A verdade é que faz um tempão que eu venho lendo relatos nessa comunidade e queria compartilhar minha humilde experiência. Mas não sabia bem como começar, então seguindo o modelo de alguns filmes de Hollywood, vou usar o sistema de ir de um ponto do passado para outro ainda anterior e daí para o presente.
Vamos ao começo, ou seja, quem somos. Minha mãe se chama Dayana e sem dúvida é o que no mundo se conhece como MILF. Leia-se: uma mãe que muitos dariam tudo pra comer. Nascida em Valentín Alsina, desenvolveu um corpo infernal desde muito jovem. Um par de peitos bem redondos como dois melões e uma bunda empinada chamavam muita atenção. Cinturinha perfeita e cabelos longos e lisos a tornavam muito desejável, rapidamente virando promoter e presença em baladas locais. Por aquela época, as minissaias bem curtas e os decotes já tinham tomado as ruas pras garotas que se atreviam a mostrar e exibir seus dotes. Dayana então nunca hesitou nem por um segundo em aproveitar sua bela dianteira e uma bunda espetacular pra conseguir o que quisesse. Grana, bebidas, a noite e o álcool viraram moeda corrente. E claro, imaginem numa época em que ainda se ia um pouco mais tapada pras baladas, dar de cara com minha mãe, com decotes bem profundos e minissaias no limite do proibido. Como ainda não se usavam calcinhas fio dental como hoje, Dayana me contou que adorava ir sem calcinha pra balada. Principalmente pras baladas de Avellaneda e Lanús, onde segundo ela os caras eram mais ousados. De modo que rapidamente minha mãe tinha todo mundo aos seus pés.
Chegava com seu grupinho de amigas e rapidamente chamava a atenção de todos nas noites quentes. Os caras se jogavam de cabeça, oferecendo bebidas, grana e tudo mais só pra passar um tempo com elas. Inclusive me contou que por quinhentos dólares deu um boquete daqueles num ex-jogador de futebol de primeira divisão no VIP de uma balada de Avellaneda. Imaginam que sorte a desse cara, né? boquete no vip da balada por uma mina que era, sem dúvida, a mais gostosa e sexy da noite toda. Mas as coisas boas duram pouco, e antes de completar um ano dessa vida de putaria, álcool, sexo e descontrole, eu cheguei. Sim, cheguei em forma de gravidez pra complicar um pouco tudo. Nunca soubemos quem era meu pai, porque, como eu disse antes, minha mãe vivia uma vida linda de putaria, onde eu imagino ela sentando em centenas de paus. Algum deles acabou engravidando ela, e a vida de balada ficou de lado pela primeira vez.
Minha mãe então passou a procurar algum otário que não só bancasse ela, mas também cuidasse de mim. Uma coisa que eu tenho certeza é que minha mãe, com aquele corpo e grávida, devia chamar muita atenção. Não demorou muito pra arrumar um trouxa que pagasse tudo em troca de ela montar nele todas as noites. O mais engraçado é que, apesar do cara pagar tudo, minha mãe, longe de ficar presa a ele, dava o golpe sempre que podia. E pra piorar, ela traía ele com uns caras do nosso bairro que não valiam nada, mas minha mãe sempre diz: "primeiro a rola, depois o resto". A história acabou quando o cara que pagava tudo pegou minha mãe dando pra um amante na cozinha. Minha mãe, longe de pedir desculpas, ria e continuava fodendo como se nada tivesse acontecido. Dessa relação com o amante nasceu Camila, minha irmã.
Como eu disse no formato, vamos indo e voltando no passado porque adotei esse jeito de contar a história. Então, com isso em mente, a gente dá um pulo pro lindo ano de 2007.
Em 2007, minha mãe tinha se transformado numa MILF de respeito, com um corpo de dar inveja. Inveja mesmo. As marquinhas na cinturinha dela, dos dois partos, deixavam uma espécie de marca de fêmea selvagem que combinava com o fogo no olhar dela. O rosto sem uma ruga, o cabelo comprido e liso igual na juventude, mas com umas plásticas, ela tinha conseguido um corpo digno de programa de televisão. Ela tinha colocado peitos exageradamente grandes, realmente copiando o estilo da Luciana Salazar ou da Sabrina Sabrok. Peitões enormes, firmes, com bicos bem chamativos. Claro que não tinha um único sutiã na casa inteira, então todas as roupas dela, por mais castas que fossem (e nenhuma era casta), deixavam esses peitões enormes bem evidentes. No verão, as favoritas dela eram as regatas do Rolling Stones ou de bandas de rock, que com aquelas bocetas enormes escapavam pelos lados ou explodiam na pobre regata. Assim como na juventude, as minissaias no limite do proibido estavam sempre nos looks dela, e ela mantinha essa linda tradição de sair por aí sem calcinha. Dizia que a xereca tem que estar sempre fresquinha e arejada.
Meus dias então passavam como dentro de um cinema pornô de luxo, bom, talvez não tanto assim, mas eu conseguia ver minha mãe pelada basicamente o tempo todo. Primeiro, como eu disse, porque a Dayana vivia de minissaia sem calcinha, então assim que sentava e se você prestasse um pouco de atenção, já via ali a pele carnuda daquela buceta digna de uma MILF. Dava pra ver sempre bem carnuda e meio melada, dava pra ver com o raio de sol o reflexo do melado no anel dela. Motivo suficiente pra sentir meu pobre pau ficar duro que nem madeira. Mas é claro que tem mais, muito mais. Minha mãe sempre tinha o costume de sair do banho completamente nua (buceta e peitos) e ir procurar a toalha que esqueceu sei lá onde. Então, tranquilamente, você podia estar lanchando e ver minha mãe passar de buceta e peitos, toda molhada, molhando o chão inteiro atrás da toalha. Detalhe: ela nunca ia secar aquilo depois. Sequem vocês mesmos se tão tão preocupados. Sim, eu terminava o lanche com o pau no teto vendo aquela sequência linda. Além disso, minha mãe nem tentava se cobrir, podia desfilar de buceta e peitos na nossa frente procurando a toalha como se nada fosse. Como ela tinha a buceta, vocês devem estar se perguntando... vocês, bom, bem carnuda com lábios grossos, bem bucetuda, geralmente com fluxo, é como se vivesse molhada, tipo, vivesse quente. E um pouco peludinha, não muito, na medida certa pra diferenciar uma piranha idiota de uma mulher de verdade. Na real, minha namoradinha daquela época, mesmo tendo uma corpinho bonito e uma carinha linda, nunca ia conseguir igualar aquela pussy carnuda da minha mãe que eu via passar na frente dos meus olhos.
Vale dizer que minha namoradinha, por mais gostosa e sexy que fosse, a gente não passava de beijos, amassos com língua e apalpada, então sem sexo e com minha mãe literalmente pelada todo dia, eu vivia mais quente que um vulcão.
E assim chegamos na primeira historinha "ao vivo", digamos. Como eu disse, era verão de 2007 e eu tinha passado a tarde inteira com minha namoradinha. A gente tinha ficado horas se beijando na praça e, claro, voltei bonner pra casa. Quando me deitei, era óbvio que não conseguia dormir. Lógico, com os beijos, as apalpadas a tarde toda, a tesão tava à flor da pele. Eu tava completamente alucinado, com a pica bem dura, só coberto pelos lençóis. Sentia meu pau ereto roçando no lençol, e eu, graças à minha mãe, dormia pelado, e isso só me deixava pior. Minha irmã, na cama ao lado, dormia, e tinha silêncio no quarto inteiro. Tentava fechar os olhos, mas a tesão me vencia. Tava nessa quando, do quarto ao lado do nosso, uns gritos de prazer invadiram como uma tijolada. "Aaaggg aggggg aaaaaaaaaaaggggg" entraram na minha cabeça pra nunca mais sair. Eram gritos, gemidos de foda, de sexo. Mas não era qualquer gemido, não era qualquer grito, eram os gritos da minha mãe fodendo com algum dos seus caras. Olhei a hora, era quase duas da madrugada. Não tive tempo nem de sentir sensações (além de uma excitação tremenda que deixou minha pica mais dura) que de novo um fio de gemidos entrou. "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaa AAAAAAAAAAAA" gritava desesperadamente minha mãe. Eu, cada vez mais quente. imaginando como estavam dando, imaginando as posições, a situação, tudo. Mais uma vez, uma sequência de vários gemidos continuava ecoando por todas as paredes, AAAAAA AAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAA, eu transbordando de porra e tesão escutava com prazer. A primeira frase no meio de tantos gemidos fodeu de vez minha cabeça quente: "me come toda, meu amor, me come toda". Comecei a sentir que até pela cabeça da pica saía um pouco de líquido pré-gozo, de tanto tesão que eu tava. Pra piorar, o roçar no lençol me deixava ainda mais excitado, me levantei da cama e me aproximei da parede que separa os dois quartos, o da minha mãe do nosso. Assim, com a pica dura, me encostei na parede e os gritos voltaram a explodir com tudo. AAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA a segunda frase me deu uma pontada de tesão: "me dá essa pica, meu amor, arromba minha buceta, arromba ela toda". Fiquei ali encostado na parede por um bom tempo, sentindo ao vivo e a cores que estavam comendo gostoso a minha puta da mãe. Os minutos foram passando e eu tava cada vez mais perto de estourar. Queria ver, mas dessa vez não tive coragem de espiar. Acabei ficando encostado na parede até ouvir que o cara tinha gozado (meio rápido, por sinal) e umas reclamações da minha mãe, que claramente esperava mais pica. Dessa vez fiquei no quarto todo excitado, pica dura e sem dormir absolutamente nada. Minha namoradinha achou que o tesão extremo era por causa dela, então ganhei mais beijos e apalpadelas dela o dia seguinte inteiro. Mas a próxima noite vai ser mais quente, logo mais posto a próxima noite.
Vamos ao começo, ou seja, quem somos. Minha mãe se chama Dayana e sem dúvida é o que no mundo se conhece como MILF. Leia-se: uma mãe que muitos dariam tudo pra comer. Nascida em Valentín Alsina, desenvolveu um corpo infernal desde muito jovem. Um par de peitos bem redondos como dois melões e uma bunda empinada chamavam muita atenção. Cinturinha perfeita e cabelos longos e lisos a tornavam muito desejável, rapidamente virando promoter e presença em baladas locais. Por aquela época, as minissaias bem curtas e os decotes já tinham tomado as ruas pras garotas que se atreviam a mostrar e exibir seus dotes. Dayana então nunca hesitou nem por um segundo em aproveitar sua bela dianteira e uma bunda espetacular pra conseguir o que quisesse. Grana, bebidas, a noite e o álcool viraram moeda corrente. E claro, imaginem numa época em que ainda se ia um pouco mais tapada pras baladas, dar de cara com minha mãe, com decotes bem profundos e minissaias no limite do proibido. Como ainda não se usavam calcinhas fio dental como hoje, Dayana me contou que adorava ir sem calcinha pra balada. Principalmente pras baladas de Avellaneda e Lanús, onde segundo ela os caras eram mais ousados. De modo que rapidamente minha mãe tinha todo mundo aos seus pés.
Chegava com seu grupinho de amigas e rapidamente chamava a atenção de todos nas noites quentes. Os caras se jogavam de cabeça, oferecendo bebidas, grana e tudo mais só pra passar um tempo com elas. Inclusive me contou que por quinhentos dólares deu um boquete daqueles num ex-jogador de futebol de primeira divisão no VIP de uma balada de Avellaneda. Imaginam que sorte a desse cara, né? boquete no vip da balada por uma mina que era, sem dúvida, a mais gostosa e sexy da noite toda. Mas as coisas boas duram pouco, e antes de completar um ano dessa vida de putaria, álcool, sexo e descontrole, eu cheguei. Sim, cheguei em forma de gravidez pra complicar um pouco tudo. Nunca soubemos quem era meu pai, porque, como eu disse antes, minha mãe vivia uma vida linda de putaria, onde eu imagino ela sentando em centenas de paus. Algum deles acabou engravidando ela, e a vida de balada ficou de lado pela primeira vez.
Minha mãe então passou a procurar algum otário que não só bancasse ela, mas também cuidasse de mim. Uma coisa que eu tenho certeza é que minha mãe, com aquele corpo e grávida, devia chamar muita atenção. Não demorou muito pra arrumar um trouxa que pagasse tudo em troca de ela montar nele todas as noites. O mais engraçado é que, apesar do cara pagar tudo, minha mãe, longe de ficar presa a ele, dava o golpe sempre que podia. E pra piorar, ela traía ele com uns caras do nosso bairro que não valiam nada, mas minha mãe sempre diz: "primeiro a rola, depois o resto". A história acabou quando o cara que pagava tudo pegou minha mãe dando pra um amante na cozinha. Minha mãe, longe de pedir desculpas, ria e continuava fodendo como se nada tivesse acontecido. Dessa relação com o amante nasceu Camila, minha irmã.
Como eu disse no formato, vamos indo e voltando no passado porque adotei esse jeito de contar a história. Então, com isso em mente, a gente dá um pulo pro lindo ano de 2007.
Em 2007, minha mãe tinha se transformado numa MILF de respeito, com um corpo de dar inveja. Inveja mesmo. As marquinhas na cinturinha dela, dos dois partos, deixavam uma espécie de marca de fêmea selvagem que combinava com o fogo no olhar dela. O rosto sem uma ruga, o cabelo comprido e liso igual na juventude, mas com umas plásticas, ela tinha conseguido um corpo digno de programa de televisão. Ela tinha colocado peitos exageradamente grandes, realmente copiando o estilo da Luciana Salazar ou da Sabrina Sabrok. Peitões enormes, firmes, com bicos bem chamativos. Claro que não tinha um único sutiã na casa inteira, então todas as roupas dela, por mais castas que fossem (e nenhuma era casta), deixavam esses peitões enormes bem evidentes. No verão, as favoritas dela eram as regatas do Rolling Stones ou de bandas de rock, que com aquelas bocetas enormes escapavam pelos lados ou explodiam na pobre regata. Assim como na juventude, as minissaias no limite do proibido estavam sempre nos looks dela, e ela mantinha essa linda tradição de sair por aí sem calcinha. Dizia que a xereca tem que estar sempre fresquinha e arejada.
Meus dias então passavam como dentro de um cinema pornô de luxo, bom, talvez não tanto assim, mas eu conseguia ver minha mãe pelada basicamente o tempo todo. Primeiro, como eu disse, porque a Dayana vivia de minissaia sem calcinha, então assim que sentava e se você prestasse um pouco de atenção, já via ali a pele carnuda daquela buceta digna de uma MILF. Dava pra ver sempre bem carnuda e meio melada, dava pra ver com o raio de sol o reflexo do melado no anel dela. Motivo suficiente pra sentir meu pobre pau ficar duro que nem madeira. Mas é claro que tem mais, muito mais. Minha mãe sempre tinha o costume de sair do banho completamente nua (buceta e peitos) e ir procurar a toalha que esqueceu sei lá onde. Então, tranquilamente, você podia estar lanchando e ver minha mãe passar de buceta e peitos, toda molhada, molhando o chão inteiro atrás da toalha. Detalhe: ela nunca ia secar aquilo depois. Sequem vocês mesmos se tão tão preocupados. Sim, eu terminava o lanche com o pau no teto vendo aquela sequência linda. Além disso, minha mãe nem tentava se cobrir, podia desfilar de buceta e peitos na nossa frente procurando a toalha como se nada fosse. Como ela tinha a buceta, vocês devem estar se perguntando... vocês, bom, bem carnuda com lábios grossos, bem bucetuda, geralmente com fluxo, é como se vivesse molhada, tipo, vivesse quente. E um pouco peludinha, não muito, na medida certa pra diferenciar uma piranha idiota de uma mulher de verdade. Na real, minha namoradinha daquela época, mesmo tendo uma corpinho bonito e uma carinha linda, nunca ia conseguir igualar aquela pussy carnuda da minha mãe que eu via passar na frente dos meus olhos.
Vale dizer que minha namoradinha, por mais gostosa e sexy que fosse, a gente não passava de beijos, amassos com língua e apalpada, então sem sexo e com minha mãe literalmente pelada todo dia, eu vivia mais quente que um vulcão.
E assim chegamos na primeira historinha "ao vivo", digamos. Como eu disse, era verão de 2007 e eu tinha passado a tarde inteira com minha namoradinha. A gente tinha ficado horas se beijando na praça e, claro, voltei bonner pra casa. Quando me deitei, era óbvio que não conseguia dormir. Lógico, com os beijos, as apalpadas a tarde toda, a tesão tava à flor da pele. Eu tava completamente alucinado, com a pica bem dura, só coberto pelos lençóis. Sentia meu pau ereto roçando no lençol, e eu, graças à minha mãe, dormia pelado, e isso só me deixava pior. Minha irmã, na cama ao lado, dormia, e tinha silêncio no quarto inteiro. Tentava fechar os olhos, mas a tesão me vencia. Tava nessa quando, do quarto ao lado do nosso, uns gritos de prazer invadiram como uma tijolada. "Aaaggg aggggg aaaaaaaaaaaggggg" entraram na minha cabeça pra nunca mais sair. Eram gritos, gemidos de foda, de sexo. Mas não era qualquer gemido, não era qualquer grito, eram os gritos da minha mãe fodendo com algum dos seus caras. Olhei a hora, era quase duas da madrugada. Não tive tempo nem de sentir sensações (além de uma excitação tremenda que deixou minha pica mais dura) que de novo um fio de gemidos entrou. "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaa AAAAAAAAAAAA" gritava desesperadamente minha mãe. Eu, cada vez mais quente. imaginando como estavam dando, imaginando as posições, a situação, tudo. Mais uma vez, uma sequência de vários gemidos continuava ecoando por todas as paredes, AAAAAA AAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAA, eu transbordando de porra e tesão escutava com prazer. A primeira frase no meio de tantos gemidos fodeu de vez minha cabeça quente: "me come toda, meu amor, me come toda". Comecei a sentir que até pela cabeça da pica saía um pouco de líquido pré-gozo, de tanto tesão que eu tava. Pra piorar, o roçar no lençol me deixava ainda mais excitado, me levantei da cama e me aproximei da parede que separa os dois quartos, o da minha mãe do nosso. Assim, com a pica dura, me encostei na parede e os gritos voltaram a explodir com tudo. AAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA a segunda frase me deu uma pontada de tesão: "me dá essa pica, meu amor, arromba minha buceta, arromba ela toda". Fiquei ali encostado na parede por um bom tempo, sentindo ao vivo e a cores que estavam comendo gostoso a minha puta da mãe. Os minutos foram passando e eu tava cada vez mais perto de estourar. Queria ver, mas dessa vez não tive coragem de espiar. Acabei ficando encostado na parede até ouvir que o cara tinha gozado (meio rápido, por sinal) e umas reclamações da minha mãe, que claramente esperava mais pica. Dessa vez fiquei no quarto todo excitado, pica dura e sem dormir absolutamente nada. Minha namoradinha achou que o tesão extremo era por causa dela, então ganhei mais beijos e apalpadelas dela o dia seguinte inteiro. Mas a próxima noite vai ser mais quente, logo mais posto a próxima noite.
6 comentários - escucho a mi mama culear