Mamãe Gostosa 2

—Bom dia, mãe. E enquanto eu ajeitava a pica na cueca. — Bom dia, não te ouvi. Ela nem tentou se cobrir, mesmo que dava pra ver claramente os peitos dela. Me ofereceu um mate e foi se trocar. Voltou e de novo olhou pra minha cueca, óbvio que eu ajeitei pra chamar a atenção dela. A gente conversou sobre a noite dela, que tinha se divertido, que minha tia mandava lembranças e blá blá blá. — Não cheguei tão tarde, umas 4. — Ah, tá, te ouvi mas não vi a hora. — Me ouviu? — Sim, claro. Devia estar meio bêbada e nem percebeu o barulho! Ela ficou vermelha, mesmo eu não ter dito que ouvi exatamente. Vou tomar banho, falei e fui pro chuveiro. Quando saí, percebi que não tinha toalha e pedi aos gritos. — Sempre a mesma coisa com você. — Bom, também não é tanto assim, querida. — Se não é tanto, lembra disso. Não sou sua empregada. — Suspirei e falei: ME DÁ A TOALHA E CALA A BOCA. Uma briga normal, saí do banheiro e minha mãe tava de novo de camisola, sem sutiã e de fio dental. Fiquei surpreso ao ver ela. — Me manda calar a boca de novo e eu te encho de porrada, seu merda. Eu ri e falei: me traz uma cueca. — Vai você, e se não, anda pelado, querido. — Então vou pelado! E tirei a toalha. — O que cê tá fazendo, sem noção? Vai se vestir. Fui me trocar e falei: quem te entende? Ela veio atrás de mim. — O que cê disse? — Nada, querida, cê tá me seguindo? Parece que quer me ver pelado. — Já te vi pelado, querido. — Sim, mas agora tô maior. — E daí? A discussão tava forte, mas sem gritos, e me excitava porque tinha algo desafiador e, sem pensar, falei. — E daí? O que foi, ficaram com vontade ontem? Por isso o mau humor? — Cê é um sem noção, moleque. Ela tentou me bater e eu desviei, tentou de novo e eu falei: sai, para com isso. Deixa eu me trocar. — Não, agora você vai ver. Ela tentou de novo e eu segurei o braço dela. Eu claramente tinha mais força que ela, ela tentou se soltar e falou: sai. Naquele momento, não sei por que, mas simplesmente aconteceu. Dobrei o braço dela pra trás e apertei ela contra a parede. Ela soltou um gemido baixinho e eu me encostei nela, já tava louco de tesão. — Viu como eu cresci? Sentia ela se mexendo pra trás, falando "sai, me solta", mas sem fazer muita força. A mão dela tava apoiada na parede, apertei um pouco mais o braço dela e me movi de novo, me esfregando com mais força e levantando o camisolinho dela. — Já foi? Pronto? — Me solta de verdade.

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