A submissão da sogra, Parte 1

O sol do meio-dia batia no para-brisa do carro enquanto Sebastián manobrava pra estacionar na frente da casa dos pais da Ariana. O motor roncou suave antes de desligar, deixando um silêncio repentino que só foi quebrado pelo som das portas se abrindo. Ariana desceu primeiro, esticando as pernas longas e alisando a saia curta que deixava os muslos finos e bronzeados à mostra. O cabelo castanho caía em ondas suaves sobre os ombros, e Sebastián não conseguiu evitar reparar como o tecido da blusa justa apertava levemente sobre os peitos dela — um par de tetas médias, firmes e lindas que ele já conhecia bem, mas que sempre conseguiam arrancar um sorriso dele.
— Vamo, love, tão nos esperando — disse Ariana com uma voz doce, pegando na mão dele.
Sebastián concordou, ajustando a calça e seguindo ela até a porta da frente. Ao cruzar a soleira, o ar-condicionado deu um alívio do calor lá fora. Na sala de estar, a atmosfera mudou na hora. Alberto, o pai da Ariana, se levantou do sofá com dificuldade. Era um homem alto, mas o corpo era uma massa imponente e mole; a obesidade tinha moldado a figura dele em algo quase disforme, e a respiração pesada enchia o cômodo antes mesmo que ele conseguisse falar alguma coisa.
— Sebastián, que bom te ver, rapaz! — rosnou Alberto com um sorriso forçado, estendendo uma mão úmida e grande.
Mas a atenção de Sebastián desviou rápido pra figura que surgia da cozinha. Thelma, a mãe da Ariana, secava as mãos num avental que não conseguia esconder nada. O impacto foi físico, uma descarga de adrenalina direto no sistema nervoso de Sebastián. Ela tinha cinquenta e cinco anos, mas o tempo só tinha servido pra adicionar uma maturidade gostosa aos traços dela. Era como ver a Ariana através de um prisma de abundância e experiência. Tinha o mesmo cabelo castanho, embora um pouco mais curto, e a mesma estrutura facial, mas onde Ariana era magra e esbelta, Thelma era uma montanha de curvas generosas.
—Oi, Sebastián, como você tá bonito — cumprimentou ela, se aproximando pra dar um beijo na bochecha que cheirava a baunilha e algo mais profundo, talvez perfume de rosas de coroa.
Sebastián sentiu o peso dos peitos dela ao se apoiar de leve no braço dele. Eram imensamente maiores que os da filha dela, dois peitões pesados e macios que pareciam desafiar a gravidade e o avental que tentava segurá-los. A figura dela era cheinha, com quadris largos que balançavam num ritmo hipnótico quando ela voltava pra cozinha. Sebastián sentou no sofá, tentando manter uma conversa coerente com Alberto sobre futebol e trabalho, mas os olhos dele estavam fixos no corredor, esperando o próximo movimento de Thelma.
O jantar foi um exercício de controle. Thelma servia a comida, se movendo entre a mesa com uma graça que fazia tremer os braços e as coxas dela toda vez que se abaixava pra colocar os pratos. Numa ocasião, ao alcançar uma molheira do lado oposto da mesa, a blusa dela esticou, deixando Sebastián ver a clavícula funda e o começo de um decote que prometia uma pele branca e macia. Ele mordeu o lábio inferior, sentindo o pau começar a endurecer debaixo da mesa, uma ereção desconfortável que teve que disfarçar cruzando as pernas. Ariana, do lado dele, ria com inocência, completamente alheia à tempestade suja que se formava na mente do namorado dela.
Naquela noite, a casa mergulhou num silêncio profundo. Alberto roncava como um trator estacionado no quarto principal, e Ariana dormia profundamente no quarto de hóspedes que dividiam. Sebastián, no entanto, estava acordado, suado e com a mente nublada por imagens da mãe da namorada. A sede o empurrou a levantar e andar pelo corredor escuro até o banheiro.
Ao entrar, notou um brilho fraco sobre a bancada de mármore. Era o celular da Thelma. Ela devia ter esquecido depois de lavar o rosto. antes de dormir. Sebastián ficou paralisado, o coração batendo contra as costelas como um pássaro enjaulado. O banheiro cheirava ao perfume dela, um aroma doce e inebriante que parecia impregnar as toalhas felpudas penduradas na parede. Com mãos trêmulas, ele pegou o aparelho. A tela acendeu com um simples deslizar; não tinha senha. A galeria se abriu, e o que ele viu fez sua respiração parar. Não eram fotos de paisagens nem de família. Eram fotos dela. Thelma. A primeira imagem a mostrava em pé na frente de um espelho de corpo inteiro, vestida só com um conjunto de lingerie preta de renda que mal conseguia conter o volume imenso dos peitos dela. Os mamilos escuros apareciam através do tecido transparente, duros e salientes. Sebastián deslizou o dedo com ansiedade, passando para a próxima. Nessa, ela estava sentada numa cama que ele reconheceu como a dos pais, as pernas abertas num V provocante. A lingerie não tinha entrepernas, deixando à mostra a buceta madura, depilada e brilhante, molhada sob a luz do flash do celular. Os dedos dela abriam os lábios da vagina, mostrando o interior rosado e faminto. Sebastián sentiu um arrepio percorrer suas costas, misturado com uma onda de calor visceral. Outra foto a mostrava de costas, olhando por cima do ombro com uma expressão de puro desejo, a bunda grande e macia destacada por uma tanga que sumia entre as nádegas carnudas. Ele não conseguiu evitar. A urgência era forte demais. Abriu a opção de compartilhar e, com movimentos rápidos e desajeitados, selecionou o próprio número e enviou as cinco fotos mais explícitas. O bipe de confirmação soou como um tiro no silêncio do banheiro, mas ninguém acordou. Sebastián apagou a mensagem enviada do histórico e devolveu o celular exatamente onde o tinha encontrado, a mão suando frio contra a capa do aparelho. Ele voltou para o quarto de hóspedes, mas dormir já não era uma opção. Deitou-se. junto com a Ariana, mas na mente dele, a garota magra já não existia mais. Só tinha carne madura, peitos pesados e uma buceta experiente. Ele puxou o próprio celular e abriu as fotos que acabara de receber. A luz da tela iluminou o rosto dele com um tom azulado enquanto ele dava zoom no rosto da Thelma, na umidade da virilha dela, no jeito que a carne dela ondulava.
Ele baixou a calça do pijama com violência, liberando o pau dele que pulsava, duro e quente ao toque. Começou a se masturbar com fúria, imaginando que aquelas mãos da foto eram as dele, que aquele rabo mole batia contra a pélvis dele enquanto ele comia ela de quatro, fazendo ela gritar até as paredes tremerem. Ele se imaginava enchendo ela, usando ela como a puta que as fotos mostravam que ela era. O orgasmo bateu nele como uma maré, deixando ele ofegante no escuro, com o esperma quente manchando a barriga dele e os lençóis.
Enquanto limpava a bagunça com uma peça de roupa íntima, o olhar fixo no teto, a neblina do prazer começou a se dissipar, substituída por uma ideia mais fria, mais calculista e perigosa. Ele tinha as provas. Ele tinha a mãe da namorada dele, aquela mulher madura e aparentemente respeitável, com a guarda baixa nas mãos dele. A possibilidade de chantagear ela, de forçar ela a fazer tudo que a mente tortuosa dele pudesse imaginar, começou a tomar forma, sólida e tentadora. Já não era só uma fantasia passiva; agora ele tinha o poder de tornar ela real.

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