Minha primeira vez transando com um desconhecido

Sou a Agostina, tenho 21 anos e moro em Cba com minha mãe e minha irmã mais velha. Sou morena de olhos escuros, uso óculos, não sou muito alta, tenho as coxas largas e a bunda bem grande acentuada pela minha cintura, dá pra ver na minha foto de perfil. De peito também tô bem, sou copa C, mas desde que fiz 18 o que os caras mais gostam em mim é a minha bunda. O que vou contar aconteceu em abril desse ano. No começo do ano meu ex namorado terminou comigo por questão de ciúmes. Então eu tava voltando pra solteirice, sair pra balada e ficar com alguns caras. Eu antes não era muito de sair pra dançar, mas agora tinha começado a pegar o gostinho. Além disso, pratico Pol dance há dois anos, então tinha aprendido umas coisinhas que iam me servir na balada. Óbvio que as piruetas e a dança do poste não kkkk, mas o que eu tinha aprendido de twerk vinha muito bem. Conversando com uma amiga, ela tentou me convencer de que algum dia eu tinha que provar a experiência de sair pra dançar e transar com algum cara aleatório que me desse bola na balada. Não dei muita bola, não achava a ideia atraente e também não soava como algo que eu fosse gostar. Depois acabei percebendo que tava muito enganada. Tinha saído um tempo pra balada com outra amiga minha. A ideia que a gente tinha era ficar um tempo naquela balada e depois o namorado dela ia passar pra nos buscar pra ir num bar. Eu tava usando uns coturnos, uma saia preta daquelas elásticas e uma regata da mesma cor. Quando o namorado da minha amiga veio nos buscar, eu quis ficar, tava me divertindo muito, alguns caras tinham me comprado uns drinks então eu tava bem entonada na balada. Minha amiga foi embora com o namorado e me disse pra tomar cuidado que qualquer coisa era só ligar. Então eu fiquei sozinha lá e continuei na minha. Dançando bastante com alguns caras, muito amasso também, beijei uns quantos, e também continuei tomando drinks que me davam. Já tarde, um outro cara se aproximou e começou a falar comigo um pouco e comecei a dançar com ele. Ele era mais ou menos loiro, bem alto e meio magrinho, de rosto era bonito mas até aí. Usava uma camisa branca curta e uns jeans, tudo oversize que ficavam muito estilosos. A gente tava se esfregando, ele tava me tocando a cintura e as pernas, chegou perto do meu rosto e começou a falar no meu ouvido - eu, tá curtindo ou tá se entediando? - Tô curtindo, só tô cansada - Já fazia um tempo e eu tinha bebido bastante - Olha, se você quiser, a gente pode sair daqui. Meu carro tá perto e a gente pode ir pra outro lugar. Você topa? No começo não entendi - E o que a gente vai fazer se a gente sair? - Bom, me ocorre que a gente podia fazer algo mais tranquilo. Você sabe, algo mais privado. - Algo mais privado? - Não, isso já caiu a ficha - Não sei, o que você tem em mente? - A gente pode continuar aqui dançando ou se você quiser que eu te mostre algo mais privado no carro, te prometo que você não vai se entediar - Bom, vai, você tem razão. Vamos. - Me saiu dizer que sim e me deixar levar. Saímos da balada e andamos umas quadras até o carro dele. Entrei no banco da frente e o cara começou a acariciar minhas coxas perto de onde terminava minha saia. Com a outra mão me pegou pelo rosto e me beijou. Continuou me tocando e disse - Sabe o que me deixa louco por você? - Não sei, me diz. Tirou a mão das pernas e colocou no meu rabo - Esse teu rabo, como você mexe dançando me mata. Deixou uma das mãos apertando minha bunda e com a outra procurou minha saia e enfiou por cima da fio-dental. Ele já tava bem excitado e tocando pra caralho, eu me deixava fazer de tudo naquele momento. Tava muito molhada e muito bêbada, não me importava com nada e comecei a tocar o pau dele por baixo do jeans. Tirei tudo e ele ficou de cueca, eu tava com a saia toda levantada, soltei ele um pouco pra tirar minha regata e voltei a pegar. Já tava me dedando faz um tempo quando ele disse - Você gosta de como eu te toco assim? Isso te diverte? - Sim, eu gosto. - A gente pode fazer um monte de coisas divertidas se queres - Como que coisas? - Ele me deu um beijo, me deixando em silêncio. -Seria divertido se você chupasse meu pau, por exemplo - Não sei, pode ser - Me fazendo de burra - Me diz, você gosta de fazer isso? Olhei pra ele e respondi - Sim, gosto muito - Então quero que você chupe Ele se inclinou pra trás, abaixou o boxer e começou a me mostrar o pau. Me ajeitei como pude no assento, segurei ele um pouco pra sentir bem, estava todo duro e eu adorava. Sem soltar, me agachei e comecei a colocar na boca de uma vez sem fazer preliminares, estava com uma vontade enorme de me engasgar de pau. Quando me ajeitei melhor, soltei a mão e continuei com a boca. Fiz sinal pra ele me pegar pelo cabelo pra não atrapalhar. Ele me pegou e também começou a fazer pressão na minha nuca pra eu continuar. Não aguentei muito mais, quando ele estava quase gozando, apertou minha nuca e não me soltou, me deixando sem ar enquanto eu sentia a porra quente saindo dentro da minha boca. Ele me disse pra ir pro banco de trás e me ajeitar. Me deitei de barriga pra cima e ele se jogou pra meter os dedos na minha pussy assim deitada. Tirei os coturnos e o que restava da minha roupa. Depois de um tempo, ele colocou minhas pernas nos ombros e começou a me foder. Não conseguia me mexer muito nessa posição. Naquele momento comecei a me dar conta do que estava acontecendo e minha cabeça começou a viajar. Pensava no momento, e no que estávamos fazendo. Em tudo que eu tinha feito naquela noite, nos outros caras que beijei na balada e como eu disse sim pra ele na hora. Percebi que o cara que eu tinha acabado de chupar o pau com desespero era um completo desconhecido pra mim, e que eu não me importava, a única coisa que me importava era foder. O quão excitada e molhada eu estava naquele momento sabendo que estava sendo fodida por um desconhecido não fazia sentido. Nunca na vida me senti tão puta, e queria mais. Pensando no quão puta eu era enquanto ele me fodía, tive dois orgasmos seguidos. Ele saiu de dentro e eu chupei o pau dele pra fazer isso de novo com outra pessoa. Continuei chupando depois que ele gozou porque queria deixar ele duro de novo pra um último round. Falei pra ele - Você aguenta pra mais um? Posso te dar uma surpresa. - Vamos ver, qual é a surpresa que você tem pra mim? - Quero que você me dê no cu. Ele fez uma cara de tesão e de surpresa - Sério? Eu te arrebento toda se você quiser. Me ajeitei de quatro, estava cansada de não conseguir me mexer. Ele veio por trás de mim e começou a chupar meu cu com toda a vontade. Passou a língua, os dedos e bastante saliva. Colocou o pau na entrada do meu cu e começou a se mover devagarinho. As primeiras metidas sempre doem bastante, mas depois que me acostumei comecei a me mexer como se estivesse fazendo twerk. - Uffff que gostoso você se mexer assim, senta. Eu falando como conseguia entre gemidos respondia - Você gosta assim? - Me deixa louco. Peguei a mão dele e coloquei na minha bunda, me dando um tapa - Me dá assim, me dá - Ah, você gosta de tapas - ele me disse enquanto batia na minha bunda - Sim, eu amo - Você ama pau - ele me disse e voltou à minha mente a sensação de ser uma puta completa. - Sim, eu amo pau - Isso saiu totalmente sem filtro - Fala isso de novo - EU AMO PAU - falei de novo gritando. Ele jogou minhas pernas contra o assento e começou a me foder com tudo que ainda tinha. Eu me deixei levar e gozei de novo, tão forte quanto. Sentia o pau entrando quase inteiro no meu cu, e também podia sentir ele pulsando. Tirei ele de dentro e apoiei na minha bunda e pude sentir a pulsação e os jatos de porra saindo, sentindo o calor na minha bunda e nas minhas costas. Depois de terminar, fiquei dormindo no carro uns minutos, o cara me acordou e perguntou se eu queria que ele me levasse pra casa, óbvio que falei que sim. Cheguei em casa, tirei a maquiagem, tomei um banho e fui dormir. No dia seguinte acordei tarde e me lembrava do que tinha feito naquela noite, do quanto eu tinha sido puta e da vontade que eu tinha de fazer tudo de novo. Naquele dia me masturbei várias vezes. Espero que vocês tenham gostado do que escrevi e que me contem o que acharam e o que pensam.

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