Olá, Freak! Essa é uma experiência que sempre me deixa a mil. A primeira vez que usei um brinquedo com um amigo. Juan (meu amigo) e eu tínhamos nos encontrado na minha casa com a desculpa de uma "noite do pijama". Meus pais já estavam dormindo no quarto deles do outro lado da casa, e a gente se trancou no meu quarto com a luz fraca do abajur. Meu coração batia forte no peito quando Juan abriu a mochila dele e tirou a boneca sexual. Era um torso de silicone hiper-realista moreno: peitos grandes e macios com mamilos marrons, uma bunda redonda e firme, e duas entradas perfeitamente moldadas, uma vaginal e outra anal, tudo com aquela textura quentinha e elástica que parecia quase pele de verdade.
A gente ficou os dois em silêncio por um momento, olhando pra ela em cima da minha cama. Éramos só dois adolescentes inexperientes, tímidos e sem nenhuma experiência real com garotas. A ideia de usar aquilo juntos nos deixava nervosos e excitados ao mesmo tempo.
— Não sei como fazer isso... — murmurei, coçando a nuca.
Juan passou a mão no cabelo, tão vermelho quanto eu.
— A gente pode fazer separado, mas se sua mãe acordar e vier ver... seria muito suspeito um ficar esperando lá fora. Melhor a gente ficar aqui e... tentar ser discreto.
Concordei, engolindo seco. O tesão já começava a correr nas minhas veias.
Juan foi o primeiro a se animar. Sentou na beira da cama e puxou o torso de silicone pra perto dele. Com mãos trêmulas, começou a acariciar os peitos, apertando de leve. O silicone cedia sob os dedos dele com uma suavidade incrível, como se fossem reais. Ele se inclinou e passou a língua num dos mamilos, chupando devagar, depois o outro. O som molhado da boca dele contra o material enchia o quarto. Ele baixou a mão e tocou a entrada vaginal, enfiando dois dedos com cuidado. Tava seca, então ele pegou o vidro de lubrificante que eu tinha escondido na gaveta e colocou uma boa quantidade. O líquido transparente e viscoso brilhou sob a luz.
Ele enfiou os dedos de novo, agora deslizando com facilidade dentro daquela abertura apertada e quente. O som era obsceno: um chape-chape suave e molhado cada vez que eu mexia os dedos pra dentro e pra fora. Juan respirava mais pesado. Vi como o short de pijama dele começava a inchar visivelmente. Minha própria pica também reagiu; senti ela endurecendo dentro da minha cueca, pressionando o tecido. —É tão… real — sussurrou Juan, com a voz rouca. Continuou lambendo os peitos enquanto fodía a buceta de silicone com os dedos, cada vez mais rápido. O lubrificante escorria um pouco pelas bordas. A outra mão dele apertava uma das nádegas, separando levemente pra ver melhor a entrada do cu. Tava completamente concentrado, excitado, com as bochechas vermelhas. Eu não conseguia parar de olhar. O tesão de ver meu melhor amigo fazendo aquilo com o brinquedo, os sons molhados, o cheiro leve de lubrificante e de pele de silicone… tudo tava me deixando a mil. Minha pica já tava dura pra caralho, pulsando. Depois de uns minutos, Juan parou, ofegante. Tirou os dedos e se limpou numa toalha que a gente tinha perto. Ficamos os dois sentados na cama, com a boneca entre nós, respirando pesado. —Isso é muito real… — ele disse, com um sorriso nervoso. A gente se olhou por um momento em silêncio. O ar entre nós tava carregado. —Quer… tentar você também? Ou… a gente fode ela aqui mesmo? — perguntou Juan, baixinho. Engoli seco. O coração batia forte contra as costelas. —Aqui mesmo — respondi —. Mas… tem que ser quieto. A gente se levantou, meio tímidos. Começamos a tirar a roupa com as mãos tremendo. Primeiro as camisetas, depois os shorts. Quando tiramos as cuecas, a gente se viu pelado pela primeira vez. Minha pica era de tamanho médio, uns 15 cm, reta, com a cabeça rosada e já completamente dura, pulsando levemente a cada batida. Tinha um pouco de pelo pubiano aparado e as bolas apertadas de tesão. A do Juan era um pouco mais grossa que a minha, uns 16 cm, com uma leve curva pra cima e o prepúcio retraído, deixando ver uma cabeça maior e mais escura. Também tava completamente dura, com uma veia marcada ao longo do tronco. Ver ele nu, ver o pau dele ereto na minha frente, gerou um tesão novo e mais intenso. Nunca tinha visto outro cara assim, tão perto, tão excitado. A gente ficou um segundo se olhando, respirando pesado, sem falar nada. O clima tava ainda mais carregado agora. — Como você quer começar? — perguntei baixinho, com a garganta seca. Juan tomou a frente, visivelmente mais decidido que eu. Com as mãos ainda tremendo um pouco, deitou o torso de silicone de barriga pra cima na minha cama, arrumando os peitões grandes pra cima e separando levemente as pernas moldadas do brinquedo. O lubrificante brilhava obscenamente na entrada da buceta, escorrendo um pouco pelos lábios falsos. Ele se posicionou entre as “pernas” do boneco e começou a esfregar o pau grosso contra aquela buceta lubrificada. A cabeça rosada e inchada deslizava pra cima e pra baixo na fenda, abrindo ela levemente a cada passada. Juan fechou os olhos por um segundo, soltando um suspiro entrecortado. — Porra… é tão quente e escorregadio… — murmurou, quase pra si mesmo. Depois se inclinou pra frente e começou a acariciar os peitos com as duas mãos, apertando, beliscando os bicos de silicone enquanto continuava se esfregando. Abaixou o rosto e chupou um deles com vontade, lambendo e sugando ruidosamente. O pau dele pulsava contra a entrada, deixando fios de lubrificante e porra misturados. De repente, empurrou o quadril pra frente e meteu de uma vez. O pau grosso afundou até a metade naquela buceta apertada e quente de silicone. Juan arregalou os olhos e soltou um gemido abafado, quase um arquejo de surpresa. — Ahh… caralho! — exclamou baixinho, mordendo o lábio — Parece que… tá me apertando por dentro. É tão apertado e quente… é melhor do que eu imaginava. O corpo dele tenso pra caralho. Por um segundo achei que ele ia gozar ali mesmo, mas conseguiu se segurar. Respirava ofegante, com o peito subindo e descendo rápido. Começou a mexer os quadris devagar, tirando e colocando o pau com movimentos curtos e cuidadosos. O som molhado e chapinhante do lubrificante enchia o quarto cada vez que entrava e saía. Ainda dava pra ver a vergonha interna na cara dele: as bochechas vermelhas, o olhar baixo, mas a excitação era mais forte e aos poucos ele ganhava confiança. Eu fiquei sentado na beira da cama, olhando tudo com os olhos bem abertos e o coração batendo na garganta. Não conseguia desviar o olhar de como o pau grosso dele sumia uma e outra vez dentro daquela buceta falsa. Meu próprio pau estava duríssimo, pulsando dolorosamente no ar. Sem perceber, minha mão direita começou a me masturbar devagar, subindo e descendo pelo meu tronco enquanto observava meu amigo fodendo o brinquedo. Me excitava pra caralho ver o Juan assim, pelado, com a cara de prazer, o pau dele entrando e saindo da boneca. Era um tesão novo e poderoso que eu nunca tinha sentido. Aos poucos, me aproximei mais da cama. Estendi a mão e comecei a acariciar os peitões do brinquedo enquanto o Juan continuava fodendo ela. Apertava, amassava, imaginando que eram os peitos reais de alguma mulher… ou melhor ainda, os daquela professora de bundão da escola, a de matemática, que sempre usava calças justas que marcavam o rabo enorme dela. Com mais ousadia, me inclinei e lambi um dos mamilos, chupando com gosto enquanto minha mão continuava me masturbando. O Juan acelerou um pouco o ritmo, gemendo mais alto, os quadris dele batendo na bunda de silicone com um som suave e repetitivo. — Santi… tô quase… — ele disse com a voz entrecortada, parando de repente e tirando o pau brilhante de lubrificante. — Não quero gozar ainda. Respirando pesado, ele se afastou e me ofereceu o brinquedo com um sorriso nervoso e excitado. — Te toca… tá bem lubrificada. Eu, sem pensar duas vezes, peguei o torso de silicone e virei ele na cama, deixando de bruços. Agora tava exposta a bunda perfeita e redonda, com aquele cu falso rosado e apertado bem no meio. O lubrificante que o Juan tinha usado antes tinha escorrido um pouco pra trás, brilhando na entrada anal. Eu me ajoelhei atrás do brinquedo, com o coração batendo a mil. Sem falar nada, me inclinei e aproximei meu rosto. Comecei a lamber aquele cu de silicone com pura safadeza. Minha língua passava e passava no buraquinho apertado, sentindo o gosto levemente adocicado do lubrificante misturado com o sabor neutro do silicone. Eu lambia em círculos, pressionando a ponta da língua contra a entrada, tentando enfiar um pouco. Era um negócio tão sujo e proibido que me deixava ainda mais excitado. Chupei, beijei e lambi aquele cu falso como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, gemendo baixinho enquanto minha pica gotejava pré-gozo nos lençóis. O Juan me olhava em silêncio, respirando pesado, com o pau dele ainda duro e brilhando na frente dele. Eu me posicionei melhor atrás do torso de silicone, com os joelhos afundados no colchão. Minha pica tava tão dura que doía, a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Peguei o vidro de lubrificante e joguei uma boa quantidade direto no cu falso, vendo o líquido viscoso escorrer pela entrada apertada e cair um pouco nos lábios da buceta embaixo. — Vou meter no cu dele… — murmurei, mais pra mim mesmo do que pro Juan, mas ele ouviu perfeitamente. Alinhei minha pica com aquele buraquinho rosado e empurrei devagar. O silicone cedeu com resistência no começo, apertando minha cabeça com uma pressão quente e elástica que me fez soltar um gemido longo e baixo. Centímetro por centímetro, minha pica foi entrando no cu do brinquedo. Era mais apertado que a buceta, mais intenso. Senti cada milímetro do interior falso me apertando como um punho quente e escorregadio. — Porra, Juan… tá tão Apertado..." —eu gemi, com a voz rouca de prazer—. "Parece que tá me chupando a pica. Muito mais estreito que a buceta... tá apertando meu pau inteiro."
Quando finalmente enfiei metade da minha pica pra dentro, não consegui me segurar e empurrei o resto de uma vez só. Meus quadris bateram na bunda de silicone com um som macio e carnudo. Soltei um grunhido de pura satisfação e comecei a me mexer, tirando e metendo a pica com movimentos lentos, mas profundos. O lubrificante fazia ela entrar e sair fácil, produzindo um som molhado e obsceno que enchia o quarto.
Minhas mãos agarraram com força aquela bunda perfeita e redonda. Apertei firme, sentindo o material macio afundar sob meus dedos, e depois soltei pra ver ela quicar de leve. Sem pensar, levantei a mão direita e dei um tapa forte na bunda do brinquedo. O som seco ecoou no quarto.
—É assim que você gosta, né, putinha? —sussurrei entre os dentes, imaginando que não era um brinquedo, mas uma mulher de verdade, alguma gostosa imaginária que tinha se oferecido pra isso—. Vou arrebentar esse seu cu apertado... se olha, toda aberta pra mim.
Dei outro tapa mais forte, dessa vez na outra nádega, e comecei a foder com mais ritmo. Meus quadris batiam na bunda dela sem parar, fazendo os peitos do brinquedo se esmagarem contra a cama a cada estocada. O prazer era brutal. Cada vez que eu tirava quase todo o pau e mergulhava de novo até o fundo, sentia o cu falso apertar minha cabeça e depois o comprimento inteiro.
Levantei o olhar e vi o João sentado de um lado da cama, com as pernas abertas e a mão se movendo com força pra cima e pra baixo na pica grossa e curva dele. Ele se masturbava rápido, com os olhos fixos em mim, em como minha pica sumia e aparecia de novo no cu do brinquedo. A cara dele tava vermelha, a boca entreaberta, respirando pesado enquanto batia uma com gosto.
Ver ele assim, se masturbando enquanto me via foder a bunda da boneca, me deixou ainda mais excitado. —Ela é tão gostosa… —falei pro Juan, sem parar de rebolar—. É melhor do que eu imaginava… a bunda dela tá ordenhando minha pica. Tá vendo como eu meto tudo? Juan só balançou a cabeça, sem parar de se masturbar, a mão fazendo sons molhados por causa do precum que cobria o tronco dele. Eu continuei fodendo ela com mais força, apertando aquelas nádegas com as duas mãos, separando elas pra ver melhor como minha pica entrava e saía daquele cu apertado e brilhante de lubrificante. Cada estocada me fazia soltar gemidos baixos e comentários sujos em voz baixa: —Que bunda gostosa você tem, putinha… O tesão era máximo. Meu melhor amigo se masturbando do meu lado enquanto eu extravasava toda minha luxúria no brinquedo, imaginando que era uma mulher qualquer que eu tava usando como um simples buraco. Continuei fodendo ela com força, meus quadris batendo naquela bunda de silicone uma e outra vez. Minhas mãos apertavam as nádegas com brutalidade, separando elas pra ver melhor como minha pica entrava e saía do cu apertado dela. —Assim, gostosa… toma toda minha pica nesse cu de putinha —rosnei entre os dentes, me deixando levar pela fantasia—. Você é só um buraco barato. Cada palavra suja parecia excitar mais o Juan. Vi ele morder o lábio e se masturbar mais rápido. De repente, ele se aproximou pelo lado, se ajoelhando perto de mim. A mão dele, trêmula mas decidida, acariciou a bunda do brinquedo, apertando a nádega que eu não tava segurando enquanto eu continuava metendo. —Que bunda gostosa… —murmurou Juan—. Olha ela, toda aberta pra você. É só uma putinha. Ele se inclinou mais, aproximando o rosto do lugar onde minha pica desaparecia uma e outra vez. Sem avisar, cuspiu direto no cu do brinquedo, bem em cima do meu tronco. O cuspe quente caiu na minha pica e se misturou com o lubrificante, fazendo tudo deslizar ainda mais. Senti o calor úmido escorrer pela minha pica e isso me deixou a mil. —Porra… —gemi alto, acelerando as estocadas—. Isso foi bom demais… Juan sorriu com malícia e continuou me incentivando, a voz baixa e cheia de tesão. —Mete mais forte, Santi. Arromba essa bunda de putinha. Olha como ela engole tudo. As palavras dele me acenderam ainda mais. Nós dois estávamos completamente imersos no jogo, aceitando a safadeza sem vergonha entre nós. Era como se tivéssemos cruzado uma linha e não houvesse mais volta. Senti o orgasmo se aproximando perigosamente. Minhas bolas ficaram tensas e a base do meu pau começou a pulsar. Com um esforço enorme, tirei meu pau da bunda do brinquedo com um som molhado e obsceno. O cu ficou aberto, levemente dilatado e brilhando de lubrificante e saliva. —Quase gozei… —ofeguei, respirando pesado, com o pau pulsando no ar, vermelho e brilhante. Juan não perdeu tempo. Pegou o torso de silicone com as duas mãos e se deitou de costas na cama. Agarrou o brinquedo pela cintura e o levantou, alinhando o pau grosso dele com a entrada da buceta. Desceu o boneco devagar sobre ele. O pau dele desapareceu centímetro por centímetro dentro da boceta lubrificada até que a bunda de silicone ficou completamente sentada no colo dele. —Ahhh… que gostoso… —grunhiu Juan, fechando os olhos por um segundo. Por trás, a imagem era brutal. A bunda do brinquedo estava empinada, redonda e perfeita, e entre as nádegas dava pra ver claramente o pau de Juan enterrado até o fundo na boceta. O cu falso ficava bem em cima, totalmente exposto, molinho, brilhando com o lubrificante e minha saliva anterior, aberto e pronto. O tesão me atingiu como uma onda. Me aproximei por trás sem pensar duas vezes. Me ajoelhei entre as pernas de Juan, peguei meu pau ainda duro e pressionei contra aquele cu lubrificado. Empurrei com força. Meu pau afundou na bunda do brinquedo enquanto Juan metia na boceta ao mesmo tempo. Era uma dupla penetração perfeita. Senti a pressão extra da boceta de silicone apertando do outro lado, separando só uma fina parede do material. Dava pra sentir o pau grosso de Juan Movendo bem do lado da minha, separadas só por aquela camada fina de silicone. —Porra… —gemi, apoiando as mãos nas costas do brinquedo—. Tô sentindo teu pau, Juan… tá bem ali, do lado do meu.
Juan soltou um gemido longo e profundo, as cadeiras empurrando pra cima pra foder a buceta enquanto eu começava a me mover dentro do cu.
—Caralho, Santi… isso é demais… nós dois fodendo ela ao mesmo tempo.
Nós dois começamos a nos mexer, primeiro sem ritmo e depois encontrando um compasso: eu empurrando pra baixo no cu e Juan levantando as cadeiras pra meter na buceta. O brinquedo se movia entre nós como uma puta de carne e osso, recebendo pau pelos dois buracos ao mesmo tempo. Os sons molhados, os gemidos baixos dos dois e o cheiro de lubrificante e sexo enchiam o quarto inteiro.
Nós dois estávamos completamente perdidos no momento. Eu fodava o cu apertado do brinquedo com estocadas profundas e fortes, enquanto Juan empurrava as cadeiras pra cima, metendo o pau grosso uma e outra vez na buceta falsa. O silicone se movia entre nós como uma boneca sexual de verdade, recebendo pau pelos dois buracos ao mesmo tempo. Cada vez que eu entrava até o fundo no cu dele, sentia o pau de Juan roçando no meu através da parede fina interna, criando uma pressão bruta e quente que nos deixava loucos.
—Porra, Santi… olha como ela recebe nós dois… —rosnou Juan, com a voz rouca e entrecortada—. Esse brinquedo de merda pra gente usar como uma puta barata.
As mãos dele agarraram os peitões de silicone com força, amassando, apertando até os dedos afundarem no material macio. Sacudia eles enquanto fodava a buceta por baixo, fazendo eles quicarem obscenamente.
Eu não fiquei atrás. Minhas mãos se cravaram nas nádegas redondas, separando com brutalidade pra ver melhor como meu pau entrava e saía daquele cu dilatado e brilhante de lubrificante e saliva. Levantei a mão e dei um tapa na bunda. Forte, o som seco ecoou no quarto. —Assim, vadia… toma piroca nos dois buracos que nem a putinha que você é —eu ofeguei, dando mais um tapa nela, mais forte—. Cê gosta de ser comida, hein? O brinquedo se mexia violentamente entre a gente. O Juan acelerou as metidas dele por baixo, levantando o quadril com força, fodendo ela como se quisesse atravessar. Eu fazia o mesmo por trás, empurrando pra baixo com todo o meu peso, fazendo o silicone ficar completamente amassado entre nossos corpos. O som era obsceno: chapinhados molhados, carne batendo contra silicone, nossos gemidos baixos e respirações ofegantes. O Juan apertou os peitos com mais força, beliscando os bicos falsos enquanto continuava falando putaria: —Olha ela… que peitos de puta que ela tem. Aperta eles, Santi. Eu obedeci. Uma das minhas mãos desceu e começou a amassar um dos peitos junto com a do Juan, apertando o silicone com tesão enquanto a minha outra mão continuava batendo na bunda dela sem parar. As palmadas ficavam mais fortes, deixando marcas vermelhas temporárias no material. —A gente vai encher você, raposinha… —eu rosnei, sentindo minhas bolas ficarem tensas perigosamente—. A gente vai gozar até o fundo do seu cu e da sua buceta. O Juan tava perto também. A cara dele se contraiu de prazer, os olhos semicerrados, a boca aberta. —Tô quase, Santi… não aguento mais… essa puta tá ordenhando as nossas pirocas… Eu sentia o mesmo. O orgasmo subia das minhas bolas que nem uma onda imparável. Minhas metidas ficaram erráticas, mais profundas e brutais. —Vou gozar… porra, vou gozar! —eu gemi alto. Com um último empurrão selvagem, enfiei toda a minha piroca no cu do brinquedo e explodi. Jatos quentes e grossos de porra saíram disparados dentro do cu falso dele, enchendo ele por completo. Minha piroca pulsava violentamente enquanto eu gozava sem parar, me esvaziando até a última gota. Quase ao mesmo tempo, o Juan soltou um grunhido gutural e empurrou o quadril pra cima com força, enterrando a piroca grossa dele até o talo. fundo na buceta. Senti o pau dele inchando contra o meu através da parede de silicone enquanto ele também gozava com força. —Ahhh… tô gozando… encho essa buceta! —exclamou entre os dentes. O corpo dele ficou tenso debaixo do brinquedo, os quadris tremendo enquanto jorrava uma porrada de esperma dentro da entrada vaginal. Dava pra sentir as pulsações do pau dele batendo bem do lado do meu, os dois gozando ao mesmo tempo dentro do mesmo brinquedo, enchendo os dois buracos com nosso leite quente.
Ficamos os dois ofegando pesado, ainda enterrados até o fundo no silicone. Minha porra começava a escorrer pelas bordas do cu dilatado, pingando na pica do Juan e nas bolas dele. O brinquedo ficou completamente usado, os dois buracos transbordando de porra branca e grossa. Aos poucos, tiramos nossas picas, brilhando e ainda meio duras, cobertas de lubrificante e gozo. O cu e a buceta do brinquedo ficaram abertos, vazando nossa porra pra todo lado, deixando uma bagunça quente e obscena nos lençóis. Nos olhamos, respirando pesado, com uma mistura de vergonha, satisfação e um tesão que a gente podia explorar de novo quando quisesse.
A gente ficou os dois em silêncio por um momento, olhando pra ela em cima da minha cama. Éramos só dois adolescentes inexperientes, tímidos e sem nenhuma experiência real com garotas. A ideia de usar aquilo juntos nos deixava nervosos e excitados ao mesmo tempo.
— Não sei como fazer isso... — murmurei, coçando a nuca.
Juan passou a mão no cabelo, tão vermelho quanto eu.
— A gente pode fazer separado, mas se sua mãe acordar e vier ver... seria muito suspeito um ficar esperando lá fora. Melhor a gente ficar aqui e... tentar ser discreto.
Concordei, engolindo seco. O tesão já começava a correr nas minhas veias.
Juan foi o primeiro a se animar. Sentou na beira da cama e puxou o torso de silicone pra perto dele. Com mãos trêmulas, começou a acariciar os peitos, apertando de leve. O silicone cedia sob os dedos dele com uma suavidade incrível, como se fossem reais. Ele se inclinou e passou a língua num dos mamilos, chupando devagar, depois o outro. O som molhado da boca dele contra o material enchia o quarto. Ele baixou a mão e tocou a entrada vaginal, enfiando dois dedos com cuidado. Tava seca, então ele pegou o vidro de lubrificante que eu tinha escondido na gaveta e colocou uma boa quantidade. O líquido transparente e viscoso brilhou sob a luz.
Ele enfiou os dedos de novo, agora deslizando com facilidade dentro daquela abertura apertada e quente. O som era obsceno: um chape-chape suave e molhado cada vez que eu mexia os dedos pra dentro e pra fora. Juan respirava mais pesado. Vi como o short de pijama dele começava a inchar visivelmente. Minha própria pica também reagiu; senti ela endurecendo dentro da minha cueca, pressionando o tecido. —É tão… real — sussurrou Juan, com a voz rouca. Continuou lambendo os peitos enquanto fodía a buceta de silicone com os dedos, cada vez mais rápido. O lubrificante escorria um pouco pelas bordas. A outra mão dele apertava uma das nádegas, separando levemente pra ver melhor a entrada do cu. Tava completamente concentrado, excitado, com as bochechas vermelhas. Eu não conseguia parar de olhar. O tesão de ver meu melhor amigo fazendo aquilo com o brinquedo, os sons molhados, o cheiro leve de lubrificante e de pele de silicone… tudo tava me deixando a mil. Minha pica já tava dura pra caralho, pulsando. Depois de uns minutos, Juan parou, ofegante. Tirou os dedos e se limpou numa toalha que a gente tinha perto. Ficamos os dois sentados na cama, com a boneca entre nós, respirando pesado. —Isso é muito real… — ele disse, com um sorriso nervoso. A gente se olhou por um momento em silêncio. O ar entre nós tava carregado. —Quer… tentar você também? Ou… a gente fode ela aqui mesmo? — perguntou Juan, baixinho. Engoli seco. O coração batia forte contra as costelas. —Aqui mesmo — respondi —. Mas… tem que ser quieto. A gente se levantou, meio tímidos. Começamos a tirar a roupa com as mãos tremendo. Primeiro as camisetas, depois os shorts. Quando tiramos as cuecas, a gente se viu pelado pela primeira vez. Minha pica era de tamanho médio, uns 15 cm, reta, com a cabeça rosada e já completamente dura, pulsando levemente a cada batida. Tinha um pouco de pelo pubiano aparado e as bolas apertadas de tesão. A do Juan era um pouco mais grossa que a minha, uns 16 cm, com uma leve curva pra cima e o prepúcio retraído, deixando ver uma cabeça maior e mais escura. Também tava completamente dura, com uma veia marcada ao longo do tronco. Ver ele nu, ver o pau dele ereto na minha frente, gerou um tesão novo e mais intenso. Nunca tinha visto outro cara assim, tão perto, tão excitado. A gente ficou um segundo se olhando, respirando pesado, sem falar nada. O clima tava ainda mais carregado agora. — Como você quer começar? — perguntei baixinho, com a garganta seca. Juan tomou a frente, visivelmente mais decidido que eu. Com as mãos ainda tremendo um pouco, deitou o torso de silicone de barriga pra cima na minha cama, arrumando os peitões grandes pra cima e separando levemente as pernas moldadas do brinquedo. O lubrificante brilhava obscenamente na entrada da buceta, escorrendo um pouco pelos lábios falsos. Ele se posicionou entre as “pernas” do boneco e começou a esfregar o pau grosso contra aquela buceta lubrificada. A cabeça rosada e inchada deslizava pra cima e pra baixo na fenda, abrindo ela levemente a cada passada. Juan fechou os olhos por um segundo, soltando um suspiro entrecortado. — Porra… é tão quente e escorregadio… — murmurou, quase pra si mesmo. Depois se inclinou pra frente e começou a acariciar os peitos com as duas mãos, apertando, beliscando os bicos de silicone enquanto continuava se esfregando. Abaixou o rosto e chupou um deles com vontade, lambendo e sugando ruidosamente. O pau dele pulsava contra a entrada, deixando fios de lubrificante e porra misturados. De repente, empurrou o quadril pra frente e meteu de uma vez. O pau grosso afundou até a metade naquela buceta apertada e quente de silicone. Juan arregalou os olhos e soltou um gemido abafado, quase um arquejo de surpresa. — Ahh… caralho! — exclamou baixinho, mordendo o lábio — Parece que… tá me apertando por dentro. É tão apertado e quente… é melhor do que eu imaginava. O corpo dele tenso pra caralho. Por um segundo achei que ele ia gozar ali mesmo, mas conseguiu se segurar. Respirava ofegante, com o peito subindo e descendo rápido. Começou a mexer os quadris devagar, tirando e colocando o pau com movimentos curtos e cuidadosos. O som molhado e chapinhante do lubrificante enchia o quarto cada vez que entrava e saía. Ainda dava pra ver a vergonha interna na cara dele: as bochechas vermelhas, o olhar baixo, mas a excitação era mais forte e aos poucos ele ganhava confiança. Eu fiquei sentado na beira da cama, olhando tudo com os olhos bem abertos e o coração batendo na garganta. Não conseguia desviar o olhar de como o pau grosso dele sumia uma e outra vez dentro daquela buceta falsa. Meu próprio pau estava duríssimo, pulsando dolorosamente no ar. Sem perceber, minha mão direita começou a me masturbar devagar, subindo e descendo pelo meu tronco enquanto observava meu amigo fodendo o brinquedo. Me excitava pra caralho ver o Juan assim, pelado, com a cara de prazer, o pau dele entrando e saindo da boneca. Era um tesão novo e poderoso que eu nunca tinha sentido. Aos poucos, me aproximei mais da cama. Estendi a mão e comecei a acariciar os peitões do brinquedo enquanto o Juan continuava fodendo ela. Apertava, amassava, imaginando que eram os peitos reais de alguma mulher… ou melhor ainda, os daquela professora de bundão da escola, a de matemática, que sempre usava calças justas que marcavam o rabo enorme dela. Com mais ousadia, me inclinei e lambi um dos mamilos, chupando com gosto enquanto minha mão continuava me masturbando. O Juan acelerou um pouco o ritmo, gemendo mais alto, os quadris dele batendo na bunda de silicone com um som suave e repetitivo. — Santi… tô quase… — ele disse com a voz entrecortada, parando de repente e tirando o pau brilhante de lubrificante. — Não quero gozar ainda. Respirando pesado, ele se afastou e me ofereceu o brinquedo com um sorriso nervoso e excitado. — Te toca… tá bem lubrificada. Eu, sem pensar duas vezes, peguei o torso de silicone e virei ele na cama, deixando de bruços. Agora tava exposta a bunda perfeita e redonda, com aquele cu falso rosado e apertado bem no meio. O lubrificante que o Juan tinha usado antes tinha escorrido um pouco pra trás, brilhando na entrada anal. Eu me ajoelhei atrás do brinquedo, com o coração batendo a mil. Sem falar nada, me inclinei e aproximei meu rosto. Comecei a lamber aquele cu de silicone com pura safadeza. Minha língua passava e passava no buraquinho apertado, sentindo o gosto levemente adocicado do lubrificante misturado com o sabor neutro do silicone. Eu lambia em círculos, pressionando a ponta da língua contra a entrada, tentando enfiar um pouco. Era um negócio tão sujo e proibido que me deixava ainda mais excitado. Chupei, beijei e lambi aquele cu falso como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, gemendo baixinho enquanto minha pica gotejava pré-gozo nos lençóis. O Juan me olhava em silêncio, respirando pesado, com o pau dele ainda duro e brilhando na frente dele. Eu me posicionei melhor atrás do torso de silicone, com os joelhos afundados no colchão. Minha pica tava tão dura que doía, a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Peguei o vidro de lubrificante e joguei uma boa quantidade direto no cu falso, vendo o líquido viscoso escorrer pela entrada apertada e cair um pouco nos lábios da buceta embaixo. — Vou meter no cu dele… — murmurei, mais pra mim mesmo do que pro Juan, mas ele ouviu perfeitamente. Alinhei minha pica com aquele buraquinho rosado e empurrei devagar. O silicone cedeu com resistência no começo, apertando minha cabeça com uma pressão quente e elástica que me fez soltar um gemido longo e baixo. Centímetro por centímetro, minha pica foi entrando no cu do brinquedo. Era mais apertado que a buceta, mais intenso. Senti cada milímetro do interior falso me apertando como um punho quente e escorregadio. — Porra, Juan… tá tão Apertado..." —eu gemi, com a voz rouca de prazer—. "Parece que tá me chupando a pica. Muito mais estreito que a buceta... tá apertando meu pau inteiro."
Quando finalmente enfiei metade da minha pica pra dentro, não consegui me segurar e empurrei o resto de uma vez só. Meus quadris bateram na bunda de silicone com um som macio e carnudo. Soltei um grunhido de pura satisfação e comecei a me mexer, tirando e metendo a pica com movimentos lentos, mas profundos. O lubrificante fazia ela entrar e sair fácil, produzindo um som molhado e obsceno que enchia o quarto.
Minhas mãos agarraram com força aquela bunda perfeita e redonda. Apertei firme, sentindo o material macio afundar sob meus dedos, e depois soltei pra ver ela quicar de leve. Sem pensar, levantei a mão direita e dei um tapa forte na bunda do brinquedo. O som seco ecoou no quarto.
—É assim que você gosta, né, putinha? —sussurrei entre os dentes, imaginando que não era um brinquedo, mas uma mulher de verdade, alguma gostosa imaginária que tinha se oferecido pra isso—. Vou arrebentar esse seu cu apertado... se olha, toda aberta pra mim.
Dei outro tapa mais forte, dessa vez na outra nádega, e comecei a foder com mais ritmo. Meus quadris batiam na bunda dela sem parar, fazendo os peitos do brinquedo se esmagarem contra a cama a cada estocada. O prazer era brutal. Cada vez que eu tirava quase todo o pau e mergulhava de novo até o fundo, sentia o cu falso apertar minha cabeça e depois o comprimento inteiro.
Levantei o olhar e vi o João sentado de um lado da cama, com as pernas abertas e a mão se movendo com força pra cima e pra baixo na pica grossa e curva dele. Ele se masturbava rápido, com os olhos fixos em mim, em como minha pica sumia e aparecia de novo no cu do brinquedo. A cara dele tava vermelha, a boca entreaberta, respirando pesado enquanto batia uma com gosto.
Ver ele assim, se masturbando enquanto me via foder a bunda da boneca, me deixou ainda mais excitado. —Ela é tão gostosa… —falei pro Juan, sem parar de rebolar—. É melhor do que eu imaginava… a bunda dela tá ordenhando minha pica. Tá vendo como eu meto tudo? Juan só balançou a cabeça, sem parar de se masturbar, a mão fazendo sons molhados por causa do precum que cobria o tronco dele. Eu continuei fodendo ela com mais força, apertando aquelas nádegas com as duas mãos, separando elas pra ver melhor como minha pica entrava e saía daquele cu apertado e brilhante de lubrificante. Cada estocada me fazia soltar gemidos baixos e comentários sujos em voz baixa: —Que bunda gostosa você tem, putinha… O tesão era máximo. Meu melhor amigo se masturbando do meu lado enquanto eu extravasava toda minha luxúria no brinquedo, imaginando que era uma mulher qualquer que eu tava usando como um simples buraco. Continuei fodendo ela com força, meus quadris batendo naquela bunda de silicone uma e outra vez. Minhas mãos apertavam as nádegas com brutalidade, separando elas pra ver melhor como minha pica entrava e saía do cu apertado dela. —Assim, gostosa… toma toda minha pica nesse cu de putinha —rosnei entre os dentes, me deixando levar pela fantasia—. Você é só um buraco barato. Cada palavra suja parecia excitar mais o Juan. Vi ele morder o lábio e se masturbar mais rápido. De repente, ele se aproximou pelo lado, se ajoelhando perto de mim. A mão dele, trêmula mas decidida, acariciou a bunda do brinquedo, apertando a nádega que eu não tava segurando enquanto eu continuava metendo. —Que bunda gostosa… —murmurou Juan—. Olha ela, toda aberta pra você. É só uma putinha. Ele se inclinou mais, aproximando o rosto do lugar onde minha pica desaparecia uma e outra vez. Sem avisar, cuspiu direto no cu do brinquedo, bem em cima do meu tronco. O cuspe quente caiu na minha pica e se misturou com o lubrificante, fazendo tudo deslizar ainda mais. Senti o calor úmido escorrer pela minha pica e isso me deixou a mil. —Porra… —gemi alto, acelerando as estocadas—. Isso foi bom demais… Juan sorriu com malícia e continuou me incentivando, a voz baixa e cheia de tesão. —Mete mais forte, Santi. Arromba essa bunda de putinha. Olha como ela engole tudo. As palavras dele me acenderam ainda mais. Nós dois estávamos completamente imersos no jogo, aceitando a safadeza sem vergonha entre nós. Era como se tivéssemos cruzado uma linha e não houvesse mais volta. Senti o orgasmo se aproximando perigosamente. Minhas bolas ficaram tensas e a base do meu pau começou a pulsar. Com um esforço enorme, tirei meu pau da bunda do brinquedo com um som molhado e obsceno. O cu ficou aberto, levemente dilatado e brilhando de lubrificante e saliva. —Quase gozei… —ofeguei, respirando pesado, com o pau pulsando no ar, vermelho e brilhante. Juan não perdeu tempo. Pegou o torso de silicone com as duas mãos e se deitou de costas na cama. Agarrou o brinquedo pela cintura e o levantou, alinhando o pau grosso dele com a entrada da buceta. Desceu o boneco devagar sobre ele. O pau dele desapareceu centímetro por centímetro dentro da boceta lubrificada até que a bunda de silicone ficou completamente sentada no colo dele. —Ahhh… que gostoso… —grunhiu Juan, fechando os olhos por um segundo. Por trás, a imagem era brutal. A bunda do brinquedo estava empinada, redonda e perfeita, e entre as nádegas dava pra ver claramente o pau de Juan enterrado até o fundo na boceta. O cu falso ficava bem em cima, totalmente exposto, molinho, brilhando com o lubrificante e minha saliva anterior, aberto e pronto. O tesão me atingiu como uma onda. Me aproximei por trás sem pensar duas vezes. Me ajoelhei entre as pernas de Juan, peguei meu pau ainda duro e pressionei contra aquele cu lubrificado. Empurrei com força. Meu pau afundou na bunda do brinquedo enquanto Juan metia na boceta ao mesmo tempo. Era uma dupla penetração perfeita. Senti a pressão extra da boceta de silicone apertando do outro lado, separando só uma fina parede do material. Dava pra sentir o pau grosso de Juan Movendo bem do lado da minha, separadas só por aquela camada fina de silicone. —Porra… —gemi, apoiando as mãos nas costas do brinquedo—. Tô sentindo teu pau, Juan… tá bem ali, do lado do meu.
Juan soltou um gemido longo e profundo, as cadeiras empurrando pra cima pra foder a buceta enquanto eu começava a me mover dentro do cu.
—Caralho, Santi… isso é demais… nós dois fodendo ela ao mesmo tempo.
Nós dois começamos a nos mexer, primeiro sem ritmo e depois encontrando um compasso: eu empurrando pra baixo no cu e Juan levantando as cadeiras pra meter na buceta. O brinquedo se movia entre nós como uma puta de carne e osso, recebendo pau pelos dois buracos ao mesmo tempo. Os sons molhados, os gemidos baixos dos dois e o cheiro de lubrificante e sexo enchiam o quarto inteiro.
Nós dois estávamos completamente perdidos no momento. Eu fodava o cu apertado do brinquedo com estocadas profundas e fortes, enquanto Juan empurrava as cadeiras pra cima, metendo o pau grosso uma e outra vez na buceta falsa. O silicone se movia entre nós como uma boneca sexual de verdade, recebendo pau pelos dois buracos ao mesmo tempo. Cada vez que eu entrava até o fundo no cu dele, sentia o pau de Juan roçando no meu através da parede fina interna, criando uma pressão bruta e quente que nos deixava loucos.
—Porra, Santi… olha como ela recebe nós dois… —rosnou Juan, com a voz rouca e entrecortada—. Esse brinquedo de merda pra gente usar como uma puta barata.
As mãos dele agarraram os peitões de silicone com força, amassando, apertando até os dedos afundarem no material macio. Sacudia eles enquanto fodava a buceta por baixo, fazendo eles quicarem obscenamente.
Eu não fiquei atrás. Minhas mãos se cravaram nas nádegas redondas, separando com brutalidade pra ver melhor como meu pau entrava e saía daquele cu dilatado e brilhante de lubrificante e saliva. Levantei a mão e dei um tapa na bunda. Forte, o som seco ecoou no quarto. —Assim, vadia… toma piroca nos dois buracos que nem a putinha que você é —eu ofeguei, dando mais um tapa nela, mais forte—. Cê gosta de ser comida, hein? O brinquedo se mexia violentamente entre a gente. O Juan acelerou as metidas dele por baixo, levantando o quadril com força, fodendo ela como se quisesse atravessar. Eu fazia o mesmo por trás, empurrando pra baixo com todo o meu peso, fazendo o silicone ficar completamente amassado entre nossos corpos. O som era obsceno: chapinhados molhados, carne batendo contra silicone, nossos gemidos baixos e respirações ofegantes. O Juan apertou os peitos com mais força, beliscando os bicos falsos enquanto continuava falando putaria: —Olha ela… que peitos de puta que ela tem. Aperta eles, Santi. Eu obedeci. Uma das minhas mãos desceu e começou a amassar um dos peitos junto com a do Juan, apertando o silicone com tesão enquanto a minha outra mão continuava batendo na bunda dela sem parar. As palmadas ficavam mais fortes, deixando marcas vermelhas temporárias no material. —A gente vai encher você, raposinha… —eu rosnei, sentindo minhas bolas ficarem tensas perigosamente—. A gente vai gozar até o fundo do seu cu e da sua buceta. O Juan tava perto também. A cara dele se contraiu de prazer, os olhos semicerrados, a boca aberta. —Tô quase, Santi… não aguento mais… essa puta tá ordenhando as nossas pirocas… Eu sentia o mesmo. O orgasmo subia das minhas bolas que nem uma onda imparável. Minhas metidas ficaram erráticas, mais profundas e brutais. —Vou gozar… porra, vou gozar! —eu gemi alto. Com um último empurrão selvagem, enfiei toda a minha piroca no cu do brinquedo e explodi. Jatos quentes e grossos de porra saíram disparados dentro do cu falso dele, enchendo ele por completo. Minha piroca pulsava violentamente enquanto eu gozava sem parar, me esvaziando até a última gota. Quase ao mesmo tempo, o Juan soltou um grunhido gutural e empurrou o quadril pra cima com força, enterrando a piroca grossa dele até o talo. fundo na buceta. Senti o pau dele inchando contra o meu através da parede de silicone enquanto ele também gozava com força. —Ahhh… tô gozando… encho essa buceta! —exclamou entre os dentes. O corpo dele ficou tenso debaixo do brinquedo, os quadris tremendo enquanto jorrava uma porrada de esperma dentro da entrada vaginal. Dava pra sentir as pulsações do pau dele batendo bem do lado do meu, os dois gozando ao mesmo tempo dentro do mesmo brinquedo, enchendo os dois buracos com nosso leite quente.
Ficamos os dois ofegando pesado, ainda enterrados até o fundo no silicone. Minha porra começava a escorrer pelas bordas do cu dilatado, pingando na pica do Juan e nas bolas dele. O brinquedo ficou completamente usado, os dois buracos transbordando de porra branca e grossa. Aos poucos, tiramos nossas picas, brilhando e ainda meio duras, cobertas de lubrificante e gozo. O cu e a buceta do brinquedo ficaram abertos, vazando nossa porra pra todo lado, deixando uma bagunça quente e obscena nos lençóis. Nos olhamos, respirando pesado, com uma mistura de vergonha, satisfação e um tesão que a gente podia explorar de novo quando quisesse.
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