A Prostituta do Meu Bully 8

O nível de degradação tinha ultrapassado qualquer limite imaginável. O pesadelo da minha gravidez tinha se transformado numa condenação eterna. O Braian não só me usava em particular como a puta pessoal dele por um real por cada trepada, como também me obrigou a abrir uma conta no OnlyFans onde ele ficava com 99% do lucro, me forçando a gravar pornô explícito todo santo dia pra tirar mais grana dos doentes da internet. Eu tinha que fazer malabarismo mental: quando ele não tava, o ódio queimava minhas entranhas e eu chorava de impotência; mas quando ele cruzava a porta — geralmente bêbado, alterado, furioso, tarado ou estressado —, meu cérebro dava um clique miserável e eu virava uma puta obcecada, submissa e disposta a tudo pra alimentar nosso filho e juntar aqueles reais miseráveis.

Naquela noite de festa em família, a loucura foi longe demais. A casa tava cheia de parentes meus, música alta, cheiro de comida e bebida. O Braian apareceu completamente bêbado, suado e com a veia da têmpora pulsando de raiva. Me viu parada perto da cozinha, se armou de uma maldade insuportável e decidiu marcar território do jeito mais violento e público possível.

— Vem pra cá, pedaço de puta, que a família quer ver como a minha puta pessoal trabalha. — O Braian gritou do meio da sala, me agarrando pelo cabelo com violência diante do olhar atônito de todo mundo.

— Não, Braian, pelo amor de Deus, aqui não, minha família tá aqui! — Supliquei aos berros, sentindo o terror e a vergonha congelarem meu sangue.

— Cala a boca, puta desobediente, me obedece ou eu quebro tua cabeça na hora! — Ele me ameaçou, puxando meu couro cabeludo até me jogar no chão no meio da sala.

— P-por favor... te imploro... não faz isso comigo aqui na frente de todo mundo! — Roguei chorando sem parar, apoiando uma mão no chão frio enquanto a galera começava a murmurar.

— Tira a roupa e faz a puta que você tanto gosta de ser, ou quer que teu filho morra? —De fome, hein! —gritou o maldito, tirando o cinto e me dando um chute seco nas costas.
—S-sim, o que você quiser, mas para de me bater! —respondi, engolindo todo o meu orgulho, completamente quebrada e disposta a agir como a puta mais submissa pra ele não me moer.
—Isso, fica de joelhos agora mesmo na frente de todo mundo, vai, mostra pra eles como você chupa minha pica. —ele ordenou, abrindo a calça e tirando os 23 centímetros duros e suados no meio da festa de família.
—Não acredito, que porra esse doido tá fazendo com a guria! —ouvi um dos meus tios gritar indignado lá do fundo, enquanto outros parentes começavam a se levantar das cadeiras, alterados.
—Me deixa em paz, filho da puta, te imploro! —tentei me defender por reflexo, mexendo as pernas pra escapar da bota dele.
—Fecha essa buceta, puta! Quer ganhar dinheiro pro moleque? Chupa e ganha teu peso! —Braian rugiu na minha cara, me dando um tapa que me fez cambalear.
Com o rosto banhado em lágrimas de humilhação absoluta, apoiei uma mão no chão de cerâmica e com a outra peguei a pica fedida dele, me forçando a enfiar até o fundo da garganta no meio da sala.
—Mmmf... mmmgh... —comecei a chupar desesperada, me engasgando com o tamanho, enquanto o líquido grosso começava a escorrer pelos cantos dos meus lábios.
—Olha a cara de gulosa que a puta da sua sobrinha faz, como ela adora engolir! —zombou um dos amigos bêbados do Braian que tava convidado, soltando uma risada nojenta e pervertida.
—Que filho de uma puta, isso é loucura, chamem a polícia! —minha mãe gritou da cozinha, desesperada ao ver como ele me tratava.
—Se chamarem a polícia ou se meterem, eu mato essa puta na porrada agora mesmo! —ameaçou Braian aos berros, empurrando minha cabeça com mais força contra a virilha dele pra eu não parar de mamar.
—Mmmgh... p-por favor... c-continua me comendo se quiser, mas não faz isso comigo aqui... Eu gaguejava, com o rosto completamente coberto de baba, porra e lágrimas, sentindo um enjoo horrível na frente dos meus próprios familiares.
— Cala a boca e engole toda a minha porra, puta barata, que é pra isso que eu te sustento! Ele gritou comigo, me dando mais um tapa brutal na nuca.
— Olha só a sem-vergonha, como ela curte, a safada! Comentou outro familiar com nojo e raiva, enquanto se ouviam murmúrios divididos entre raiva, tensão e risadas de alguns doentes que assistiam à cena com tesão.
— Agh... ahlggh...! Eu engasgava tossindo, sentindo o cheiro forte de suor e álcool misturado com o esperma quente dele que transbordava da minha boca.
— Mais forte, puta, que não dá pra cobrar o peso! Exigiu o desgraçado, me puxando pelos cabelos com maldade.
— P-por favor, te imploro... já engoli tudo... Continua me usando no quarto, faz o que quiser comigo, mas termina logo... Eu suplicava chorando de joelhos, me arrastando no chão da casa dos meus pais.
— Isso, seu pedaço de puta submissa, abre bem essa boca que vou gozar aqui mesmo! Rugiu Braian, dando uma última estocada no ar.
De repente, senti o pau dele pulsar violentamente e um jato fervente, abundante e nojento de porra inundou minha boca por completo, escorrendo pelo meu queixo e pescoço na frente de todos os convidados.
— Olha como deixei sua cara, cheia da minha porra, você é uma maldita lixo! Braian riu às gargalhadas, arrumando a calça enquanto me deixava caída de quatro, vomitando e chorando no chão da festa.A Prostituta do Meu Bully 8●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
O maldito do Braian entrou no quarto chutando a porta, completamente bêbado, com os olhos injetados de sangue, a respiração ofegante e aquela raiva quente que ele sempre trazia quando queria descontar em alguém. Vinha suado da rua, fedendo a álcool barato e tabaco rançoso, com a cara alterada e a testa franzida. Me olhou da porta como se eu fosse o pior lixo do mundo, com um desprezo tão denso que dava pra cortar no ar.
— Levanta, puta de merda! O que você tá fazendo aí deitada se fazendo de santa? Fica de quatro agora mesmo e vem rastejando até aqui, vai. Braian latiu com uma voz rouca, sentando-se sem pressa na cadeira ao lado da cama enquanto abaixava o zíper da calça jeans e tirava aquela pica gigante, grossa e suada, que já tinha destruído minha vida mil vezes.
— S-sim, meu amor... já vou, me perdoa, já tô indo aí... Falei mudando a voz na hora, adotando aquele tom de putinha submissa, melosa e desesperada que eu tinha aprendido a usar pra lidar com ele, enquanto sentia o nojo queimando minha garganta por dentro.
Me joguei no chão frio do quarto e, com o coração batendo a mil por hora de pura raiva e humilhação, comecei a engatinhar de quatro pelas lajotas, me arrastando como um animal faminto em direção à virilha dele. Enquanto avançava com os joelhos raspando no chão, pensava na fome que a gente passava, no nosso filho chorando no berço e na miséria absoluta em que esse filho da puta me meteu, o mesmo valentão que arruinou minha escola e agora era meu dono.
— Mais rápido, puta de merda, parece uma tartaruga manca! Anda logo ou juro que hoje você não vê um centavo pra comprar leite pro moleque! Ele gritou furioso, batendo punheta na pica com a mão e me olhando com uma superioridade nojenta.
— Desculpa, minha vida, já tô chegando, já tô chegando... olha como eu vou na sua pica, papai, como eu morro de vontade de ter ela dentro de mim. Supliquei engatinhando mais rápido, me forçando a sorrir. e a botar cara de tesão enquanto por dentro odiava ele com cada célula da minha alma, desejando que ele morresse afogado no próprio cachaça.
Cheguei até os pés dele, com os joelhos marcados e a respiração cortada, e fiquei de joelhos olhando pra porra ereta e suada que ele enfiava na minha cara. Ele me agarrou pelo cabelo com uma força brutal, puxando minha cabeça pra trás pra que eu ficasse bem exposta aos caprichos dele.
— Então cê quer que eu te coma hoje pra juntar suas moedas de merda, é? Cê gosta de vir me pedir de quatro, sua puta barata? Ele cuspiu na minha cara, rindo bêbado do meu estado de degradação total.
— Sim, por favor, Braian... me come o quanto quiser, faz de mim sua puta, arrebenta minha buceta e meu cu quantas vezes você quiser... Eu implorei com gemidos falsos de tesão, suplicando com uma obsessão fingida, sabendo que cada estocada era mais um peso pra nossa sobrevivência e mais uma fatia pro OnlyFans que ele mesmo me obrigou a abrir pra roubar 99% dos lucros.
— Cê é uma puta insaciável, adora ser tratada como o lixo que é, viu? Olha como sua boca fica molhada pelo meu pau, cê é uma puxa-saco. O cara me humilhou, apertando meu couro cabeludo com mais raiva enquanto eu engolia o orgulho e beijava as coxas suadas dele.
— Sim, sou sua puta, sou sua puta submissa... por favor, mete logo, não aguento mais sem sentir você dentro, papai... Eu continuei mentindo, usando todos os truques de puta barata pra acender ele mais rápido, embora soubesse muito bem que não adiantava nada: cada trepada dele ia durar entre uma e três horas inteiras de pura dor, estupros sem piedade e gemidos falsos que destruíam minha alma.
— Bom, já que cê pede tanto e se comporta como a escrava que é, vai começar com uma boa chupada antes de eu te abrir no meio como uma gostosa. O maldito ordenou, empurrando minha cara contra a virilha fedorenta dele enquanto a raiva, o nojo e o terror se misturavam no peito.Travesti●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
O filho da puta do Braian entrou chutando a porta da minha casa, completamente bêbado, alterado, suado e com um tesão furioso acumulado. Vinha cheirando a álcool barato e a rua, com os olhos injetados de sangue e aquela cara de desprezo que sempre me fodeu desde a época da escola. Ele se jogou sentado no sofá da sala, abrindo as pernas de uma vez enquanto apontava pro chão com o olhar.
— O que você tá fazendo aí parada, pedaço de puta? Tira a roupa logo e senta em cima de mim, que eu tô com o pau duro e quero te arrebentar o cu pra câmera, vai. — Gritou Braian com aquela voz rouca e pesada que gelava meu sangue.
— S-sim, meu amor... já vou, fica tranquilo que já te agrado... — Falei com a voz melosa e falsa, forçando um sorriso patético enquanto me despia rapidão pra agir como a puta submissa que ele exigia que eu fosse.
Na minha mente, o ódio queimava minhas entranhas como ácido puro; eu detestava ele com cada fibra da minha alma, odiava ele por ter arruinado minha vida e me transformado nisso. Mas só de olhar nos olhos dele, o instinto de sobrevivência pra criar nosso filho e a necessidade de juntar pelo menos um real por cada trepada me obrigavam a engolir todo o orgulho e me arrastar.
— Acelera o passo, puta de merda, que não te pago um real por trepada pra você ficar demorando. — Ele me insultou com raiva, me agarrando forte pelos cabelos pra me puxar pra entreperna dele.
— Desculpa, minha vida, é que eu quero te esquentar bem pra você me usar do jeito que quiser... — Supliquei com falsa devoção, subindo de uma vez montada no corpo dele enquanto a câmera do celular nos focava de frente pro OnlyFans que ele me obrigou a abrir (onde ele ficava com 99% dos lucros).
Assim que sentei em cima do pau de 23 centímetros dele, o cara me agarrou com uma força brutal pelas pernas, dobrando elas pra cima e juntando meus joelhos bem abertos dos lados do torso dele, enquanto eu esticava os braços para trás pra me agarrar pelos cabelos e juntar minhas mãos atrás da cabeça. Com aquela postura sádica, ele deixou minha buceta totalmente exposta e vulnerável na frente da lente, enquanto enfiava o pau dele de uma vez direto no meu cu.
— ¡¡¡AAAAHHHHH! N-NÃO, meu amor... PELO AMOR DE DEUS! Eu uivei rasgada, sentindo minha bunda se abrir no meio com a brutalidade da estocada dele.
— Olha como eu te arrebento o cu, puta do rabo, bem aberta pra câmera e pra todo mundo ver como você goza com o pau do seu valentão. Braian zombou, dando gargalhadas enquanto estourava meu cu na pura fricção.
— S-sim... ai, deus, mais forte, meu amor, arrebenta meu cu! Eu fingia meus gemidos de prazer, arqueando as costas e fazendo cara de desesperada pra o vídeo ficar ultra quente e ele gozar rápido.
— Você gosta de ser comida assim, puta? Adora sentir o pau do seu macho no cu enquanto eu te pago um peso? Ele me humilhou, dando um tapa seco na minha bunda que fez minha pele arder.
— Adoro, meu amor! Me faz sua, destrói meu cu e usa minha buceta o dia inteiro! Eu suplicava com falsa obsessão, me fazendo de puta punheteira e gostosa pra acelerar o orgasmo dele, mesmo que cada estocada me destruísse por dentro.
— Se você quer juntar grana pra dar de comer pro seu macho, vai ter que chupar, trepar e deixar arrebentar quantas vezes eu quiser, puta barata. Ele cuspiu no meu ouvido, cheirando a álcool e suor rançoso.
— Sim, eu imploro, me come mil vezes mais, me paga o que quiser mas não para de me usar... Eu chorava de joelhos em cima da pélvis dele, engolindo as náuseas e o choro real pra interpretar o papel de puta submissa que eu precisava pra sobreviver.
Por mais truques que eu tentasse pra ele gozar rápido e acabar com o suplício — apertando a bunda, gemendo falso no ouvido dele, rebolando com desespero —, com ele nunca adiantava nada. Aquele filho da puta me deixava lá embaixo me comendo sem piedade. De uma a três horas seguidas, se aproveitando da minha fome, da minha necessidade de dinheiro e do meu desespero.
— Você é uma máquina de engolir porra e pau, é minha puta pessoal que me custa dois reais. Continuou me insultando enquanto me agarrava pela garganta e apertava com raiva.
— S-sim... o que você disser, meu amor... Falei sufocada, sentindo que a falta de ar e a dor no cu me turvavam a visão, enquanto continuava pulando em cima dele, fingindo um orgasmo falso pra alimentar o ego doentio dele, sabendo que no final daquela porra de pesadelo só me esperava uma merreca de moeda e a marca indelével do desprezo dele.Traducao para o portugues bra●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Aquele maldito do Braian arrombou a porta no chute, entrando no meu apartamento completamente bêbado, alterado, fedendo a suor rançoso e com a braguilha meio aberta. Ele se jogou no sofá de uma vez, com os olhos injetados de estresse e álcool, e me olhou como se eu fosse a pior escória da terra.
— O que você tá fazendo aí parada com essa cara de bunda, pedaço de puta? Não tá vendo que eu vim quente e cansado da rua? — gritou Braian, me agarrando pelo cabelo e puxando até me deixar de joelhos na frente das pernas dele.
— S-sim, meu amor... desculpa, já vou preparar tudo pra você me usar do jeito que quiser... — falei mudando a voz na hora, adotando aquele tom meloso, falso e ultra submisso que eu praticava todo dia pra manter ele contente por causa do nosso filho.
— Que porra é "meu amor", estúpida? Você é minha puta barata e nada mais! Se quiser juntar os cem conto por dia pra comprar leite pro moleque, vai ter que ganhar abaixando a cabeça, entendeu? — ele respondeu, me dando um tapa seco que deixou minha cara ardendo.
— S-sim, Braian, você tem toda razão... sou sua puta, me usa por favor, preciso que você me coma hoje pra juntar a grana... — implorei com lágrimas falsas nos olhos, me forçando a agir como uma prostituta desesperada enquanto por dentro eu matava ele de ódio.
— Assim que eu gosto, que você engula o orgulho, puta. Vê se se liga no OnlyFans também, que os punheteiros da internet pagaram pouco essa semana e eu fiquei com noventa e nove por cento dos lucros. — ele disse com um sorriso sádico, pegando o celular pra ver as estatísticas do meu perfil pornô.
— S-sim, já gravei os vídeos que você pediu... me fodi toda, rasguei a buceta e o cu gravando pros seus seguidores... — falei fingindo uma submissão extrema, sabendo que toda aquela grana ele levava enquanto me deixava só com as migalhas.
— Mais vale que paguem bem, porque eu não tô nem aí se Você tá com fome ou o cara tá chorando? Agora tira essa roupa e fica de quatro, que vou arrebentar sua buceta e seu cu sem um segundo de piedade. Ordenou o maldito, levantando-se de repente e me agarrando pela cintura.

Me despi na maior pressa no meio da sala, tremendo de uma mistura de raiva, nojo e uma excitação torta que meu corpo obrigado já tinha normalizado. Fiquei de quatro no tapete, oferecendo o corpo inteiro enquanto o álcool e a fúria faziam ele ficar duro na hora.

— Aiaaaah! Por favor, enfia tudo de uma vez, me faz sua, arrebenta minha pussy! Comecei a implorar com voz de puta no cio, fingindo um prazer que me dava ânsia, usando todos os meus truques pra ele gozar o mais rápido possível.

— Olha como essa sua pussy imunda se abre, você adora ser comida como uma gostosa, não é, puta? Gritou Braian, enfiando os 23 centímetros dele de um golpe seco e brutal que arrancou um grito real de dor de mim.

— S-sim... ai, sim, que yummy que tá dentro, me come o dia inteiro, por favor! Gemei exageradamente, arqueando as costas pra ele sentir o aperto, tentando fazer ele gozar logo nos primeiros minutos.

Mas com ele os truques nunca funcionavam. O desgraçado era uma máquina de foder, e cada sessão comigo durava entre uma e três horas seguidas de pura violência sexual.

— Não se faz de quem gosta tanto, puta de merda, eu sei bem que por dentro você me odeia, mas abre as pernas porque morre de fome e precisa do meu peso por foda. Ele zombou na minha cara, me agarrando pelo pescoço pra me sufocar enquanto metia no meu cu sem anestesia.

— N-não te odeio... te amo, por favor me come mais forte! Menti chorando de desespero, aguentando as chicotadas do quadril dele contra minha bunda enquanto me destruía por dentro.

— Fuck e cala a boca, puta, que você tem que chegar nas cem fodas de hoje se quiser comprar alguma coisa no mercado. Olha como você aperta meu cu, pedaço de doente! Me gritou, aumentando o ritmo, me dando tapas na bunda até deixá-las vermelhas e inchadas.
Durante duas horas inteiras me usou da buceta ao cu sem parar, trocando minha posição, cuspindo nas minhas costas e me tratando como um bicho descartável, enquanto eu engolia as lágrimas de ódio puro sabendo que meu filho dependia de cada estocada do meu próprio estuprador e valentão.
— Já vou gozar, puta de merda, prepara a boca! — rugiu Braian com a voz rouca, virando-se e me obrigando a virar de costas com as pernas abertas ao máximo.
Ele gozou de uma vez dentro da minha cara e da minha boca, disparando jorros grossos e quentes de porra que inundaram meus lábios, meu queixo e meus olhos. Eu me ajoelhei na hora, engolindo o leite com desespero enquanto as lágrimas se misturavam com a maquiagem borrada e o suor do rosto.
— Engole tudo, lixo. Não vai cuspir nada porque cada gota dessa porra vale mais que sua vida inteira. — ele disse, abotoando a calça com desprezo.
— O-obrigada... obrigada por me alimentar... — eu disse, engolindo com ânsia, com a voz quebrada e os olhos cheios de lágrimas.
— Viu? Agradece que sou bonzinho e te dou grana pra não gastar alimentando uma puta inútil como você. Agora limpa essa boca e vai cuidar do moleque, que já paguei seu peso de hoje. — sentenciou Braian com uma última risada sádica, jogando uma moeda aos meus pés antes de dar meia-volta e fechar a porta na cara da minha miséria.trocador de genero●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
O som da porta se abrindo com tudo me tirou dos meus pensamentos. Braian entrou em casa tropeçando, completamente bêbado, com os olhos injetados, a respiração ofegante e um cheiro forte de álcool barato e suor rançoso impregnado na roupa de esporte. Ele vinha fora de si, alterado e com uma raiva contida que sempre acabava descarregando no meu corpo.
— Olha como você me deixa, pedaço de puta, vim cheio de tesão e quero te ver de joelhos agora mesmo! — gritou Braian com voz rouca, dando um chute na mesa da cozinha.
— S-sim, meu amor... o que você quiser, já vou me ajeitar pra você... — falei com voz melosa, forçando um sorriso patético e fingindo uma submissão total, mesmo que por dentro minha alma queimasse de ódio mortal por ele.
— Para de besteira e fica de quatro em cima dessa cadeira, vai! Mostra essa bunda de puta que eu tenho que usar pra pagar suas contas, sua maldita faminta! — exigiu o cara, me puxando pelo cabelo com fúria.
Apoiei as mãos trêmulas na bancada da cozinha e subi na cadeira, me ajeitando de quatro com a raba bem empinada. Comecei a rebolando e mexer os quadris de forma exagerada, arqueando as costas pra exibir cada canto do meu corpo, sabendo muito bem que essa era a única maneira de acender a minha fera.
— Mmmh... olha como eu mexo essa buceta pra você, Braian... vem arrebentar tudo, me faz de migalha... — gemi de forma fingida, exagerando cada movimento pra enganar ele e garantir que me comesse o suficiente pra juntar os trocados que eu precisava pra dar de comer pro nosso filho.
— Isso, puta, olha como fica dura de te ver tão oferecida! Você nasceu pra abrir as pernas e ser minha puta pessoal! — ele latiu, arrancando a calça enquanto se lambia vendo meu corpo.
— Sim... me come o dia inteiro, pai... me usa como a mais barata, me faz sua... — continuei implorando com uma falsa desesperação na voz. engolindo o enjoo e o nojo profundo que sentia por ter que agir como uma obcecada sexual pra manipular a tesão dele.
Sabia que cada estocada dele valia um mísero real, e que pra juntar o necessário pra sobreviver nesse país e manter o moleque, o filho da puta tinha que me foder cem mil vezes por mês, sem contar o conteúdo pornô do OnlyFans que ele me obrigava a gravar e do qual ele roubava 99% dos lucros.
— Dobra mais, puta! Vê se com essa bunda gorda você faz eu gozar rápido, embora com a tesão que tô, vou te comer por três horas seguidas! Cuspiu o cara, se jogando em cima de mim sem um pingo de piedade.
— AAAAHHH! METE TUDO, VAI! Gritei quando os 23 centímetros dele se cravaram de uma vez na minha buceta numa única estocada selvagem, rasgando tudo por dentro enquanto ele me comia sem preâmbulo.
— Viu como você adora, sua suja? Se geme tão gostoso é porque ama que seu valentão te use como lixo! Zombou ele, me agarrando pela cintura com força bruta pra acelerar o ritmo.
— Mmmh... sim, adoro... dói tão gostoso... ahh... c-continua... Mastigando meu orgulho, fingi um orgasmo escandaloso, apertando os olhos e me contorcendo pra fazer ele acreditar que eu tava louca de prazer, quando na real cada estocada queimava minha alma e me fazia desejar a morte dele.
— Não se faz de gozada, puta de merda, você é minha e vou te comer até desmaiar! Gritou no meu ouvido, mudando de direção de repente e cravando o pau de cheio no meu cu, só na fricção e sem lubrificação.
— AI, MEU DEUS... PELO AMOR, O CU NÃO... AHHH... M-METE ONDE QUISER, MAS NÃO PARA! Supliquei chorando lágrimas de verdade, usando o próprio sadismo dele contra mim, implorando e pedindo como uma puta desesperada pra alimentar o ego de macho violento.
— Implora mais, puta miserável! Lembra que sem mim você e o pirralho morrem de fome, então vai engolir pica o dia inteiro! Me xingou o filho da puta, Puta, me dando palmadas tão violentas que o barulho ecoava pela cozinha toda.
— Te imploro, Braian... me usa, me viola, faz o que quiser comigo... sou sua putinha barata... Eu gemia contra a bancada, sentindo o suor do corpo dele molhar minhas costas e o bafo de álcool queimando minha nuca.
— Isso, pedaço de puta, continua pedindo mais porra que vou esvaziar tudo dentro de você de novo! Ele rugiu, acelerando as estocadas num ritmo infernal, decidido a me manter presa no pau dele por horas a fio, destruindo minha vida em troca de alguns trocados enquanto eu fingia adorar minha própria ruína pelo futuro do nosso filho.Feminizacao forcada

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