Na Terra 619, uma terra paralela onde as heroínas são sissies, travecos amantes do sexo, da luxúria, das orgias e do esperma em seus corpos. O ar na base ficou denso com o aroma de látex e desejo. A mulher de cabelo ruivo e traje preto justo arqueou as costas, deixando o tecido esticar sobre um volume proeminente que pulsava com urgência. Ao lado dela, a loira com o emblema dourado no peito soltou um gemido, enquanto sua ereção deformava o spandex vermelho e azul. O gigante de pele verde levantou sua saia roxa, revelando uma anatomia hermafrodita: uma buceta úmida e rosada logo abaixo de um pau grosso e cheio de veias que gotejava porra. A mulher de cabelos brancos e pele escura se agachou, expondo suas bolas pesadas que balançavam contra as coxas.Não aguento mais essa roupa, tá apertando meu pau, gemeu a ruiva enquanto deslizava as mãos para baixo.Então tira isso, quero ver como esse clitóris pulsa—respondeu a loira, abrindo o zíper do próprio traje. A mulher da coroa vermelha soltou uma risadinha safada e começou a se masturbar freneticamente.Olha como meu clitóris brilha enquanto eu brinco com minha buceta, exclamou a mulher da coroa, ofegando.«Venham lamber»A ruiva se despir rapidamente, ficando só de um conjunto de renda preta transparente que mal cobria os bicos dos peitos durinhos. Ela se ajoelhou diante da loira, que já estava pelada, exibindo uma bunda firme e lisinha com um plug anal de vidro brilhando sob as luzes.Chupa, me faz gozar, ordenou a loira, empurrando o pau na boca da ruiva. Sons de sucção molhada, chupadas e engolidas encheram a sala. A gigante verde se virou, enfiando um consolo preto e grosso no próprio cu enquanto os dedos exploravam a buceta dela, gemendo com uma voz profunda e gutural.Ah, sim! Encham esse buraco!, gritou a gigante verde, enquanto a mulher de cabelo branco se posicionava atrás dela, deslizando seu pinto lubrificado no cu da colossa.Treme para mim, raposinha, sussurrou a mulher de branco, metendo com força. A mulher da coroa vermelha se juntou, usando os dedos para massagear o clitóris da loira enquanto lambia as bolas da ruiva. O caos de membros e fluidos aumentou. Tinha línguas percorrendo cada dobra, dedos cutucando próstatas e o som constante de pele batendo em pele.Vou explodir! Sintam meu gozo!, gritou a loira, arqueando a pelve.Eu também! Me levem ao limite!, gritou a ruiva, se masturbando com velocidade violenta. Num clímax coordenado e frenético, os corpos se tensionaram ao máximo. Uma explosão coletiva de fluidos brancos e espessos jorrou de cada membro. O esperma saiu disparado em jatos potentes, respingando nos rostos, nos peitos e no chão. Terminaram amontoadas, ofegantes, completamente cobertas por uma camada viscosa e quente de porra que brilhava sobre suas peles excitadas.
Fim.
































Fim.
































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