A noite começou mágica, carregada de sensações de que algo gostoso podia acontecer. Se vamos ser honestos, desde a manhã eu já tinha essa sensação, aquela que te diz que aquele dia ia rolar coisas pesadas, diferentes, excitantes. A manhã começou normal, como todas, tomando café da manhã com minha mãe com aqueles peitões enormes à mostra, com aqueles mamilos duros bem na minha frente. Mas tinha algo diferente, notei ou percebi no olhar dela algo diferente. Não só tinha aquele olhar de MILF empoderada, mas dava pra ver que ela tava agitada e principalmente quando em duas ocasiões eu vi ela dando uma olhada no volume lá embaixo. Por causa do calor, eu tava usando um moletom bem fininho preto que marcava toda a minha pica, que como sempre tava dura pra caralho. Além disso, ver aqueles peitões enormes na minha cara era como uma injeção de tesão. Minha mãe putona sempre me zoava, me enchendo o saco por eu acordar com a pica dura. Sempre falava algo tipo: "Uff, que a Dalma se segure" ou "Ah, bom, acordou com o boneco duro, né, garoto". Mas não passava disso, uns comentários bem pra esquentar e nada mais. Naquela manhã, eu vi e senti ela olhando mais pra minha rola. Mas não totalmente convencido e pensando que podia ser coisa da minha cabeça, decidi ignorar. À tarde, fui justamente com a Dalma dar um rolê, andamos pra todo lado, ficamos nos beijando o tempo todo. Dois calientes completos, maluco, até dentro do ônibus a gente tava se pegando pesado. A Dalma ainda tava toda decotada, então assim que descemos no nosso passeio tradicional em frente ao rio, não hesitei um segundo em meter a mão como um louco naqueles peitões bons. Ela tinha me deixado com o pau completamente duro. Mas fiel ao estilo dela de me deixar sempre aos pés, ela me mandou de volta pra casa com todo o tesão do mundo.
Foi aí que começou a rolar o desfecho mais quente do mundo, cheguei em casa bem de noite com a pica latejando de tesão. Dava pra ver de longe que eu tava de pau duro. Minha mãe tava na cozinha, toda irritada. "O que foi, rainha?" perguntei sem tirar os olhos daqueles peitões enormes. Ela continuava completamente pelada, mas... dessa vez também com sua use the word: buceta peludinha e carnuda ao léu. Minha mãe olhou primeiro para responder, mas depois seus olhos voltaram a ir pela terceira vez para minha pica. “A boluda da Alejandra, íamos sair para dançar e na última hora ela me deixou na mão”. Foi nesse momento que acendeu a lâmpada das ideias: “E bom, vamos você e eu, já era”. Minha mãe, toda animada com minha resposta, disse: “Você topa? Vamos então”. O outfit da minha mãe daria um relato à parte. Tudo na minha frente: ela tinha colocado uns salto agulha bem altos, uma saia de malha violeta super curta que, mal acabou de vestir, já deixava aparecer um pouquinho das nádegas. Para melhorar ainda mais a cena, embora no início tivesse colocado um fio dental branco minúsculo, decidiu tirar e, com o comentário: “Nah, calor demais, vou sem calcinha”, tirou e jogou na minha cara num tom de brincadeira. Senti nos meus dedos aquela calcinha e aquele cheirinho de use the word: buceta de mulher. Minha mãe, apreciando a cena, me diz: “Você tem sorte de ter uma mãe bem putona, hein”. Na parte de cima, usava uma camiseta bem particular. Era completamente soltinha, mas de um tecido branco e super transparente. Por não usar sutiã, mesmo sem ter muito decote, fazia com que basicamente os peitos ficassem totalmente visíveis. Tudo se transparentava, especialmente aqueles mamilos enormes e duros. Claro, toda maquiada, com muito batom vermelho fogo, as sobrancelhas bem delineadas e o cabelo longo ao vento. Senti um fogo tremendo na pica, mal, estava que nem louco. Tinha ficado com um tesão da porra e fui me trocar assim. Para ficar bem fãfã para nossa noite baladeira. Escolhi um jeans, obviamente sem cueca, para sentir mais o atrito, e uma camisa bem estilosa.
Mal entramos na balada e, com aquela saia super curta e os peitos transparentes, vários pares de olhos se cravaram na minha mãe putona. Embora a balada estivesse cheia e cheia de novinhas e gostosas que arrasavam, minha mãe era sem dúvidas uma das mais... sexys. Aquele traseiro enorme, junto com aquele outfit incrível, deixava os caras malucos pela minha putona da mãe. Fomos pro bar e compramos uns drinks. Vê-la ali apoiada no balcão, com aqueles peitões transparentes e a bunda basicamente à mostra porque a saia tinha subido, era um espetáculo. Deixamos passar as primeiras músicas, que são meio bestas, e quando começaram a tocar os reggaetons do Don Omar e do Daddy Yankee, fomos pra pista. Não demorou muito; assim que começamos a dançar, minha putona da mãe já foi esfregando aquele rabão lindo no meu volume quente. A cada música, o perreo ficava mais e mais intenso, nada a dever pras novinhas. O pau foi ficando mais e mais duro, e com aquele perreo intenso e a bunda da minha mãe batendo forte no meu volume, eu fiquei com um tesão absurdo, rapidão.
Deve ter passado uma hora a gente perreando, se esfregando, ficando com muito tesão, quando minha mãe, no meio da música, se vira e começa a perrear de frente pra mim. Os peitões transparentes esfregavam no meu peito e o nível de tesão tava insano. Nessa hora, minha putona da mãe chegou mais perto e, como se a própria balada estivesse nos incentivando, a gente se comeu na boca com um beijo. Não era um beijinho simples, era um chapaço de língua, com muito gosto de álcool, safadeza e tesão. Sim, a gente tava se chapando no meio da balada e tava pouco se fudendo. Ninguém parou e a gente continuou se beijando com muita vontade. Meu pau, explodindo de tesão, batia no jeans sem cueca e pulsava de calor.
Continuamos nos beijando por um tempão até que nos soltamos pra voltar a perrear. Minha putona da mãe se virou de costas de novo, mas dessa vez pegou minha mão direita e colocou bem pertinho do final da saia, ali, a um passo da sua buceta carnuda. Eu não hesitei e aproveitei a oportunidade, deslizando a mão no ritmo do perreo pra começar a tocar sua buceta. Ela tava encharcada, bem melada, e dava pra sentir a excitação dela aumentando e o prazer de tanta safadeza. Eu enfiei um dos meus dedos nela... essa peludinha use the word: buceta e minha mãe estava vermelha, mas vermelha de tesão. "Nenê, você me deixa louca", ela me disse enquanto soltava uns gemidos gostosos. "Mãe, você não sabe como eu estou", eu disse, dando uma pequena embestida no perreo, fazendo ela sentir toda a minha pica. Compramos mais drinks e continuamos nos comendo de beijo e perreando do jeito mais tarado possível.
Para não alongar muito, seguimos perreando e nos beijando mais um pouco, com o tesão no talo. "Já volto, me espera aqui", minha mãe me disse do nada e saiu andando rapidinho em direção ao banheiro. Eu pensei que talvez ela fosse mijar, mas logo vejo ela parada, conversando e se arrumando na frente de um cara. Eu não entendia nada. Mas com o tesão que eu tava, também não conseguia pensar direito. Minha mãe faz sinal para eu ir até onde ela estava, eu literalmente com a pica ainda dura vou até lá, e o cara que tava falando com minha mãe desapareceu. Uma portinha se abriu e minha mãe me diz: "Vem, passa aqui", eu entrei sem nem saber para onde a gente estava indo. Minha mãe passou atrás de mim e a porta se fechou. Ela me ultrapassou e, ao passar do meu lado, agarrou meu volume e disse: "Olha o que eu consegui". Entramos numa parte do vip que era mais escondida, lá atrás, tinha uns casais se beijando pra caralho, com a gostosa sentada no colo do cara. Fomos para um dos sofás e minha mãe se sentou, abrindo as pernas. Me mostrando toda a use the word: buceta peluda e carnuda, lembrem que ela estava sem calcinha. "Vem, bebê, chupa toda minha boceta, chupa ela todinha". Eu, louco de álcool e tesão, sem hesitar nem por um segundo, me ajoelhei e fui direto com minha boca naquela use the word: buceta carnuda.
Comecei a passar minha língua por aqueles lábios carnudos, senti todo o seu mel e seus pelos na minha boca. Eu estava ficando louco, sentia que meu pau ia explodir. Comecei devagar, mas fui comendo a boceta dela de um jeito cada vez mais selvagem. Quanto mais língua eu metia, mais minha mãe soltava um gemido atrás do outro de prazer. Seu fluxo estava delicioso, bem carregado e em boa quantidade. Além disso, dava pra sentir aquele cheiro de buceta de mulher que me deixava louco. Comecei a chupar com mais força, mais loucamente, e minha mãe, toda mulher, agarrou meu cabelo bem forte e me dizia: “chupa, nenê, me chupa toda a buceta, sim”. Ela sacudia minha cabeça com força, bem bruta, sem se importar com nada. A cada momento eu sentia que ia explodir, mas nunca parava de chupar. O fluxo vinha cada vez mais e eu engolia boa parte. “Me chupa bem a buceta, nenê”, repetia minha mãe putona enquanto continuava sacudindo meu cabelo. No meio da chupada foi quando, de repente, dois jatos enormes de fluxo, um squirt tremendo, saíram da sua buceta batendo na minha boca e no meu rosto. Molhando toda minha camisa. Eu estava curtindo pra caralho e minha mãe, mais mulher empoderada que nunca, gritou: “vai, nenê, continua chupando minha buceta”. Eu não aguentava mais, mas continuei no máximo, passando a língua encharcada, aproveitando aquele fluxo delicioso. Um terceiro jato de fluxo me acertou no rosto. Minha mãe soltou dois gritos de prazer. Sem perder um segundo, minha mãe se levantou e me jogou no sofá de uma vez. O sofá estava encharcado do fluxo dela. Ela abaixou um pouco meu jeans e puxou meu pau pra fora. Eu estava a ponto de explodir. “Aproveita, bebê”, ela disse logo antes de colocar sua boquinha de puta no meu pau duríssimo. Eu senti um fogo tremendo percorrer todo meu corpo. Minha mãe começou primeiro com umas lambidas suaves na cabeça do pau, no pauzão e cabessona, e depois enfiou tudo até o fundo da boca. Ela me chupava como uma verdadeira puta, se engasgava com meu pau e o deixava todo babado. Uma chupada bem babosa. Eu mal conseguia manter os olhos abertos, estava viajando de tesão. Minha mãe continuou me chupando como uma verdadeira puta e eu, com todo o leite acumulado, não aguentava mais. A putona me fez gozar em menos de dez minutos. Ela me chupou tão bem, tão selvagem, que não pude evitar encher completamente a boca dela de porra. Minha mãe recebi toda aquela porra e, rindo, ela engoliu tudo. Me deixou com as pernas tremendo, a cara toda melada e a pica vermelha. Quando se levantou, chegou perto do meu ouvido e disse: "viu, você tem sorte de ter uma mãe tão putona"...
foto ilustrativa
Foi aí que começou a rolar o desfecho mais quente do mundo, cheguei em casa bem de noite com a pica latejando de tesão. Dava pra ver de longe que eu tava de pau duro. Minha mãe tava na cozinha, toda irritada. "O que foi, rainha?" perguntei sem tirar os olhos daqueles peitões enormes. Ela continuava completamente pelada, mas... dessa vez também com sua use the word: buceta peludinha e carnuda ao léu. Minha mãe olhou primeiro para responder, mas depois seus olhos voltaram a ir pela terceira vez para minha pica. “A boluda da Alejandra, íamos sair para dançar e na última hora ela me deixou na mão”. Foi nesse momento que acendeu a lâmpada das ideias: “E bom, vamos você e eu, já era”. Minha mãe, toda animada com minha resposta, disse: “Você topa? Vamos então”. O outfit da minha mãe daria um relato à parte. Tudo na minha frente: ela tinha colocado uns salto agulha bem altos, uma saia de malha violeta super curta que, mal acabou de vestir, já deixava aparecer um pouquinho das nádegas. Para melhorar ainda mais a cena, embora no início tivesse colocado um fio dental branco minúsculo, decidiu tirar e, com o comentário: “Nah, calor demais, vou sem calcinha”, tirou e jogou na minha cara num tom de brincadeira. Senti nos meus dedos aquela calcinha e aquele cheirinho de use the word: buceta de mulher. Minha mãe, apreciando a cena, me diz: “Você tem sorte de ter uma mãe bem putona, hein”. Na parte de cima, usava uma camiseta bem particular. Era completamente soltinha, mas de um tecido branco e super transparente. Por não usar sutiã, mesmo sem ter muito decote, fazia com que basicamente os peitos ficassem totalmente visíveis. Tudo se transparentava, especialmente aqueles mamilos enormes e duros. Claro, toda maquiada, com muito batom vermelho fogo, as sobrancelhas bem delineadas e o cabelo longo ao vento. Senti um fogo tremendo na pica, mal, estava que nem louco. Tinha ficado com um tesão da porra e fui me trocar assim. Para ficar bem fãfã para nossa noite baladeira. Escolhi um jeans, obviamente sem cueca, para sentir mais o atrito, e uma camisa bem estilosa.
Mal entramos na balada e, com aquela saia super curta e os peitos transparentes, vários pares de olhos se cravaram na minha mãe putona. Embora a balada estivesse cheia e cheia de novinhas e gostosas que arrasavam, minha mãe era sem dúvidas uma das mais... sexys. Aquele traseiro enorme, junto com aquele outfit incrível, deixava os caras malucos pela minha putona da mãe. Fomos pro bar e compramos uns drinks. Vê-la ali apoiada no balcão, com aqueles peitões transparentes e a bunda basicamente à mostra porque a saia tinha subido, era um espetáculo. Deixamos passar as primeiras músicas, que são meio bestas, e quando começaram a tocar os reggaetons do Don Omar e do Daddy Yankee, fomos pra pista. Não demorou muito; assim que começamos a dançar, minha putona da mãe já foi esfregando aquele rabão lindo no meu volume quente. A cada música, o perreo ficava mais e mais intenso, nada a dever pras novinhas. O pau foi ficando mais e mais duro, e com aquele perreo intenso e a bunda da minha mãe batendo forte no meu volume, eu fiquei com um tesão absurdo, rapidão.
Deve ter passado uma hora a gente perreando, se esfregando, ficando com muito tesão, quando minha mãe, no meio da música, se vira e começa a perrear de frente pra mim. Os peitões transparentes esfregavam no meu peito e o nível de tesão tava insano. Nessa hora, minha putona da mãe chegou mais perto e, como se a própria balada estivesse nos incentivando, a gente se comeu na boca com um beijo. Não era um beijinho simples, era um chapaço de língua, com muito gosto de álcool, safadeza e tesão. Sim, a gente tava se chapando no meio da balada e tava pouco se fudendo. Ninguém parou e a gente continuou se beijando com muita vontade. Meu pau, explodindo de tesão, batia no jeans sem cueca e pulsava de calor.
Continuamos nos beijando por um tempão até que nos soltamos pra voltar a perrear. Minha putona da mãe se virou de costas de novo, mas dessa vez pegou minha mão direita e colocou bem pertinho do final da saia, ali, a um passo da sua buceta carnuda. Eu não hesitei e aproveitei a oportunidade, deslizando a mão no ritmo do perreo pra começar a tocar sua buceta. Ela tava encharcada, bem melada, e dava pra sentir a excitação dela aumentando e o prazer de tanta safadeza. Eu enfiei um dos meus dedos nela... essa peludinha use the word: buceta e minha mãe estava vermelha, mas vermelha de tesão. "Nenê, você me deixa louca", ela me disse enquanto soltava uns gemidos gostosos. "Mãe, você não sabe como eu estou", eu disse, dando uma pequena embestida no perreo, fazendo ela sentir toda a minha pica. Compramos mais drinks e continuamos nos comendo de beijo e perreando do jeito mais tarado possível.
Para não alongar muito, seguimos perreando e nos beijando mais um pouco, com o tesão no talo. "Já volto, me espera aqui", minha mãe me disse do nada e saiu andando rapidinho em direção ao banheiro. Eu pensei que talvez ela fosse mijar, mas logo vejo ela parada, conversando e se arrumando na frente de um cara. Eu não entendia nada. Mas com o tesão que eu tava, também não conseguia pensar direito. Minha mãe faz sinal para eu ir até onde ela estava, eu literalmente com a pica ainda dura vou até lá, e o cara que tava falando com minha mãe desapareceu. Uma portinha se abriu e minha mãe me diz: "Vem, passa aqui", eu entrei sem nem saber para onde a gente estava indo. Minha mãe passou atrás de mim e a porta se fechou. Ela me ultrapassou e, ao passar do meu lado, agarrou meu volume e disse: "Olha o que eu consegui". Entramos numa parte do vip que era mais escondida, lá atrás, tinha uns casais se beijando pra caralho, com a gostosa sentada no colo do cara. Fomos para um dos sofás e minha mãe se sentou, abrindo as pernas. Me mostrando toda a use the word: buceta peluda e carnuda, lembrem que ela estava sem calcinha. "Vem, bebê, chupa toda minha boceta, chupa ela todinha". Eu, louco de álcool e tesão, sem hesitar nem por um segundo, me ajoelhei e fui direto com minha boca naquela use the word: buceta carnuda.
Comecei a passar minha língua por aqueles lábios carnudos, senti todo o seu mel e seus pelos na minha boca. Eu estava ficando louco, sentia que meu pau ia explodir. Comecei devagar, mas fui comendo a boceta dela de um jeito cada vez mais selvagem. Quanto mais língua eu metia, mais minha mãe soltava um gemido atrás do outro de prazer. Seu fluxo estava delicioso, bem carregado e em boa quantidade. Além disso, dava pra sentir aquele cheiro de buceta de mulher que me deixava louco. Comecei a chupar com mais força, mais loucamente, e minha mãe, toda mulher, agarrou meu cabelo bem forte e me dizia: “chupa, nenê, me chupa toda a buceta, sim”. Ela sacudia minha cabeça com força, bem bruta, sem se importar com nada. A cada momento eu sentia que ia explodir, mas nunca parava de chupar. O fluxo vinha cada vez mais e eu engolia boa parte. “Me chupa bem a buceta, nenê”, repetia minha mãe putona enquanto continuava sacudindo meu cabelo. No meio da chupada foi quando, de repente, dois jatos enormes de fluxo, um squirt tremendo, saíram da sua buceta batendo na minha boca e no meu rosto. Molhando toda minha camisa. Eu estava curtindo pra caralho e minha mãe, mais mulher empoderada que nunca, gritou: “vai, nenê, continua chupando minha buceta”. Eu não aguentava mais, mas continuei no máximo, passando a língua encharcada, aproveitando aquele fluxo delicioso. Um terceiro jato de fluxo me acertou no rosto. Minha mãe soltou dois gritos de prazer. Sem perder um segundo, minha mãe se levantou e me jogou no sofá de uma vez. O sofá estava encharcado do fluxo dela. Ela abaixou um pouco meu jeans e puxou meu pau pra fora. Eu estava a ponto de explodir. “Aproveita, bebê”, ela disse logo antes de colocar sua boquinha de puta no meu pau duríssimo. Eu senti um fogo tremendo percorrer todo meu corpo. Minha mãe começou primeiro com umas lambidas suaves na cabeça do pau, no pauzão e cabessona, e depois enfiou tudo até o fundo da boca. Ela me chupava como uma verdadeira puta, se engasgava com meu pau e o deixava todo babado. Uma chupada bem babosa. Eu mal conseguia manter os olhos abertos, estava viajando de tesão. Minha mãe continuou me chupando como uma verdadeira puta e eu, com todo o leite acumulado, não aguentava mais. A putona me fez gozar em menos de dez minutos. Ela me chupou tão bem, tão selvagem, que não pude evitar encher completamente a boca dela de porra. Minha mãe recebi toda aquela porra e, rindo, ela engoliu tudo. Me deixou com as pernas tremendo, a cara toda melada e a pica vermelha. Quando se levantou, chegou perto do meu ouvido e disse: "viu, você tem sorte de ter uma mãe tão putona"...
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