida entre a tela e o vazio entre as pernas dela.
O celular vibrou de novo: "E se eu me afogar?"
Thelma digitou: "Não importa se você ficar sem ar. Ele não pergunta se você gosta. Ele te usa. Deixa ele foder sua boca como se fosse mais um buraco. E quando ele gozar, engole tudo. Cada gota. Sempre."
Alberto enterrou o rosto entre as coxas de Thelma. A língua dele procurou o clitóris com desespero, lambendo com movimentos atrapalhados e febris. Queria arrancar um gemido dela, uma reação — qualquer coisa que não fosse aquela frieza total. Mas Thelma nem baixou o olhar. Os olhos dela ficaram fixos na tela enquanto os dedos continuavam digitando instruções obscenas.
"Seu cu pertence a ele. Antes dele te foder, você mesma tem que abrir. Enfia os dedos, se estica pra ele. Quando Enfia tudo, não grita de dor —grita pra ele te dar mais. Homem adora ouvir como você implora enquanto ele te rasga o cu."
Alberto enfiou dois dedos dentro dela, bombando com fúria enquanto a língua trabalhava sem ritmo. O som molhado da saliva se misturando com a pele enchia o quarto. Thelma soltou um suspiro —não de prazer, mas de tédio.
—Pra que esse esforço todo, Alberto? —disse sem tirar os olhos do celular—. Depois do Sebastião, tá claro que você não consegue me satisfazer. A única coisa que você faz é o que ele quer. Isso aqui nem é por mim.

As palavras bateram em Alberto como um tapa. Ele parou, os dedos ainda dentro dela, o rosto congestionado. Mas em vez de recuar, algo quebrou dentro dele. O ciúme virou raiva pura.

Ele se levantou de repente e agarrou Thelma pelos cabelos, arrastando ela pra fora do sofá. Ela largou o celular no almofada enquanto Alberto a empurrava em direção a uma cadeira. Puxou umas cordas da gaveta —as mesmas que Sebastião tinha usado quando ela tava de vestido de casamento— e amarrou os pulsos dela nos braços da cadeira.
—Você vai ver o que eu sou capaz de fazer —sibilou.
Thelma soltou uma risada fria.

Alberto sumiu por um instante e voltou com um plug anal de metal e o celular na mão, gravando. Sem preliminares, empurrou o plug contra o cu de Thelma, forçando pra dentro. Ela arqueou as costas, um gemido escapando apesar dela. Alberto começou a se masturbar na frente dela, a piroca pequena e dura, bombando com fúria enquanto gravava.
—Fala que você gosta —ordenou.
—Eu gosto quando o Sebastião me enche —respondeu ela, a voz trêmula por causa do plug mas os olhos desafiadores—. Sua porra não vale nada perto da dele. O que sai de você é um jatinho patético.

Alberto grunhiu, acelerando o movimento. A mão livre dele agarrou o celular, focando na cara de Thelma, o plug enterrado no cu dela, o próprio pau dele pulsando. Ele gozou com um gemido, uns fios finos de sêmen caindo sobre o rosto da Thelma. Ela olhou pras gotas com desprezo.
—Patético —murmurou.

Enquanto isso, na casa do Sebastián, Ariana lia cada mensagem com devoção. O corpo dela ainda tremia do encontro anterior, mas o vício a empurrava pra mais. Ela se ajoelhou na frente do Sebastián, que tava recostado no sofá observando ela com um sorriso.
—Quero que você use minha boca com força, como se fosse uma buceta —sussurrou Ariana, segurando a base do pau dele.

Sem esperar resposta, abriu a boca e engoliu ele inteiro. O pau do Sebastián bateu no fundo da garganta dela e ela segurou o reflexo de vômito, exatamente como a mãe dela tinha ensinado. Os lábios dela selaram em volta da base enquanto a garganta se contraía espasmodicamente. Sebastián agarrou o cabelo dela e empurrou mais fundo, fodendo a boca dela sem piedade.

Ariana pegou o próprio celular e posicionou, gravando como o pau do Sebastián sumia entre os lábios dela, como a saliva escorria pelo queixo dela. Quando ele se retirou pra deixar ela respirar, ela ofegou e desceu até as bolas dele, lambendo elas com devoção, metendo elas na boca uma por uma enquanto a mão dela bombava o pau.

—Mais —ordenou Sebastián.

Ariana se virou, mostrando o cu pra ele. Os próprios dedos dela abriram o ânus dela, se esticando como tinham ensinado. Sebastián não esperou —meteu de uma vez só, arrancando um grito que virou súplica.
—Mais! Me dá mais!

Sebastián agarrou ela pela cintura e fodeu ela com brutalidade, cada estocada empurrando ela contra o sofá. Ariana gravava a própria degradação, o celular capturando como o cu dela engolia o pau do Sebastián uma e outra vez.

Quando Sebastián se retirou, Ariana se virou rápido, abrindo a boca. Ele gozou no rosto dela, fios grossos de porra cobrindo a testa dela, as bochechas, os lábios. Ela passou a língua recolhendo o que dava, engolindo com reverência.

Não acabou ali. Ariana montou nele, deslizando o pau dentro da buceta dela, cavalgando ele com desespero. As cadeiras dela quicavam enquanto suas mãos apertavam os próprios peitos, beliscando os mamilos. Sebastián agarrou sua cintura e empurrou pra cima, fodendo com força por baixo.
— Me enche! — implorou Ariana —. Quero seu gozo dentro de mim!
Sebastián grunhiu e gozou pela segunda vez, inundando o interior dela. Ariana desabou sobre ele, tremendo, o celular ainda gravando enquanto a buceta dela escorria porra.
De volta à sala da Thelma, o celular vibrou com uma notificação. Sebastián tava mandando escondido o vídeo que acabou de gravar com a filha dela. Thelma abriu com mãos trêmulas e viu a sua Ariana — coberta de porra, a buceta transbordando, os olhos vidrados de prazer — olhando pra câmera.
Thelma fechou os olhos. Depois, com dedos trêmulos, reenviou a gravação do Alberto gozando na cara dela amarrada na cadeira.
A resposta de Sebastián foi na hora: um emoji sorrindo.

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