CAPÍTULO IX: TrêsBelém, surpresa com a resposta da Noélia, começou a lamber o pescoço dela devagar... de cima a baixo, enquanto continuava apertando o mamilo e a buceta dela. Noélia só se entregou ao prazer e se deixou levar. Ao longe, ouvia-se uma mulher cantarolando uma música. As garotas ouviram, mas ignoraram.
— "E aí, Noe, como ficou isso? E a sua amiga?"
Gabriela, a dona da loja e amiga da Noe, foi ver como estava tudo. Uma loja de roupa tão grande, com só duas pessoas atendendo, achariam que poderiam se safar. As garotas se olharam, Noe fez sinal de silêncio pra Belém.
— "Gabi, t-t-tudo bem! A-a-adorando!"
A amiga dela ficaria quieta, mas a mão na boceta dela continuaria se mexendo, apertando e brincando com o clitóris da amiga.
— "Belém, sei lá, deve estar olhando roupa ou no banheiro."
Ao ouvir o nome dela, ela apertou mais e mais rápido. Noélia estava vermelha que nem pimentão e começava a suar, e mesmo assim, adorava esse jogo. O tesão de ser descoberta a deixava louca e a excitava muito mais.
— "Beleza, qualquer coisa que precisar, me avisa", disse Gabriela e voltou pra outra seção.
— "Promíscua filha da puta! hahaha Como você é, hein?", fala Noe pra Belém.
— "Para, vamos parar, ela pode voltar a qualquer hora."
Noélia espiou a cabeça pra fora do provador e não viu ninguém, a amiga dela tinha sinal verde pra sair.
— "Vai, agora!"
A loira, antes de sair, pegou a mão molhada dela e levou à boca, chupando os dedos. Isso molhava mais e mais a Noélia, que, totalmente nua e desprotegida, fazia força pra não se empolgar.
Finalmente, a morena escolheu dois conjuntos, o vermelho e o roxo. Se fotografou no provador com os dois e, pra não perder a cabeça e controlar a amiga, disse:
— "Quer ver como ficou em mim? Vamos nos controlar e juro que te mando as fotos. Você tá se aproveitando da situação, tenho que te dar um basta."
— "E depois a promíscua sou eu... tá bom. Sim, temos que nos controlar. Tenho certeza que o O próximo passo é você quem vai dar." — "Me pegou desprevenida, sou casada, gata!" — "Eu sei, e adoro o casal que vocês formam, mas tô cansada de ficarmos nos fazendo de besta. Cê acha que o Pablo vai ficar puto por você estar com uma mulher? Acho que não. Além do mais, na outra noite vocês se divertiram pra caralho enquanto eu era a dedos mágicos. Não tô dizendo que é errado, não vale. Olha, não tô te falando de um ménage, mas eu também quero um pedaço, cê tá me comendo na cara, praticamente. Se fosse ao contrário e você estivesse com os vibradores, queria ver se não te dava vontade de algo mais. Algo mais carnudo, no meu caso não precisa ser uma piroca kkkk." Noelia não acreditava que estavam falando daquilo cara a cara. Tava feliz que seu plano de ser ouvida transando com Pablo tinha funcionado, e só de imaginá-la se masturbando com vibradores e consolos já trazia a excitação de volta. — "Bom, nisso você tem razão, mas como você é tão sexual, achei que um pouquinho de sexo não ia mexer com sua estrutura." — "Não mexeu com isso, bom, mexeu de vez. Tivemos um dia agitado e isso só finalizou o que começou. Não do jeito que eu queria, mas acho que os três dormimos satisfeitos." — "E como você queria finalizar?" — "Transando com você. Tá feliz agora que eu falei?" A cara da Belén começou a ficar vermelha. Noelia sabia que era necessário tirar as máscaras. Ela ria da resposta e da cara da amiga. — "Sim, tô feliz que uma gostosa e ainda por cima minha grande amiga me deseja. É estranhíssimo, mas sim. Vamos praquele café." Tomaram as bebidas e foram pra casa ver o que podiam fazer pro jantar. Muito mais controladas e falando de outras coisas. Compra de um lado, compra de outro, passaram na casa dos pais do Ezequiel. — "Essa casa tá igual, puta merda! Não muda nunca. Pelo que sei, os pais do Eze tão bem. Sei mais deles do que dele," contou Belén. — "Nunca terminei de te contar. Da Flor, te falei que vejo ela direto. Mais ainda, ontem ela me escreveu pra avisar que dias ia estar pela Espanha pra dar um Recomeço. Disse pra ele que tava aqui com você, mandava um abraço, que se soubesse de toda a história, por favor fosse discreta". — "Hahahahaha óbvio, mina! Como você diz, os maridos não ficam bravos. Mas me conta do Ezequiel. O que perturbou ele?". As meninas chegaram em casa e enquanto preparavam umas saladas, Belém começou a narrar os fatos. — "Olha, depois que transei com a Flor, sabia que não ia ser só aquela vez. O Ezequiel sabia de todo o plano da Flor. Naquela noite não, mas no dia seguinte antes de deitar, a gente bebeu um pouco por ideia da Flor, já viu pra onde te levo. Tava todo mundo feliz, rindo os três. Num momento, o Eze tira a rola da calça e quando a Flor vê, começa a chupar ela. Não era a primeira vez que tavam bêbados comigo e nunca tinham sido íntimos na minha frente. Ela olhava pra ele e olhava pra mim também. Soltou o pau da boca e veio na minha direção. Me beijou de boca aberta. Na hora não sabia se tinha gosto de cerveja, vinho ou rola, mas nossas línguas brincavam desesperadas. O Eze se aproximou, beijou a Flor na boca e depois me beijou. Eu tava comendo meu amigo. Bateu um tesão do caralho. As mãos dos dois começaram a percorrer meu corpo, não ia negar. Tava entregue pra caralho, confiava neles. Os dois juntos mexiam na minha buceta enquanto se revezavam na minha boca. Pegavam nos meus peitos e eu também pegava nela. Me atrevi a tocar na rola do Eze, e ela continuava molhada da baba da 'namorada' dele. Tavam me fazendo viver algo único. Ele aproximou a rola do meu rosto e não precisou falar nada, sozinha abri a boca e comecei a chupar aquilo. Eles se beijavam e seguravam minha cabeça contra o pau dele. Eu de joelhos, a Florencia começou a tirar minha calça e o sutiã, me fez parar o boquete pra tirar a roupa da frente, assim que terminei continuei chupando o mastro. Ela começou a chupar e pegar nos meus peitos por trás, também me ajudava a chupar a rola enquanto a gente se beijava de língua. Eu nem sei... Se já fez isso, mas não pode pular a parte de comer um amigo. Ou amiga, no meu caso, né. Me levaram pra cama e por um instante fui espectadora. Eze começou a chupar a buceta dela e Flor gritava igual uma porca parindo enquanto me olhava. Ficou assim uns cinco minutos. Depois que limpou toda a área, já com camisinha, começou a meter na buceta dela com força. Não imaginava como esses dois cavalgavam. E todas as noites a gente dormia junto! Flor mandou eu sentar na cara dela. Eu, na dúvida mas com tesão, aceitei e, acredite, ainda bem que fiz. Ela enfiava a língua tão fundo dentro de mim que eu via estrelas. Além disso, ela apalpava meus peitos e Eze os dela. As estocadas que ele dava faziam o balanço da língua de Flor ficar muito melhor. Ela desceu uma mão dos meus peitos e começou a tocar meu clitóris, tirou a língua de lá e começou a lamber meu cu. Eu tava tão vulnerável, mas tão com tesão, que cedia a tudo. Sentia que ia fazer xixi, que ia fazer cocô, mas não conseguia parar nem parar eles. Flor me dava tapas e beliscava minhas nádegas. Já tava sentindo elas quentes. Me senti uma puta completa. Depois de fazer círculos com a língua no meu cu, ela saiu de lá, se desencaixou de Eze e falou que agora era minha vez. Ela abriu bem minhas pernas, cuspiu na minha buceta e chupou um pouco a pica do Fede, e ele começou a me penetrar. Eu tava num sonho. Sendo comida pelos meus amigos e companheiros de viagem. Ela continuava me lambendo, se meteu entre meus peitos, lambia meus mamilos, mordia devagar. Agora era a vez dela: sentou na minha cara e comecei a chupar a buceta dela. Agora sim eu percebia que um pinto tinha passado por ali. Claramente não me importava, gostava tanto quanto do falo masculino. Tentava imitar exatamente como ela fazia comigo enquanto Eze deixava minha buceta vermelha. Ele me dava tapas nas nádegas, nos peitos. Eu tava à mercê dos dois. Ele colocou minhas pernas nos ombros dele e começou a me foder. Devagar. Eu via o pau dele entrando em mim aos poucos, dava pra ver que ele tava adorando. Ele era apaixonado pela Flor, mas do jeito dele, me amava. Ele beijava a Florença, que tava sentada na minha cara. A gente era um combo explosivo. Aí ele se jogou na cama, e nós duas íamos brincar por cima. Chupei ele um pouco e sentei de novo. A Flor, atrás de mim, beijava meu pescoço e sussurrava coisas no meu ouvido. A gente deve ter ficado uns 7, 8 minutos assim, e quando o Eze tava quase gozando, ele pediu pra eu chupar bem forte. O desgraçado encheu minha boca de porra. Eu já tinha provado, mas nunca tanto assim, não sabia se ia conseguir engolir. E aí aparece minha parceira salvadora e me beija, mete a língua na minha boca, e eu divido o presente com ela. Comecei a engolir. Quem diria que a primeira gozada que eu engolia seria de um dos meus amigos mais próximos? Os dias eram assim. Quase sempre a gente fazia a três, ou eu transava mais com a Flor. O Eze não tava muito por perto. Às vezes a gente chamava outras amigas e acabava pervertendo elas. Eu sentia que pro Eze já não era a mesma coisa. Ele até confessou que ficou muito feliz de transar comigo, mas gostava da Flor. Não incomodava ele que ela ficasse com mulheres, mas ele percebeu que tava passando dos limites. A coisa piorou quando ela se enfiou numa festa com dois caras conhecidos do Eze. Ela jura que não passou de uns beijos e umas apalpadas, mas o Eze nunca engoliu essa história. Eles foram se distanciando cada vez mais até que ele falou que ia embora. Disse que arrumou um trampo em Valência e ia deixar Madrid. Dava pra ver que ele tava muito triste, mas decidido. A Florença chorou uma semana inteira e se culpava por ser fogosa. Depois de um mês, quando ela e eu já estávamos melhor — sim, eu também sofri —, voltamos às aventuras e tesouras, mas só entre a gente. Uma tia dela, que tinha acabado de se divorciar, arrumou um emprego pra ela e ofereceu trabalho. Eu já tava trampando nos bares e conseguia me virar, e foi assim que cada um seguiu seu rumo e eu fiquei tocando minha vida sozinha. Ela parecia nostálgica, mas sorriu quando terminou de contar as consequências pra amiga. —"Nossa, boluda! Vocês não deixam pedra sobre pedra. Que mina, hein, Flor. Armaram um ménage pra poder te comer. Aposto que foi ideia dela. Ela sentiu ciúme em algum momento? Ah, qual o quê, se ela tava comendo os dois por igual. Não é à toa que você é tão exaltada, muita cama com ela. Mas tenho que dizer que fico com pena do outro cara. Ele parecia gente boa e gostava muito das duas, mas reservado e com orgulho conseguiu se afastar." —"É, Ezequiel era amor e carinho com uns dotes sexuais bons. Flor é pura luxúria e prazer. Ela me ensinou a amar e sentir prazer num corpo feminino." Pablo chegou, os caras jantaram e, como Belén disse, ela faria boa figura pra conseguir aquelas fotos, foram dormir. A história de Belén ficou na cabeça das garotas, tanta paixão e desejo adolescente agora no corpo de mulheres adultas. Será que Noelia se via num ménage com Pablo e ela? Não imaginava nem desejava isso. Separados, ela amava os dois e sentia que, mesmo estando colocando um freio em Belén, eles estavam avançando cada vez mais. Antes de esquentar de vez, aproveitou que Pablo ainda não dormia e rapidamente tirou a calcinha e começou a chupar o pau dele. Ela também sente a necessidade de engolir o presente do seu homem. Será que os dias que vêm trarão mais surpresas?
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