Esta história não é minha, mas foi abandonada e não tem continuação, então vou assumir. Avatar Seguindo Avatar Seguindo Minha mãe fodeu com dois negros Relatos PajeroAburridoo 5 dias O pai dele não tinha essa habilidade estranha de fazer amizade com qualquer um em qualquer lugar? O meu tinha. Ele é muito sociável. Isso aconteceu nas nossas férias em família. Estávamos na praia e, do nosso lado, se instalou uma família afro-americana que falava muito bem português. Não sei como aconteceu, mas quando minha mãe e eu percebemos, meu pai e o cara já estavam dividindo umas cervejas e risadas. O homem se chamava Jerry, era enorme e corpulento, com barriga de chope. O filho dele era Tony, tinha uns 30 anos, mas parecia igual ao pai, e por último a esposa, Julia. Ela também era enorme, peitos e bunda gigantes, tipo a Rasputia do filme Norbit, mas bonita. Basicamente, todo mundo naquela família era enorme. Passamos tempo demais com eles. A semana inteira das nossas férias, pra ser exato. Tomávamos café da manhã juntos, almoçávamos juntos, minha mãe e Julia iam pro spa e tal, e meu pai ficava no bar com Jerry e o filho dele. Uma noite, o hotel organizou um evento pra galera. Decidi ir pra espairecer um pouco depois de ficar grudado na minha família e nos novos amigos por dois dias. Era um evento de três horas, mas não fiquei até o fim. Lá pelas 11 da noite, subi pro quarto que dividia com meus pais. Entrei devagar, achando que já estavam dormindo, porque só a luz do corredorzinho na entrada estava acesa. Caminhei devagar até ouvir uma risadinha da minha mãe, então comecei a andar normal. — Por que as luzes estão apagadas? — perguntei indo em direção ao interruptor. Quando acendi e saí do corredor, fiquei paralisado. — Mãe?!? Minha mãe estava de lingerie, sentada na beira da cama, entre Jerry e Tony. — O que você tá fazendo?!? — Não esperava que você chegasse tão cedo, filho... — disse minha mãe, cobrindo os peitos com os braços. — E Meu pai?!?
—Calma, garoto —disse Jerry, colocando a mão na perna da minha mãe—. Seu pai sabe disso. Na real, o mais provável é que agora mesmo ele esteja comendo a minha esposa.
—É, bro! —completou Tony—. Não fica doido. Se quiser, pode ir com ele e comer a minha mãe também. É justo, né?
—Ou fica aqui e junta a gente! Haha
Minha mãe deu um tapa na mão do Jerry.
—Jerry! Ele é meu filho! Como é que você acha que vou deixar ele… fazer isso com a gente?
—Haha! Desculpa, amigo! Sua mãe manda. Nosso quarto é o 432, se você se apressar, talvez minha esposa ainda dê uma chupada em você.
Meio sem graça, virei e me preparei pra sair.
—Espera! —minha mãe levantou de repente. Os peitos dela pularam dentro do sutiã—. Fica aqui! Não quero que você incomode seu pai ou a Julia!
—Mas…
—Não me responde! Agora pega seu celular ou alguma coisa!
Eu rosnei de irritação e subi na minha cama pra ver uns TikToks, enquanto um pai e o filho apalpavam minha mãe bem do meu lado. Que cena mais surreal.
Depois de alguns minutos de beijos e apalpadas, Tony tirou o sutiã da minha mãe. Eu não consegui evitar de levantar o olhar. Os peitos dela balançando, sendo apertados e chupados por aqueles dois caras. O mamilo moreno claro dela estava duro.
—A senhora tem uns peitões, dona Ceci! —disse Tony—. Gosto que não são enormes como os da minha mãe! Os seus cabem na minha mão!
—Ah! —suspirou—. Obrigada, coração! Meu marido também adora jiji… mas te garanto que agora ele deve estar fascinado com os peitões da sua mãe.
—Você é perfeita, Cecilia —completou Jerry, lambendo os mamilos da minha mãe—. Já tava com vontade de comer uma coroa baixinha e gordinha como você!
Minha mãe ofegava e gemia com as atenções que os peitos dela recebiam. Um tempo depois, ela sentou na beirada da outra cama, e Jerry e o filho ficaram de frente um pro outro. Tiraram a camisa e começaram a baixar os shorts devagar. Já dava pra ver a rola dura deles enquanto abaixavam a roupa. Quando finalmente deixaram os shorts caírem, as rolas duras… balançaram. Dava pra dizer que os paus deles eram proporcionais ao tamanho enorme dos corpos, eram grandes e grossos, acho que tinham o comprimento do meu cotovelo até o pulso. Minha mãe continuou de olhos bem abertos acompanhando o balanço daqueles paus pretos, até percebi que ela engoliu saliva. Começou a tocar e acariciar eles. — Vocês têm um bem grande... — diz com a voz cheia de admiração — Tal pai, tal filho, sem dúvida... Ela segura o pau do Jerry com as duas mãos e começa a lamber. Passa a língua da ponta até a base pra depois enfiar na boca. É tão grande e grosso que mal cabe na boca dela. Só se ouve ela tossindo e engasgando. Tony agarra os peitos dela e começa a bater uma vendo minha mãe chupando o pai dela. A mistura de saliva e pré-gozo começa a escorrer do queixo da minha mãe até os peitos dela, numa tentativa de abocanhar o máximo possível daquele pau enorme. Com um barulho estranho, minha mãe tira o pau da garganta e começa a tossir. — Ai, meu Deus... — tosse e se limpa com o antebraço enquanto com a outra mão puxa o pau — Se eu continuar assim — ofegante — vou travar a mandíbula... Pai e filho riem. Tony guia minha mãe pra chupar ele. Também é difícil pra ela mamar o pau dele. Ela alternava entre os dois paus. Os sons de sucção, lambidas e ofegâncias encheram o quarto. Eu comecei a bater uma na minha cama. Minha mãe tava de costas dando uns boquetes, então não me viu. O Jerry me viu, mas sorriu e levantou o polegar 👍🏿 Um tempo depois, Jerry se ajoelhou e abriu as pernas da minha mãe pra depois enfiar a cara na virilha dela. Ela ainda tava de calcinha fio-dental bege e o Jerry começou a estimular ela pressionando o nariz contra o tecido. — Uai! Ah! Jeje...! — Minha mãe se agarrava nos lençóis. Tony subiu na cama e chegou perto dela pra ela continuar chupando ele. Eu já não me importei mais de levar bronca, então desci da minha cama e cheguei mais perto pra ver melhor. Ela me olhou brava, mas não disse nada. nada por ter a pica do Tony na boca. Dava pra ver ele dando umas lambidas na cabeça. Quando Jerry se afastou da virilha, a cueca tinha uma mancha enorme de umidade. Ela levantou as pernas e Jerry ajudou a tirar a cueca dela. Quando parou de chupar o Tony, ele desceu da cama. Ela virou pra mim brava. —Uai, você vai ver! Eu não criei um tarado— Por sorte pra mim, Jerry pegou minha mãe pelas pernas e deitou ela antes que pudesse me ameaçar. Com a mão direita, ele batia uma punheta, enquanto com a esquerda acariciava as dobras peludas da minha mãe. —Vai, filho, você vai primeiro! —Oferecia a buceta da minha mãe pro Tony. Tony concorda e esfrega a pica na buceta. Minha mãe respira fundo, se preparando pro pedaço de pica que tá prestes a entrar. —Já vou meter, dona Cecília…! Devagar, a pica do Tony entra na xota madura da minha mãe. Ela solta um gemido, se agarrando no lençol. —Ah! Ai! É bem grossa… Tony começa a comer ela devagar. Minha mãe solta gemidos leves. —Tony, amor, não tenha medo e me come um pouco mais rápido. Eu sei que sou pequenininha, mas tenho certeza que aguento sua pica e a do seu pai. Tony hesita um pouco. —Tem certeza, dona? —Sim, meu filho! Me come com vontade! Tony se sentiu mais confiante e agarrou minha mãe pela cintura pra começar a comer ela mais rápido e forte. —Ah! Assim mesmo, amor! Ah! Ai! Isso! Jerry e eu sentamos cada um de um lado da minha mãe, batendo punheta olhando o espetáculo. Os peitos da minha mãe balançavam sem parar com as investidas rápidas que ela tava recebendo. Ela vira pra mim. —Oh! Oh! Agh! Ai! Bate punheta se qui-ser, filho—Ai! Ah! Mas lembra que eu —sou— sua mãe—Ah! Ah! E isso não muda na-da nossa relação!—Ai! Não sei se ela tava me xingando ou avisando. Era difícil saber, já que tudo foi dito entre gemidos. —Ai! Que gostoso! Você é bem pirocudo, Tony! Ah! Ah! Agh! Isso! Mais rápido! Mete até o fundo! Ah! Ai! Quando ela disse isso, Tony empurrou com força que eu vi a pica dele entro completamente na buceta da minha mãe. -Aaaah! Aaaai! Sim! Não para! Não para! Ai! Ai! Minha mãe estava tão molhada que a pica enorme do Tony escorregava dentro dela como se fosse nada. Eu comecei a bater uma mais rápido quando o Tony começou a meter com mais força, mas minha mãe pegou na minha mão e colocou nos peitos dela que não paravam de balançar. -Nem pense em gozar tão-Ai! Tão cedo, filho! Vai! Para de se tocar aí e toca em- nos meus peitos melhor! Ah! Ah! Como se você não tivesse vontade de fazer isso! Eu obedeci e agarrei os peitos e os bicos dela. Ela estava acariciando a pica e as bolas do Jerry, que estava sentado do lado esquerdo dela. Um tempo depois, o Tony se separou da minha mãe. Ela suspirou de alívio, já que finalmente conseguiu recuperar o fôlego por um instante. Ali mesmo na cama, viraram ela para que a cabeça dela ficasse na beirada, onde o Tony estava metendo. Pude ver uma mancha enorme de fluidos na borda da cama antes da minha mãe cobrir de novo com o corpo dela. -Bom, Ceci, agora é minha vez, hehe... O Jerry pegou nas pernas da minha mãe e se acomodou para começar a meter. Era a mesma posição em que o filho dela tinha metido. Sem aviso, o Jerry enfiou tudo de uma vez e desde o início meteu com força. -Ah! Jerry...! Ai! Você passou do ponto...! Ah! Ah! -Desculpa, Ceci! Haha! É que meu filho deixou o caminho muito...aberto! Aproveitando que a cabeça da minha mãe pendia na beirada da cama, o Tony colocou a pica na cara dela. Uns segundos depois, ela começou a chupar. Por causa da posição, foi mais fácil fazer garganta profunda. Eu me levantei na cama para ver melhor o que estava rolando. O Jerry metia com força e os gemidos da minha mãe mal dava para ouvir por causa da pica do Tony enfiada na boca dela. Era quente ver minha mãe sendo empalada por dois negros corpulentos e barrigudos. Os peitos dela continuavam balançando sem parar e, dessa vez, grandes gotas de saliva misturada com pré-gozo e agora fluidos vaginais escorriam pelo rosto dela até o cabelo. A pica A garganta da minha mãe se contraía com as ânsias de vômito enquanto Tony marcava nela. Tony se inclinou e apertou os peitos dela enquanto fodia a boca dela, ao mesmo tempo que o pai dele fodia a buceta dela. Desci da cama pra observar minha mãe, e ela tava vesga e revirando os olhos de tanto prazer. Tinha a cara vermelha e cheia de toda essa mistura de fluidos que paravam no cabelo dela. As bolas peludas do Tony tampavam o nariz dela. Uns segundos depois, Tony tirou a pica da garganta da minha mãe. Ela inspirou com força e tossiu, e mesmo assim continuou lambendo as bolas do Tony, que tava passando a pica no meio dos peitos dela. O som da minha mãe lambendo as bolas do Tony era safado, sem contar os barulhinhos que ela fazia e que provocavam bolhas de fluidos.
— A buceta da sua mãe tava bem apertada, garoto! Mas com a foda que eu e o Tony estamos dando nela, com certeza vai afrouxar! — Jerry pegou minha mãe pelos braços e puxou ela de um jeito que ele ficasse por baixo e ela por cima, montando nele. Ele segurou o quadril dela e começou a subir e descer a pica. — Ai! Sim! Sim! Que gostoso, Jerry! Assim! Me fode assim! Ai! Ah! Oh! Ai! — Eu subi de novo na cama pra ver os peitos dela balançando. — Chega mais perto, garoto! Deixa sua mãe chupar você! Ela precisa de uma pica de tamanho normal pra descansar a mandíbula. — Pensei por um segundo, olhando pra minha mãe e batendo uma. Ela suspirou e me olhou. — Sim — Ai! Vem antes que eu mude de ideia, filho! Ah! — Jerry fez minha mãe se inclinar pra ela poder me chupar. Ela gemia ainda com minha pica na boca dela. Aí o Tony subiu na cama também. — Ei, pai! Já é minha vez de comer a dona Cecília de novo! — Minha mãe deu uma risadinha ainda com meu pau na boca dela. Jerry soltou o quadril da minha mãe e agarrou a bunda dela, separando as nádegas. O cu dela se contraía. — Então vem, Tony! O cu da Ceci é todo seu! — Minha mãe tirou minha pica da boca dela. — Quê? Vão me comer pelo rabo…? — perguntou nervosa, me masturbando — Tá bom… — Você vai ver que vai te Gostar! Minha esposa adora! Eu me mudei pra trás pra ver como a rola entrava no cu dela. Tony empurrava devagar, mas mal entrava a cabeça. -Ai! Aaah! Ai! Não vai entrar…! Tony empurrava devagar, até minha mãe se mexia um pouco pra frente. -Meu Deus! Agh! Oh! Ai! Minha mãe ainda tinha a rola de Jerry na buceta, então só se deixou cair no peito dele. Ele começou a beijar ela, abafando os gemidos. -Mmm! Pronto! Já entrou a cabeça! -Só a cabeça…?!? -diz minha mãe, quebrando o beijo e ofegando- Parece que você enfiou o punho dentro! -Aí vai o resto, dona Cecília! -Oh! Ai! Tony…! Ah! Ai! Tony se agarrou nas bundas da minha mãe, deixando as mãos marcadas. Finalmente e com dificuldade, a rola dele entrou toda no cu dela. -Se a buceta já era apertada, o cu é ainda mais, dona Cecília! Minha mãe ri, ofegante. -Ai, Tony! Que coisas você fala, coração! Pai e filho começam a comer minha mãe ao mesmo tempo. -Ai! Ai! Isso-Agh! Isso é incrível! Ai! Sim! Sim! Ah! Ah! Assim! Me comam mais forte! Me comam por todos os meus buracos! Ai! Que gostoso! Eu batia uma, impressionado de ver o corpinho pequeno da minha mãe no meio desses dois caras enormes fazendo dupla penetração nela. -Filho! Ai! Ah! Vem! Deixa eu chupar a sua! Ah! Ai! Fiquei na frente da minha mãe e ela começou a chupar a minha. Os gemidos dela mal dava pra ouvir por causa da minha rola na boca dela, além do barulho da cama rangendo. -Mmmgh! Ah! Mmm! Jerry tinha os peitos da minha mãe na cara dele. Apertava e chupava como um louco enquanto ela continuava sentada na rola dele e Tony comia ela pelo cu. -Aaaai! Deus, que gostoso! Ah!-Ai! Nunca pensei que teria duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo! Agh! Sim! Jerry soltou os peitos da minha mãe pra pegar ela de novo pela cintura e voltar a comer ela com força pela buceta, enquanto o filho enfiava a rola no cu dela com mais força. -Você gosta, Ceci? O que acha de sentir meu filho metendo no seu cu enquanto eu meto na sua buceta? Minha mãe tira Meu pau da boca dela — S-sente gostoso! Ai! Ai! Tô muito tarada! — Ah! Ai! Vão me deixar numa cadeira de rodas! Tony dava palmadas na minha mãe. A bunda dela tava vermelha e cheia das marcas das mãos dele. — Vamos, filho — Diz Jerry entre gemidos — É minha vez de provar o cu da Ceci… Antes que você estique mais e ela não aperte mais, hehe… — Tá bom, pai… — Diz Tony com um tom de falsa decepção. Quando ele tira o pau da minha mãe, vejo como o cu dela se contrai, mesmo estando meio dilatado. Minha mãe fica de quatro e empina a bunda, oferecendo pra Jerry. Ele cuspi no cu dela depois de separar as nádegas e mete. Mesmo o cu da minha mãe estando esticado, o pau de Jerry entra com dificuldade. Ela se agarra no lençol, sentindo a grossura de Jerry abrindo caminho nas entranhas dela — Uff! Agh!… Mais fundo! Ai! Mete mais fundo! Ai! Ah! Aí! Oh! Jerry se ajeita e começa a meter na minha mãe com força e rapidez. Ele empurra o corpo todo, segurando minha mãe pela cintura. — Ah! Ah! Ai! Que gostoso! Ai! Ai! As metidas eram brutais. Chegou uma hora que ele diminuiu a velocidade, mas metia com muita força. Até pegava impulso pra enfiar com tudo. Quando ele tirou o pau do cu dela, minha mãe ainda tava de quatro, ofegante e suada. Jerry fez um sinal pra mim. — Vem, garoto! Olha como deixamos a bunda da sua mãe! Tony abriu as nádegas dela e eu vi que o cu da minha mãe tinha virado um buraco enorme. Jerry tava sentado de lado, batendo uma levemente e descansando. — A bunda da sua mãe era bem apertada, mano! — me diz Tony. O cu da minha mãe tava tão dilatado que eu quase consegui enfiar a mão inteira. Meu pau até parecia pequeno na frente daquele buraco. — Bom, hora da segunda rodada. Vem, Ceci! Minha mãe deita de barriga pra cima e Jerry desce da cama, puxando ela pra perto. Abre as pernas dela e, com metidas fortes e cadenciadas, continuou comendo ela pelo cu. — Ah! — Ah! — Ai — Que — gostoso! Deus! Oh! — Ai! Enquanto ela chupava a gente e batia uma pra mim e pro Tony. Jerry começou a meter mais rápido e a enfiar os dedos na buceta dela. Minha mãe gritava de prazer. Aposto que o hotel inteiro ouviu. -Ah! Não para! Não para! Não para! Jerry esfregava os dedos na buceta na mesma velocidade que metia no cu dela. Eu já não aguentei e gozei na cara da minha mãe. Na mesma hora ela também gozou, banhando o corpo dela e o do Jerry com os fluidos. -Aaaaah! Sim! Aaaai! Que gostoso! Jerry continuava estimulando a vagina dela com a mão, e aquele som molhado característico começou a se ouvir. -Isso! Que gostoso você goza, Ceci! Jerry parou de meter no cu dela e pediu pra mim e pro filho dele chegarmos perto. -Venham, garotos! Provem esses sucos deliciosos! Chego perto e começo a lamber a buceta dela. Minha mãe solta gemidos leves, exausta por toda a onda de sensações que experimentou durante a noite. -Que tal o gosto da buceta molhada da sua mãe, garoto? -Sim, filho, você gostou de provar meus sucos? -pergunta minha mãe com um sorriso cansado. -Sim...! Sua buceta tem um gosto muito gostoso, mãe! Tony faz o mesmo e lambe a buceta da minha mãe. Quando para, Jerry passa a mão na buceta dela de novo, encharcando bem com os fluidos. -Você também prova, Ceci! Jerry passa os fluidos na boca, nas bochechas e nos peitos dela. Ela estica a língua saboreando tudo. Até se misturaram com meu esperma. -Aí está, Ceci! Até com o esperma do seu filho! Jerry e Tony começam a bater punheta ao redor da minha mãe, que continua deitada de costas. Os dois tocam nos peitos e na buceta dela. -Ah... sim... me encham de porra...! Gozem onde quiserem! Cansada, ela começa a acariciar os ovos deles. -Já vou gozar, dona Ceci! -diz Tony ofegante. -Vai, coração! Me enche com sua porra...! Tony começa a gozar nos peitos da minha mãe. Grandes poças de esperma amarelado e esbranquiçado se formam ao redor dos mamilos dela. -Ai! Que gostoso, Tony! -diz minha mãe passando o esperma nos peitos e depois chupando os dedos- Seu esperma tem um gosto muito gostoso! -Agora é minha vez! —diz Jerry descendo da cama e abrindo mais as pernas da minha mãe — Toma minha porra, Cecília! Jerry enfia o pau na buceta dela e começa a meter bem rápido. — Ah! Ah! Vou gozar dentro, Jerry! Ai! Jerry ofega e se inclina, apertando os peitos da minha mãe. — Ai! Cecília…! — ele para por um instante enquanto o corpo fica tenso e tem espasmos — Ah…! Que gostoso! Fica alguns segundos grudado na minha mãe e depois tira devagar o pau mole, todo lambuzado de porra. — Ai, meu Deus… — Minha mãe passa os dedos na buceta, sentindo a porra escorrer devagar numa gota borbulhante — Já não posso mais engravidar… mas com isso talvez eu consiga… A porra amarelada do Jerry jorrava borbulhando da buceta dela, caindo no lençol da cama e se espalhando pelos pelos pubianos. Todos se sentam encostados na cabeceira da cama. Minha mãe estava descabelada, vermelha e o corpo brilhava de suor e dos fluidos que a lambuzaram. Ela está sentada no meio do Jerry e do Tony e acaricia suavemente os paus moles deles, enquanto o Tony aperta os peitos dela e o Jerry, a buceta, que ainda escorre porra. — Não vai contar pra ninguém o que a gente fez, filho! Senão não vou deixar você bater punheta se algum dia me ver transando de novo! Pelo meu bem, é melhor obedecer ela…
—Calma, garoto —disse Jerry, colocando a mão na perna da minha mãe—. Seu pai sabe disso. Na real, o mais provável é que agora mesmo ele esteja comendo a minha esposa.
—É, bro! —completou Tony—. Não fica doido. Se quiser, pode ir com ele e comer a minha mãe também. É justo, né?
—Ou fica aqui e junta a gente! Haha
Minha mãe deu um tapa na mão do Jerry.
—Jerry! Ele é meu filho! Como é que você acha que vou deixar ele… fazer isso com a gente?
—Haha! Desculpa, amigo! Sua mãe manda. Nosso quarto é o 432, se você se apressar, talvez minha esposa ainda dê uma chupada em você.
Meio sem graça, virei e me preparei pra sair.
—Espera! —minha mãe levantou de repente. Os peitos dela pularam dentro do sutiã—. Fica aqui! Não quero que você incomode seu pai ou a Julia!
—Mas…
—Não me responde! Agora pega seu celular ou alguma coisa!
Eu rosnei de irritação e subi na minha cama pra ver uns TikToks, enquanto um pai e o filho apalpavam minha mãe bem do meu lado. Que cena mais surreal.
Depois de alguns minutos de beijos e apalpadas, Tony tirou o sutiã da minha mãe. Eu não consegui evitar de levantar o olhar. Os peitos dela balançando, sendo apertados e chupados por aqueles dois caras. O mamilo moreno claro dela estava duro.
—A senhora tem uns peitões, dona Ceci! —disse Tony—. Gosto que não são enormes como os da minha mãe! Os seus cabem na minha mão!
—Ah! —suspirou—. Obrigada, coração! Meu marido também adora jiji… mas te garanto que agora ele deve estar fascinado com os peitões da sua mãe.
—Você é perfeita, Cecilia —completou Jerry, lambendo os mamilos da minha mãe—. Já tava com vontade de comer uma coroa baixinha e gordinha como você!
Minha mãe ofegava e gemia com as atenções que os peitos dela recebiam. Um tempo depois, ela sentou na beirada da outra cama, e Jerry e o filho ficaram de frente um pro outro. Tiraram a camisa e começaram a baixar os shorts devagar. Já dava pra ver a rola dura deles enquanto abaixavam a roupa. Quando finalmente deixaram os shorts caírem, as rolas duras… balançaram. Dava pra dizer que os paus deles eram proporcionais ao tamanho enorme dos corpos, eram grandes e grossos, acho que tinham o comprimento do meu cotovelo até o pulso. Minha mãe continuou de olhos bem abertos acompanhando o balanço daqueles paus pretos, até percebi que ela engoliu saliva. Começou a tocar e acariciar eles. — Vocês têm um bem grande... — diz com a voz cheia de admiração — Tal pai, tal filho, sem dúvida... Ela segura o pau do Jerry com as duas mãos e começa a lamber. Passa a língua da ponta até a base pra depois enfiar na boca. É tão grande e grosso que mal cabe na boca dela. Só se ouve ela tossindo e engasgando. Tony agarra os peitos dela e começa a bater uma vendo minha mãe chupando o pai dela. A mistura de saliva e pré-gozo começa a escorrer do queixo da minha mãe até os peitos dela, numa tentativa de abocanhar o máximo possível daquele pau enorme. Com um barulho estranho, minha mãe tira o pau da garganta e começa a tossir. — Ai, meu Deus... — tosse e se limpa com o antebraço enquanto com a outra mão puxa o pau — Se eu continuar assim — ofegante — vou travar a mandíbula... Pai e filho riem. Tony guia minha mãe pra chupar ele. Também é difícil pra ela mamar o pau dele. Ela alternava entre os dois paus. Os sons de sucção, lambidas e ofegâncias encheram o quarto. Eu comecei a bater uma na minha cama. Minha mãe tava de costas dando uns boquetes, então não me viu. O Jerry me viu, mas sorriu e levantou o polegar 👍🏿 Um tempo depois, Jerry se ajoelhou e abriu as pernas da minha mãe pra depois enfiar a cara na virilha dela. Ela ainda tava de calcinha fio-dental bege e o Jerry começou a estimular ela pressionando o nariz contra o tecido. — Uai! Ah! Jeje...! — Minha mãe se agarrava nos lençóis. Tony subiu na cama e chegou perto dela pra ela continuar chupando ele. Eu já não me importei mais de levar bronca, então desci da minha cama e cheguei mais perto pra ver melhor. Ela me olhou brava, mas não disse nada. nada por ter a pica do Tony na boca. Dava pra ver ele dando umas lambidas na cabeça. Quando Jerry se afastou da virilha, a cueca tinha uma mancha enorme de umidade. Ela levantou as pernas e Jerry ajudou a tirar a cueca dela. Quando parou de chupar o Tony, ele desceu da cama. Ela virou pra mim brava. —Uai, você vai ver! Eu não criei um tarado— Por sorte pra mim, Jerry pegou minha mãe pelas pernas e deitou ela antes que pudesse me ameaçar. Com a mão direita, ele batia uma punheta, enquanto com a esquerda acariciava as dobras peludas da minha mãe. —Vai, filho, você vai primeiro! —Oferecia a buceta da minha mãe pro Tony. Tony concorda e esfrega a pica na buceta. Minha mãe respira fundo, se preparando pro pedaço de pica que tá prestes a entrar. —Já vou meter, dona Cecília…! Devagar, a pica do Tony entra na xota madura da minha mãe. Ela solta um gemido, se agarrando no lençol. —Ah! Ai! É bem grossa… Tony começa a comer ela devagar. Minha mãe solta gemidos leves. —Tony, amor, não tenha medo e me come um pouco mais rápido. Eu sei que sou pequenininha, mas tenho certeza que aguento sua pica e a do seu pai. Tony hesita um pouco. —Tem certeza, dona? —Sim, meu filho! Me come com vontade! Tony se sentiu mais confiante e agarrou minha mãe pela cintura pra começar a comer ela mais rápido e forte. —Ah! Assim mesmo, amor! Ah! Ai! Isso! Jerry e eu sentamos cada um de um lado da minha mãe, batendo punheta olhando o espetáculo. Os peitos da minha mãe balançavam sem parar com as investidas rápidas que ela tava recebendo. Ela vira pra mim. —Oh! Oh! Agh! Ai! Bate punheta se qui-ser, filho—Ai! Ah! Mas lembra que eu —sou— sua mãe—Ah! Ah! E isso não muda na-da nossa relação!—Ai! Não sei se ela tava me xingando ou avisando. Era difícil saber, já que tudo foi dito entre gemidos. —Ai! Que gostoso! Você é bem pirocudo, Tony! Ah! Ah! Agh! Isso! Mais rápido! Mete até o fundo! Ah! Ai! Quando ela disse isso, Tony empurrou com força que eu vi a pica dele entro completamente na buceta da minha mãe. -Aaaah! Aaaai! Sim! Não para! Não para! Ai! Ai! Minha mãe estava tão molhada que a pica enorme do Tony escorregava dentro dela como se fosse nada. Eu comecei a bater uma mais rápido quando o Tony começou a meter com mais força, mas minha mãe pegou na minha mão e colocou nos peitos dela que não paravam de balançar. -Nem pense em gozar tão-Ai! Tão cedo, filho! Vai! Para de se tocar aí e toca em- nos meus peitos melhor! Ah! Ah! Como se você não tivesse vontade de fazer isso! Eu obedeci e agarrei os peitos e os bicos dela. Ela estava acariciando a pica e as bolas do Jerry, que estava sentado do lado esquerdo dela. Um tempo depois, o Tony se separou da minha mãe. Ela suspirou de alívio, já que finalmente conseguiu recuperar o fôlego por um instante. Ali mesmo na cama, viraram ela para que a cabeça dela ficasse na beirada, onde o Tony estava metendo. Pude ver uma mancha enorme de fluidos na borda da cama antes da minha mãe cobrir de novo com o corpo dela. -Bom, Ceci, agora é minha vez, hehe... O Jerry pegou nas pernas da minha mãe e se acomodou para começar a meter. Era a mesma posição em que o filho dela tinha metido. Sem aviso, o Jerry enfiou tudo de uma vez e desde o início meteu com força. -Ah! Jerry...! Ai! Você passou do ponto...! Ah! Ah! -Desculpa, Ceci! Haha! É que meu filho deixou o caminho muito...aberto! Aproveitando que a cabeça da minha mãe pendia na beirada da cama, o Tony colocou a pica na cara dela. Uns segundos depois, ela começou a chupar. Por causa da posição, foi mais fácil fazer garganta profunda. Eu me levantei na cama para ver melhor o que estava rolando. O Jerry metia com força e os gemidos da minha mãe mal dava para ouvir por causa da pica do Tony enfiada na boca dela. Era quente ver minha mãe sendo empalada por dois negros corpulentos e barrigudos. Os peitos dela continuavam balançando sem parar e, dessa vez, grandes gotas de saliva misturada com pré-gozo e agora fluidos vaginais escorriam pelo rosto dela até o cabelo. A pica A garganta da minha mãe se contraía com as ânsias de vômito enquanto Tony marcava nela. Tony se inclinou e apertou os peitos dela enquanto fodia a boca dela, ao mesmo tempo que o pai dele fodia a buceta dela. Desci da cama pra observar minha mãe, e ela tava vesga e revirando os olhos de tanto prazer. Tinha a cara vermelha e cheia de toda essa mistura de fluidos que paravam no cabelo dela. As bolas peludas do Tony tampavam o nariz dela. Uns segundos depois, Tony tirou a pica da garganta da minha mãe. Ela inspirou com força e tossiu, e mesmo assim continuou lambendo as bolas do Tony, que tava passando a pica no meio dos peitos dela. O som da minha mãe lambendo as bolas do Tony era safado, sem contar os barulhinhos que ela fazia e que provocavam bolhas de fluidos.
— A buceta da sua mãe tava bem apertada, garoto! Mas com a foda que eu e o Tony estamos dando nela, com certeza vai afrouxar! — Jerry pegou minha mãe pelos braços e puxou ela de um jeito que ele ficasse por baixo e ela por cima, montando nele. Ele segurou o quadril dela e começou a subir e descer a pica. — Ai! Sim! Sim! Que gostoso, Jerry! Assim! Me fode assim! Ai! Ah! Oh! Ai! — Eu subi de novo na cama pra ver os peitos dela balançando. — Chega mais perto, garoto! Deixa sua mãe chupar você! Ela precisa de uma pica de tamanho normal pra descansar a mandíbula. — Pensei por um segundo, olhando pra minha mãe e batendo uma. Ela suspirou e me olhou. — Sim — Ai! Vem antes que eu mude de ideia, filho! Ah! — Jerry fez minha mãe se inclinar pra ela poder me chupar. Ela gemia ainda com minha pica na boca dela. Aí o Tony subiu na cama também. — Ei, pai! Já é minha vez de comer a dona Cecília de novo! — Minha mãe deu uma risadinha ainda com meu pau na boca dela. Jerry soltou o quadril da minha mãe e agarrou a bunda dela, separando as nádegas. O cu dela se contraía. — Então vem, Tony! O cu da Ceci é todo seu! — Minha mãe tirou minha pica da boca dela. — Quê? Vão me comer pelo rabo…? — perguntou nervosa, me masturbando — Tá bom… — Você vai ver que vai te Gostar! Minha esposa adora! Eu me mudei pra trás pra ver como a rola entrava no cu dela. Tony empurrava devagar, mas mal entrava a cabeça. -Ai! Aaah! Ai! Não vai entrar…! Tony empurrava devagar, até minha mãe se mexia um pouco pra frente. -Meu Deus! Agh! Oh! Ai! Minha mãe ainda tinha a rola de Jerry na buceta, então só se deixou cair no peito dele. Ele começou a beijar ela, abafando os gemidos. -Mmm! Pronto! Já entrou a cabeça! -Só a cabeça…?!? -diz minha mãe, quebrando o beijo e ofegando- Parece que você enfiou o punho dentro! -Aí vai o resto, dona Cecília! -Oh! Ai! Tony…! Ah! Ai! Tony se agarrou nas bundas da minha mãe, deixando as mãos marcadas. Finalmente e com dificuldade, a rola dele entrou toda no cu dela. -Se a buceta já era apertada, o cu é ainda mais, dona Cecília! Minha mãe ri, ofegante. -Ai, Tony! Que coisas você fala, coração! Pai e filho começam a comer minha mãe ao mesmo tempo. -Ai! Ai! Isso-Agh! Isso é incrível! Ai! Sim! Sim! Ah! Ah! Assim! Me comam mais forte! Me comam por todos os meus buracos! Ai! Que gostoso! Eu batia uma, impressionado de ver o corpinho pequeno da minha mãe no meio desses dois caras enormes fazendo dupla penetração nela. -Filho! Ai! Ah! Vem! Deixa eu chupar a sua! Ah! Ai! Fiquei na frente da minha mãe e ela começou a chupar a minha. Os gemidos dela mal dava pra ouvir por causa da minha rola na boca dela, além do barulho da cama rangendo. -Mmmgh! Ah! Mmm! Jerry tinha os peitos da minha mãe na cara dele. Apertava e chupava como um louco enquanto ela continuava sentada na rola dele e Tony comia ela pelo cu. -Aaaai! Deus, que gostoso! Ah!-Ai! Nunca pensei que teria duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo! Agh! Sim! Jerry soltou os peitos da minha mãe pra pegar ela de novo pela cintura e voltar a comer ela com força pela buceta, enquanto o filho enfiava a rola no cu dela com mais força. -Você gosta, Ceci? O que acha de sentir meu filho metendo no seu cu enquanto eu meto na sua buceta? Minha mãe tira Meu pau da boca dela — S-sente gostoso! Ai! Ai! Tô muito tarada! — Ah! Ai! Vão me deixar numa cadeira de rodas! Tony dava palmadas na minha mãe. A bunda dela tava vermelha e cheia das marcas das mãos dele. — Vamos, filho — Diz Jerry entre gemidos — É minha vez de provar o cu da Ceci… Antes que você estique mais e ela não aperte mais, hehe… — Tá bom, pai… — Diz Tony com um tom de falsa decepção. Quando ele tira o pau da minha mãe, vejo como o cu dela se contrai, mesmo estando meio dilatado. Minha mãe fica de quatro e empina a bunda, oferecendo pra Jerry. Ele cuspi no cu dela depois de separar as nádegas e mete. Mesmo o cu da minha mãe estando esticado, o pau de Jerry entra com dificuldade. Ela se agarra no lençol, sentindo a grossura de Jerry abrindo caminho nas entranhas dela — Uff! Agh!… Mais fundo! Ai! Mete mais fundo! Ai! Ah! Aí! Oh! Jerry se ajeita e começa a meter na minha mãe com força e rapidez. Ele empurra o corpo todo, segurando minha mãe pela cintura. — Ah! Ah! Ai! Que gostoso! Ai! Ai! As metidas eram brutais. Chegou uma hora que ele diminuiu a velocidade, mas metia com muita força. Até pegava impulso pra enfiar com tudo. Quando ele tirou o pau do cu dela, minha mãe ainda tava de quatro, ofegante e suada. Jerry fez um sinal pra mim. — Vem, garoto! Olha como deixamos a bunda da sua mãe! Tony abriu as nádegas dela e eu vi que o cu da minha mãe tinha virado um buraco enorme. Jerry tava sentado de lado, batendo uma levemente e descansando. — A bunda da sua mãe era bem apertada, mano! — me diz Tony. O cu da minha mãe tava tão dilatado que eu quase consegui enfiar a mão inteira. Meu pau até parecia pequeno na frente daquele buraco. — Bom, hora da segunda rodada. Vem, Ceci! Minha mãe deita de barriga pra cima e Jerry desce da cama, puxando ela pra perto. Abre as pernas dela e, com metidas fortes e cadenciadas, continuou comendo ela pelo cu. — Ah! — Ah! — Ai — Que — gostoso! Deus! Oh! — Ai! Enquanto ela chupava a gente e batia uma pra mim e pro Tony. Jerry começou a meter mais rápido e a enfiar os dedos na buceta dela. Minha mãe gritava de prazer. Aposto que o hotel inteiro ouviu. -Ah! Não para! Não para! Não para! Jerry esfregava os dedos na buceta na mesma velocidade que metia no cu dela. Eu já não aguentei e gozei na cara da minha mãe. Na mesma hora ela também gozou, banhando o corpo dela e o do Jerry com os fluidos. -Aaaaah! Sim! Aaaai! Que gostoso! Jerry continuava estimulando a vagina dela com a mão, e aquele som molhado característico começou a se ouvir. -Isso! Que gostoso você goza, Ceci! Jerry parou de meter no cu dela e pediu pra mim e pro filho dele chegarmos perto. -Venham, garotos! Provem esses sucos deliciosos! Chego perto e começo a lamber a buceta dela. Minha mãe solta gemidos leves, exausta por toda a onda de sensações que experimentou durante a noite. -Que tal o gosto da buceta molhada da sua mãe, garoto? -Sim, filho, você gostou de provar meus sucos? -pergunta minha mãe com um sorriso cansado. -Sim...! Sua buceta tem um gosto muito gostoso, mãe! Tony faz o mesmo e lambe a buceta da minha mãe. Quando para, Jerry passa a mão na buceta dela de novo, encharcando bem com os fluidos. -Você também prova, Ceci! Jerry passa os fluidos na boca, nas bochechas e nos peitos dela. Ela estica a língua saboreando tudo. Até se misturaram com meu esperma. -Aí está, Ceci! Até com o esperma do seu filho! Jerry e Tony começam a bater punheta ao redor da minha mãe, que continua deitada de costas. Os dois tocam nos peitos e na buceta dela. -Ah... sim... me encham de porra...! Gozem onde quiserem! Cansada, ela começa a acariciar os ovos deles. -Já vou gozar, dona Ceci! -diz Tony ofegante. -Vai, coração! Me enche com sua porra...! Tony começa a gozar nos peitos da minha mãe. Grandes poças de esperma amarelado e esbranquiçado se formam ao redor dos mamilos dela. -Ai! Que gostoso, Tony! -diz minha mãe passando o esperma nos peitos e depois chupando os dedos- Seu esperma tem um gosto muito gostoso! -Agora é minha vez! —diz Jerry descendo da cama e abrindo mais as pernas da minha mãe — Toma minha porra, Cecília! Jerry enfia o pau na buceta dela e começa a meter bem rápido. — Ah! Ah! Vou gozar dentro, Jerry! Ai! Jerry ofega e se inclina, apertando os peitos da minha mãe. — Ai! Cecília…! — ele para por um instante enquanto o corpo fica tenso e tem espasmos — Ah…! Que gostoso! Fica alguns segundos grudado na minha mãe e depois tira devagar o pau mole, todo lambuzado de porra. — Ai, meu Deus… — Minha mãe passa os dedos na buceta, sentindo a porra escorrer devagar numa gota borbulhante — Já não posso mais engravidar… mas com isso talvez eu consiga… A porra amarelada do Jerry jorrava borbulhando da buceta dela, caindo no lençol da cama e se espalhando pelos pelos pubianos. Todos se sentam encostados na cabeceira da cama. Minha mãe estava descabelada, vermelha e o corpo brilhava de suor e dos fluidos que a lambuzaram. Ela está sentada no meio do Jerry e do Tony e acaricia suavemente os paus moles deles, enquanto o Tony aperta os peitos dela e o Jerry, a buceta, que ainda escorre porra. — Não vai contar pra ninguém o que a gente fez, filho! Senão não vou deixar você bater punheta se algum dia me ver transando de novo! Pelo meu bem, é melhor obedecer ela…
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