Eduardo e Manuela eram um casal fantástico, foram amigos desde adolescentes, se apaixonaram no ensino médio e começaram a namorar, no total ficaram quase 10 anos juntos, uma vida inteira praticamente. No começo era um relacionamento lindo, mas como é normal, foi se desgastando. O problema é que tinha um pequeno detalhe: Manuela era uma gostosa muito tóxica e maluca. Ela tinha tido muitos problemas familiares, era muito solitária e apegada ao parceiro, criou uma forte dependência emocional. Isso se transformou em ciúme obsessivo, querendo saber toda hora onde Eduardo estava e com quem, não deixava ele viver em paz. Eduardo pensou em se separar, mas Manuela fez várias cenas, chegando ao ponto de ameaçar que se ele a deixasse, ela se matava. E um monte de coisas assim. Claramente não estava bem, precisava de ajuda, mas não queria ser ajudada. Eduardo tentou fazê-la cair na real, começar terapia, buscar ajuda, melhorar a vida, fazer exercício e tudo mais, mas ela não queria, dizia que estava bem assim, desde que tivesse o Eduardo. Era um amor extremamente tóxico.
O relacionamento com o tempo foi se desgastando, Eduardo não soube como lidar, e Manuela estava agarrada a algo que já não dava mais, mas mesmo assim durou. Dois anos sem estar bem e os dois já estavam meio cansados, a paixão já estava apagada demais, então Eduardo decidiu traí-la. Era errado, mas ele não ligou muito. Manuela, por outro lado, estava ali, sem ação, se agarrando a um relacionamento que estava caindo aos pedaços e só se mantinha pela obsessão dela.
No começo Eduardo começou a fazer isso com discrição, não muito seguido. Tinha umas vadias meio safadas que se jogaram em cima dele, ainda mais porque ele sempre esteve num relacionamento e tinha uma excelente fama de namorado. Então ele teve algumas aventuras no início, tentou evitar, mas acabou se envolvendo cada vez mais. Aos poucos foi fazendo com mais frequência, e conseguiu até 3 amantes fixas, comia todas elas. Entre a semana. Assim foi rodando e se aproveitando cada vez mais da situação, virou um tremendo mulherengo, pensando que o relacionamento já tinha morrido e que em algum momento a Manuela simplesmente ia se cansar, descobrir e/ou vazar.
Mas ele não contava que a outra era uma maluca obsessiva compulsiva com sérios problemas de abandono. Em algum momento ela ia descobrir, porque o Eduardo começou a ficar cada vez mais distraído e cada vez mais distante com a Manuela, então era só questão de tempo para o que tivesse que acontecer, acontecer.
E foi assim. Um dia, a Manuela, que já desconfiava de algo, confirmou tudo ao ver o resumo do cartão do namorado, com múltiplos gastos em hospedagens. Ele ia pro motel todo santo dia e tinha um monte de gastinhos em lojas que não eram nem pra ele nem pra ela. Portanto, dois mais dois são quatro. Ela já desconfiava, olho de maluca não erra, como dizem por aí, e ali estava a confirmação.
Ela ficou puta da vida, mas por dentro sentia uma satisfação ao perceber que suas suspeitas eram verdade. Então, deu um jeito de se vingar. Não ia deixar barato pra aquele desgraçado. A Manuela era uma bruxa, jogava cartas, era muito metida com tarô, por isso as suspeitas dela sempre se confirmavam. Ela procurou no livro antigo dela alguma coisa pra se vingar dele, já que não queria apelar pro vodu. Encontrou um feitiço de troca de corpos. Era ideal, ia dar uma lição nele no corpo da vítima.
Quando o Eduardo descuidou, ela o dopou com um chá de ervas que tinha sedativo. Assim que ele dormiu, lançou o feitiço. Ela tomou o corpo dele, um homem bem forte, então pegou o Eduardo no corpo antigo dela (uma mulher de compleição bem pequena) e o carregou pro quarto onde ele ia acordar com um bilhete do lado, que dizia:
"Olá, Eduardo. Quando acordar, vai ser no meu corpo antigo. Agora eu sou você e você sou eu. Se quiser recuperar seu corpo antigo, liga pra esse número que eu te falo o que pode fazer. Nunca devia ter se metido com uma bruxa, seu infeliz traidor. Eduardo, agora no corpo da Manuela, acordou e não conseguia acreditar, era tudo tão estranho, tava no corpo da Manuela, era nojento, o que ele deveria fazer? Então ligou pro número e quem atendeu foi a Manuela no corpo antigo dele.
Manuela (agora Eduardo): Oi, oi, oi, o que temos aqui?
Eduardo (corpo da Manuela): Devolve meu corpo, sua bruxa maldita.
Manuela: Cala a boca, se quer seu corpo de volta, vai ter que fazer tudo que eu mandar.
A primeira coisa que você tem que fazer é se humilhar. Vai vir um amigo meu, quero que você faça uma punheta com essas tetas gostosas que você pagou e me mande um vídeo.
Eduardo: Você é louca, não vou fazer isso.
Manuela: Então esquece de recuperar seu corpo. (Desliga)
Sem muita escolha, Eduardo pensou, mas realmente não sabia o que fazer nesse corpo e queria o dele de volta, então obedeceu.
Quando o Sebastián (um amigo da Manuela) chegou, joguei ele na cama e tirei a roupa dele. Ele, surpreso, gritou perguntando o que eu tava fazendo, mas eu fiz ele calar a boca. Na hora, arranquei o sutiã e deixei à mostra os dois melões gigantescos que a Manuela tinha — umas tetas lindas, bem grandes e naturais. Falei que o idiota do Eduardo tinha me traído e que agora eu ia me vingar. Então o Sebastián topou, só pra poder pegar nas tetas gostosas da Manuela. Desde sempre, o babaca era apaixonado por ela, vivia olhando pros peitos dela quando ela usava decote, era a coisa mais sem vergonha. A Manuela aproveitou isso pra me humilhar no corpo dela, então lá estava eu fazendo um boobs fuck. Era nojento pra mim, mas fazer o quê, tudo pra voltar pro meu corpo.
Depois de fazer aquilo e o virgem gozar nas minhas tetas, me levantei com a desculpa de me limpar e fui embora pra merda. Na hora, peguei o telefone e liguei pra ele, mandei o vídeo fazendo o boobs fuck e falei pra ele me devolver meu corpo. Mas não ia ser tão fácil.
Eduardo: Tá muito boa, sua puta, ali. Essa cara de cu é tudo. Mas não basta só isso. Volta com ele e dá um boquete bem dado, igual aquelas putas faziam, e engole.
Era demais o que ele pedia. Queria que eu engolisse uma rola. Só de pensar, meu estômago revirou. Não tinha chance de eu fazer aquilo, então simplesmente não fiz. Mas os dias foram passando, e eu não acreditava como a vida da Manuela era uma merda. Sozinha em casa, com uma mãe doida, sem amigos e sem pai. A verdade é que era uma vida de bosta, e os únicos que falavam com ela eram uns punheteiros sem noção. Então não tive escolha a não ser ceder se quisesse recuperar minha vida antiga.
Chamei o Sebastián e já contei pra ele com antecedência o que ia rolar, então ele veio preparado. Tomamos um mate e logo levei ele pro quarto, já me mentalizando no que ia acontecer. Me despi, criei coragem e comecei a chupar ele. Sinceramente, foi bem complicado, bateu na minha garganta e eu me engasguei, então só chupei um pedacinho. Não tava acostumada e a ideia de ter uma pica na boca foi nojenta, ainda mais que o cara tinha uma bem grande. Lá estava eu, do jeito que dava, tentando chupar aquela pica, bem devagar e aos poucos, mas como o cara teve zero contato feminino na vida, de novo não durou nada. Melhor pra mim, mas mesmo assim, isso ia ser desagradável.
Pelo menos ele me avisou e foi rápido, me tirou e começou a bater uma bem rápido, sinal do que vinha, explodiu de porra, dessa vez na minha cara, embora o virgem não tão virgem assim, me segurou pelo rosto, enquanto gozava em cima da minha boca, eu com medo de acertar meu olho e tendo que engolir aquele sêmen, abri a boca, estiquei a língua o máximo que pude e fechei os olhos enquanto ele me jorrava leitada, teve uma pontaria bem ruim, mas um pouco acertou dentro e eu tive que engolir 🤢. A verdade é que foi nojento, super viscoso e amargo, mas fazer o quê, tava disposta a fazer qualquer coisa pra voltar pro meu corpo.
Assim que terminei de ser humilhada, liguei pra ela e mandei o vídeo chupando e engolindo, ela se cagou de rir de como eu parecia uma puta enquanto gozava na minha cara, mas fazer o quê, eu faria qualquer coisa pra recuperar o que era meu.
Mas aí ela colocou mais um obstáculo, já só faltavam dois e eu podia voltar, o próximo que eu tinha que fazer era a mesma coisa que fiz aqui, um boquete e dessa vez transar, mas com um aleatório na rua, basicamente tinha que fazer de puta.
Então comecei a andar procurando alguém por aí, subi na ponte que passa por cima da estrada e me aproximei do primeiro que passou, era um moleque nojento daqueles, que eu tinha certeza que não ia recusar nada, cheguei perto e falei que ele era muito gostoso e ofereci um boquete, o degenerado aceitou, ainda bem que não veio ninguém, porque tive que me ajoelhar e começar a chupar ele.
Chupei a pica dele morta de medo pra ele ficar duro, mas já subiu na hora, e aí comecei a fazer de tudo pra ele gozar o mais rápido possível, porque eu tava com um cagaço danado de alguém passar e me ver ali feito uma puta degenerada chupando pica na rua. Comecei a passar a mão na barriga dele, bater uma punheta pra ele, engoli inteira, fiz de tudo pra ele gozar, mas o filho da puta tinha mais resistência que o Sebastião, e fiquei ali chupando uns 10 minutos até que finalmente ele gozou. Tive que segurar toda a porra na boca, mas dessa vez cuspi, duas vezes já era demais.
Mas, depois disso, ele ainda tava duro e ainda bem, porque eu tinha que continuar. Tirei a roupa, me apoiei na cerca, empinei a bunda e ele começou a me comer. Verdade seja dita, não foi tão ruim, até que foi gostoso, mas eu tava com a adrenalina a mil, olhando pra ver se não vinha ninguém e torcendo pra ser vista pelo menor número possível de gente nos carros, enquanto me comiam igual uma puta na rua.
Uns dois carros me viram, mas por sorte não foi muito mais. Foi estressante pra caralho, fiquei com um nó na garganta, não via a hora de acabar. Quando terminou, achei que não tinha nada pior, até ele falar que era a última coisa que eu tinha que fazer: iam me comer dois caras ao mesmo tempo, só eu.
Sabia que ia acabar mal, quando vi dois caras entrando, enormes, com o pau bem grande, já me conformei. Manuela não chegava a 1,60m. Eles me agarraram entre os dois e me fizeram de brinquedo, sem tocar o chão. Nos braços de um, o outro abrindo meu cu com a mão, deixaram meus dois buracos expostos. Isso ia doer, porque eu com a Manuela nunca usei a porta dos fundos e ali iam estrear ela. Começaram a me comer fazendo sanduíche, enquanto me penetravam ao mesmo tempo pelo cu e pela buceta, desvirginando meu ânus. Eu gritava um pouco de prazer e um pouco de dor enquanto experimentava o que é ser uma mulher indefesa nos braços de dois malucos que me comeram de tudo quanto é jeito. Embora meus buracos estivessem bem apertados, os dois gozaram bem rápido, mas ao mesmo tempo, enchendo meu cu e minha buceta.
Eu já tava muito feliz, porque depois disso ia recuperar meu corpo, então não ligava pro que acontecesse e me entreguei pra eles, que se aproveitaram e me mexeram do jeito que queriam. Me comeram por quase duas horas e me deram em todos os buracos, até usaram o mesmo entre os dois. Esticando minha buceta como se fosse de borracha, os dois me comendo por ali, até chegar num ponto que doía, era demais, iam rasgar ela a qualquer momento, mas beleza, depois de um tempo me acostumei e comecei a gemer. Não sobrou um único buraco livre da minha buceta, tava completamente cheia, verdade que não foi tão ruim, ainda mais porque eu tava feliz.
Terminei exausta depois de ter dado conta dos dois, mas fazer o quê, já era. No dia seguinte iam me devolver meu corpo, era isso, vai nesse lugar, lá a gente se encontra e vou usar o feitiço de novo e tudo volta ao normal. Era o fim, meu corpo, minha vida, tudo ia voltar e ainda por cima ia viver a vida de solteiro.
Quando cheguei, era um salão onde só tinha uma caixa. Dentro, tinha uma fantasia de puta e um bilhete: "Aproveita sua nova vida, seu infeliz traidor, nunca mais vai recuperar seu corpo. Vou embora pra longe com ele. Esse é o celular que você ligava, fica com ele, não me serve mais. Veste isso, os convidados estão chegando. Você queria putas, então vire uma."
Era o fim. Minha vida acabou, a partir de agora vou ser isso, falei enquanto me ajoelhava e me resignava no chão chorando, enquanto ouço a porta se abrir e vejo entrarem uns 5 homens. Esse era o fim.
Lá estiveram me usando como quiseram, não consegui resistir, chupei eles, masturbei, me comeram por todos os lados, usaram minha buceta, meu cu, dois na buceta, dois no cu, dois na boca, nos peitos, fizeram absolutamente tudo o que quiseram comigo, me deram tapas na bunda, me esbofetearam, me beliscaram, me sufocaram, me comeram tão bruscamente que não sei como ainda tenho os buracos no lugar, tudo enquanto eu estava com cara de nada, quase chorando, sendo uma puta de primeira, deixando fazer tudo, porque a partir de agora isso ia ser minha vida, ia ser uma puta que anda por aí, com fama ruim agora, não só de maluca transtornada, mas também de puta, com uma vida miserável sem poder escapar. Fim.
O relacionamento com o tempo foi se desgastando, Eduardo não soube como lidar, e Manuela estava agarrada a algo que já não dava mais, mas mesmo assim durou. Dois anos sem estar bem e os dois já estavam meio cansados, a paixão já estava apagada demais, então Eduardo decidiu traí-la. Era errado, mas ele não ligou muito. Manuela, por outro lado, estava ali, sem ação, se agarrando a um relacionamento que estava caindo aos pedaços e só se mantinha pela obsessão dela.
No começo Eduardo começou a fazer isso com discrição, não muito seguido. Tinha umas vadias meio safadas que se jogaram em cima dele, ainda mais porque ele sempre esteve num relacionamento e tinha uma excelente fama de namorado. Então ele teve algumas aventuras no início, tentou evitar, mas acabou se envolvendo cada vez mais. Aos poucos foi fazendo com mais frequência, e conseguiu até 3 amantes fixas, comia todas elas. Entre a semana. Assim foi rodando e se aproveitando cada vez mais da situação, virou um tremendo mulherengo, pensando que o relacionamento já tinha morrido e que em algum momento a Manuela simplesmente ia se cansar, descobrir e/ou vazar.
Mas ele não contava que a outra era uma maluca obsessiva compulsiva com sérios problemas de abandono. Em algum momento ela ia descobrir, porque o Eduardo começou a ficar cada vez mais distraído e cada vez mais distante com a Manuela, então era só questão de tempo para o que tivesse que acontecer, acontecer.
E foi assim. Um dia, a Manuela, que já desconfiava de algo, confirmou tudo ao ver o resumo do cartão do namorado, com múltiplos gastos em hospedagens. Ele ia pro motel todo santo dia e tinha um monte de gastinhos em lojas que não eram nem pra ele nem pra ela. Portanto, dois mais dois são quatro. Ela já desconfiava, olho de maluca não erra, como dizem por aí, e ali estava a confirmação.
Ela ficou puta da vida, mas por dentro sentia uma satisfação ao perceber que suas suspeitas eram verdade. Então, deu um jeito de se vingar. Não ia deixar barato pra aquele desgraçado. A Manuela era uma bruxa, jogava cartas, era muito metida com tarô, por isso as suspeitas dela sempre se confirmavam. Ela procurou no livro antigo dela alguma coisa pra se vingar dele, já que não queria apelar pro vodu. Encontrou um feitiço de troca de corpos. Era ideal, ia dar uma lição nele no corpo da vítima.
Quando o Eduardo descuidou, ela o dopou com um chá de ervas que tinha sedativo. Assim que ele dormiu, lançou o feitiço. Ela tomou o corpo dele, um homem bem forte, então pegou o Eduardo no corpo antigo dela (uma mulher de compleição bem pequena) e o carregou pro quarto onde ele ia acordar com um bilhete do lado, que dizia:
"Olá, Eduardo. Quando acordar, vai ser no meu corpo antigo. Agora eu sou você e você sou eu. Se quiser recuperar seu corpo antigo, liga pra esse número que eu te falo o que pode fazer. Nunca devia ter se metido com uma bruxa, seu infeliz traidor. Eduardo, agora no corpo da Manuela, acordou e não conseguia acreditar, era tudo tão estranho, tava no corpo da Manuela, era nojento, o que ele deveria fazer? Então ligou pro número e quem atendeu foi a Manuela no corpo antigo dele.
Manuela (agora Eduardo): Oi, oi, oi, o que temos aqui?
Eduardo (corpo da Manuela): Devolve meu corpo, sua bruxa maldita.
Manuela: Cala a boca, se quer seu corpo de volta, vai ter que fazer tudo que eu mandar.
A primeira coisa que você tem que fazer é se humilhar. Vai vir um amigo meu, quero que você faça uma punheta com essas tetas gostosas que você pagou e me mande um vídeo.
Eduardo: Você é louca, não vou fazer isso.
Manuela: Então esquece de recuperar seu corpo. (Desliga)
Sem muita escolha, Eduardo pensou, mas realmente não sabia o que fazer nesse corpo e queria o dele de volta, então obedeceu.
Quando o Sebastián (um amigo da Manuela) chegou, joguei ele na cama e tirei a roupa dele. Ele, surpreso, gritou perguntando o que eu tava fazendo, mas eu fiz ele calar a boca. Na hora, arranquei o sutiã e deixei à mostra os dois melões gigantescos que a Manuela tinha — umas tetas lindas, bem grandes e naturais. Falei que o idiota do Eduardo tinha me traído e que agora eu ia me vingar. Então o Sebastián topou, só pra poder pegar nas tetas gostosas da Manuela. Desde sempre, o babaca era apaixonado por ela, vivia olhando pros peitos dela quando ela usava decote, era a coisa mais sem vergonha. A Manuela aproveitou isso pra me humilhar no corpo dela, então lá estava eu fazendo um boobs fuck. Era nojento pra mim, mas fazer o quê, tudo pra voltar pro meu corpo.Depois de fazer aquilo e o virgem gozar nas minhas tetas, me levantei com a desculpa de me limpar e fui embora pra merda. Na hora, peguei o telefone e liguei pra ele, mandei o vídeo fazendo o boobs fuck e falei pra ele me devolver meu corpo. Mas não ia ser tão fácil.
Eduardo: Tá muito boa, sua puta, ali. Essa cara de cu é tudo. Mas não basta só isso. Volta com ele e dá um boquete bem dado, igual aquelas putas faziam, e engole.
Era demais o que ele pedia. Queria que eu engolisse uma rola. Só de pensar, meu estômago revirou. Não tinha chance de eu fazer aquilo, então simplesmente não fiz. Mas os dias foram passando, e eu não acreditava como a vida da Manuela era uma merda. Sozinha em casa, com uma mãe doida, sem amigos e sem pai. A verdade é que era uma vida de bosta, e os únicos que falavam com ela eram uns punheteiros sem noção. Então não tive escolha a não ser ceder se quisesse recuperar minha vida antiga.
Chamei o Sebastián e já contei pra ele com antecedência o que ia rolar, então ele veio preparado. Tomamos um mate e logo levei ele pro quarto, já me mentalizando no que ia acontecer. Me despi, criei coragem e comecei a chupar ele. Sinceramente, foi bem complicado, bateu na minha garganta e eu me engasguei, então só chupei um pedacinho. Não tava acostumada e a ideia de ter uma pica na boca foi nojenta, ainda mais que o cara tinha uma bem grande. Lá estava eu, do jeito que dava, tentando chupar aquela pica, bem devagar e aos poucos, mas como o cara teve zero contato feminino na vida, de novo não durou nada. Melhor pra mim, mas mesmo assim, isso ia ser desagradável.
Pelo menos ele me avisou e foi rápido, me tirou e começou a bater uma bem rápido, sinal do que vinha, explodiu de porra, dessa vez na minha cara, embora o virgem não tão virgem assim, me segurou pelo rosto, enquanto gozava em cima da minha boca, eu com medo de acertar meu olho e tendo que engolir aquele sêmen, abri a boca, estiquei a língua o máximo que pude e fechei os olhos enquanto ele me jorrava leitada, teve uma pontaria bem ruim, mas um pouco acertou dentro e eu tive que engolir 🤢. A verdade é que foi nojento, super viscoso e amargo, mas fazer o quê, tava disposta a fazer qualquer coisa pra voltar pro meu corpo.Assim que terminei de ser humilhada, liguei pra ela e mandei o vídeo chupando e engolindo, ela se cagou de rir de como eu parecia uma puta enquanto gozava na minha cara, mas fazer o quê, eu faria qualquer coisa pra recuperar o que era meu.
Mas aí ela colocou mais um obstáculo, já só faltavam dois e eu podia voltar, o próximo que eu tinha que fazer era a mesma coisa que fiz aqui, um boquete e dessa vez transar, mas com um aleatório na rua, basicamente tinha que fazer de puta.
Então comecei a andar procurando alguém por aí, subi na ponte que passa por cima da estrada e me aproximei do primeiro que passou, era um moleque nojento daqueles, que eu tinha certeza que não ia recusar nada, cheguei perto e falei que ele era muito gostoso e ofereci um boquete, o degenerado aceitou, ainda bem que não veio ninguém, porque tive que me ajoelhar e começar a chupar ele.
Chupei a pica dele morta de medo pra ele ficar duro, mas já subiu na hora, e aí comecei a fazer de tudo pra ele gozar o mais rápido possível, porque eu tava com um cagaço danado de alguém passar e me ver ali feito uma puta degenerada chupando pica na rua. Comecei a passar a mão na barriga dele, bater uma punheta pra ele, engoli inteira, fiz de tudo pra ele gozar, mas o filho da puta tinha mais resistência que o Sebastião, e fiquei ali chupando uns 10 minutos até que finalmente ele gozou. Tive que segurar toda a porra na boca, mas dessa vez cuspi, duas vezes já era demais.
Mas, depois disso, ele ainda tava duro e ainda bem, porque eu tinha que continuar. Tirei a roupa, me apoiei na cerca, empinei a bunda e ele começou a me comer. Verdade seja dita, não foi tão ruim, até que foi gostoso, mas eu tava com a adrenalina a mil, olhando pra ver se não vinha ninguém e torcendo pra ser vista pelo menor número possível de gente nos carros, enquanto me comiam igual uma puta na rua.Uns dois carros me viram, mas por sorte não foi muito mais. Foi estressante pra caralho, fiquei com um nó na garganta, não via a hora de acabar. Quando terminou, achei que não tinha nada pior, até ele falar que era a última coisa que eu tinha que fazer: iam me comer dois caras ao mesmo tempo, só eu.
Sabia que ia acabar mal, quando vi dois caras entrando, enormes, com o pau bem grande, já me conformei. Manuela não chegava a 1,60m. Eles me agarraram entre os dois e me fizeram de brinquedo, sem tocar o chão. Nos braços de um, o outro abrindo meu cu com a mão, deixaram meus dois buracos expostos. Isso ia doer, porque eu com a Manuela nunca usei a porta dos fundos e ali iam estrear ela. Começaram a me comer fazendo sanduíche, enquanto me penetravam ao mesmo tempo pelo cu e pela buceta, desvirginando meu ânus. Eu gritava um pouco de prazer e um pouco de dor enquanto experimentava o que é ser uma mulher indefesa nos braços de dois malucos que me comeram de tudo quanto é jeito. Embora meus buracos estivessem bem apertados, os dois gozaram bem rápido, mas ao mesmo tempo, enchendo meu cu e minha buceta.
Eu já tava muito feliz, porque depois disso ia recuperar meu corpo, então não ligava pro que acontecesse e me entreguei pra eles, que se aproveitaram e me mexeram do jeito que queriam. Me comeram por quase duas horas e me deram em todos os buracos, até usaram o mesmo entre os dois. Esticando minha buceta como se fosse de borracha, os dois me comendo por ali, até chegar num ponto que doía, era demais, iam rasgar ela a qualquer momento, mas beleza, depois de um tempo me acostumei e comecei a gemer. Não sobrou um único buraco livre da minha buceta, tava completamente cheia, verdade que não foi tão ruim, ainda mais porque eu tava feliz.Terminei exausta depois de ter dado conta dos dois, mas fazer o quê, já era. No dia seguinte iam me devolver meu corpo, era isso, vai nesse lugar, lá a gente se encontra e vou usar o feitiço de novo e tudo volta ao normal. Era o fim, meu corpo, minha vida, tudo ia voltar e ainda por cima ia viver a vida de solteiro.
Quando cheguei, era um salão onde só tinha uma caixa. Dentro, tinha uma fantasia de puta e um bilhete: "Aproveita sua nova vida, seu infeliz traidor, nunca mais vai recuperar seu corpo. Vou embora pra longe com ele. Esse é o celular que você ligava, fica com ele, não me serve mais. Veste isso, os convidados estão chegando. Você queria putas, então vire uma."Era o fim. Minha vida acabou, a partir de agora vou ser isso, falei enquanto me ajoelhava e me resignava no chão chorando, enquanto ouço a porta se abrir e vejo entrarem uns 5 homens. Esse era o fim.
Lá estiveram me usando como quiseram, não consegui resistir, chupei eles, masturbei, me comeram por todos os lados, usaram minha buceta, meu cu, dois na buceta, dois no cu, dois na boca, nos peitos, fizeram absolutamente tudo o que quiseram comigo, me deram tapas na bunda, me esbofetearam, me beliscaram, me sufocaram, me comeram tão bruscamente que não sei como ainda tenho os buracos no lugar, tudo enquanto eu estava com cara de nada, quase chorando, sendo uma puta de primeira, deixando fazer tudo, porque a partir de agora isso ia ser minha vida, ia ser uma puta que anda por aí, com fama ruim agora, não só de maluca transtornada, mas também de puta, com uma vida miserável sem poder escapar. Fim.
1 comentários - Vingança de chifrada