Oii, sou a YiYi<3
Sou traveco/travesti, espero que vocês gostem do meu conteúdo. Também me sigam no Instagram e no Cafecito: @YiYiCallejera
Tava procurando um GloryHole e acabei transando com um velho
Muito obrigado pelo apoio nos meus outros contos! Já que tem bastante gente que curte minhas experiências e fica com tesão kkkk. Queria contar que vocês podem me encontrar não só noInstagrammas também emCafezinhoAí subi várias fotos e vídeos meus, tudo.Free - GrátisBom, vou deixar vocês com uma das minhas experiências mais arriscadas, pra ser sincera. Espero que vocês gostem.
Oii, me chamam de YiYi, meu nome verdadeiro eu guardo por motivos óbvios. Atualmente tenho 26 anos, isso aconteceu há uns dois anos, mais ou menos.
Vivo na Argentina, numa cidade de médio porte, tipo do tamanho de Mar del Plata. Tinha24 anostomabundinha lindaPelo que muitos homens me disseram, unslábios carnudosecintura boa.(Se quiserem saber como é meu corpinho, me procurem noinstagram, Cafecito e outras redes @YiYiCallejeraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Numa dessas noites de sexta-feira, ela tava super excitada, mas muito entediada. Tava frio, então não tava muito a fim de ir e ficar na esquina que frequentava de vez em quando. O problema é que nas redes não tinha ninguém com vontade de confirmar, entre uma coisa e outra. A única alternativa que tava me sobrando era me masturbar e ir dormir, já era umas 5h da manhã e não parecia que ninguém ia topar. E foi isso mesmo, ninguém parecia interessado, então tive uma ideia. Já fazia um tempo que eu tinha postado no Locanto perguntando se alguém da minha cidade conhecia a localização de algum Glory Hole, mas parece que não existem ou ninguém quis me contar. Entediada, excitada e já meio sem dormir, me troquei, me agasalhei e saí em direção a um parque relativamente grande que tem na minha cidade. Sabia da existência de uns banheiros públicos localizados mais ou menos no centro do parque, o que não sabia era se esses banheiros fechavam à noite ou não.
Então peguei a estrada andando até lá, que pra ser sincera não era perto de onde eu tava, mas beleza, fui me distraindo com meus pensamentos e de olho em todo lugar público que eu cruzava, caso aparecesse algum banheiro que eu não conhecesse. Andei, andei até chegar, e pra falar a verdade me perdi um pouquinho porque não sabia exatamente quais banheiros eram até encontrar eles. Pra minha má sorte, tinha uns funcionários da prefeitura cortando a grama, então tive que me fazer de sonsa até eles se afastarem um pouco. Me aproximei e aproveitei que já tava escuro pra dar uma olhadinha rápida, mas é claro, estavam trancadíssimos com cadeado. Então não teve chance de criar minha zona de putaria.
Decepcionada, tentei dar uma olhada melhor no parque, mas não teve jeito, não tinha nenhum banheiro afastado e acessível pra fazer um GloryHole.
A caminhada até o parque me levou uma hora, e a revista no parque mais outra hora, então quando eu tava voltando pra casa já era umas 7h da manhã. Quando eu já tava perto de uma das saídas do parque, passei na frente de um homem grandão, devia ter uns 55 anos, mexendo no celular e olhando pros lados como se tivesse procurando alguém.
A sensação que senti ao ver de relance a expressão dela foi algo surpreendente, porque não era a primeira vez que acontecia comigo. Já fazia um tempo que tinha sentido a mesma coisa com outro cara numa praça. Aquele olhar de "será que eu tô querendo transar com outro boy".
Não estando segura e já cansada de tanto andar, segui meu caminho, mas olhando de canto pro cara que ficava cada vez mais longe atrás de mim. Percebi que, de certa forma, ele também me olhava bem de leve, só pra depois continuar procurando alguém. Isso me deixou intrigada e acendeu algo por dentro, já queria saber com quem ele tava ou o que tava rolando. Então, em vez de ir embora, fiquei andando e sondando a área, de um jeito bem na cara pra ele. Mas nem tanto pros outros, que eram poucos naquele horário, umas 7h30 da manhã, mais ou menos. Quando eu tava em certos pontos que ele via, mas os outros não, eu passava a mão descaradamente na minha bunda pequena de um jeito sensual, arqueava as costas ou olhava pra ele de forma provocante.
Se a reação dela fosse de desgosto, eu já saberia que não era aquilo que ela queria e iria embora na hora, mas foi algo inesperado. Ela me olhava interessada, mas ao mesmo tempo virava o rosto para continuar procurando alguém. Depois de dois minutos de brincadeira besta, tomei coragem e me aproximei sem vergonha nenhuma. Não vou mentir pra vocês, enquanto eu me aproximava, ela estava me encarando. Meu coração batia forte e minha bunda pequena também, não esperava transar, mas a oportunidade podia surgir. Quando já estava do lado dela, perguntei...
Eu: Oi, desculpa, será que tu tá procurando uma foda?
Ele: Tô esperando um cara conhecido, mas ele não tá chegando.
Minha surpresa foi total, realmente tinha acertado em cheio. Fiquei tão excitado que minha bunda pequena já tava pulsando pra caralho e tinha dado uma endurecida de leve.
Eu: Ahh e tu não toparia fazer um menage? Eu tava procurando um lugar pra fazer um glory hole no parque, mas não tive sorte. Se vocês quiserem e acharem de boa, eu podia entrar junto.
El: Uff, seria bem gostosa, mas fazer o quê, tenho que esperar meu conhecido e aí a gente vê.
Já tava super na pica nesse ponto, ia transar com dois desconhecidos por pura sorte. A gente sentou num banco que tinha por ali pra esperar o conhecido dela. Entre uma espera e outra, ela foi me contando que se encontrava de vez em quando com esse cara e que iam pra casa dele e tal.
Eu fiquei esperando pacientemente do lado dela e assim ficamos uns 30 minutos, já tava começando a ficar meio impaciente, de vez em quando eu me aproximava um pouco ou ficava toda bobinha pra excitá-lo, mas ele parecia super concentrado esperando o conhecido dele, até que num certo ponto eu falei...
Eu: E se ela não vier, o que acha da gente transar só nós dois?
E: E... até podia ser, mas não te conheço o suficiente pra te levar pra minha casa.
Eu: É verdade, não tinha pensado nisso kkkk. E se a gente achar um lugar meio escondido pra transar?
Era uma proposta totalmente irresponsável, já que era de dia, tudo bem que era um sábado de manhã. Mas mesmo assim já tinha gente saindo pra caminhar, correr ou fazer compras. Por incrível que pareça, ela topou. A gente esperou mais um pouco até que ele também se cansou, levantou e pediu pra eu segui-lo. Segundo ele, conhecia um lugar onde a gente podia ir. Eu fui seguindo, disfarçando o máximo possível, como se fôssemos colegas de trabalho batendo papo — esse foi o trato que se formou sem a gente falar nada. Pra piorar, ele andava super devagar, porque tinha uma das pernas machucada por causa de um acidente. Enquanto ele me contava sobre a lesão, a gente foi indo devagarzinho até o lugar que ele tava falando.
Quando ele me indicou onde era, fiquei chocada. Era meio afastado de onde o pessoal passava e tava meio escondido, mas praticamente a gente tava a uns 20 metros da área onde o povo passava. Repito, era pouca gente, mas passava.
Minha tara já tava no talo, a única coisa que eu queria era pegar naquele pau duro que eu via sempre que dava enquanto a gente caminhava. A gente entrou numa área meio afastada, cheia de mato, bem fechada. Se alguém passasse por ali, o que era raro, a gente percebia e tinha uns segundos pra disfarçar.
Nesse ponto, já tava pouco me importando, tava numa área aberta e complicada, mas só queria transar com o desconhecido que conheci fazia uma hora.
Assim que chegamos no lugar, eu esbocei um sorriso e ela me disse algo tipo...
El: Beleza, agora sim, vem aqui, sua putinha, quero te beijar.
Me aproximei dele com a calentura lá em cima e dei um beijo apaixonado, enquanto com a mão esquerda eu apalpava todo o volume dele por cima da calça, já tava durasso. Parece que eu não era a única excitada. Depois de nos beijarmos por uns segundos, ele começou a chupar meu pescoço e eu já com as duas mãos no volume dele, louca pra ver aquela pica.
Com a mão dela, vendo que eu tava tão desesperada pelo pau dela, pegou suavemente na minha cabeça e me puxou pra baixo até a virilha dela. Tirei a calça e a calcinha dela na hora, e foi tão rápido que o pau dela até bateu um pouco no meu rosto. Era grande, pra ser sincera, não esperava isso, devia ter uns 17cm, mas era bem grosso, com uns ovos grandes e balançando.
Sem pensar duas vezes, enfiei o pau dele até onde cabia na minha boquinha, óbvio que não entrava inteiro, mas comecei a chupar igual uma desesperada, até fazendo um barulhinho. Na hora me segurei porque não queria que ninguém visse a gente, mas ele parecia ter outros planos, porque pegou na minha cabeça exigindo que eu continuasse chupando com a mesma vontade. Obedeci e fui chupando sem parar aquele pau lindo, uma e outra e outra vez, com tanta saliva que até escorria um pouco pela calça dele. Como ele estava bem lavado e depilado, não perdi a chance e, enquanto masturbava ele devagar — o que costuma agradar muito homens mais velhos, e era o caso dele —, ao mesmo tempo comecei a chupar as bolas dele, que cabiam uma de cada vez na minha boquinha. Enfiando e tirando várias vezes enquanto ouvia ele gemer baixinho de prazer. Depois de um minuto, continuei chupando o pau dele, brincando com a língua e sentindo ele ficar duro de tesão. Depois de uns 3 minutos, ele não aguentou mais e me disse
El: Me dá essa bucetinha, Gostosa, por favor
Eu pensei por uns segundos, tava super excitada, mas o pau dele era muito grande, não sabia se eu tava dilatada o suficiente pra um pau daquele entrar tão fácil no meu cuzinho. Mas não dava pra deixar assim, e eu também tava morrendo de vontade, então aceitei. Levantei, virei de costas, e ele respondeu se pendurando em mim. Como eu era mais baixa que ele, me curvei um pouco pra rola dele encostar na minha bunda e comecei a me apoiar de novo e de novo, como se ele tivesse me comendo igual um animal.
Depois de um pouco de brincadeira, fomos pro que interessa. Arqueei minhas costas o máximo que pude, porque quero ser aproveitada como uma puta gostosa, sempre. Levantei minha bunda minúscula, passei saliva no meu buraquinho e no pau inteiro dele, e abri minhas nadeguinhas o máximo que dava. Pedi pra ele deixar eu enfiar no começo, como peço pra todo mundo, ele topou e foi exatamente o que eu fiz.
Devagarzinho, aquele pau comprido e grosso foi entrando na minha bunda, a excitação que eu tava era tão grande que foi entrando quase sem dificuldade, pouquinho a pouquinho sentindo minha bunda se encher com o pau inteiro dele. Consegui enfiar até a metade e, vendo que era fácil, falei...
Eu: Pode agora, mas devagarzinho.
Vai, gostosa.
E assim, com muita suavidade, ele começou a me empurrar e enfiar o pau cada vez mais fundo, uma, outra, outra e outra vez. Eu sentia minha buceta se abrindo mais e mais. Aquele velho que eu tinha conhecido há pouco estava me comendo num parque de manhã. Tudo isso passava pela minha cabeça. Sentir ele dentro de mim, somado à situação, não deu mais pra segurar e comecei a gemer, baixinho mas sem parar. Isso deixou ele louco, ele começou a me empurrar cada vez mais forte, até que, de tanto meter na minha buceta, me fazer gemer e me abraçar sem querer me soltar, ele enfiou o pau inteiro. E não parou de me dar, dar e dar. Eu gemia que nem uma puta pra excitar ele ao máximo e fazer ele soltar todo o leite quente dentro de mim. Eu era a puta dele naquele momento, pum, pum, pum. Eu ouvia ele ofegar cada vez que bombava minha bucetinha sem parar. Depois de uns cinco minutos, nós dois meio suados e com a excitação no talo, senti ele ficando cada vez mais duro, sabia que a porra tava vindo.
Eu também comecei a rebolar sem parar e a gemer um pouco mais alto, isso deixou ele no limite, me meteu sem dó e sem parar até que...
El: Ahhhhh
Eu: Ahhh mmmh siii
Solta toda a porra dele dentro da minha buceta, foi tão forte que senti saindo e me enchendo por dentro. Nós dois ficamos grudados feito cachorros por uns segundos, aproveitando aquele momento por mais alguns segundos. Até que ele se desgrudou da minha buceta.
Nós nos olhamos e sorrimos. Ela disse que eu transava muito bem e eu falei que ela também, a buceta dela era espetacular. A gente conversou mais umas duas ou três coisinhas. Trocamos contato pelo Facebook e cada um foi pro seu lado. Discretamente, saí primeiro e imagino que ela saiu depois.
Bom, até aqui meu relato, é uma das minhas melhores experiências também. Adoro sexo em lugares públicos, mas é arriscado. Na próxima, vou contar a vez que fiquei com um homem de 80 anos sem saber. Espero que esperem com vontade kkkk. Mando um beijinho, e não no rosto.
Sou traveco/travesti, espero que vocês gostem do meu conteúdo. Também me sigam no Instagram e no Cafecito: @YiYiCallejera
Tava procurando um GloryHole e acabei transando com um velho
Muito obrigado pelo apoio nos meus outros contos! Já que tem bastante gente que curte minhas experiências e fica com tesão kkkk. Queria contar que vocês podem me encontrar não só noInstagrammas também emCafezinhoAí subi várias fotos e vídeos meus, tudo.Free - GrátisBom, vou deixar vocês com uma das minhas experiências mais arriscadas, pra ser sincera. Espero que vocês gostem.
Oii, me chamam de YiYi, meu nome verdadeiro eu guardo por motivos óbvios. Atualmente tenho 26 anos, isso aconteceu há uns dois anos, mais ou menos.
Vivo na Argentina, numa cidade de médio porte, tipo do tamanho de Mar del Plata. Tinha24 anostomabundinha lindaPelo que muitos homens me disseram, unslábios carnudosecintura boa.(Se quiserem saber como é meu corpinho, me procurem noinstagram, Cafecito e outras redes @YiYiCallejeraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Numa dessas noites de sexta-feira, ela tava super excitada, mas muito entediada. Tava frio, então não tava muito a fim de ir e ficar na esquina que frequentava de vez em quando. O problema é que nas redes não tinha ninguém com vontade de confirmar, entre uma coisa e outra. A única alternativa que tava me sobrando era me masturbar e ir dormir, já era umas 5h da manhã e não parecia que ninguém ia topar. E foi isso mesmo, ninguém parecia interessado, então tive uma ideia. Já fazia um tempo que eu tinha postado no Locanto perguntando se alguém da minha cidade conhecia a localização de algum Glory Hole, mas parece que não existem ou ninguém quis me contar. Entediada, excitada e já meio sem dormir, me troquei, me agasalhei e saí em direção a um parque relativamente grande que tem na minha cidade. Sabia da existência de uns banheiros públicos localizados mais ou menos no centro do parque, o que não sabia era se esses banheiros fechavam à noite ou não.
Então peguei a estrada andando até lá, que pra ser sincera não era perto de onde eu tava, mas beleza, fui me distraindo com meus pensamentos e de olho em todo lugar público que eu cruzava, caso aparecesse algum banheiro que eu não conhecesse. Andei, andei até chegar, e pra falar a verdade me perdi um pouquinho porque não sabia exatamente quais banheiros eram até encontrar eles. Pra minha má sorte, tinha uns funcionários da prefeitura cortando a grama, então tive que me fazer de sonsa até eles se afastarem um pouco. Me aproximei e aproveitei que já tava escuro pra dar uma olhadinha rápida, mas é claro, estavam trancadíssimos com cadeado. Então não teve chance de criar minha zona de putaria.
Decepcionada, tentei dar uma olhada melhor no parque, mas não teve jeito, não tinha nenhum banheiro afastado e acessível pra fazer um GloryHole.
A caminhada até o parque me levou uma hora, e a revista no parque mais outra hora, então quando eu tava voltando pra casa já era umas 7h da manhã. Quando eu já tava perto de uma das saídas do parque, passei na frente de um homem grandão, devia ter uns 55 anos, mexendo no celular e olhando pros lados como se tivesse procurando alguém.
A sensação que senti ao ver de relance a expressão dela foi algo surpreendente, porque não era a primeira vez que acontecia comigo. Já fazia um tempo que tinha sentido a mesma coisa com outro cara numa praça. Aquele olhar de "será que eu tô querendo transar com outro boy".
Não estando segura e já cansada de tanto andar, segui meu caminho, mas olhando de canto pro cara que ficava cada vez mais longe atrás de mim. Percebi que, de certa forma, ele também me olhava bem de leve, só pra depois continuar procurando alguém. Isso me deixou intrigada e acendeu algo por dentro, já queria saber com quem ele tava ou o que tava rolando. Então, em vez de ir embora, fiquei andando e sondando a área, de um jeito bem na cara pra ele. Mas nem tanto pros outros, que eram poucos naquele horário, umas 7h30 da manhã, mais ou menos. Quando eu tava em certos pontos que ele via, mas os outros não, eu passava a mão descaradamente na minha bunda pequena de um jeito sensual, arqueava as costas ou olhava pra ele de forma provocante.
Se a reação dela fosse de desgosto, eu já saberia que não era aquilo que ela queria e iria embora na hora, mas foi algo inesperado. Ela me olhava interessada, mas ao mesmo tempo virava o rosto para continuar procurando alguém. Depois de dois minutos de brincadeira besta, tomei coragem e me aproximei sem vergonha nenhuma. Não vou mentir pra vocês, enquanto eu me aproximava, ela estava me encarando. Meu coração batia forte e minha bunda pequena também, não esperava transar, mas a oportunidade podia surgir. Quando já estava do lado dela, perguntei...
Eu: Oi, desculpa, será que tu tá procurando uma foda?
Ele: Tô esperando um cara conhecido, mas ele não tá chegando.
Minha surpresa foi total, realmente tinha acertado em cheio. Fiquei tão excitado que minha bunda pequena já tava pulsando pra caralho e tinha dado uma endurecida de leve.
Eu: Ahh e tu não toparia fazer um menage? Eu tava procurando um lugar pra fazer um glory hole no parque, mas não tive sorte. Se vocês quiserem e acharem de boa, eu podia entrar junto.
El: Uff, seria bem gostosa, mas fazer o quê, tenho que esperar meu conhecido e aí a gente vê.
Já tava super na pica nesse ponto, ia transar com dois desconhecidos por pura sorte. A gente sentou num banco que tinha por ali pra esperar o conhecido dela. Entre uma espera e outra, ela foi me contando que se encontrava de vez em quando com esse cara e que iam pra casa dele e tal.
Eu fiquei esperando pacientemente do lado dela e assim ficamos uns 30 minutos, já tava começando a ficar meio impaciente, de vez em quando eu me aproximava um pouco ou ficava toda bobinha pra excitá-lo, mas ele parecia super concentrado esperando o conhecido dele, até que num certo ponto eu falei...
Eu: E se ela não vier, o que acha da gente transar só nós dois?
E: E... até podia ser, mas não te conheço o suficiente pra te levar pra minha casa.
Eu: É verdade, não tinha pensado nisso kkkk. E se a gente achar um lugar meio escondido pra transar?
Era uma proposta totalmente irresponsável, já que era de dia, tudo bem que era um sábado de manhã. Mas mesmo assim já tinha gente saindo pra caminhar, correr ou fazer compras. Por incrível que pareça, ela topou. A gente esperou mais um pouco até que ele também se cansou, levantou e pediu pra eu segui-lo. Segundo ele, conhecia um lugar onde a gente podia ir. Eu fui seguindo, disfarçando o máximo possível, como se fôssemos colegas de trabalho batendo papo — esse foi o trato que se formou sem a gente falar nada. Pra piorar, ele andava super devagar, porque tinha uma das pernas machucada por causa de um acidente. Enquanto ele me contava sobre a lesão, a gente foi indo devagarzinho até o lugar que ele tava falando.
Quando ele me indicou onde era, fiquei chocada. Era meio afastado de onde o pessoal passava e tava meio escondido, mas praticamente a gente tava a uns 20 metros da área onde o povo passava. Repito, era pouca gente, mas passava.
Minha tara já tava no talo, a única coisa que eu queria era pegar naquele pau duro que eu via sempre que dava enquanto a gente caminhava. A gente entrou numa área meio afastada, cheia de mato, bem fechada. Se alguém passasse por ali, o que era raro, a gente percebia e tinha uns segundos pra disfarçar.
Nesse ponto, já tava pouco me importando, tava numa área aberta e complicada, mas só queria transar com o desconhecido que conheci fazia uma hora.
Assim que chegamos no lugar, eu esbocei um sorriso e ela me disse algo tipo...
El: Beleza, agora sim, vem aqui, sua putinha, quero te beijar.
Me aproximei dele com a calentura lá em cima e dei um beijo apaixonado, enquanto com a mão esquerda eu apalpava todo o volume dele por cima da calça, já tava durasso. Parece que eu não era a única excitada. Depois de nos beijarmos por uns segundos, ele começou a chupar meu pescoço e eu já com as duas mãos no volume dele, louca pra ver aquela pica.
Com a mão dela, vendo que eu tava tão desesperada pelo pau dela, pegou suavemente na minha cabeça e me puxou pra baixo até a virilha dela. Tirei a calça e a calcinha dela na hora, e foi tão rápido que o pau dela até bateu um pouco no meu rosto. Era grande, pra ser sincera, não esperava isso, devia ter uns 17cm, mas era bem grosso, com uns ovos grandes e balançando.
Sem pensar duas vezes, enfiei o pau dele até onde cabia na minha boquinha, óbvio que não entrava inteiro, mas comecei a chupar igual uma desesperada, até fazendo um barulhinho. Na hora me segurei porque não queria que ninguém visse a gente, mas ele parecia ter outros planos, porque pegou na minha cabeça exigindo que eu continuasse chupando com a mesma vontade. Obedeci e fui chupando sem parar aquele pau lindo, uma e outra e outra vez, com tanta saliva que até escorria um pouco pela calça dele. Como ele estava bem lavado e depilado, não perdi a chance e, enquanto masturbava ele devagar — o que costuma agradar muito homens mais velhos, e era o caso dele —, ao mesmo tempo comecei a chupar as bolas dele, que cabiam uma de cada vez na minha boquinha. Enfiando e tirando várias vezes enquanto ouvia ele gemer baixinho de prazer. Depois de um minuto, continuei chupando o pau dele, brincando com a língua e sentindo ele ficar duro de tesão. Depois de uns 3 minutos, ele não aguentou mais e me disse
El: Me dá essa bucetinha, Gostosa, por favor
Eu pensei por uns segundos, tava super excitada, mas o pau dele era muito grande, não sabia se eu tava dilatada o suficiente pra um pau daquele entrar tão fácil no meu cuzinho. Mas não dava pra deixar assim, e eu também tava morrendo de vontade, então aceitei. Levantei, virei de costas, e ele respondeu se pendurando em mim. Como eu era mais baixa que ele, me curvei um pouco pra rola dele encostar na minha bunda e comecei a me apoiar de novo e de novo, como se ele tivesse me comendo igual um animal.
Depois de um pouco de brincadeira, fomos pro que interessa. Arqueei minhas costas o máximo que pude, porque quero ser aproveitada como uma puta gostosa, sempre. Levantei minha bunda minúscula, passei saliva no meu buraquinho e no pau inteiro dele, e abri minhas nadeguinhas o máximo que dava. Pedi pra ele deixar eu enfiar no começo, como peço pra todo mundo, ele topou e foi exatamente o que eu fiz.
Devagarzinho, aquele pau comprido e grosso foi entrando na minha bunda, a excitação que eu tava era tão grande que foi entrando quase sem dificuldade, pouquinho a pouquinho sentindo minha bunda se encher com o pau inteiro dele. Consegui enfiar até a metade e, vendo que era fácil, falei...
Eu: Pode agora, mas devagarzinho.
Vai, gostosa.
E assim, com muita suavidade, ele começou a me empurrar e enfiar o pau cada vez mais fundo, uma, outra, outra e outra vez. Eu sentia minha buceta se abrindo mais e mais. Aquele velho que eu tinha conhecido há pouco estava me comendo num parque de manhã. Tudo isso passava pela minha cabeça. Sentir ele dentro de mim, somado à situação, não deu mais pra segurar e comecei a gemer, baixinho mas sem parar. Isso deixou ele louco, ele começou a me empurrar cada vez mais forte, até que, de tanto meter na minha buceta, me fazer gemer e me abraçar sem querer me soltar, ele enfiou o pau inteiro. E não parou de me dar, dar e dar. Eu gemia que nem uma puta pra excitar ele ao máximo e fazer ele soltar todo o leite quente dentro de mim. Eu era a puta dele naquele momento, pum, pum, pum. Eu ouvia ele ofegar cada vez que bombava minha bucetinha sem parar. Depois de uns cinco minutos, nós dois meio suados e com a excitação no talo, senti ele ficando cada vez mais duro, sabia que a porra tava vindo.
Eu também comecei a rebolar sem parar e a gemer um pouco mais alto, isso deixou ele no limite, me meteu sem dó e sem parar até que...
El: Ahhhhh
Eu: Ahhh mmmh siii
Solta toda a porra dele dentro da minha buceta, foi tão forte que senti saindo e me enchendo por dentro. Nós dois ficamos grudados feito cachorros por uns segundos, aproveitando aquele momento por mais alguns segundos. Até que ele se desgrudou da minha buceta.
Nós nos olhamos e sorrimos. Ela disse que eu transava muito bem e eu falei que ela também, a buceta dela era espetacular. A gente conversou mais umas duas ou três coisinhas. Trocamos contato pelo Facebook e cada um foi pro seu lado. Discretamente, saí primeiro e imagino que ela saiu depois.
Bom, até aqui meu relato, é uma das minhas melhores experiências também. Adoro sexo em lugares públicos, mas é arriscado. Na próxima, vou contar a vez que fiquei com um homem de 80 anos sem saber. Espero que esperem com vontade kkkk. Mando um beijinho, e não no rosto.
2 comentários - 8h da manhã com um coroa no parque // Relato Real