Esta história estou vivendo em tempo presente. Esse bendito gym que frequentei por tantos anos ia me permitir realizar uma das melhores experiências sexuais da minha vida. Um certo dia do mês de junho do ano passado, minha querida sobrinha Gaby tinha uma reunião de pais que minha cunhada e meu irmão não podiam ir, então naquele dia não fui ao gym e tive que fazer o favor de ir para ela à tarde. A Gaby sempre teve dificuldade (agora vai pra aula particular) com a matéria de inglês. Os pais, tutores ou familiares fomos chamados pelo sobrenome para que os diferentes professores falassem sobre nossos sobrinhos e filhos. Fui até onde estava o professor de inglês. Na real, eu não tinha prestado atenção, estava praticamente no celular. Fui, o professor me atende e diz: "Eu não sou o professor da sua sobrinha". Aí lembrei que a Gaby tinha me falado que a professora dela era uma moça nova, BRANQUINHA — as crianças são sempre muito descritivas. O professor era da outra turma. Ele disse que a professora tinha ido à direção buscar uns papéis, se não me engano, e já vinha. Devem ter passado uns 10/15 minutos, vejo ela chegar. Fiquei impactado com a bunda infernal que ela tem e como ela é branca. Ela me pergunta: "Você é o pai da Gaby?" Eu respondo: "Não, sou o tio." "Ahh", ela diz, "eu sou a Julieta, a professora de inglês. Ela está fraquinha em inglês, precisa praticar mais isso e aquilo — se apresentar, falar as cores, etc." Eu fiquei super tesudo por essa gostosa, não vou ser hipócrita. Cortei ela e perguntei: "Posso fazer uma pergunta?" "Sim", ela diz. "Você treina? Vai ao gym?" "Vou quando dá tempo", ela responde. Na hora, vi a aliança de casada no dedo anelar esquerdo. Pensei "PQP" por dentro. Não conseguimos conversar muito porque tinha outros pais ou parentes como eu que precisavam falar com a professora. Só falei: "Às vezes a gente tenta, às vezes dá certo, às vezes não. PERGUNTEI: PROFESSORA, A SENHORA VAI AO GYM? PORQUE VEJO QUE TEM O TRENZINHO INFERIOR MUITO... DESENVOLVIDA, BUNDA E FEMORAIS, eu não estou no meu melhor momento fisicamente, mas estive perto de competir em fisiculturismo há alguns anos e agora vou treinar de vez em quando. ISSO EU SINALIZO PRA QUEM TÁ LENDO ESSA HISTÓRIA.
Ela arruma uns papéis, me olha e diz: "vou na academia". Eu falo: "dá pra notar, você trabalha com muito peso". "Não muito, só pra me manter um pouco", ela diz. "Você também treina?", ela pergunta. "Sim", eu falo. Ela diz: "dá pra notar também". Eu vou na academia do professor Richard, academia super conhecida da onde nós dois somos (não falo lugar, cidade nem estado por segurança de nós dois). Ela diz: "eu também vou lá com meu marido, à noite". "Eu vou na hora da sesta ou às vezes mais tarde, hoje não fui porque vim na reunião no lugar do meu irmão e cunhada", eu falo. O papo ia render mais, mas pelo que falei antes, terminou ali e nos despedimos cordialmente.
No dia seguinte, vou na academia e, depois de terminar meu treino, pergunto pro professor sobre a Juli, conversa de homem pra homem. Contei o que rolou no dia anterior, e ele fala: "ela vem com o marido, o militar". O professor é um pouco esquerdista, mas um cara foda. Pergunto: "por que professora gostosa?". "Ahhh, você não sabe como ela vem produzida pra treinar, parece uma puta", ele diz. O professor e a mulher dele, Dana, me iniciaram nesse mundo (liberal, swingers, isso vai ser outra história).
E o marido? Perguntei. "Um velho broxa, deve ter grana", ele fala. "Jamais uma novinha gostosa como ela vai casar com um velho assim". Eu me caguei de rir com tudo isso. Ele diz, com o olho clínico dele, único nesses assuntos: "ou ela mete chifre nele, ou ele deixa ela ter outro macho, te assino embaixo. A gente sempre tende a pensar na primeira opção, mas depois eu teria uma bela surpresa".
Na semana seguinte, decidi, só de tesão mesmo, começar a ir na academia à noite pra cruzar com ela. Segunda de perna: agachamento, leg press 45°, cadeira extensora, etc. Vejo ela chegando com ele, igual o professor falou: muito sexual, sensual, uma égua do caralho. Ele não era tão velho e acabado como o professor disse. Profe, mas dava pra notar bem a diferença de idade, eu me fiz de besta. Quando ela tava fazendo leg press e eu cumprimentei: "Oi, profe, tudo bem?", ela falou: "Você é o tio da Gaby, né?" Falei que sim, e completei: "Agora, por causa do meu trampo, vou vir nesse horário e a gente vai se ver mais vezes. Quer ajuda pra colocar mais peso?" Ela topou. O marido dela tava treinando costas, mas percebi que tava olhando fixo pra gente. Dessa vez, ela elogiou minhas costas, um músculo que eu tenho bem definido. Fui beber água pra pegar minhas coisas e ir embora, e nisso vejo o marido dela também bebendo água, conversando com outro cara que tava lá. Me despedi de todo mundo, e ele me chamou: "Posso falar uma coisa?" Juro que pensei no pior (uma xingação ou até ele me confrontar por ter falado com a mulher dele). Falei: "Amigo, sem problemas." Ele perguntou: "Há quanto tempo você treina?" Respondi: "Uns anos." Ele: "Se cuida com a comida?" "Um pouco." Nisso, os outros que estavam lá foram treinar ou foram pra casa, e ele soltou: "Você gosta da minha mulher?" Fiquei surpreso, NÃO ESPERAVA AQUILO. Pensei, pensei, e falei: "Sua mulher tem uma rabeta do caralho, viu? Viu como ela vem vestida?" Ele: "Sim, bem gostosa." "Conhece ela de algum lugar?" Respondi: "É a profe da minha sobrinha." Ele: "Hmm, me chamo Carlos, sou gendarme, tenho 52 anos." "Oi, Carlos, Nico, 34." "Julieta tem 27, casamos há dois anos. Eu tenho filhos grandes do meu primeiro casamento." Falei: "Boa, parabéns por ela, é uma deusa." E ele: "Somos um casal aberto, e eu adoro ver ela dando pra outros ou que me mandem fotos, vídeos ou áudios quando ela tá de plantão. Já fizemos duas vezes numa cidade vizinha aqui, mas agora que ela tá trabalhando, a gente tá se cuidando mais." Eu não sabia o que dizer com essa confissão. Ele continuou: "Ela falou de você, gostou de você. Só tem que ser discreto e ter palavra. Foi tipo depois que a Argentina ganhou a Copa, continuei conversando com ela como se nada tivesse acontecido, fui dando em cima do jeito que você faz com qualquer gatinha, ela sabe que tem carta branca pra te pegar se quiser, eu felão, me despedi dele, e de propósito fui me despedir dela, com "até amanhã, prof", "tchau" ela falou. Quando cheguei em casa, fiquei doido naquela noite. Óbvio que continuei indo à noite, conversava com ela sobre a academia, sobre a aluna dela que é minha sobrinha, cumprimentava o Carlos super bem. Um dia lembro que foi uma sexta, a prof tava treinando costas e me pediu pra ajudar com uns pesos porque tava pesado, e ela me pergunta: "O que o Carlos te falou aquele dia que vocês estavam conversando ali bebendo água?" Não sei se ela tava me testando ou não, mas falei o que ele me contou. Ela me olhou fixo e disse que o Carlos que introduziu ela nesse mundo e que ela adora, que já tinham feito duas vezes, mas com gente de fora, ninguém daqui. Eu confessei que já tinha feito ménage algumas vezes também, aí ela falou: "A gente tá procurando uma experiência mais pesada, o Carlos tem dificuldade com sexo e quer que eu tenha um amante fixo." Saiu da alma eu falar: "Pode contar comigo." Depois ficamos os dois em silêncio por uns minutos, e eu tomei a palavra: "Você é a professora da minha sobrinha, e te falei aquela vez do treino de perna só pra puxar assunto porque você me encantou desde que te vi, Juli." Ela falou, meio tímida: "Você também é bonito." Vi ela meio na dúvida, pensei que a conversa ia morrer ali, mas por sorte não foi assim.
Na segunda seguinte, os dois vieram. Depois de terminar o treino, o Carlos me chama e fala: "Você topa depois ir num tira-gosto?" Falei: "Vai ter a galera da academia também?" "Não, só você." Aí já entendi onde a coisa ia dar. "Que horas?" "Umas 22:30, por aí." "Fechou." Me despedi de todo mundo e ela falou: "Te espero." Fui, me depilei um pouco, tomei um banho caprichado e levei um vinho (eu não bebo álcool), mas fiz um agrado pra eles. Conversando super bem os três, e aí a conversa começou. mais relaxada sim, começamos a falar de sexo, das aventuras deles, de que ela agora se cuida muito, ela estava uma deusa, mini saia preta e regata branca, na conversa mostrei minha conta do telegram onde guardo umas fotos das minhas aventuras, sempre bem cuidadas, nunca aparece rosto nem nada, os dois se surpreendem, especialmente ela não imaginava que eu já tinha alguns ménages no currículo. Carlos me conta que se separou da primeira mulher porque ela não queria abrir o relacionamento nem realizar a fantasia dele de comer outro homem, a ex dele, dizia que ela tinha cabeça de mosquito, muito antiquada, e Juli dizia que se não fosse por ele nunca teria vivido isso, ela vem e senta no meu colo e fala: vamos realizar esse velhinho, só falei que sim, a gente se pegou de um jeito incrível, com tanta paixão, tesão e putaria, ela falava pra ele: papai, o Nico vai me comer todinha, você gosta que eu seja tão puta?, e ele respondia: sim, adoro ter essa puta de esposa. Fiquei montado nela uns 20 minutos, senti que ia gozar, tirei ela do meu pau, abri as pernas dela e chupei a buceta e o cu dela por uns 15, 20 minutos sem parar, ela gozou tão forte na minha boca que tive que engolir os fluidos dela, com o tesão e a putaria que a gente tava nem usei camisinha, eles falaram que estavam se cuidando e que zero drama, isso me tranquilizou, a gente tomou banho junto e eu comi aquela raba linda da Juli de novo, e Carlos estava ouvindo tudo do lado da porta do banheiro, nossos gemidos, os tapas que eu dava na raba da Juli, ele tirou umas fotos da gente, adora colecionar os dois, fotos cuidadas onde não aparece nada. Desde aquela segunda pra terça a gente se vê de vez em quando, quando ele tá de plantão, às vezes vou no apartamento deles e a gente se diverte, já mandamos fotos e vídeos nossos transando tudo pelo celular dela, e na academia quando ela faz agachamento pede ajuda de propósito e encosta a raba em mim, pergunta baixinho: você vai comer minha raba?, passa a mão no meu pau e eu na buceta dela, sempre assim. Resguardo, quando ninguém nos vê na academia. Essas duas fotos são de uns dias atrás no apê deles. Ela é louca na pica e eu no rabão dela.

Ela arruma uns papéis, me olha e diz: "vou na academia". Eu falo: "dá pra notar, você trabalha com muito peso". "Não muito, só pra me manter um pouco", ela diz. "Você também treina?", ela pergunta. "Sim", eu falo. Ela diz: "dá pra notar também". Eu vou na academia do professor Richard, academia super conhecida da onde nós dois somos (não falo lugar, cidade nem estado por segurança de nós dois). Ela diz: "eu também vou lá com meu marido, à noite". "Eu vou na hora da sesta ou às vezes mais tarde, hoje não fui porque vim na reunião no lugar do meu irmão e cunhada", eu falo. O papo ia render mais, mas pelo que falei antes, terminou ali e nos despedimos cordialmente.
No dia seguinte, vou na academia e, depois de terminar meu treino, pergunto pro professor sobre a Juli, conversa de homem pra homem. Contei o que rolou no dia anterior, e ele fala: "ela vem com o marido, o militar". O professor é um pouco esquerdista, mas um cara foda. Pergunto: "por que professora gostosa?". "Ahhh, você não sabe como ela vem produzida pra treinar, parece uma puta", ele diz. O professor e a mulher dele, Dana, me iniciaram nesse mundo (liberal, swingers, isso vai ser outra história).
E o marido? Perguntei. "Um velho broxa, deve ter grana", ele fala. "Jamais uma novinha gostosa como ela vai casar com um velho assim". Eu me caguei de rir com tudo isso. Ele diz, com o olho clínico dele, único nesses assuntos: "ou ela mete chifre nele, ou ele deixa ela ter outro macho, te assino embaixo. A gente sempre tende a pensar na primeira opção, mas depois eu teria uma bela surpresa".
Na semana seguinte, decidi, só de tesão mesmo, começar a ir na academia à noite pra cruzar com ela. Segunda de perna: agachamento, leg press 45°, cadeira extensora, etc. Vejo ela chegando com ele, igual o professor falou: muito sexual, sensual, uma égua do caralho. Ele não era tão velho e acabado como o professor disse. Profe, mas dava pra notar bem a diferença de idade, eu me fiz de besta. Quando ela tava fazendo leg press e eu cumprimentei: "Oi, profe, tudo bem?", ela falou: "Você é o tio da Gaby, né?" Falei que sim, e completei: "Agora, por causa do meu trampo, vou vir nesse horário e a gente vai se ver mais vezes. Quer ajuda pra colocar mais peso?" Ela topou. O marido dela tava treinando costas, mas percebi que tava olhando fixo pra gente. Dessa vez, ela elogiou minhas costas, um músculo que eu tenho bem definido. Fui beber água pra pegar minhas coisas e ir embora, e nisso vejo o marido dela também bebendo água, conversando com outro cara que tava lá. Me despedi de todo mundo, e ele me chamou: "Posso falar uma coisa?" Juro que pensei no pior (uma xingação ou até ele me confrontar por ter falado com a mulher dele). Falei: "Amigo, sem problemas." Ele perguntou: "Há quanto tempo você treina?" Respondi: "Uns anos." Ele: "Se cuida com a comida?" "Um pouco." Nisso, os outros que estavam lá foram treinar ou foram pra casa, e ele soltou: "Você gosta da minha mulher?" Fiquei surpreso, NÃO ESPERAVA AQUILO. Pensei, pensei, e falei: "Sua mulher tem uma rabeta do caralho, viu? Viu como ela vem vestida?" Ele: "Sim, bem gostosa." "Conhece ela de algum lugar?" Respondi: "É a profe da minha sobrinha." Ele: "Hmm, me chamo Carlos, sou gendarme, tenho 52 anos." "Oi, Carlos, Nico, 34." "Julieta tem 27, casamos há dois anos. Eu tenho filhos grandes do meu primeiro casamento." Falei: "Boa, parabéns por ela, é uma deusa." E ele: "Somos um casal aberto, e eu adoro ver ela dando pra outros ou que me mandem fotos, vídeos ou áudios quando ela tá de plantão. Já fizemos duas vezes numa cidade vizinha aqui, mas agora que ela tá trabalhando, a gente tá se cuidando mais." Eu não sabia o que dizer com essa confissão. Ele continuou: "Ela falou de você, gostou de você. Só tem que ser discreto e ter palavra. Foi tipo depois que a Argentina ganhou a Copa, continuei conversando com ela como se nada tivesse acontecido, fui dando em cima do jeito que você faz com qualquer gatinha, ela sabe que tem carta branca pra te pegar se quiser, eu felão, me despedi dele, e de propósito fui me despedir dela, com "até amanhã, prof", "tchau" ela falou. Quando cheguei em casa, fiquei doido naquela noite. Óbvio que continuei indo à noite, conversava com ela sobre a academia, sobre a aluna dela que é minha sobrinha, cumprimentava o Carlos super bem. Um dia lembro que foi uma sexta, a prof tava treinando costas e me pediu pra ajudar com uns pesos porque tava pesado, e ela me pergunta: "O que o Carlos te falou aquele dia que vocês estavam conversando ali bebendo água?" Não sei se ela tava me testando ou não, mas falei o que ele me contou. Ela me olhou fixo e disse que o Carlos que introduziu ela nesse mundo e que ela adora, que já tinham feito duas vezes, mas com gente de fora, ninguém daqui. Eu confessei que já tinha feito ménage algumas vezes também, aí ela falou: "A gente tá procurando uma experiência mais pesada, o Carlos tem dificuldade com sexo e quer que eu tenha um amante fixo." Saiu da alma eu falar: "Pode contar comigo." Depois ficamos os dois em silêncio por uns minutos, e eu tomei a palavra: "Você é a professora da minha sobrinha, e te falei aquela vez do treino de perna só pra puxar assunto porque você me encantou desde que te vi, Juli." Ela falou, meio tímida: "Você também é bonito." Vi ela meio na dúvida, pensei que a conversa ia morrer ali, mas por sorte não foi assim.
Na segunda seguinte, os dois vieram. Depois de terminar o treino, o Carlos me chama e fala: "Você topa depois ir num tira-gosto?" Falei: "Vai ter a galera da academia também?" "Não, só você." Aí já entendi onde a coisa ia dar. "Que horas?" "Umas 22:30, por aí." "Fechou." Me despedi de todo mundo e ela falou: "Te espero." Fui, me depilei um pouco, tomei um banho caprichado e levei um vinho (eu não bebo álcool), mas fiz um agrado pra eles. Conversando super bem os três, e aí a conversa começou. mais relaxada sim, começamos a falar de sexo, das aventuras deles, de que ela agora se cuida muito, ela estava uma deusa, mini saia preta e regata branca, na conversa mostrei minha conta do telegram onde guardo umas fotos das minhas aventuras, sempre bem cuidadas, nunca aparece rosto nem nada, os dois se surpreendem, especialmente ela não imaginava que eu já tinha alguns ménages no currículo. Carlos me conta que se separou da primeira mulher porque ela não queria abrir o relacionamento nem realizar a fantasia dele de comer outro homem, a ex dele, dizia que ela tinha cabeça de mosquito, muito antiquada, e Juli dizia que se não fosse por ele nunca teria vivido isso, ela vem e senta no meu colo e fala: vamos realizar esse velhinho, só falei que sim, a gente se pegou de um jeito incrível, com tanta paixão, tesão e putaria, ela falava pra ele: papai, o Nico vai me comer todinha, você gosta que eu seja tão puta?, e ele respondia: sim, adoro ter essa puta de esposa. Fiquei montado nela uns 20 minutos, senti que ia gozar, tirei ela do meu pau, abri as pernas dela e chupei a buceta e o cu dela por uns 15, 20 minutos sem parar, ela gozou tão forte na minha boca que tive que engolir os fluidos dela, com o tesão e a putaria que a gente tava nem usei camisinha, eles falaram que estavam se cuidando e que zero drama, isso me tranquilizou, a gente tomou banho junto e eu comi aquela raba linda da Juli de novo, e Carlos estava ouvindo tudo do lado da porta do banheiro, nossos gemidos, os tapas que eu dava na raba da Juli, ele tirou umas fotos da gente, adora colecionar os dois, fotos cuidadas onde não aparece nada. Desde aquela segunda pra terça a gente se vê de vez em quando, quando ele tá de plantão, às vezes vou no apartamento deles e a gente se diverte, já mandamos fotos e vídeos nossos transando tudo pelo celular dela, e na academia quando ela faz agachamento pede ajuda de propósito e encosta a raba em mim, pergunta baixinho: você vai comer minha raba?, passa a mão no meu pau e eu na buceta dela, sempre assim. Resguardo, quando ninguém nos vê na academia. Essas duas fotos são de uns dias atrás no apê deles. Ela é louca na pica e eu no rabão dela.


2 comentários - A profe, o PM e o valentão