Casal aberto

O tesão do casal aberto. Olá, quem leu meus contos anteriores sabe, sou a Rocío e meu parceiro é o Alberto. Faz uns 5 anos que a gente tá nesse meio, primeiro explorando com solteiros, como já contei a história da Emii de Chivilcoy e do Hugo de Caballito, e mais alguns que vou contar na hora certa, além de histórias de swing que a gente fez com troca de casais incluída, todas histórias e situações muito excitantes. Depois de tanto tempo, lá pra meados de 2018, depois de muitas conversas, chegamos à conclusão com o negão que era preciso dar mais um passo nesse mundo maravilhoso, e esse passo é abrir nosso relacionamento. Por isso, sempre com o consentimento e a aprovação um do outro, se a gente encontrasse alguém pra ter encontros íntimos e pessoais, a gente ia fazer. Combinamos de usar o novo aplicativo do Facebook, o (Namoro), e por lá cada um ia buscar se divertir. Confesso que isso me animou pra caralho, me deixou com muito tesão e ao mesmo tempo me deu medo, porque nesses 5 anos a gente sempre esteve junto nessas aventuras, e isso era algo totalmente diferente de tudo. Depois de flertar com alguns caras, cheguei a conversar com uns 6 ao mesmo tempo, mas eles iam caindo fora quando eu contava que tinha um relacionamento aberto e que buscava encontros sexuais só por diversão e sem compromisso. Pouquíssimos eram abertos pra isso, claro, o típico machismo de sempre e o desconforto de um cara que se sente abordado, o homem fica desconcertado com isso e solta a bichona que tem dentro dele, hahaha. Conversei com muitos até que, num dado momento, a conversa ficou interessante com um cara de 31 anos, caminhoneiro, que passa uma vez por semana por Carlos Casares. "Genial", pensei. Depois de conversas, troca de WhatsApp, fotos pra lá e pra cá, gostei da vibe dele, amei o pau dele, uns 16 cm e bem grosso, diria que umas 6 polegadas ou um pouco mais de grossura, tudo depilado, um gostoso. Com toda a informação, uma noite enquanto a gente tava transando, contei pro negão, aproveitei aquele momento. Com medo de que ele desistisse e, claro, com a excitação do momento, o tesão do desconhecido e eu por cima dele com o pau dele no meu rabo até o fundo, prestes a gozar — óbvio que ele não ia voltar atrás na fantasia. Então falei, e o negão, naquele instante exato de tesão, encheu meu rabo de porra como nunca, a ponto de a excitação dele não baixar nada, e o pau dele ainda mais duro. Ele me virou de bruços e continuou comendo meu rabo de um jeito tão selvagem e gostoso ao mesmo tempo que eu explodi num orgasmo tremendo, como nunca tinha tido. Essa conversa nos motivou tanto que meu rabo ardia e o negão continuava furando — óbvio que nem louca queria que ele saísse. Numa dessas, o pau escapou quando ele recuou na metida e, quando foi enfiar de novo, me deu uma porrada no lado do meu buraco dilatado e inchado que me fez ver estrelas. E com o meu cu tão lubrificado pela porra do negão, ele meteu o pau com uma rudeza tremenda, e eu gozei de repente, num tremor que sacudiu meu corpo e me deixou sem fôlego. Mas não queria que ele parasse de comer meu rabo. Com tudo isso, falei: "Negão, você tomou Viagra? Não para, amor, e tá duríssimo, me enlouquece como esse pau tá." E ele respondeu: "O Viagra que tomei foi você quem me deu. Arrumar um cara pra te comer me deixou maluco, só de pensar — uma mistura de tesão, excitação e ciúme que me dá vontade de te comer até ficar sem porra, hahaha." E eu, toda boba, na hora comecei a falar baixinho, quase sussurrando, o que ia fazer com o caminhoneiro. Na sequência, o negão gozou como um animal, com uns sons de prazer enormes, e desabou sobre meu corpo, suado e cheio de porra. Continua...

4 comentários - Casal aberto

Hermoso chicos manden a mi no me anda el chat para mandar