Deni sentiu o primeiro flash antes mesmo de estender a toalha na areia branca da praia privada. O sol do meio-dia caía como um refletor cruel, e seus peitões naturais, mal contidos pelo biquíni, balançaram pesado quando ela se abaixou. O tecido do top afundava entre aquelas duas massas firmes e redondas, criando um decote tão profundo que parecia feito pra atrair olhares. A rabuda dela, duas nádegas perfeitas e naturais que se marcavam como se a lycra fosse tinta, rebolou enquanto ela caminhava em direção à água. Mateu, do lado dela, tagarelava animado sobre a última aula, alheio a tudo. Mas os paparazzi já estavam lá. Não eram os de sempre. Esses trabalhavam com um objetivo certeiro: tinham sido pagos generosamente por um grupo de advogadas rivais do fórum, mulheres de meia-idade que odiavam a Deni com uma inveja que beirava o patológico. "Essa peituda acha que é a rainha só porque ganha causas e tem um corpo de revista pornô", uma delas tinha dito a um fotógrafo num bar do centro, deslizando um envelope cheio de notas. "Quero que ela pareça uma puta na praia. Edita tudo que for preciso. Que pareça que ela tá se oferecendo". E os flashes não pararam. Capturaram cada passo, cada inclinação. Deni se abaixou pra passar protetor solar nas pernas e o fio do biquíni subiu um pouco mais que o normal, deixando ver a curva inferior da bunda. Os paparazzi dispararam sem piedade. Naquela mesma noite, as fotos já estavam editadas num estúdio digital clandestino. Nas imagens que vazaram pras redes e pra certos portais de fofoca, o biquíni tinha sido "melhorado": o top parecia menor, como se mal cobrisse os bicos, deixando quase todo o volume dos peitos de fora. A calcinha tinha virado um fio dental que sumia entre as nádegas grandes e firmes. Tinham editado poses: Deni aparecia arqueando as costas de forma exagerada, empinando os peitos como se posou para uma revista erótica, com um sorriso que parecia convidativo. Numa foto manipulada, parecia estar tocando o decote "acidentalmente"; noutra, a bunda dela ocupava quase toda a imagem enquanto caminhava em direção ao mar. As manchetes foram brutais: "Deni López, a 'advogada humanista', se exibe como uma qualquer na praia: é assim que ganha seus casos?" "Cirurgia ou pura provocação? Os peitos e a bunda da leoa do fórum em primeiro plano". As advogadas rivais compartilhavam as imagens em grupos privados de WhatsApp com risadinhas: "Olha ela, a que jurou nunca defender traficantes… mas sabe usar o corpo pra defender os ricos". A polêmica explodiu. No dia seguinte, Deni chegou ao fórum com seu traje de sempre: camisa branca abotoada até o pescoço, jaqueta justa que mal conseguia conter os peitos enormes e firmes, saia que marcava a bunda grande e redonda. Caminhava de cabeça erguida, mas por dentro fervia. Na escada do prédio dos tribunais, os repórteres a esperavam. Um, com microfone na mão e sorriso malicioso, soltou a pergunta que todos queriam fazer:
—Doutora López, o que a senhora acha das fotos que tão circulando na internet? A senhora tá... muito diferente da imagem séria que passa nos tribunais. Essas poses são reais ou...? Deni parou. A voz saiu firme, fria, profissional, embora as bochechas queimassem por dentro. —Essas imagens foram manipuladas de forma grosseira e maldosa. São montagens pagas por gente que não aguenta ver uma mulher ganhar casos com talento e ética, não com escândalo barato. Vou processar quem for necessário por difamação, violação de privacidade e dano moral. Meu corpo não é notícia. Meu trabalho, sim. Os repórteres insistiram. Outro enfiou o celular na cara dela com uma das fotos editadas na tela: —Aqui a senhora aparece praticamente pelada, doutora. Acha que isso não afeta sua credibilidade como defensora humanista? Deni sorriu com aquele sorriso de advogada que já tinha destruído mais de um promotor. —Minha credibilidade se mede em sentenças de absolvição, não em pixels manipulados. E se alguém acha que um biquíni editado vai me parar, tá muito enganado. Virou as costas e entrou no fórum com a bunda balançando debaixo da saia, deixando os repórteres de queixo caído. Mas por dentro, a humilhação era um nó quente no estômago. Sabia que aquelas fotos editadas reduziam ela a carne, a peitos e bunda, a uma mulher que "usava o corpo" pra distrair. Mesmo assim, Deni não parou. Naquela mesma semana, aceitou um caso que muitos colegas recusaram por medo do escândalo: a família Mendoza, uma das mais poderosas do estado, acusada de desviar mais de 800 milhões de reais de fundos públicos pra contas offshore. O pai, um ex-funcionário, a mãe e dois filhos estavam na mira do Ministério Público. Era um caso de corrupção pura, mas Deni viu a oportunidade. "Todo ser humano merece uma defesa digna", declarou na primeira audiência, ignorando os murmúrios na sala que diziam "até ela, com suas fotos de puta na praia". E ganhou. Ganhou de lavada. Numa jogada de mestre de três semanas, desmontou as você vai testando uma por uma: irregularidades nas perícias, testemunhas que se contradiziam, falta de cadeia de custódia. A família Mendoza foi absolvida de todas as acusações. A mídia séria falou em "mais uma vitória impossível da leoa do tribunal". A popularidade dela disparou. Clientes ricos novos ligavam a toda hora. As advogadas rivais que pagaram os paparazzi engoliram a raiva em silêncio. Mas a humilhação não parou por aí. Mateo, na universidade, vivia isso na pele. O garoto esperto mas ingênuo, que sempre tentava agradar todo mundo, agora era alvo de piadas constantes. No intervalo do campus, um grupo de amigos — ou o que ele achava que eram amigos — cercou ele com os celulares na mão. — Olha, Mateo, essa é sua mãe? — um deles disse, mostrando a foto editada onde Deni parecia quase nua, peitão estourando, rabo em primeiro plano, numa pose provocante —. Porra, que peitão enorme. É natural ou é silicone? Outro riu e passou o braço no ombro dele. — Sua mãe é famosa por duas coisas, bro: ganhar casos impossíveis… e usar essa bunda e esses peitos como arma secreta. É assim que convence os juízes? Mostra as fotos na cara deles? Mateo ficou vermelho até as orelhas. Tentou rir, como sempre fazia pra não parecer "otário", mas a voz tremeu. — São montagens… minha mãe já disse que vai processar… — Claro, claro — zombou um terceiro, dando zoom na imagem editada onde o biquíni parecia inexistente —. Mas olha como ela aparece. "A advogada humanista que defende corruptos com o corpo". No grupo da faculdade já apelidaram ela de "a mãe peituda do Mateo". Não te incomoda que todo mundo tenha fotos da sua mãe quase pelada? Um deles, o mais cruel, mostrou uma pasta no celular cheia das imagens manipuladas. — Guarda essas aí, cara. Pra você ver o que sua mãe "não mostra a mais" no tribunal. Dizem que é por isso que ela ganha tanto: distrai todo mundo com esses peitões operados… ou naturais, tanto faz. É a mesma coisa. Você é o filho da advogada que usa o corpo como ferramenta, Mateo. Devia se orgulhar… Mateo riu nervoso, mas por dentro sentia uma humilhação que queimava seu rosto. Naquela noite, em casa, não contou tudo pra mãe. Só disse que “alguns colegas tinham visto as fotos”. Deni abraçou ele forte, os peitões enormes apertando contra o peito do filho de 16 anos, e passou a mão no cabelo dele como sempre. —Não liga pra eles, meu amor. São uns invejosos. Você e eu estamos acima disso.
—Doutora López, o que a senhora acha das fotos que tão circulando na internet? A senhora tá... muito diferente da imagem séria que passa nos tribunais. Essas poses são reais ou...? Deni parou. A voz saiu firme, fria, profissional, embora as bochechas queimassem por dentro. —Essas imagens foram manipuladas de forma grosseira e maldosa. São montagens pagas por gente que não aguenta ver uma mulher ganhar casos com talento e ética, não com escândalo barato. Vou processar quem for necessário por difamação, violação de privacidade e dano moral. Meu corpo não é notícia. Meu trabalho, sim. Os repórteres insistiram. Outro enfiou o celular na cara dela com uma das fotos editadas na tela: —Aqui a senhora aparece praticamente pelada, doutora. Acha que isso não afeta sua credibilidade como defensora humanista? Deni sorriu com aquele sorriso de advogada que já tinha destruído mais de um promotor. —Minha credibilidade se mede em sentenças de absolvição, não em pixels manipulados. E se alguém acha que um biquíni editado vai me parar, tá muito enganado. Virou as costas e entrou no fórum com a bunda balançando debaixo da saia, deixando os repórteres de queixo caído. Mas por dentro, a humilhação era um nó quente no estômago. Sabia que aquelas fotos editadas reduziam ela a carne, a peitos e bunda, a uma mulher que "usava o corpo" pra distrair. Mesmo assim, Deni não parou. Naquela mesma semana, aceitou um caso que muitos colegas recusaram por medo do escândalo: a família Mendoza, uma das mais poderosas do estado, acusada de desviar mais de 800 milhões de reais de fundos públicos pra contas offshore. O pai, um ex-funcionário, a mãe e dois filhos estavam na mira do Ministério Público. Era um caso de corrupção pura, mas Deni viu a oportunidade. "Todo ser humano merece uma defesa digna", declarou na primeira audiência, ignorando os murmúrios na sala que diziam "até ela, com suas fotos de puta na praia". E ganhou. Ganhou de lavada. Numa jogada de mestre de três semanas, desmontou as você vai testando uma por uma: irregularidades nas perícias, testemunhas que se contradiziam, falta de cadeia de custódia. A família Mendoza foi absolvida de todas as acusações. A mídia séria falou em "mais uma vitória impossível da leoa do tribunal". A popularidade dela disparou. Clientes ricos novos ligavam a toda hora. As advogadas rivais que pagaram os paparazzi engoliram a raiva em silêncio. Mas a humilhação não parou por aí. Mateo, na universidade, vivia isso na pele. O garoto esperto mas ingênuo, que sempre tentava agradar todo mundo, agora era alvo de piadas constantes. No intervalo do campus, um grupo de amigos — ou o que ele achava que eram amigos — cercou ele com os celulares na mão. — Olha, Mateo, essa é sua mãe? — um deles disse, mostrando a foto editada onde Deni parecia quase nua, peitão estourando, rabo em primeiro plano, numa pose provocante —. Porra, que peitão enorme. É natural ou é silicone? Outro riu e passou o braço no ombro dele. — Sua mãe é famosa por duas coisas, bro: ganhar casos impossíveis… e usar essa bunda e esses peitos como arma secreta. É assim que convence os juízes? Mostra as fotos na cara deles? Mateo ficou vermelho até as orelhas. Tentou rir, como sempre fazia pra não parecer "otário", mas a voz tremeu. — São montagens… minha mãe já disse que vai processar… — Claro, claro — zombou um terceiro, dando zoom na imagem editada onde o biquíni parecia inexistente —. Mas olha como ela aparece. "A advogada humanista que defende corruptos com o corpo". No grupo da faculdade já apelidaram ela de "a mãe peituda do Mateo". Não te incomoda que todo mundo tenha fotos da sua mãe quase pelada? Um deles, o mais cruel, mostrou uma pasta no celular cheia das imagens manipuladas. — Guarda essas aí, cara. Pra você ver o que sua mãe "não mostra a mais" no tribunal. Dizem que é por isso que ela ganha tanto: distrai todo mundo com esses peitões operados… ou naturais, tanto faz. É a mesma coisa. Você é o filho da advogada que usa o corpo como ferramenta, Mateo. Devia se orgulhar… Mateo riu nervoso, mas por dentro sentia uma humilhação que queimava seu rosto. Naquela noite, em casa, não contou tudo pra mãe. Só disse que “alguns colegas tinham visto as fotos”. Deni abraçou ele forte, os peitões enormes apertando contra o peito do filho de 16 anos, e passou a mão no cabelo dele como sempre. —Não liga pra eles, meu amor. São uns invejosos. Você e eu estamos acima disso.
1 comentários - A advogada corrupta 2
Esperando la parte 3.