Sou Eva, tenho 30 anos, sou professora de dança. Gosto de ir à academia e de sair com amigos. Moro com o Pablo, meu parceiro, há 11 anos, nos casamos há 5 e vivemos em um prédio na região central da nossa cidade. Não sou muito alta, 1,67m, não tenho um corpo atlético, mas também não sou gorda, não tenho muitos peitos, mas sempre me elogiaram pelas minhas pernas e pelo meu bumbum, que são grandes e redondos, sou pernuda. O Pablo é alto, 1,84m, vive na academia, pesa 90 quilos de puro músculo. É o típico gostoso sarado, mas entre nós, de todos os namorados que tive, é o que tem o pau mais pequeno. Sei que está na média porque mede 13cm bem duro, isso me levou a recorrer aos meus dedos e alguns brinquedos de vez em quando. Transamos com frequência, mas é muito raro eu conseguir gozar. Mesmo assim, a gente leva de boa, tirando esse pequeno detalhe, ele é o parceiro perfeito.
Tudo começou uma tarde em que eu voltava de um horário com minha manicure e vi a porta entreaberta do Diego, nosso vizinho, um senhor de quase 70 anos que mora no apartamento ao lado. É um velho rabugento, sempre de mau humor e procurando problema com todos os vizinhos, é um ex-militar aposentado, machista e narcisista. Já tinha se desentendido algumas vezes com o Pablo por causa de lixo e barulho alto, mas nada fora do normal, mas desde então sempre se estranharam. Ouvi uns barulhos fortes quando passei pelo apartamento dele e me preocupei, por ser um homem idoso, de ele ter caído e quebrado algo. Então entrei para ver se estava tudo bem e vi o senhor Diego sentado no sofá dele assistindo a um filme pornô enquanto se masturbava. No começo, me deu risada e um pouco de vergonha alheia. Até que vi o pau do senhor Diego: era enorme, grosso e comprido, cheio de veias e com uma cabeça grande que parecia um cogumelo. Fiquei em tranque um momento olhando aquela beleza de pau, e o que me chamou a atenção para a idade dele foi o quão duro ele estava. Não percebi que o senhor Diego tinha notado minha presença, ele me olhou com um sorriso e me... ele perguntou se eu gostava do pau dele enquanto segurava com a mão e apontava para mim. -Eva- não, senhor Diego! Como o senhor pode pensar isso -diego- tem certeza? Eu acho que você gosta, e muito. Enquanto me dizia isso, ele fez sinais para que eu olhasse para baixo. Não podia acreditar, meu corpo me traíra e a legging que eu usava deixava ver uma mancha na minha entreperna, eu tinha me molhado só de ver o pau dele, e dava para ver claramente como toda a minha zona íntima estava encharcada. Senti muita vergonha e me virei para que ele não me visse. O senhor Diego se levantou e se aproximou por trás, encostando seu pau grande na porta da minha buceta por trás. Senti como, apesar da minha calcinha fio-dental e da legging que eu usava, a cabeça do pau do senhor Diego separava os lábios da minha buceta e ia abrindo caminho dentro de mim, certamente por causa da quantidade de mel da buceta que ver aquele pau tão grande me provocou. O senhor Diego só riu ao ver o quanto eu estava molhada e como seu pau entrava sozinho na minha buceta; quando ele tirou, senti como um vazio, um vazio que precisava ser preenchido imediatamente. Já vencida pela situação, baixei a legging e a calcinha fio-dental já encharcadas, me virei para poder ver de novo o pau do senhor Diego, olhei para o chão e vi como da minha buceta caíam gotas de mel da buceta só de ver o pau daquele homem. O senhor Diego, sem dizer nada, me levou contra a parede e enfiou de uma vez, senti uma dor muito grande, nunca tinham me metido um pau tão longo e grosso, mas com a dor também senti muito prazer, gozei duas vezes, minhas pernas tremiam, minha buceta se agarrava àquele pau para nunca soltá-lo, nunca minha buceta tinha se aberto tanto, don Diego começou a bombear bem devagar, com cada movimento do seu pau me provocava um orgasmo, meus gemidos já viraram gritos, mas a conta das vezes que gozei... e até isso o senhor Diego ainda não tinha gozado nenhuma.
Tudo começou uma tarde em que eu voltava de um horário com minha manicure e vi a porta entreaberta do Diego, nosso vizinho, um senhor de quase 70 anos que mora no apartamento ao lado. É um velho rabugento, sempre de mau humor e procurando problema com todos os vizinhos, é um ex-militar aposentado, machista e narcisista. Já tinha se desentendido algumas vezes com o Pablo por causa de lixo e barulho alto, mas nada fora do normal, mas desde então sempre se estranharam. Ouvi uns barulhos fortes quando passei pelo apartamento dele e me preocupei, por ser um homem idoso, de ele ter caído e quebrado algo. Então entrei para ver se estava tudo bem e vi o senhor Diego sentado no sofá dele assistindo a um filme pornô enquanto se masturbava. No começo, me deu risada e um pouco de vergonha alheia. Até que vi o pau do senhor Diego: era enorme, grosso e comprido, cheio de veias e com uma cabeça grande que parecia um cogumelo. Fiquei em tranque um momento olhando aquela beleza de pau, e o que me chamou a atenção para a idade dele foi o quão duro ele estava. Não percebi que o senhor Diego tinha notado minha presença, ele me olhou com um sorriso e me... ele perguntou se eu gostava do pau dele enquanto segurava com a mão e apontava para mim. -Eva- não, senhor Diego! Como o senhor pode pensar isso -diego- tem certeza? Eu acho que você gosta, e muito. Enquanto me dizia isso, ele fez sinais para que eu olhasse para baixo. Não podia acreditar, meu corpo me traíra e a legging que eu usava deixava ver uma mancha na minha entreperna, eu tinha me molhado só de ver o pau dele, e dava para ver claramente como toda a minha zona íntima estava encharcada. Senti muita vergonha e me virei para que ele não me visse. O senhor Diego se levantou e se aproximou por trás, encostando seu pau grande na porta da minha buceta por trás. Senti como, apesar da minha calcinha fio-dental e da legging que eu usava, a cabeça do pau do senhor Diego separava os lábios da minha buceta e ia abrindo caminho dentro de mim, certamente por causa da quantidade de mel da buceta que ver aquele pau tão grande me provocou. O senhor Diego só riu ao ver o quanto eu estava molhada e como seu pau entrava sozinho na minha buceta; quando ele tirou, senti como um vazio, um vazio que precisava ser preenchido imediatamente. Já vencida pela situação, baixei a legging e a calcinha fio-dental já encharcadas, me virei para poder ver de novo o pau do senhor Diego, olhei para o chão e vi como da minha buceta caíam gotas de mel da buceta só de ver o pau daquele homem. O senhor Diego, sem dizer nada, me levou contra a parede e enfiou de uma vez, senti uma dor muito grande, nunca tinham me metido um pau tão longo e grosso, mas com a dor também senti muito prazer, gozei duas vezes, minhas pernas tremiam, minha buceta se agarrava àquele pau para nunca soltá-lo, nunca minha buceta tinha se aberto tanto, don Diego começou a bombear bem devagar, com cada movimento do seu pau me provocava um orgasmo, meus gemidos já viraram gritos, mas a conta das vezes que gozei... e até isso o senhor Diego ainda não tinha gozado nenhuma.
2 comentários - O Bully do Meu Marido