Quase fui embora. Mas não, entrei e era ele mesmo. A gente se cumprimentou como amigos e ele me deu uma breja. Começamos a falar o que pensávamos um do outro e blá blá blá! E tudo certo, já me senti bem porque tinha química e o cara não era um sem noção, a gente trocava uns comentários mas de boa e foi entrando num terreno mais quente e eu na minha outra faceta que não tinha explorado tanto! — Que cueca bonita a minha! Bem branca. — Ah, viu? E ele se tocou na rola se ajeitando. Ficou meio apertada pra mim. Eu tava com um calorão, tinham passado só 20 minutos mas eu tava com vontade de fazer a putinha um pouco. — É, dá pra ver bem, eu coloquei essa. Tentei me fazer o mais sexy possível, tirei a calça, levantei um pouco a fio dental e sentei. — Ufffff, você manda bem nesse papel, hein? Parece? Me mostra essa fio dental de novo? — Às vezes sim 😈. Levantei e fiquei um pouco mais perto dele, juntei as pernas e empinei a raba. — AMEI. BEM EMPINADA! — Pelada, falei eu. E senti a mão dele na raba, só tocou e apertou. Fui andando pegar mais duas brejas e juro, não sei explicar como eu tava me sentindo mas queria estar ali! — Toma, coloca aí embaixo pra esfriar isso. — Haha é, olha como você me deixou. — UFFF, EU? Besteira, achei que as fotos eram brincadeira e não eram. Que pedaço de pau, cara! — É VOCÊ. MAS CALMA, ANTES DE TUDO FICA TRANQUILO QUE ISSO MORRE AQUI, VAMOS APROVEITAR. SE ALGO NÃO TE AGRADAR VOCÊ FALA E A GENTE PARA. OK? — Relaxa, de boa. Acredito em você. — Show. E ele puxou a rola pra fora, assim de uma vez. A cueca apertou muito. Eu não conseguia disfarçar e tava literalmente muuuuito excitada e me dava tesão ver ele! Tava adorando. Ele percebeu como eu olhava e se tocava devagar. — AH, QUE GOSTOSA. ELE FALOU, VOCÊ GOSTA? — ADORO, DEIXA COMIGO? Fiquei de quatro no sofá e chupei ele na hora. Ele gemeu pra caralho e me tocava nas costas ou na raba, eu dei tudo de mim. Comecei devagar com a língua do jeito que eu gosto e aos poucos tentava ir mais fundo, veio ânsia, muita baba e lágrimas, era uma delícia e O cara tava todo molinho e toda hora me falava: "QUE BOA VOCÊ É CHUPANDO PIKA, FILHA DA PUTA". CHUPEI PRA CARALHO, MONSTRUOSO. "Vai até onde der, adoro." "Me ajuda um pouquinho, neném." Ele segurou minha cabeça, mas de leve, e foi colocando mais devagar, eu ouvia ele gemer e isso me excitava pra caralho, aguentei, dei duas ou três ânsias e parei. "Que filha da puta você é." E me deu um puta beijo de língua que me desmontou. "Tentamos mais um pouco?" "É, um pouquinho", falei. "Vamos ver... ufffff. Mais um pouco, isso aí, filha da puta." E eu saí tossindo, haja... "Quer dar uma pausa?" "Quero", falei. Beleza, ele se levantou e eu fiquei sentado. Ele me pegou e colocou na minha boca umas três ou quatro vezes, até onde entrava. "Que putinha linda você é, agora sim, vamos parar." E trouxe mais cerveja. Eu recuperei o fôlego e tomei uns goles. "Gostou?", perguntei. "PRA CARALHO. E VOCÊ? ACHOU DEMAIS?" "Siiim, amei. Além disso, você não surtou. Isso me preocupava, haja." "Que bom então! Se eu fizer isso, você vai embora. Perda de tempo. Mas no final arrisquei." "Siiim, fui foda. Ousado." "Me enlouquece você ser mais velha e ficar assim." Isso que ele falou me deixou com um tesão do caralho. "E pra mim é o contrário, só quando você me segurou eu pensei 'ufff, que puta, olha como o cara me domina' e gostei, continua mas não exagera." "Se eu exagerar, você fala e pronto, mas não vai rolar." "Melhor." Entre conversa e cerveja, ele botou um pornô de fundo e, claro, o calor voltou. Muita foda, muita pika grande, um tesão danado, eu levantei e me aproximei. Beijei ele e toquei na pika dele! "Você me deixa louco de tesão, cara." "É? Muito?" Eu me afastei e fui pro sofá. Fiquei de quatro e ele veio por trás. Senti a pika e quase morri. Ele ficou brincando com ela e me deu um tapa. E mais um! Eu sentia a pika dele e respirava até sentir a mão dele no meu cabelo, me segurou e puxou pra trás, fiquei toda arqueada. "Gosta, bebê?" "Adoro." "Paramos?" "Não." "Tá sentindo?" "Aham." Ele me deu um tapa com vontade e puxou a minha calcinha fio dental. CONTINUA
1 comentários - Relato gay 2: O Largo