Luni, a dentista gostosa

Me chamo Luni, tenho 30 anos e trabalho na faculdade de Odontologia. Me considero uma mulher gostosa, com uma bunda boa — tenho certeza de que muitos dos meus colegas adoram olhar pra ela, ainda mais quando vou andando de costas. Sou casada com o Ale, de 32 anos, e a verdade é que somos bem brincalhões na intimidade. Costumamos postar umas fotos no Poringa pra manter a chama acesa e despertar a sacanagem alheia. Mas o Ale fica muito mais excitado com o que falam do meu corpo, e eu também, pra ser sincera. Só que eu não postaria fotos por conta própria — se não fosse por ele, não faria. A verdade é que ele é muito mais tarado do que eu. Obviamente, no meu trabalho, ninguém desconfia desse lado safado. Mesmo adorando ser olhada, tento manter uma postura tranquila e comportada, me fazendo de boazinha. Mais ainda: estamos juntos há vários anos, eu e o Ale, e só agora comecei a mandar umas fotos mais quentes pra ele. Nunca gostei disso antes.

Faz um tempo que meu marido tem uma fantasia fixa na cabeça: ele quer um ménage. Mas, para surpresa dos leitores, não é com outra mulher, e sim com um homem. No começo, a ideia não me agradou muito, mas com o tempo e conversando sobre isso enquanto transávamos, percebi que me dava um tesão danado. Não somos um casal que curte sexo selvagem, somos mais tranquilos, por isso achava a ideia meio distante. Mesmo falando sobre o assunto, pensava que a fantasia ia ficar só nisso: uma fantasia.

De vez em quando, do nada, quando tô naqueles dias que toda mulher tem, que acorda com o ego lá em cima, e ainda mais quando tô usando uma calcinha sexy, mando umas fotinhas enquanto trabalho, e ele fica doido no escritório dele. Fala umas coisas tipo que vai mostrar minha foto pros colegas e que vão me comer, que vai colocar de papel de parede no computador do trampo pra todo mundo me ver. Ele é analista de sistemas, e eu tenho a impressão de que a maioria dos colegas dele é virgem ou vive na punheta, então, de certa forma, me excita um pouco ser a inspiração de algum deles ou uma boa mina que dá aquela ajudinha, cês me entendem. Também falo que não vejo a hora de chegar em casa ou que vou pegar algum cara na faculdade pra matar a vontade, isso também deixa ele louco. Tô colocando uns joguinhos aos poucos. A gente fez umas 2 ou 3 tentativas falsas de procurar outro cara pra um ménage, mas não deu certo como a gente esperava, até que um dia, sem procurar, apareceu.

Era um cara de 31 anos, se chamava Nicolás, gostei dele na hora, tinha um corpo bonito, mas nada daqueles bombados e tal, um corpo normal, e ele era bem bonito, pra falar a verdade. Veio se consultar comigo pela primeira vez, fui muito mais simpática e educada do que sou normalmente, a gente conversou mais do que devia, e sim, também usei aquela arma que meu marido diz que nunca falha: me virei várias vezes e me abaixei um pouco de vez em quando, pra ele encher bem os olhos com a vista. Queria tentar algo com ele e não queria correr o risco de levar um não.

Fiz um procedimento nela e falei que ela tinha que voltar pra sala de espera, enquanto o que eu apliquei fazia efeito, ia atender outro paciente. Assim que ela saiu do consultório, mandei uma mensagem pra Ale e falei.

L: amor, achei, se você realmente quer fazer isso.

Peguei ele desprevenido, ele não entendeu o que eu tava falando.

A: Não entendo minha vida, do que você tá falando?

L: Encontrei o homem perfeito pra fazer um menage. Você vai querer me comer com outro ou não?

A: Uff, não me fala assim que me deixa toda excitada, caralho, já quero ir bater uma punheta e não posso porque tô trampando.

L: Não é só você não, só de pensar nisso eu também comecei a ficar molhadinha. Não sei como fisgar ele, mas vou tentar, confia em mim.

A: Faz o que tiver que fazer, à noite você me conta.

Liguei pra ele no consultório de novo e mantive a mesma atitude, usando a simpatia e, claro, minha bunda como arma principal. Não tinha muito tempo e também não sabia se ele voltaria, então tinha que jogar bem minhas cartas e aproveitar a oportunidade.

L: Olha, me desculpa, eu nunca faço isso e fico muito nervosa, você topa me passar seu número?

N: Adoraria te passar meu número, mas tenho parceiro(a). Meu Instagram serve pra você?

L: Eu também tenho parceiro(a), e se me servir, te passo meu instagram.

Passei meu celular pra ela e ela me mostrou qual era o Instagram dela, a gente se seguiu e ela se despediu. "A gente se fala por lá", ela disse e piscou um olho.

Cheguei em casa no fim da tarde, e o Ale chegou na hora do jantar, praticamente não deu pra conversar muito, só comemos e ele foi tomar banho, enquanto eu fui pra cama. Coloquei uma tanga sexy e uma camisetinha pra esperar ele, tava coberta. Quando ele deitou, falou que tava muito cansado.

L: Que pena, amor. Eu me vesti assim pra você (Abri os lençóis e mostrei como eu tava)

A: Uff, que gostosa você tá

Comecei a massagear o pau dele por cima da cueca, babando nele e fazendo cara de putinha.

L: Eu tava pensando em te contar o que rolou hoje.

A: Adoraria, me conta o que você fez.

Tentei pegar na pica dela, mas eu parei.

L: Coloca as mãos atrás da nuca e aproveita, que dessa aqui eu cuido.

Tirei a cueca dele e comecei a contar toda a situação, enquanto batia uma punheta pra ele. Ele só ouvia e curtia.

L: Tava pensando num jeito de chamar a atenção dele e fazer ele falar comigo. A ideia é colocar ele nos melhores amigos do Instagram e você tirar uma foto minha de fio dental. O que acha?

A: Nunca pensei que você faria uma coisa dessas, me deixa com muito tesão. Faz o que tiver que fazer, mas me conta tudo.

Comecei a bater uma pra ele mais forte e chupar o pau dele.

L: Então é assim que você quer que eu chupe ela?

A: Não, quero que você chupe ela melhor do que chupa em mim. Fica de quatro e me mostra essa bunda.

Obedeci, peguei a tanga e puxei pra cima, enfiando ela ainda mais fundo no meio da minha bunda.

L: Você não tem ideia de como vou chupar essa pica toda, e vou tomar todo o leite, todinho mesmo, tomara que venha muito, e que me foda toda.

A: Raramente você engoliu meu gozo.

L: Você vai me ver pela primeira vez engolindo porra de outro. Vou colocar na minha língua, vou te mostrar e vou engolir tudo.

A: Já vou gozar, não aguento mais.

Como recompensa pelo que me deixou fazer hoje e por me ajudar a descobrir essa parte de mim, deixei ele encher minha boquinha toda de porra e engoli. Depois disso, tirei umas fotos, pra ver se conseguia conquistar meu paciente, então só faltava editar e postar. Sabia que tinha que esperar pra não parecer uma puta desesperada, mesmo a impaciência me corroendo, esperei 2 dias.

Só tinha ele e meu marido nos melhores amigos, então postei ela estando no trampo. Daí a pouco uma notificação, era a resposta do Ale, então não abri. Esperei e esperei até que chegou outra, agora sim era ele.

N: Que sorte que você passou meu Instagram, você é uma gostosa.

L: Valeu, você também.

N: Você nem me viu, que sorte que a gente tem de estar nos seus melhores amigos.

Mandei um print da minha lista de melhores amigos, só tava ele e a Ale.

L: Não são muitos, só meu marido e você.

N: Olha só a dentista, se eu soubesse que você era assim, não te perdoava. Vou ter que ir te visitar no consultório mais vezes.

L: No consultório? Mais privacidade na minha casa. Como era mesmo?

N: Desse jeito putinha, queria ver mais.

L: Adoro quando você fala assim comigo, do mesmo jeito que te falei, nunca fiz isso antes, a gente tá experimentando. Se meu marido deixar, te mando mais uma.

N: Ah, olha só, ele sabe? Pergunta pra ele, vai, porque tu me deixou toda molhadinha.

L: Deixa eu te mandar mais uma, se quiser ver mais já sabe onde tem que ir. Se liga, a gente quer fazer um menage.

N: Beleza, sua putinha, me convence a ir.

L: Só uma, espero que dê pra você. Vou continuar trabalhando.
(Foto)

Mais tarde, respondi umas mensagens pra ele e fechamos o dia e horário. Não deu pra continuar conversando muito porque ele tinha namorada. Quando cheguei em casa, contei tudo pro Ale, que ficava mais excitado a cada palavra que eu falava, e mais ainda quando soube que supostamente eu ia pedir permissão pra ele mandar outra foto e não fiz.

Concluímos que o encontro ia ser num domingo ao meio-dia, ele sempre jogava torneios de futebol à tarde e era o único momento que conseguia dar um jeito de escapar da mulher. Não íamos ter muito tempo, mas eu confiava que, se tudo desse certo, teria outro encontro. Embora admita que, do tesão que eu tava, queria ter passado uma noite inteira com ele me comendo a noite toda junto com o Ale.

Chegou a hora. Ele veio em casa e quem abriu a porta foi meu marido. Ele me cumprimentou e, pra ser sincera, todo mundo tava muito nervoso, ninguém tem coragem de quebrar o gelo. Aí pensei: se eu fui tão puta por mensagem, tinha que ser também pessoalmente, senão não ia dar certo. A gente tava todo mundo na mesa da sala. Levantei e fui beijar o Ale, que tava sentado numa cadeira. Meu marido levantou na hora e continuou o beijo. Estiquei um braço sem olhar pra trás, procurando o Nico, até que ele segurou minha mão e se aproximou por trás, encostando o pau na minha bunda. Colocou uma mão na minha barriga e a outra no meu quadril, enquanto beijava minhas costas e ombros. Parei de beijar o Ale pra virar um pouco a cabeça e procurar a boca do meu convidado, que enfiou a língua sem hesitar. A mão que tava na minha barriga desceu até desabotoar meu short e se enfiar na minha buceta, que ele começou a apalpar devagar, mas firme.

Ale, por outro lado, levantou minha regata e começou a brincar com meus peitos, apertando e mordiscando meus bicos. Sentia uma leve dor, mas a excitação era o dobro. Eles se revezavam beijando meu pescoço e guiando minha cabeça pra onde queriam, me segurando pelo cabelo. Eu só mantinha os olhos fechados e me deixava levar. Me deixaram só de fio dental e eles tiraram um pouco da roupa. Ale me fez abaixar pra chupar a rola dele, que, sinceramente, parecia mais grossa e dura que o normal, enquanto nosso amigo me deu uns tapas leves na bunda, puxou meu fio dental pro lado e se enfiou fundo no meu cu, brincando com a língua em cada canto que encontrava.

L: Que pau gostoso você tem, é a melhor buceta que já experimentei.

Não: Vem e prova a minha agora.

A pica do Ale era comprida e com umas veias marcadas, já a do Nico era grossa e pesada, praticamente não dava pra rodear com a mão, imagina com a minha boca.

L: Uff, Ale, olha a pica que o meu amigo tem, acho que ele te ganha.

Eu engoli ela, ou pelo menos tentei. Dei um jeito e coloquei na minha boca. Só a cabeça e uns centímetros do tronco já eram suficientes pra me engasgar, então o Ale me ajudou. Como? Enfiando a pica sem avisar na minha buceta, o que me fez dar um pulinho querendo soltar um gemido. Aí o Nico, que tava fazendo força empurrando minha garganta, aproveitou e enfiou mais uns centímetros na minha boca.

Prepara essa putinha pra mim, anda logo" — Nico ordenou pro meu marido, enquanto ele não falou nada, só obedeceu. Teve uma troca de papéis e ele já não era mais o macho da casa? O que será que Nico quer dizer? Senti uma coisa fria no meu cu, depois algo mais frio ainda, entendi: era vaselina e um plug anal. Ele queria que eu fosse realmente uma puta no ménage, eu tava de acordo, só tinha um problema: como é que a pica do Nico ia entrar no meu rabo sem arrebentar tudo?

Nico me subiu na mesa e colocou o pau dele na entrada da minha buceta, não ia entrar fácil, percebi só pela cabeça, comecei a reclamar e querer tirar. Não adiantou, ele me empurrou pelos ombros, me deitando na mesa enquanto falava com meu marido.

N: Cala a boca da puta, enfia o pau na boca dela.

A: Desculpa, meu amor.

Só ouvi isso e ele enfiou o pau na minha boca. Como eu estava deitada de costas na mesa, a cada enfiada e puxada, as bolas dele batiam nos meus olhos e na minha testa. Pelo menos ele foi meio suave e me deixava respirar de vez em quando, enquanto o Nico não tinha pena da minha buceta, que já acostumada pedia aos gritos para ele meter com mais e mais força. Sempre gostei de sexo mais suave e tranquilo, mas hoje isso não era possível e eu estava gostando.

Tirou o pau de dentro de mim e, num movimento só, me jogou nos ombros dele enquanto me segurava com uma mão e com a outra batia na minha bunda. Esses movimentos o Ale não consegue fazer comigo, não é tão forte. Já esse cara, em cada lugar do meu corpo que ele pegava, eu sentia a força de um homem de verdade. Como é que eu não conheci isso antes? Adorava que ele me subisse na mesa, me mexesse sem pedir, me colocasse do jeito que ele quisesse. Mas quando ele me jogou no ombro dele, isso foi o que me deixou completamente louca.

N: Senta aí. Ordenou pra Ale.

Obedeceu e, de um jeito sutil mas bruto, se acomodou em cima do meu marido.

N: Cogelo. Mandou eu também.

O que eu ia fazer? Em segundos percebi o que vinha quando ele tirou o plug anal. Apoiei a cabeça na entrada da minha buceta fazendo força pra entrar, mesmo estando tudo lubrificado, doía e eu abri os olhos desesperada olhando o Ale cara a cara, tentando afastar aquela pica do meu cu.

Nico colocou minhas duas mãos pra trás, perto da minha bunda, e segurou elas com uma mão só, agarrando meus pulsos. "SEGURA ELA", ele falou pro Ale, enquanto ele, com cara de pena, tesão e submissão, olhou nos meus olhos e disse "ME DESCULPA, MEU AMOR, MAS O NICO MANDOU" e com os dois braços envolveu minhas costas, travando a parte de cima dos meus braços e aproximando meu rosto como se fosse me dar um selinho, pra evitar que eu gritasse, mesmo que se eu gritasse, isso abaixava muito o volume.

Enfiei esse pau no meu cu, era impossível aguentar, mas tava dando o meu máximo, Ale me olhava e falava.

A: Desculpa, meu amor, mas você tem que aguentar, aguenta por favor. Você consegue, minha vida.

Enquanto isso, nosso amigo estava cego de tesão, metendo e metendo na minha bunda. Ale gozou dentro da minha buceta e, pra minha surpresa, quanto mais tempo o Nico metia, melhor eu me sentia. Já tinha me acostumado bem e agora conseguia aproveitar um pouco, bom, mais que um pouco, porque gozei pra caralho.

N: Isso mesmo, puta, aguenta e continua gozando.

Ele continuou e continuou até que eu comecei a sentir muito calor na minha bunda, era a porra que ele tava deixando bem fundo e enquanto eu sentia o pau dele pulsando e pulsando dentro do meu cu, enchendo ele de porra, eu gozei de novo. Recuperei o fôlego e me levantei feito um papel pra me deitar no sofá, tirei uma foto minha.

N: De lembrança, mas com certeza não vai ser a última. Sei que você vai querer mais.

Ele me cumprimentou e foi embora, ao longe eu ouvia o Ale e o Nico conversando na calçada, antes dele ir. Uma coisa tinha ficado clara pra mim depois disso: as fodas suaves já não iam rolar mais, e agora o sexo pesado ia ser a minha perdição.

Tava exausta e, bem na hora de pegar no sono, o Ale entrou. A última coisa que falei antes de descansar foi:

L: Você perguntou pra ela quando ela pode voltar?

Ela riu.

A: Sim, meu amor, claro que sim.

Sorri sabendo da felicidade que ia me dar sentir aquela pica de novo e dormi profundamente.

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