Parte 1:https://www.poringa.net/posts/relatos/6303973/Primeros-pasos-con-Elena-y-Dani.htmlCom a Sofi, a gente continuou se vendo até junho, e decidimos parar porque os dois percebemos que como casal não rolava, e preferimos manter nosso vínculo como uma ajuda mútua pra superar nossos relacionamentos anteriores. De vez em quando a gente se juntava pra transar, mas não mais como namorados, e sim como ficantes.
Nessa época, os exames do fim do semestre estavam chegando, e com o grupinho a gente se reunia quase todo dia.
Uma tarde, os únicos que podiam se encontrar éramos eu e a Elenita. O mate passava de mão em mão, mas a conversa mudou rápido de estudo pra uma resenha sobre a vida. Do nada, Elena me confessa que sabe tudo sobre a intimidade minha e da Sofi, e ficou bem perguntadeira. Ela fixava os olhos verdes em mim e contava encontros com a Sofia com todos os detalhes. A fragilidade da silhueta dela contrastava com a intensidade do olhar. Eu não sabia onde me esconder, a namorada de um dos meus melhores amigos estava se insinuando pra mim, e o tesão que tava crescendo ia explodir.
A única coisa que eu queria naquele momento era pegar a Elena no colo, levar ela até a cama, arrancar a blusa preta que ela tava usando e meter bem gostoso até gozar, mas não podia fazer isso com meu amigo. Fiz o possível pra agir como um idiota, e ignorei todas as investidas dela, como consegui mudei de assunto, e depois de um tempo fui pra casa.
Assim que cheguei, refleti sobre o que tinha acontecido e não conseguia acreditar. O famoso bigode que a gente coloca nas namoradas dos amigos tinha sumido, e agora não conseguia tirar a silhueta da Elena da minha cabeça.
Fiz o que qualquer mortal faria, fui no Instagram dela ver as fotos com menos roupa, queria descarregar meu desejo com a imagem dela, meu pau não aguentava mais, tava durinho como naquelas manhãs que a gente acorda sem despertador. Aí a culpa voltou. Metade das fotos de biquíni era da viagem pro Brasil que ela fez com o Dani.
Optei por entrar aqui no fórum e me aliviar com alguma gostosa que me lembrasse ela, e tentar apagar essas ideias. Cachondas da minha cabeça.
Terminamos aquele período de provas e fomos muito bem todos, então decidimos sair pra dançar pra comemorar. Fomos primeiro num barzinho comer umas pizzas e tomar cerveja, e depois fomos pra uma balada.
Compramos um par de garrafas de fernet, e íamos nos revezando pra encher os copos. Quando chegou minha vez de buscar a rodada, a Elena se ofereceu pra me ajudar a carregar tudo. Enquanto esperávamos no balcão, na penumbra da balada e com a música estourando, ela chegou perto do meu ouvido e sussurrou: "Não consigo tirar da cabeça os contos da Sofia, eu também quero viver isso." Meu coração e minha cabeça dispararam. "Elena, você é louca... você tá namorando o Dani, não dá" foi a primeira coisa que me veio, e a resposta dela me deixou gelado: "Pode ficar tranquilo com o Dani, ele já sabe o que eu quero."
Não sabia o que fazer naquela situação. Ela, com uma cara de boneca de porcelana, e um corpo ultra gostoso, tava se entregando pra mim. Me veio a ideia de falar: "Bom, se o Dani der o ok, a gente vai fundo, mas deixa eu falar com ele sóbrio outro dia."
Voltamos com as bebidas, e continuamos a festa com o pessoal, mas mal terminei aquele copo fui embora falando que tava me sentindo mal, foi a desculpa mais fácil que arrumei pra fugir dessa enrascada.
Passou uma semana, e o Dani me chamou pro futebol de sempre com a galera porque tava faltando um. Aproveitei o cigarrinho depois do jogo pra chegar no Dani. Contei o que rolou na balada, com aquele jeito atrapalhado de quem tem medo de estragar uma amizade de anos. O Dani me olhou, soltou a fumaça devagar e falou: "Pode ir em frente, cara. Faz um tempo que a gente tá pensando em abrir o relacionamento e me passa confiança que seja você o primeiro a entrar. Sei que ela tá em boas mãos."
Tentei agir na boa, mas minha cabeça tava a mil. Aquele desejo que começou naquela tarde de chimarrão, finalmente tinha sinal verde pra ser realizado.
A única coisa que consegui perguntar foi se ele queria saber quando ia rolar ou se preferia descobrir depois, e aí ela me disse que depois, que excitava ela que a Elena contasse com todos os detalhes depois que a gente já tivesse se encontrado.
Voltei pra casa a mil, não entendia nada do que tava rolando, sabia que agora só me restava marcar o encontro com a Elena, mas o que ia acontecer depois?
Nessa época, os exames do fim do semestre estavam chegando, e com o grupinho a gente se reunia quase todo dia.
Uma tarde, os únicos que podiam se encontrar éramos eu e a Elenita. O mate passava de mão em mão, mas a conversa mudou rápido de estudo pra uma resenha sobre a vida. Do nada, Elena me confessa que sabe tudo sobre a intimidade minha e da Sofi, e ficou bem perguntadeira. Ela fixava os olhos verdes em mim e contava encontros com a Sofia com todos os detalhes. A fragilidade da silhueta dela contrastava com a intensidade do olhar. Eu não sabia onde me esconder, a namorada de um dos meus melhores amigos estava se insinuando pra mim, e o tesão que tava crescendo ia explodir.
A única coisa que eu queria naquele momento era pegar a Elena no colo, levar ela até a cama, arrancar a blusa preta que ela tava usando e meter bem gostoso até gozar, mas não podia fazer isso com meu amigo. Fiz o possível pra agir como um idiota, e ignorei todas as investidas dela, como consegui mudei de assunto, e depois de um tempo fui pra casa.
Assim que cheguei, refleti sobre o que tinha acontecido e não conseguia acreditar. O famoso bigode que a gente coloca nas namoradas dos amigos tinha sumido, e agora não conseguia tirar a silhueta da Elena da minha cabeça.
Fiz o que qualquer mortal faria, fui no Instagram dela ver as fotos com menos roupa, queria descarregar meu desejo com a imagem dela, meu pau não aguentava mais, tava durinho como naquelas manhãs que a gente acorda sem despertador. Aí a culpa voltou. Metade das fotos de biquíni era da viagem pro Brasil que ela fez com o Dani.
Optei por entrar aqui no fórum e me aliviar com alguma gostosa que me lembrasse ela, e tentar apagar essas ideias. Cachondas da minha cabeça.
Terminamos aquele período de provas e fomos muito bem todos, então decidimos sair pra dançar pra comemorar. Fomos primeiro num barzinho comer umas pizzas e tomar cerveja, e depois fomos pra uma balada.
Compramos um par de garrafas de fernet, e íamos nos revezando pra encher os copos. Quando chegou minha vez de buscar a rodada, a Elena se ofereceu pra me ajudar a carregar tudo. Enquanto esperávamos no balcão, na penumbra da balada e com a música estourando, ela chegou perto do meu ouvido e sussurrou: "Não consigo tirar da cabeça os contos da Sofia, eu também quero viver isso." Meu coração e minha cabeça dispararam. "Elena, você é louca... você tá namorando o Dani, não dá" foi a primeira coisa que me veio, e a resposta dela me deixou gelado: "Pode ficar tranquilo com o Dani, ele já sabe o que eu quero."
Não sabia o que fazer naquela situação. Ela, com uma cara de boneca de porcelana, e um corpo ultra gostoso, tava se entregando pra mim. Me veio a ideia de falar: "Bom, se o Dani der o ok, a gente vai fundo, mas deixa eu falar com ele sóbrio outro dia."
Voltamos com as bebidas, e continuamos a festa com o pessoal, mas mal terminei aquele copo fui embora falando que tava me sentindo mal, foi a desculpa mais fácil que arrumei pra fugir dessa enrascada.
Passou uma semana, e o Dani me chamou pro futebol de sempre com a galera porque tava faltando um. Aproveitei o cigarrinho depois do jogo pra chegar no Dani. Contei o que rolou na balada, com aquele jeito atrapalhado de quem tem medo de estragar uma amizade de anos. O Dani me olhou, soltou a fumaça devagar e falou: "Pode ir em frente, cara. Faz um tempo que a gente tá pensando em abrir o relacionamento e me passa confiança que seja você o primeiro a entrar. Sei que ela tá em boas mãos."
Tentei agir na boa, mas minha cabeça tava a mil. Aquele desejo que começou naquela tarde de chimarrão, finalmente tinha sinal verde pra ser realizado.
A única coisa que consegui perguntar foi se ele queria saber quando ia rolar ou se preferia descobrir depois, e aí ela me disse que depois, que excitava ela que a Elena contasse com todos os detalhes depois que a gente já tivesse se encontrado.
Voltei pra casa a mil, não entendia nada do que tava rolando, sabia que agora só me restava marcar o encontro com a Elena, mas o que ia acontecer depois?
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