Tudo mudou numa noite de plantão especialmente pesada. Eram onze e meia da noite. Laura acabara de terminar uma cirurgia de emergência de quatro horas e caminhava pelo corredor da ala pós-operatória ainda com o jaleco, o cabelo preso num rabo de cavalo alto e o cansaço estampado no rosto. O corpo dela estava suado por baixo da roupa cirúrgica. Os peitos, firmes e grandes para o corpo magro, marcavam levemente o tecido. A bunda redonda e empinada balançava a cada passo. Aí estava ele: Diego, o enfermeiro de 27 anos que tava há seis meses no turno da noite. Alto, ombros largos, pele morena e braços fortes de tanto carregar paciente e equipamento. Tinha um sorriso fácil e um olhar que sempre demorava um segundo a mais no decote de Laura. Naquela noite, Diego tava conferindo um carrinho de medicação no corredor vazio. — Doutora Mendoza, tudo bem? — perguntou ele com a voz baixa e rouca —. A senhora tá exausta. Laura parou. Olhou pra ele. Pela primeira vez, não desviou o olhar. — Exausta e com vontade de alguém tirar essa tensão de mim — respondeu ela, sem pensar muito. Diego levantou uma sobrancelha. Sorriu de lado. — E se eu te ajudar com isso, doutora? Não teve mais conversa. Laura olhou pros dois lados do corredor. Ninguém. Agarrou Diego pelo peito do uniforme e arrastou ele até a porta da sala de descanso dos médicos, que tava vazia naquela hora. Trancaram a porta, mas não completamente. A fechadura tinha um buraquinho; qualquer um que passasse pelo corredor podia ouvir. Assim que a porta fechou, Diego empurrou ela contra a parede. As bocas se encontraram com fome. Línguas se enroscando, saliva se misturando. As mãos dele foram direto pros peitos de Laura, apertando por cima do jaleco. — Porra, doutora… você tem uns peitos que me deixam louco desde o primeiro dia — rosnou ele. Laura ofegou. Puxou a calça do uniforme de Diego pra baixo de uma vez. O pau dele saltou livre, já duro, grosso e cheio de veias. Era maior do que exatamente o que imaginava. Uns bons vinte centímetros, com a cabeça inchada e brilhante. —Mmm… olha a pica que tu tem, enfermeiro —sussurrou ela, ajoelhando sem pensar duas vezes. Meteu na boca de uma vez. Não foi delicado. Laura chupou com gosto, como se precisasse daquela pica pra sobreviver. Tirou, cuspiu, lambeu dos ovos até a ponta. Diego agarrou ela pelo cabelo e fodeu a boca dela com força. —Assim, puta… chupa minha pica bem fundo. Laura gemia em volta da pica. A buceta dela já tava encharcada. Sentia escorrendo pelas coxas. Diego levantou ela de repente, sentou na mesa da sala de descanso e abriu as pernas dela. Baixou a calça cirúrgica junto com a calcinha num movimento só. A buceta de Laura ficou exposta: depilada, inchada, os lábios grandes abertos e brilhando de melado. —Que buceta mais linda e molhada que tu tem, doutora —disse ele, ajoelhando. Enterrou a cara. Língua dura no clitóris, dois dedos lá dentro se mexendo rápido. Laura teve que tampar a boca pra não gritar. Gozou em menos de um minuto, tremendo, apertando a cabeça de Diego contra a buceta dela. Mas isso não foi suficiente. Diego se levantou, cuspiu na pica e meteu de uma estocada só até o fundo. —Aih, porra! —gritou Laura. Ele tava comendo ela forte, sem piedade. A mesa rangia a cada metida. Os peitos dela pulavam dentro do jaleco. Diego levantou a parte de cima e chupou eles, mordendo os bicos duros. —Tô te comendo como merece uma casada gostosa que nem tu —rosnou ele—. Olha como minha pica abre tua buceta. Laura tava fora de si. Só gemia e pedia mais. —Mais forte… me come mais forte, Diego… enfia essa pica toda. Ele virou ela. Agora tava apoiada na mesa, rabo empinado. Cuspiu no cu dela e meteu um dedo enquanto continuava comendo ela pela buceta. Depois, sem avisar, tirou a pica escorrendo e apoiou na bunda. —Quer que eu coma seu cu também, doutora? Laura nem pensou duas vezes. —Sim… enfia no meu cu. Diego empurrou. A cabeça da pica entrou devagar, abrindo o cu virgem de tanto tempo. Laura soltou um gemido longo e rouco. Quando enfiou tudo, Diego começou a se mexer. Primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Comia o cu dela com força, as bolas batendo contra a buceta molhada dela. —Que cu apertado você tem, filha da puta… tô arrombando seu rabo. Laura gozou de novo, dessa vez mais forte. Escorria pelas pernas dela. Diego não aguentou mais. Tirou a pica e despejou um jorro grosso e quente nas costas e nas nádegas dela, pintando ela de porra. Ficaram ofegantes. O chão da sala estava molhado de sucos e saliva. O cheiro de sexo tomava conta do ambiente. Mas não tinham sido discretos. A porta não estava completamente fechada. O corredor tinha uma câmera de segurança apontada bem pra aquela área. E naquela noite, o segurança viu tudo na tela do monitor. Não gravou áudio, mas as imagens eram claras: a renomada cirurgiã Laura Mendoza sendo comida como uma qualquer por um enfermeiro na sala de descanso. Na manhã seguinte, tudo desandou. Martín recebeu uma mensagem anônima no celular enquanto estava no escritório. Era um vídeo curto, de apenas quarenta segundos, extraído da câmera de segurança. Mostrava Laura ajoelhada chupando a pica de Diego, depois sendo comida em cima da mesa e finalmente levando a gozada no cu. O vídeo tinha data e hora da noite anterior. Martín sentiu o sangue ferver. Primeiro incredulidade. Depois uma raiva cega que subiu do estômago. As mãos tremiam enquanto ele reproduzia o vídeo uma e outra vez. A mulher dele, a mãe dos filhos dele, a cirurgiã respeitada que todos admiravam… sendo tratada como uma puta barata no hospital onde trabalhava. Chegou em casa às seis da tarde. As crianças estavam com a vovó. Laura tinha acabado de chegar de mais um plantão e estava no chuveiro, lavando ainda o cheiro de Diego. Martín entrou no banheiro sem bater. Abriu a cortina de uma vez. Laura deu um pulo. Estava nua, a água escorrendo pelos peitos e a buceta ainda um pouco inchada da noite anterior. — Que porra é essa? — rugiu Martín, enfiando o celular na cara dela. O vídeo começou a tocar. Laura ficou pálida. Não conseguiu negar nada. As imagens eram claras. — Martín… eu… foi um erro… — ela gaguejou. — Um erro? — ele gritou —. Te vi dando como uma puta pra aquele enfermeiro de merda! No hospital! Onde todo mundo trabalha! Sabe a vergonha que você me fez passar? Laura saiu do chuveiro tremendo. Tentou se cobrir com uma toalha, mas Martín arrancou ela das mãos dela. — Não se cubra agora, puta. Ontem à noite você não se cobria nada quando enfiavam a pica no seu cu. Ele empurrou ela contra a parede do banheiro. Tava furioso, mas também excitado. A pica dele marcava dura por baixo da calça. Laura percebeu. — Martín… me perdoa… — ela sussurrou. Mas Martín não queria perdão. Queria descarregar toda aquela raiva. Puxou ela pelos cabelos, tirando do banheiro, jogou ela em cima da cama do quarto. Laura caiu de bruços. Martín abaixou a calça. A pica dele não era tão grande quanto a do Diego, mas tava dura de pura raiva. — Agora você vai sentir o que é ser comida por alguém que te respeita… ou que te usa como a puta que você é. Abriu as pernas dela e enfiou a pica na buceta de um só empurrão. Tava seca de nervoso, mas Martín não parou. Comeu ela com fúria, agarrando pelo cabelo, dando tapas na bunda dela. — Gostou de ser comida por aquele enfermeiro, hein? Gozou quando ele enfiou a pica no seu cu? Laura gemia. Entre o medo e a excitação, a buceta dela começou a molhar de novo. — Sim… gostei… — admitiu entre gemidos. Martín ficou mais furioso. Enfiou um dedo no cu dela enquanto comia. — Então hoje quem vai comer seu cu sou eu. também, pra você saber quem é o seu marido. Ele puxou a pica escorrendo da buceta e encostou na bunda dela. Empurrou com força. Laura gritou, mas não reclamou. Martín arrombou o cu dela com raiva, metendo como um animal. Dava tapas fortes que deixavam a pele vermelha. —Toma, puta… isso é por ter sido uma vagabunda. Gozou dentro do cu de Laura, despejando todo o esperma quente. Depois deixou ela largada na cama, ofegante, com a buceta e o cu abertos e escorrendo. Mas a história não terminou aí. No dia seguinte, no hospital, os boatos já corriam como pólvora. Alguém mais tinha visto parte da cena. Uma enfermeira que passava pelo corredor tinha ouvido os gemidos e espiado pela fresta da porta. Ao meio-dia, todo o pessoal comentava baixinho: «A doutora Mendoza deixou o Diego comer ela na sala de descanso». Laura foi chamada no escritório do diretor. Levaram uma advertência formal. Não mandaram ela embora — era boa demais —, mas suspenderam dois plantões e pediram «mais discrição». Diego, por outro lado, foi transferido pra outro turno. Mas isso não impediu que continuasse mandando mensagens pra Laura. «Ontem à noite fiquei com vontade de mais, doutora. Quando a gente repete?» Laura lia as mensagens escondido, com a buceta pulsando. Sabia que era errado. Sabia que tinha arriscado o casamento, a reputação e a família. Mas o tesão era mais forte. Naquela mesma noite, depois que Martín dormiu no sofá, Laura se trancou no banheiro. Tirou a roupa e se olhou no espelho. Tinha marcas leves dos tapas de Martín. Tocou a buceta, ainda sensível. Abriu o chat com Diego e escreveu: «Amanhã à noite no estacionamento do hospital. No meu carro. Quero que você me coma de novo… mas dessa vez quero que seja mais sujo.» Diego respondeu na hora com uma foto da pica dura. Laura sorriu. Sabia que isso não ia acabar bem. Sabia que Martín podia redescobri-la de novo. Mas naquele momento, só queria sentir de novo aquela pica grossa abrindo sua buceta e o cu. Na noite seguinte, no estacionamento quase vazio do hospital, Laura esperava dentro do seu SUV com os vidros escuros. Diego chegou na hora. Subiu no banco de trás. Não houve beijos nem palavras bonitas. Laura levantou a saia, não estava de calcinha. Sentou em cima dele e se empalou sozinha na pica dele. —Me come forte, Diego… me faz sentir que sou sua puta. Ele agarrou ela pela cintura e puxou pra baixo com força. Comia ela por baixo, enfiando a pica até o fundo. O carro balançava. Os vidros embaçavam. Laura gemia sem controle. —Mais… enfia a pica até o fundo… quero que você encha minha buceta de porra. Diego virou ela. Agora ela tava de quatro no banco de trás. Enfiou a pica na buceta dela e depois, sem tirar, passou pro cu. A dupla penetração com um buraco só fez ela gritar de prazer. —Que puta mais vagabunda você é, doutora… transando no carro igual uma adolescente no cio. Laura gozou duas vezes. Diego terminou gozando dentro do cu dela de novo, enchendo ela até escorrer pelas coxas. Quando desceu do carro, Laura tava com a saia amassada, o cabelo bagunçado e cheiro de sexo. Dirigiu pra casa sabendo que Martín tava esperando acordado. Naquela noite, quando entrou, Martín olhou pra ela com os olhos cheios de raiva e desejo ao mesmo tempo. —De novo, né? —disse ele com a voz rouca. Laura não respondeu. Só se aproximou, ajoelhou na frente dele e abaixou a calça dele. Chupou a pica dele com a mesma fome que tinha chupado a do Diego horas antes. Martín levantou ela, jogou ela em cima da mesa da sala e comeu ela com toda a raiva e o tesão que sentia. Enfiou a pica na buceta dela, depois no cu, e fez ela engolir a porra dele enquanto sussurrava no ouvido: —Você é minha mulher… mas também é uma puta. E de agora em diante, vou te tratar como tal. Laura gozou. pensando nas duas rolas que tinha tido em menos de vinte e quatro horas. Sabia que isso era só o começo. O tesão, a culpa, o perigo… tudo se misturava numa espiral que não conseguia parar. Os dias seguintes foram uma loucura controlada. Laura continuava sendo a cirurgiã impecável de dia. Operava, atendia pacientes, sorria nas reuniões. Mas de noite, quando as plantões permitiam, procurava Diego. Às vezes no carro, às vezes num hotel barato perto do hospital, às vezes até no mesmo quarto de descanso, mas agora com mais cuidado… ou não. Uma vez, quase foram pegos. Um residente passou pelo corredor enquanto Diego a tinha contra a parede, comendo ela de pé. Só se salvaram porque Laura tapou a boca de Diego com a mão enquanto gozava. Martín, por sua vez, tinha ficado mais possessivo e mais perverso. Cada vez que desconfiava de algo, comia ela com mais força. Às vezes pedia detalhes. — Me conta como ele te comeu dessa vez — dizia enquanto enfiava os dedos na buceta dela ainda cheia de porra alheia. Laura contava tudo, com todos os detalhes. E enquanto fazia isso, Martín ficava tão excitado que acabava gozando na cara dela ou nos peitos dela. A família seguia em frente na aparência. As crianças iam pra creche, os jantares em família continuavam, mas atrás das portas fechadas, Laura era a cirurgiã respeitada de dia e a puta mais vagabunda da cidade de noite. Uma noite, depois de um plantão especialmente longo, Laura recebeu uma mensagem de Diego: «Esta noite quero te comer na sacada do hospital. Ao ar livre. Quem quiser que veja.» Laura hesitou só um segundo. Respondeu: «Às duas da manhã. Traz camisinha… ou não. Quero que me encha.» Às duas em ponto, na sacada do décimo andar, com a cidade de Rosário iluminada lá embaixo, Diego a esperava. Laura chegou com um casaco comprido e nada por baixo. Abriu ele. Estava completamente pelada. Diego empurrou ela contra o parapeito. A cidade inteira podia ver eles se olhasse. para cima. Ele enfiou a pica na buceta dela de uma só estocada. Comeu ela com força, com o vento frio batendo na pele deles. Laura gemia sem controle. As tetas dela balançavam. A bunda se mexia a cada investida. — Olha como eu te fodo ao ar livre, puta… qualquer um pode nos ver. Laura gozou olhando as luzes da cidade, se sentindo exposta, suja e completamente viva. Quando Diego gozou dentro dela, Laura sentiu que algo se quebrava pra sempre. Não tinha mais volta. Laura desceu do carro com as pernas ainda tremendo. O esperma de Diego escorria lentamente pelo lado de dentro das coxas dela, pegajoso e quente. Entrou em casa tentando disfarçar, mas Martín já esperava sentado na escuridão da sala, com uma cerveja na mão e os olhos injetados. Naquela noite não houve gritos. Só um olhar longo, carregado de algo novo: uma mistura tóxica de ódio, ciúme e uma excitação doentia que Martín já não conseguia esconder. — Sei o que você fez — disse ele com voz rouca —. De novo. Na sacada do hospital, igual uma puta no cio. Laura ficou parada. Não tentou negar. Só baixou o olhar, mas a buceta traiçoeira dela se contraiu ao lembrar da pica de Diego abrindo ela ao ar livre. Martín se levantou devagar. Se aproximou até ficar a centímetros dela. Levantou a saia dela com uma mão e enfiou dois dedos direto na buceta dela, ainda aberta e cheia de porra alheia. — Ainda tá quente… e cheia da gozada daquele filho da puta — rosnou —. Você me dá nojo… e ao mesmo tempo deixa minha pica mais dura do que nunca. Laura ofegou quando os dedos de Martín entraram e saíram, remexendo o esperma de Diego dentro dela. No dia seguinte, durante o café da manhã com os filhos, Martín agiu como se nada tivesse acontecido. Sorria, brincava com Mateo e fazia tranças na Sofia. Mas por dentro ardia. A imagem de Laura sendo comida uma e outra vez não deixava ele dormir. Queria castigar ela. Queria humilhar ela. E acima de tudo, queria ver até onde sua mulher era capaz de chegar quando se sentia livre. Naquela mesma tarde, enquanto Laura estava no hospital, Martín mandou uma mensagem pra ela: «Esse fim de semana vou levar os moleques pra acampar com meus primos. Saímos sexta depois da escola e voltamos domingo à noite. Fica tranquila em casa, descansa.» Laura leu a mensagem e sentiu um arrepio na hora entre as pernas. Sabia exatamente o que ia fazer. Respondeu com um simples «Ok, divirtam-se». Martín sorriu com amargura ao ler a resposta. Sabia que ela ia morder a isca. Sexta à tarde, colocou as crianças no carro, levou elas até a casa dos tios na região de Funes, uns vinte e cinco minutos de Rosário. Disse que a mãe tava com muito trabalho e que ele ia se juntar ao acampamento no dia seguinte. Os tios, acostumados a ajudar, não fizeram perguntas. Os moleques ficaram felizes com os primos. Martín voltou sozinho pra Rosário. Chegou em casa quando já tava escurecendo. Não acendeu nenhuma luz. Entrou pela porta da garagem, tirou os sapatos e subiu na surdina pro sótão que dava pro quarto principal. Tinha um espaço pequeno entre as tábuas de madeira e o teto falso onde podia se esconder e ver tudo sem ser visto. Se acomodou lá com uma garrafa d'água, o celular no modo avião e o coração batendo a mil. Esperou. Às dez e meia da noite, ouviu o som de um carro estacionando na frente de casa. A porta da frente se abriu. Laura entrou rindo, acompanhada do Diego. Não vieram sozinhos. Com eles vinha outro enfermeiro do hospital, um tal de Lucas, de 29 anos, alto, musculoso e com fama de ter uma pica enorme. Martín sentiu o sangue ferver. Não era só o Diego. A mulher dele tinha trazido dois. — Entrem, gurizada — disse Laura com a voz brincalhona —. A casa é toda nossa até domingo. Diego agarrou ela pela cintura assim que cruzaram a porta e beijou ela com força, enfiando a língua até a garganta. — Então o corno do teu marido levou os moleques pra —Você tem que dar o cu como manda, hein? —disse Diego com um sorriso cruel. Laura riu, mas tinha algo nervoso na risada dela. —Não chama assim… —murmurou, embora a buceta já pulsasse. Lucas, que até aquele momento tinha ficado calado, se aproximou por trás e levantou a camiseta de Laura, deixando os peitos dela de fora. Agarrou eles com força, apertando os bicos entre os dedos. —Olha esses peitos de puta que a doutora tem —comentou Lucas—. E o marido trabalhando que nem um otário pra sustentar ela. Que pena. Martín, do esconderijo dele, apertou os punhos. O pau dele, no entanto, tava duro que nem pedra dentro da calça. Levaram eles pro quarto. Laura se deixou despir entre os dois. Diego puxou a saia e a calcinha dela de uma vez. Lucas tirou a camiseta e o sutiã. Em menos de um minuto, ela tava completamente pelada na própria cama de casal, a mesma onde dormia com Martín toda noite. —Olha a buceta que ela tem —disse Diego, abrindo os lábios dela com dois dedos—. Já tá molhada, a putinha. Adora ser tratada como uma qualquer enquanto o marido cuida dos filhos. Laura gemia. Se sentia humilhada e excitada ao mesmo tempo. Diego tirou o pau dele. Grosso, cheio de veias, já completamente duro. Lucas fez o mesmo. O pau dele era ainda maior: comprido, reto e com uma cabeça enorme. —Ajoelha, doutora —ordenou Lucas. Laura se ajoelhou na cama. Os dois homens ficaram de pé na frente dela. Laura começou a chupar, alternando entre os dois paus. Primeiro o de Diego, depois o de Lucas. Lambeu, cuspiu, enfiou até a garganta até os olhos encherem d'água. —Olha como ela mama, Lucas —zombou Diego—. Aposto que pro corno do marido dela nunca chupou assim. Pra ele deve dar uma punhetinha rápida no sábado e pronto. Laura tirou o pau da boca só pra responder, com a voz embargada: —Martín… não é ruim… mas não me fode como vocês… Lucas riu e enfiou o pau dela até o fundo da garganta, afogando ela. —Claro que não. Ele é um otário que paga as contas e cria seus filhos enquanto você abre as pernas no hospital e agora na sua própria casa. Que puta nojenta você é, Laura. Jogaram ela na cama. Diego deitou e fez ela sentar em cima da pica dele. Laura se empalou sozinha, descendo devagar até a pica chegar no fundo da buceta. —Ahhh… que pica gostosa você tem… — gemeu ela. Lucas ficou atrás. Cuspiu no cu dela e começou a meter um dedo, depois dois. Depois apoiou a pica enorme no cu e empurrou. Laura soltou um grito longo quando as duas picas penetraram ela ao mesmo tempo. Buceta e culo cheios. Os dois homens começaram a se mover em sincronia, fodendo ela como animais. —Toma, puta — rosnava Diego—. Isso é o que você merece por ser uma esposa infiel de merda. Lucas segurava o cabelo dela com força, puxando a cabeça dela pra trás. —Fala. Fala que seu marido é um corno impotente que não te satisfaz. Laura, entre gemidos e lágrimas de prazer, obedeceu: —Martín é um corno… não me fode como vocês… eu fico entediada com ele… Martín, escondido no sótão, via tudo com os olhos bem abertos. Sentia náusea, raiva, humilhação… e uma excitação violenta. Tinha baixado a calça e estava se masturbando devagar enquanto observava como destruíam a mulher dele. Os dois enfermeiros fodiam ela sem piedade. Trocavam de posição toda hora. Colocaram ela de quatro. Diego comia ela pela buceta enquanto Lucas metia a pica na boca dela. Depois viraram ela e Lucas penetrou ela pelo cu enquanto Diego fodia a boca dela até fazer ela babar. —Olha como cabe a pica inteira no cu dela — ria Diego—. O marido deve ter uma pica pequena. Por isso a doutora procura pica de verdade. Laura gozou várias vezes. Jatos de squirt saíam da buceta dela toda vez que tocavam no ponto G. A cama estava encharcada. No final, os dois homens ficaram de pé sobre ela. Laura se ajoelhou no chão, com a Cara erguida, boca aberta e língua pra fora. —Pede —ordenou Lucas. —Por favor… gozem na minha cara… me lambuzem igual a puta que eu sou enquanto meu marido cuida dos meninos… Diego e Lucas bateram punheta forte até descarregarem jorros grossos e cheios de porra na cara da Laura. Encheram a testa, os olhos, o nariz, a boca dela. Um fio grosso caiu nos peitos dela. Laura engoliu o que conseguiu, sorrindo com a cara toda suja de sêmen. —Valeu… —sussurrou—. Adoro quando me usam assim… Diego deu um último tapa leve na cara dela. —Fala pro teu marido quando ele voltar que a mulher dele é uma puta sem jeito. E que da próxima vez quem sabe a gente traz mais colegas do hospital pra fazer um trenzinho em você. Eles se vestiram e foram embora rindo. Laura ficou um tempão largada no chão do quarto, com a cara e o corpo cobertos de porra, a buceta vermelha e inchada, o cu aberto e escorrendo. Ela se tocou devagar, ainda excitada. Do sótão, Martín desceu em silêncio quando ouviu o carro do Diego se afastando. Desceu as escadas sem fazer barulho e entrou no quarto. Laura levantou a vista, surpresa e assustada ao ver ele ali. —Martín… o que cê tá fazendo aqui? Pensei que… Ele não disse nada no começo. Só olhou ela de cima a baixo: a mulher dele, a mãe dos filhos dele, a cirurgiã respeitada, completamente destruída, com a cara pintada de porra alheia. Abriu a calça. O pau dele tava duríssimo. —Limpa a cara com a língua —ordenou com voz fria. Laura, ainda em choque, obedeceu. Passou a língua nos lábios e engoliu os restos de sêmen dos dois enfermeiros. Martín se aproximou, agarrou ela pelo cabelo e enfiou o pau na boca ainda suja dela. —Agora cê vai me contar tudo que eles te falaram… tudo que te fizeram… enquanto eu te como até você não conseguir mais sentar. E enquanto Laura começava a relatar entre gemidos como tinham humilhado ela, chamando de puta, vagabunda, esposa infiel e mãe de merda, Martín meteu nela com fúria, misturando o próprio pau sêmen junto com o dos outros dois homens dentro da buceta e do cu da sua mulher. Naquela noite, a humilhação virou o novo combustível do casamento torto deles. Martín já não queria parar. Queria ver mais. Queria que Laura afundasse cada vez mais fundo naquela espiral de tesão e degradação. E Laura... Laura já não sabia se conseguia, ou se queria, parar. Fim
6 comentários - Cirurgião infiel e gostosa