Início de um amor mãe e filho (Parte 1)

Descobri a calcinha da minha mãeFala, amigo! Vou contar pra vocês, parte por parte, como foi minha primeira experiência sexual com uma mulher, que é a minha mãe.

Desde que me entendo por gente, meu pai trabalha fora da cidade onde a gente mora. Ele passa um mês fora e volta por quinze dias de descanso, porque é petroleiro em plataforma marítima. Então, desde sempre, fico sozinho com a minha mãe por um mês inteiro.

Bom, minha mãe é uma baixinha de 45 anos, meio gordinha, pernas grossas, quadril largo e tem umas bundas gordas e empinadas que fazem o rabo dela parecer enorme. Cintura com uma barriguinha, uns peitões gordos. Ela é uma mulher madura, ou como a gente chama, uma baixinha curvy. Pele clara e cabelo liso preto.

Eu tenho 24 anos, sou magro, de porte fino, já tô na faculdade, mas sempre fui tímido com as mulheres. E tenho aquela maldita sina de ser só o amigo.

Bom, entrando na história mesmo, tudo começou quando eu tinha 12 anos. Tava em casa sozinho, porque minha mãe foi na casa da minha avó visitar ela durante o dia, e eu fiquei em casa. Lembro que fui no banheiro comum da casa, porque tem dois quartos e só um banheiro. Fui fazer minhas necessidades e, quando terminei, lavei as mãos. Mas meu olhar desviou pro cesto de roupa suja que a gente deixava, eu e minha mãe. No topo do cesto tava o short jeans azul da minha mãe e a blusa preta dela, que ela tinha usado de manhã pra limpar a casa. Quando ela foi tomar banho pra ir pra casa da minha avó, umas 4 da tarde, fiquei curioso pra pegar aquela roupa e olhar. Nunca tinha me masturbado na vida, mas quando vi o short da minha mãe e, dentro dele, uma calcinha branca ainda enroscada, como se ela tivesse tirado tudo de uma vez e jogado no cesto de roupa suja, ao abrir aquele short, senti meu pau endurecer dentro da minha cueca. Curioso, abri e pude ver claramente aquela calcinha com as marcas do uso. Na parte do reforço, tava... claramente uma mancha esbranquiçada e leitosa em forma de uma risca ao longo da costura do reforço, imaginei que no dia anterior ela tinha vestido aquela calcinha depois de tomar banho e ido dormir com ela, passado a noite toda e no dia seguinte feito toda a limpeza da casa até às 4 da tarde, quando tirou. Amigos, aquela calcinha da minha amada mãe estava completamente cheia dos fluidos vaginais dela, do suor, do cheiro de mulher.

Rapidamente coloquei a calcinha nas minhas mãos de um jeito que a parte do reforço ficasse na palma, e aos poucos fui aproximando timidamente do meu nariz. Uma onda da mistura do cheiro da minha mãe bateu no meu olfato: um aroma forte de corrimento vaginal, restos de urina e suor, que até senti que ia desmaiar. Foi quando eu puxei meu pau e comecei a me masturbar. Minha primeira punheta, amigos. Minhas pernas não aguentaram e eu caí de joelhos no chão com a calcinha da minha mãe no nariz e minha mão batendo punheta sem piedade.

Não aguentei mais. Depois de uma última inalação do cheiro vaginal impregnado na calcinha da minha mãe, gozei pra caralho. Jorros de porra saíam sem parar do meu pau, caindo no chão, e meus olhos fechados, sem nunca largar o cheiro daquela calcinha da minha mãe.

Perdi toda a noção do tempo. Só importava gozar e cheirar sem parar aquela calcinha materna cheirosa. Não conseguia me levantar de tão fraco que aquela gozada me deixou. Fiquei um tempão parado e finalmente consegui me levantar. Foi quando deixei o short e a calcinha da minha mãe do jeito mais parecido possível com o que ela tinha deixado e fui pro meu quarto. Não podia acreditar: tinha pegado a calcinha da minha mãe, cheirado e no final me masturbado com ela. Fiquei pensando no que tinha acontecido e tinha gostado daquele cheiro. Pensar que aquela calcinha tinha estado em contato com os lábios da buceta da minha mãe, que ela tinha manchado com os fluidos de mulher dela e, acima de tudo, que aquela peça íntima da minha mãe estava sempre à minha disposição. Já que minha mãe lavava roupa aos domingos e por então de segunda a sábado a roupa ia se acumulando. 
 
Continua... 
 
O love mãe-filho (Parte No. 2) 
"Festa com as calcinhas da minha mãe

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