Capítulo 10 - Minha Sogra Arzac

Capítulo 10 - Minha Sogra ArzacNamoradas, tive muitas, pra falar a verdade. Quase todas foram de mão suada e uns beijos atrevidos que não passaram disso. Ainda lembro dos nomes e de cada uma delas, porque se não fosse por elas, não estaria aprendendo aos poucos sobre a mulher… Minha primeira namorada se chamava Socorro, uma garota magrinha, baixinha, cabelo castanho puxando pra avermelhado, muito gostosa. A segunda namorada se chamava Fabi. Ela foi namorada de compromisso, embora depois tenha sido a melhor das minhas histórias. Depois veio Lili, que foi só uma aventura, e por último Mônica, essa é história… A primeira vez que consegui comer uma mulher foi com ela. Nós dois tínhamos terminado o ensino médio, e nosso presente mútuo foi transar, porque naquela época, bom, era o normal. Uma, duas, três, várias vezes, aprendemos juntos. Aconteceram muitas coisas curiosas com ela na hora H. Uma delas foi a irmã mais nova dela, que é dois anos mais nova, nos pegou transando no quarto dela por descuido – ela esqueceu de trancar a porta com cadeado e nos encontrou no meio de um 69. Depois, uma prima dela veio de Hermosillo, a Denisse. Saímos pra beber porque já éramos maiores de idade, e a prima dela ficou tão bêbada que dormiu no banco de trás. Então, a gente, do lado de fora da casa dela, ela se entretendo com minhas partes e a boca dela, quando a prima acorda e nos vê. Mas a história boa e safada não é com ela. Agradeço muito por ela ter me ajudado a praticar, mas se não fosse pela protagonista…

Conforme a gente transava, ela e a mãe dela tinham uma comunicação muito aberta. A mãe dela, que vamos chamar de Arzak, um dia me ligou enquanto eu estava em casa e disse: “Luis, preciso falar com você. Já conversei com minha filha, mas preciso falar com você urgente.” A verdade é que eu notei ela preocupada e disse que sim. Ela me passou o endereço e o horário. No mesmo dia, anoiteceu e fui encontrá-la. Então ela me pediu… que eu descesse do meu carro e subisse no dela, começamos a conversar, ela me disse que gostava do meu relacionamento com a filha dela, que gostava do meu jeito de ser, e que não gostaria que eu fizesse mal à filha dela, e me contou o que a filha dela tinha dito, que já tínhamos relações. Ela me recomendou que me cuidasse para não dar com os burros n'água, e eu concordei. Nos dias seguintes, acho que o relacionamento com minha namorada melhorou. Ela morava com a mãe, que ficou viúva há 11 anos, então nunca se casou, e achei estranho porque a senhora tinha um corpo muito gostoso. Como a mãe já sabia do nosso relacionamento, a gente se sentia à vontade para ficar se pegando em cada canto da casa. A única coisa que faltava era eu tirar meu pau e meter na buceta dela. A mãe sempre nos pegava e dizia, meio de brincadeira, que ia jogar água em nós, e a gente ria. Um dia, enquanto ela descansava do trabalho, fomos na casa dela. A mãe estava dormindo, era umas 10 da manhã. Entramos no quarto dela, ligamos a TV e nos deitamos. Começamos a ver TV, tudo normal. Eu estava abraçando ela de conchinha, aí aproveitei e comecei a apalpar ela. Ela estava de short de lycra curto, e fui indo, fui indo, e a coisa esquentou, e começamos a transar assim, sem ela virar. Sem perceber, vi que a mãe dela passou pela porta e ficou nos olhando. Não liguei e continuei. Talvez minha cabeça estivesse me pregando uma peça. Fui, fui, fui, virei ela de bruços, coloquei de quatro, e ela toda empolgada. Aí senti outro olhar, e era minha sogra mesmo, espiando. Olhei pra ela, ela me olhou nos olhos, e eu ri sem graça, ela riu também. Não sei vocês, mas senti que rolou uma química.

Os dias passaram, e a gente aproveitava os intervalos que ela tinha no trabalho e íamos pra casa dela. E aí, depois minha namorada fechava a porta do quarto e a gente começava a ação. Eu aproveitava qualquer momento pra deixar ela entreaberta pra que alguém pudesse ver, eu tava começando a gostar daquilo, e foi assim várias vezes, eu percebia que a mãe da minha namorada ficava olhando pra gente.

Um dia, num desses dias de folga, fui direto na casa dela, bati na porta e quem abriu foi a mãe da minha namorada. Ela tava com um robe vestido, parecia que tinha acabado de acordar, já que eram nove da manhã. Ela me contou que no dia anterior tinham ligado do trabalho dela pra ela cobrir uma pessoa no dia de folga, e ela topou. Na hora, liguei pro telefone do trabalho dela pra perguntar o que tinha rolado. Ela atendeu e confirmou: disse que sim, mas que se eu já tivesse lá, era só bater na porta que a mãe dela tava em casa, e se eu quisesse esperar. Ela ia sair umas duas da tarde. Eu falei que tava de boa, que ia aproveitar pra dormir um pouco, porque tinha virado a noite anterior. Contei pra mãe da minha namorada o que a filha dela tinha dito, e ela falou que não tinha problema nenhum, que se eu quisesse ir pro quarto dela, era só falar. Eu recusei, disse que ia esperar na sala, e perguntei se podia deitar no sofá. Ela deixou. Tava deitado no sofá olhando pro teto — porque naquela época não existia celular — quando ouvi a porta do quarto abrir. Ela saiu com o mesmo robe, mas agora desabotoado. Percebi que por baixo ela tava usando uma espécie de biquíni, mas de renda. Ela disse que ia fazer um café e me ofereceu um. Eu, só pra ficar perto dela, aceitei. Ficamos na bancada tomando café, conversando e conversando. Sempre fui muito engraçado e tava fazendo ela rir. De repente, ela se cobriu e disse: "Que vergonha, vou pro meu quarto, já fiquei com vergonha de você me ver assim", sendo que já tinha mais de 10 minutos que a gente tava ali. Eu falei pra ela não se preocupar, que já tinha decorado o look que ela tava usando. A mãe da minha namorada, nos tempos de juventude, era fotógrafa. E na terceira vez que... Ela me disse: "Pode me fazer um favor?" Eu respondi que sim, sem saber ainda o que era. Ela me pediu pra acompanhá-la até o quarto dela e disse: "Tenho uma sessão de fotos que preciso ir. Me pediram pra modelar uns designs. Não sei se você poderia me dizer qual cor fica melhor no meu corpo." Eu, sorrindo e corado, disse que sim, pensando que era sobre vestidos ou roupas normais. Quando ela apontou com a mão pra cama dela, os modelos que ia usar eram quatro calcinhas de cores diferentes e sem sutiã. Eu disse: "Com qualquer uma, a senhora vai ficar muito gostosa." E ela: "E isso que você nem viu nada ainda. OK, me dá um minuto que eu mostro a primeira, mas vai ser sincero comigo." E começou a rir. Saiu, e em três minutos ela apareceu com uma preta que a deixava super ardente. Ela disse: "Me dá mais um minuto que vou pegar a outra." Quando saí, notei que na mesinha de cabeceira dela tinha uma garrafa de vinho e uma taça servida, que ela já estava bebendo. Aproveitei a situação. Quando voltei a entrar, falei: "Adoro tudo o que você veste. A única diferença são as poses, mas tenho certeza de que você tem umas muito boas." Ela ficou um pouco mais séria e disse: "E você, como sabe?" Eu, com cara de safado, falei: "Só de olhar pra você, já sei que é muito fogosa." Ela se jogou na cama e começou a fazer poses. Eu disse: "Queria tomar uma assim depois de trocar de pose." E ela: "Queria tomar outra assim." E eu, trocando de pose em pose, até que numa delas ela ficou de quatro, só mostrando a bunda. Criei coragem e falei: "Já sei de quem a filha puxou no quesito ser quente." Ela corou e se virou pra mim. Eu estava de pé, e a bunda dela apontava pra outra direção, mas a boca dela ficou na minha frente. Ela disse: "Você não sabe nem o que está dizendo. Posso falar muita coisa, mas uma parte do meu corpo não vai negar." Ela olhou pra baixo, viu minha entreperna e disse: "É, tá mesmo." Sem mais, ela me tocou e disse: Mostra pra mim o que você faz com ela. Eu fiz de inocente e falei: "Como é que você vai acreditar?" Sou o namorado da sua filha, mas a verdade é que eu adoraria ter feito aquilo. Ela me apertou mais forte e disse: "Você não tem nada com o que se preocupar. Eu não vou contar nada." Aí ela baixou meu short e começou... Não, senhores, aquilo foi sensacional. Não esperava por aquilo. Uma, duas, e outra vez — a gente fez umas oito vezes, e cada vez ela vinha com uma roupa diferente. Conforme os anos de namoro passaram, isso se repetiu várias vezes. Se não me engano, quando minha namorada estava trabalhando, eu aproveitava dois dias por semana pra visitar a mãe dela. A verdade é que não me arrependo.relatos

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