Vejo minha mãe transando

Essa história não é minha, mas foi abandonada e não tem continuação, então eu vou dar continuidade. Avatar Seguindo Avatar Seguindo Minha mãe deu pra dois negros Relatos PajeroAburridoo 5 dias O pai dele não tinha essa habilidade estranha de fazer amizade com qualquer um em qualquer lugar? O meu tinha. Ele é muito sociável. Isso aconteceu nas nossas férias em família. A gente tava na praia e do nosso lado se instalou uma família afro-americana que falava muito bem português. Não sei como aconteceu, mas quando minha mãe e eu percebemos, meu pai e o cara já estavam dividindo umas cervejas e dando risada. O homem se chamava Jerry, era enorme e corpulento, com barriga de chope. O filho dele era o Tony, ele tinha uns 30 anos mas parecia igual ao pai, e por último a esposa, Julia. Ela também era enorme, peitos e bunda gigantes, tipo a Rasputia do filme do Norbit, mas mais bonita. Basicamente, todo mundo naquela família era enorme. Passamos tempo demais com eles. A semana inteira das nossas férias, pra ser exato. A gente tomava café da manhã junto, almoçava junto, minha mãe e a Julia iam pro spa e essas coisas, e meu pai ficava no bar com o Jerry e o filho dele. Uma noite, o hotel organizou um evento pra galera mais nova. Decidi ir pra espairecer um pouco depois de ficar grudado na minha família e nos novos amigos deles por dois dias. Era um evento de três horas, mas não fiquei até o fim. Lá pelas 11 da noite, subi pro quarto que dividia com meus pais. Entrei devagar, achando que já estavam dormindo, porque só a luz do corredorzinho da entrada estava acesa. Caminhei devagar até ouvir uma risadinha da minha mãe, então comecei a andar normal. — Por que as luzes estão apagadas? — perguntei indo em direção ao interruptor. Quando acendi e saí do corredor, fiquei paralisado. — Mãe?!? Minha mãe estava de lingerie, sentada na beira da cama, no meio do Jerry e do Tony. — O que você tá fazendo?!? — Não esperava que você chegasse tão cedo, filho... — disse minha mãe, cobrindo os peitos com os braços. — E Meu pai?!? —Calma, garoto— Disse Jerry, colocando a mão na perna da minha mãe —Seu pai sabe disso. Na verdade, o mais provável é que agora mesmo ele esteja comendo a minha esposa. —É, mano! —Completou Tony —Não fica doido. Se quiser, pode ir com ele e comer a minha mãe também. É justo, né? —Ou fica aqui e se junta a nós! Haha Minha mãe dá um tapa na mão de Jerry. —Jerry! Ele é meu filho! Como é que você acha que vou deixar ele… fazer isso com a gente? —Hahaha! Desculpa, amigão! Sua mãe manda. Nosso quarto é o 432, se você se apressar, talvez minha esposa ainda dê uma chupada em você. Meio sem graça, viro as costas e me preparo pra sair. —Espera! —Minha mãe se levanta de repente. Os peitos dela pulam no sutiã —Fica aqui! Não quero que você encha o saco do seu pai ou da Julia! —Mas… —Não me responde! Agora pega seu celular ou alguma coisa! Eu rosno de irritação e subo na minha cama pra ver uns TikToks, enquanto um pai e o filho apalpam a minha mãe bem do meu lado. Que cena surreal. Depois de alguns minutos de beijos e amassos, Tony tira o sutiã da minha mãe. Eu não consegui evitar de levantar o olhar. Os peitos dela balançando, sendo apertados e chupados por aqueles dois caras. O mamilo moreno claro dela estava duro. —A senhora tem uns peitões, dona Ceci! —Fala Tony —Gosto que não são enormes como os da minha mãe! Os seus cabem na minha mão! —Ai! —Ela suspira —Valeu, amor! Meu marido também adora, rsrs… mas te garanto que agora ele deve estar fascinado com os peitões da sua mãe. —Você é perfeita, Cecília —Completa Jerry, lambendo os mamilos da minha mãe —Já tava com vontade de comer uma coroa baixinha e gordinha que nem você! Minha mãe ofegava e gemia com as atenções que os peitos dela recebiam. Um tempo depois, ela sentou na beirada da outra cama, e Jerry e o filho ficaram de frente um pro outro. Tiraram a camisa e começaram a baixar os shorts devagar. Já dava pra ver a rola dura deles enquanto abaixavam a roupa. Quando finalmente deixaram os shorts caírem, os paus duros Sacudiram. Dava pra dizer que os paus eram proporcionais ao tamanho enorme dos corpos deles, eram grandes e grossos, acho que tinham o comprimento do meu cotovelo até o pulso. Minha mãe continuou de olhos bem abertos acompanhando o balanço daqueles paus pretos, até percebi ela engolindo saliva. Começou a tocar e acariciar eles. — Vocês têm um bem grande... — diz com a voz cheia de admiração — Tal pai, tal filho, sem dúvida... Ela pega o pau do Jerry com as duas mãos e começa a lamber. Passa a língua da ponta até a base pra depois enfiar na boca. É tão grande e grosso que mal cabe na boca dela. Só se ouve ela tossindo e engasgando. Tony pega nos peitos dela e começa a bater uma, vendo minha mãe chupando o pai dela. A mistura de saliva e porra começa a escorrer do queixo da minha mãe até os peitos dela, numa tentativa de enfiar na boca o máximo possível daquele pau enorme. Com um som estranho, minha mãe tira o pau da garganta e começa a tossir. — Ai, meu Deus... — tosse e se limpa com o antebraço enquanto com a outra mão bate uma pra ele — Se eu continuar assim — ofegante — minha mandíbula vai travar... Pai e filho riem. Tony guia minha mãe pra chupar ele. Também é difícil pra ela mamar o pau dele. Ela alternava entre os dois paus. Os sons de sucção, lambidas e gemidos encheram o quarto. Eu comecei a bater uma na minha cama. Minha mãe tava de costas dando uns boquetes, então não me viu. Jerry me viu, mas sorriu e levantou o polegar 👍🏿 Um tempo depois, Jerry se ajoelhou e abriu as pernas da minha mãe pra depois enfiar a cara na virilha dela. Ela ainda tava de calcinha fio dental bege, e Jerry começou a estimular ela pressionando o nariz contra o tecido. — Uai! Ah! Jeje...! — Minha mãe se agarrava nos lençóis. Tony subiu na cama e chegou perto dela pra ela continuar chupando ele. Eu já não me importava mais de levar bronca, então desci da minha cama e cheguei mais perto pra ver melhor. Ela me olhou brava, mas não disse nada. nada por ter a pica do Tony na boca. Dava pra ver ele dando umas lambidas na glande. Quando Jerry se afastou da virilha, a cueca tinha uma mancha enorme de umidade. Ela levantou as pernas e Jerry ajudou a tirar a cueca dela. Quando parou de chupar o Tony, ele desceu da cama. Ela virou pra mim com raiva. -Uai, você vai ver! Não criei um pervertido- Por sorte pra mim, Jerry pegou minha mãe pelas pernas e deitou ela antes que pudesse me ameaçar. Com a mão direita ele se masturbava, enquanto com a esquerda acariciava as dobras peludas da minha mãe. -Vai, filho, você primeiro! -Oferecia a buceta da minha mãe pro Tony. Tony concordou e esfregou a pica na buceta. Minha mãe respirou fundo, se preparando pro pedaço de pica que ia entrar. -Vou meter agora, dona Cecília…! Devagar, a pica do Tony entrou na buceta madura da minha mãe. Ela soltou um gemido se agarrando no lençol. -Ah! Ai! É bem grossa… Tony começou a comer ela devagar. Minha mãe soltava gemidos leves. -Tony, amor, não tenha medo e me come um pouco mais rápido. Sei que sou pequenininha, mas tenho certeza que aguento sua pica e a do seu pai. Tony hesitou um pouco. -Tem certeza, dona? -Sim, meu filho! Me come com vontade! Tony se sentiu mais confiante e agarrou minha mãe pela cintura pra começar a comer ela mais rápido e forte. -Ah! Assim mesmo, amor! Ah! Ai! Sim! Jerry e eu sentamos de cada lado da minha mãe, nos masturbando vendo o espetáculo. Os peitos da minha mãe balançavam sem parar por causa das estocadas rápidas que ela tava levando. Ela virou pra mim. -Oh! Oh! Agh! Ai! Se masturba se qui-ser, filho-Ai! Ah! Mas lembra que eu -sou -sua mãe-Ah! Ah! E isso não muda na-da nossa relação!-Ai! Não sei se ela tava me xingando ou avisando. Era difícil saber, porque ela falou tudo entre gemidos. -Ai! Que gostoso! Você é bem pirocudo, Tony! Ah! Ah! Agh! Sim! Mais rápido! Mete até o fundo! Ah! Ai! Quando ela falou isso, Tony empurrou com força e eu vi a pica dele entro completamente na buceta da minha mãe. -Aaaah! Aaaai! Sim! Não para! Não para! Ai! Ai! Minha mãe estava tão molhada que a pica enorme do Tony escorregava dentro dela como se fosse nada. Eu comecei a bater uma mais rápido quando Tony começou a comer ela com mais força, mas minha mãe segurou minha mão e colocou nos peitos dela que não paravam de pular. -Nem pense em gozar tão-Ai! Tão cedo, filho! Anda! Para de se tocar aí e toca nos meus- peitos melhor! Ah! Ah! Como se você não tivesse vontade de fazer isso! Obedeci e agarrei os peitos e os mamilos dela. Ela acariciava a pica e as bolas do Jerry que estava sentado do lado esquerdo dela. Um tempo depois, Tony se separou da minha mãe. Ela suspirou de alívio, já que finalmente conseguiu recuperar o fôlego por um instante. Ali mesmo na cama, fizeram ela virar para que a cabeça dela ficasse na borda, onde Tony estava comendo ela. Pude ver uma mancha enorme de fluidos na borda da cama antes da minha mãe cobrir de novo com o corpo dela. -Bom, Ceci, agora é minha vez, hehe... Jerry segurou as pernas da minha mãe e se acomodou para começar a comer ela. Era a mesma posição em que o filho comeu ela. Sem aviso, Jerry meteu tudo de uma vez e desde o início comeu ela com força. -Ah! Jerry...! Ai! Você passou do ponto...! Ah! Ah! -Desculpa, Ceci! Haha! É que meu filho deixou o caminho muito...aberto! Aproveitando que a cabeça da minha mãe pendia na borda da cama, Tony colocou a pica na cara dela. Uns segundos depois, ela começou a chupar. Por causa da posição, foi mais fácil fazer garganta profunda. Eu me levantei na cama para ver melhor o que estava rolando. Jerry comia ela com força e os gemidos da minha mãe mal se ouviam por causa da pica do Tony que estava enfiada na boca dela. Era quente ver minha mãe sendo empalada por dois negros corpulentos e barrigudos. Os peitos dela continuavam pulando sem parar e, dessa vez, grandes gotas de saliva misturada com pré-gozo e agora fluidos vaginais escorriam pelo rosto dela até o cabelo. A pica A garganta da minha mãe se contraía com as engasgadas enquanto chupava o pau do Tony. Ele se inclinou, apertou os peitos dela e meteu na boca dela enquanto o pai dele fodia a buceta dela. Desci da cama pra observar minha mãe, e ela tava vesga, revirando os olhos de prazer. A cara dela tava vermelha e toda suja daquela mistura de fluidos que escorriam no cabelo dela. As bolas peludas do Tony tampavam o nariz dela. Uns segundos depois, o Tony tirou o pau da garganta da minha mãe. Ela puxou o ar com força, tossiu, e mesmo assim continuou lambendo as bolas do Tony, enquanto ele passava o pau no meio dos peitos dela. O som da minha mãe lambendo as bolas do Tony era safado pra caralho, sem contar os barulhinhos que ela fazia, que formavam bolhas de fluidos.

— A buceta da sua mãe tava bem apertada, garoto! Mas com a surra que eu e o Tony tão dando nela, vai afrouxar! — O Jerry segurou minha mãe pelos braços e puxou ela de um jeito que ele ficou por baixo e ela por cima, montando nele. Ele pegou ela pela cintura e começou a subir e descer o pau dele. — Ai! Isso! Isso! Que gostoso, Jerry! Assim! Me fode assim! Ai! Ah! Oh! Ai!

Eu subi de novo na cama pra ver os peitos dela balançando.

— Chega mais perto, garoto! Deixa sua mãe chupar seu pau! Ela precisa de um pau de tamanho normal pra descansar a mandíbula dela.

Pensei por um segundo, olhando pra minha mãe e batendo uma. Ela suspirou e me olhou.

— Sim... — Ai! Vem antes que eu mude de ideia, filho! Ah!

O Jerry fez minha mãe se inclinar pra ela poder me chupar. Ela gemia com meu pau na boca dela. Aí o Tony subiu na cama também.

— Ei, pai! Já é minha vez de comer a dona Cecília de novo!

Minha mãe deu uma risadinha com meu pau ainda na boca dela. O Jerry soltou a cintura dela e agarrou a bunda dela, separando as nádegas. O cu dela se contraía.

— Então vem, Tony! O cu da Ceci é todo seu!

Minha mãe tirou meu pau da boca dela.

— Quê? Vão me comer pelo cu...? — perguntou nervosa, me masturbando — Tá bom...

— Você vai ver como vai gostar. Gostar! Minha esposa adora! Eu me virei pra trás pra ver como a rola entrava no cu dela. Tony empurrava devagar, mas mal entrava a cabeça. -Ai! Aaah! Ai! Não vai entrar…! Tony empurrava devagar, até minha mãe se mexia um pouco pra frente. -Meu Deus! Agh! Oh! Ai! Minha mãe ainda tinha a rola do Jerry na buceta, então só se deixou cair no peito dele. Ele começou a beijar ela, abafando os gemidos. -Mmm! Pronto! A cabeça já entrou! -Só a cabeça…?!? -diz minha mãe, quebrando o beijo e ofegante- Parece que você enfiou o punho dentro de mim! -Aí vai o resto, dona Cecília! -Oh! Ai! Tony…! Ah! Ai! Tony se agarrou nas nádegas da minha mãe, deixando as mãos marcadas. Finalmente, com dificuldade, a rola dele entrou toda no cu dela. -Se a buceta dela já era apertada, o cu dela é ainda mais, dona Cecília! Minha mãe ri, ofegante. -Ai, Tony! Que coisa você fala, coração! Pai e filho começam a comer minha mãe ao mesmo tempo. -Ai! Ai! Isso-Agh! Isso é uma delícia! Ai! Sim! Sim! Ah! Ah! Assim! Me comam mais forte! Me comam por todos os meus buracos! Ai! Que gostoso! Eu batia uma, impressionado de ver o corpinho pequeno da minha mãe no meio desses dois caras enormes metendo nela dupla. -Filho! Ai! Ah! Vem! Deixa eu chupar a sua! Ah! Ai! Eu fiquei na frente da minha mãe, e ela começou a me chupar. Os gemidos dela mal dava pra ouvir por causa da minha rola na boca dela, além do barulho da cama rangendo. -Mmmgh! Ah! Mmm! Jerry tinha os peitos da minha mãe na cara dele. Apertava e chupava como um louco, enquanto ela continuava sentada na rola dele e Tony metia no cu dela. -Aaaai! Deus, que gostoso! Ah! -Ai! Nunca pensei que teria duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo! Agh! Sim! Jerry soltou os peitos da minha mãe pra pegar ela de novo pela cintura e meter com força na buceta, enquanto o filho enfiava a rola no cu dela com mais força. -Você gosta, Ceci? O que acha de sentir meu filho metendo no seu cu e eu na sua buceta? Minha mãe tira Meu pau da boca dela -T-tá gostoso! Ai! Ai! Tô muito tesuda!- Ah! Ai! Vão me deixar numa cadeira de rodas! Tony dava palmadas na minha mãe. A bunda dela tava vermelha e com as marcas das mãos dele. -Vamos, filho- Diz Jerry entre gemidos- É minha vez de provar a buceta da Ceci… Antes que você estique mais e ela não aperte mais hehe… -Tá bom, pai…- Diz Tony com um tom de falsa decepção. Quando ele tira o pau da minha mãe, vejo como o cu dela se contrai mesmo estando meio dilatado. Minha mãe fica de quatro e empina a bunda oferecendo pra Jerry. Ele cuspi no cu dela depois de separar as nádegas e mete. Mesmo o cu da minha mãe estando esticado, o pau de Jerry entra com dificuldade. Ela se agarra no lençol sentindo a grossura de Jerry abrindo caminho nas entranhas dela -Uff! Agh!… Mais fundo! Ai! Mete mais fundo! Ai! Ah! Aí! Oh! Jerry se ajeita e começa a meter na minha mãe com força e rapidez. Ele empurra o corpo todo segurando minha mãe pela cintura. -Ah! Ah! Ai! Que gostoso! Ai! Ai! As metidas eram brutais. Chegou uma hora que ele diminuiu a velocidade, mas metia bem forte. Até pegava impulso pra enfiar com tudo. Quando ele tirou o pau do cu dela, minha mãe continuava de quatro, gemendo e suando. Jerry fez um sinal pra mim. -Vem, garoto! Olha como deixamos a bunda da sua mãe! Tony abriu as nádegas dela e vi como o cu da minha mãe tinha virado um buraco enorme. Jerry tava sentado de lado, batendo uma e descansando. -A bunda da sua mãe era bem apertada, mano! - me diz Tony. O cu da minha mãe tava tão dilatado que quase consegui enfiar a mão inteira. Meu pau até parecia pequeno diante daquele buraco. -Bom, é hora da segunda rodada. Vem, Ceci! Minha mãe deita de barriga pra cima e Jerry desce da cama puxando ela pra perto. Abre as pernas dela e com metidas fortes e lentas continuou comendo ela pelo cu. -Ah!-Ah!-Ai-Que-gostoso! Deus! Oh!-Ai! Enquanto ela chupava a gente e batia uma pra mim e pro Tony. Jerry começou a foder ela mais rápido e a enfiar os dedos na buceta dela. Minha mãe gritava de prazer. Aposto que o hotel inteiro ouviu. -Ah! Não para! Não para! Não para! Jerry esfregava os dedos na buceta dela na mesma velocidade que metia no cu dela. Eu não aguentei e gozei na cara da minha mãe. Logo depois, ela também gozou, banhando o corpo dela e o do Jerry com os fluidos. -Aaaaah! Sim! Aaaai! Que gostoso! Jerry continuava estimulando a vagina dela com a mão, e aquele som molhado característico começou a se ouvir. -Isso! Que gostoso você goza, Ceci! Jerry parou de meter no cu dela e pediu pra mim e pro filho dele chegarmos perto. -Venham, garotos! Provem esses sucos deliciosos! Cheguei perto e comecei a lamber a buceta dela. Minha mãe soltava gemidos leves, exausta por toda a onda de sensações que experimentou durante a noite. -Que tal o gosto da buceta molhada da sua mãe, garoto? -Sim, filho, você gostou de provar meus sucos? -pergunta minha mãe com um sorriso cansado. -Sim...! O gosto da sua buceta é muito gostoso, mãe! Tony faz o mesmo e lambe a buceta da minha mãe. Quando para, Jerry passa a mão na buceta dela de novo, ensopando bem com os fluidos. -Você também prova, Ceci! Jerry espalha os fluidos na boca dela, nas bochechas e nos peitos. Ela estica a língua saboreando tudo. Até se misturaram com meu esperma. -Aí está, Ceci! Até com o esperma do seu filho! Jerry e Tony começam a bater punheta ao redor da minha mãe, que continua deitada de costas. Os dois tocam nos peitos dela e na buceta. -Ah... sim... me encham de porra...! Gozem onde quiserem! Cansada, ela começa a acariciar os ovos deles. -Já vou gozar, dona Ceci! -diz Tony ofegante. -Vai, coração! Me enche com sua porra...! Tony começa a gozar nos peitos da minha mãe. Grandes poças de esperma amarelado e esbranquiçado se formam ao redor dos mamilos dela. -Ai! Que gostoso, Tony! -diz minha mãe espalhando a porra nos peitos e depois chupando os dedos- O gosto da sua porra é muito gostoso! -Agora é minha vez! —diz Jerry descendo da cama e abrindo mais as pernas da minha mãe — Toma meus gozos, Cecília! Jerry enfia a pica na buceta dela e começa a foder bem rápido. — Ah! Ah! Vou gozar dentro, Jerry! Ai! Jerry ofega e se inclina apertando os peitos da minha mãe. — Ai, Cecília…! — ele para por um instante enquanto o corpo fica tenso e tem espasmos — Ah…! Que gostoso! Fica uns segundos grudado na minha mãe e depois tira devagar a pica mole, lambuzada de porra. — Ai, meu Deus… — Minha mãe passa os dedos na buceta sentindo a porra escorrer devagar numa gota borbulhante — Já não posso mais engravidar… mas com isso talvez eu consiga… A porra amarelada do Jerry jorrava borbulhante da buceta dela, caindo no lençol da cama e se espalhando pelos pelos pubianos. Todos se sentam encostados na cabeceira da cama. Minha mãe estava descabelada, vermelha e o corpo brilhava de suor e dos fluidos que a lambuzaram. Ela está sentada no meio do Jerry e do Tony e acaricia suavemente as picas moles deles enquanto Tony aperta os peitos dela e Jerry a buceta, de onde ainda escorre porra. — Não vai contar pra ninguém o que a gente fez, filho! Senão não vou deixar você bater punheta se algum dia me ver trepando de novo! Pelo meu bem, é melhor obedecer ela…

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