Meu Sogro Nudista 4

Enquanto me aconchegava junto a ele, eu disse:

— Preciso te confessar uma coisa... uma noite, ele me viu... me masturbando.

— Ah, é? — Ele estava divertido e excitado. Suas mãos começaram a acariciar suavemente minha coxa. Era o jeito dele se comunicar; seus desejos eram ardentes. — Como foi que aconteceu? — Ele perguntou e eu continuei:

— Eu estava na nossa cama, me masturbando, e ele entrou por acidente.

— Você estava usando um brinquedo? — perguntou enquanto sua mão vagava pela minha coxa.

— Sim... — deixei a excitação me invadir.

— No que você estava pensando...? — Seu dedo agora roçava meu clitóris, eu sabia o que ele queria ouvir.

— Na sua pica grande e dura dentro de mim.

— Quando ele entrou, também estava pelado?

— Sim — mal consegui pronunciar a palavra.

— O que aconteceu depois? — perguntou.

— Fiquei tão chocada que gozei.

Bryan sentiu o sangue subir da cabeça até o pau, que agora estava ficando duro.

— Porra... O que ele fez?

Coloquei uma mão no peito dele, olhei fixamente em seus olhos e respondi:

— Ele me comeu sem piedade.Meu Sogro Nudista 4Ele estava tentando se confessar ou só seguindo o jogo? Bryan não estava em condições de assimilar e, cego pela luxúria, simplesmente assumiu que tinha acontecido. Sua expressão mudou de divertida para libidinosa, lançando-me um olhar frio, mas ao mesmo tempo erótico.

—Me conta tudo — disse.

Devolvi o sorriso.

—Não, nada disso. Claro que ele foi um cavalheiro e foi embora. Mas depois, tenho quase certeza de que ouvi ele se masturbando.

Bryan deslizou um dedo pela minha coxa nua, e o levez toque me fez suspirar.

—Você gostaria de ter visto isso? — perguntou.

Deslizando o dedo para cima, encontrou seu alvo: uma carícia suave nos meus lábios vaginais. Eu agora sentia o mesmo que ele.

—Sim — murmurei.

Enquanto ele continuava brincando com minha buceta, delineando meus lábios, roçando meu clitóris e explorando minha abertura, minha umidade aumentava. Estendi uma mão até seu colo e senti seu pau ereto através da calça. Agarrei, massageei, fazendo ele implorar para ser libertado.

—O que mais você gostaria que eu fizesse? — perguntei.

Bryan mal conseguia falar.

—Queria... que você... tivesse levado na boca.

Desabotoei o cinto e o botão da calça, expondo seu pau duro. Ele suspirou aliviado ao senti-lo livre. Segurei firme, torcendo e acariciando ao longo dele.

—Ah, como eu desejei desesperadamente fazer isso. Ver quanto consigo aguentar. Todos esses dias, precisei de toda minha força de vontade para não me ajoelhar e engolir seu pau — disse com frieza libidinosa.

—Mas você fez, não foi? — sussurrou.

—Sim — continuei minha confissão —. Estávamos tomando sol lá fora. O sol fazia ele brilhar e não resisti. Primeiro lambi assim, de cima a baixo, e depois passei a língua por cada bola.

Meus dedos imitaram esses movimentos no pau do Bryan.

—Então beijei — disse, roçando suavemente a ponta do seu pau —. A cabeça, e explorei mais. Claro, fiz de tudo para enfiar.

—Aposto que que não aguentaria muito tempo com essa sua boca linda.

— Ah, não — disse em tom de brincadeira. — Paus grandes demoram uma eternidade pra gozar. Eu poderia cavalgar o dia todo se quisesse.

— Mas ele gozou, né? — perguntou.

— Sim — a frieza luxuriosa voltou à minha voz. — Quando eu quis. Gozou na minha cara toda.

Bryan ficou um pouco surpreso, embora ainda achasse que era tudo fantasia.

— Você deixou?

— Ele nem pediu, simplesmente fez. Mas qualquer um com um pau tão grande pode fazer o que quiser comigo.

Ele começou a tirar sarro de mim.

— Só deixa os grandões gozarem na sua cara, é?

— É, não consigo me controlar perto dele.

Bryan não sabia o que tinha acontecido com ele. Fazia muito tempo que não se sentia tão excitado, e aquela excitação acabou com qualquer inibição que ainda restasse.

Ele se atirou sobre mim.

— Deus, eu te quero tanto — disse.

— Aqui mesmo? — Pareci divertida.

Bryan não tinha pensado nisso, mas fazia sentido.

— Sim, vai ser ótimo. Mas, sabe, pode me sujar.

Lancei um olhar de desentendimento.

— O quê, quer que eu engula? Se tá tão preocupado assim, pode segurar e terminar no quarto.

— Espera, acho que tenho camisinha.

Enquanto ele corria pra buscar, me masturbei e deixei a imaginação voar. Isso podia acontecer de verdade, pensei. Poderia ficar com Bryan e o pai dele ao mesmo tempo. Nunca tinha fantasiado com traição ou cornagem, mas tinha uma vontade danada de ficar com Thiago de novo.

Bryan voltou e rapidamente colocou a camisinha. Normalmente ele gostava de ir devagar, mas não essa noite. Me levantou do sofá, me virou, me pegou pelos quadris e me inclinou. Me apoiei rápido no sofá pra não cair. Então, por trás, me penetrou com um movimento vigoroso. Continuou metendo com força.esposaEm outro momento, eu teria gostado da agressividade dele, mas por alguma razão, essa noite não estava sendo particularmente prazeroso para mim. Rapidamente me lembrei do motivo de não gostar de camisinhas. Não sentia o calor de sempre, a proximidade; parecia tão vazio. Percebi que essa seria uma experiência principalmente para ele, e fiquei feliz em proporcioná-la.

Ouvi primeiro: o rangido da porta do quarto de Thiago se abrindo e seus passos arrastados se aproximando. Instintivamente, entrei em pânico, como seria a reação normal ao ser pega no meio do ato sexual. Mas rapidamente revisei a cena. Bryan e eu havíamos acabado de fantasiar sobre me compartilhar, e agora lá estava o objeto dessa fantasia, enquanto eu estava sendo comida.

Quando Thiago dobrou a esquina, ele parou no lugar, percebendo instantaneamente o que estava testemunhando. Nossos olhares se cruzaram, e eu esbocei um leve sorriso. Ele estava nu, é claro, e meu olhar pousou naquele pau maravilhoso. Quanto a Bryan, ele não percebeu, absorto em sua própria luxúria.

Finalmente, fui eu quem quebrou o silêncio.

— Posso ajudá-lo? — perguntei com um tom divertido, embora um pouco irritado.

Nesse momento, Bryan viu seu pai e ficou paralisado. Sem saber o que fazer, manteve seu pau dentro de mim e ficou olhando para o vazio.

Thiago tinha uma expressão de satisfação; talvez porque seu filho finalmente estivesse se sentindo um pouco menos conservador; talvez feliz por um casal estar compartilhando um momento íntimo. Ele caminhou calmamente até a cozinha.

— Desculpe, só vou pegar algo para comer! Não precisa parar por minha causa.

— Pai! — disse Bryan, soando mais como um adolescente irritado do que como alguém que foi violado.

— O quê!? Vou ser rápido — foi tudo que ele respondeu.

Fui eu quem começou a me mover de novo, entrando no ritmo do meu marido. Bryan baixou o olhar e viu minha expressão. Do ângulo dele, parecia que eu estava encarando o pau do Douglass, que balançava enquanto ele revirava nos armários. Pela primeira vez no nosso encontro amoroso naquela noite, eu geme.

Thiago deu uma olhada rápida, depois voltou ao que estava fazendo, mas algo mudou. Seu pau começou a crescer. Isso não passou despercebido por Bryan; ele começou a se mover de novo, rosnando a cada investida. A fantasia lasciva voltou a ele.

Então, nós dois vimos: a visão completa do pau ereto do meu sogro.

—Porra! —gemi alto.

Thiago, incapaz de me ignorar, virou-se para nós e começou a nos encarar. Agora Bryan e Thiago trocavam olhares, cada um com sua própria forma de luxúria naquele instante. Fiz uma pausa para olhar para Bryan novamente.

Talvez, se alguém tivesse pensado com clareza, o que aconteceu depois não teria ocorrido, mas cada um estava tão excitado que se sentia impotente para parar. Nós três queríamos ir ainda mais longe.

—Acho que ele gosta de nos ver —disse de forma sedutora ao meu marido.

—Acho que ele quer participar —respondeu com um tom profundo e lascivo.

Os olhos de Thiago se arregalaram. Será que ele realmente podia fazer aquilo? Bryan e eu estávamos tão excitados que nem sequer passou pela nossa cabeça duvidar. Íamos viver a fantasia até o fim.

—O que você me propõe, Bryan? —perguntei.

—Chupa o pau dele —ordenou.

Pela primeira vez em muito tempo, ele sentiu que tinha o controle absoluto. A expressão de Thiago era mais de surpresa do que de luxúria, mas seu pau estremeceu ao ouvir essas palavras. Me afastei de Bryan, deixando à mostra seu pau coberto pela camisinha. Depois, mexendo os quadris, me aproximei de Thiago.

—Acha que vou dar conta? É enorme —perguntei em tom brincalhão. Bryan se sentou no sofá.

—Adoraria ver você tentar.

Thiago fechou os olhos. Ele não estava preparado para fazer aquilo na frente do filho, mas seu corpo anseava por aqueles lábios de novo. Ele me viu ajoelhar na frente dele e sentiu minhas mãos ao colocá-las sobre seus quadris. Depois, com muita delicadeza, soprei suavemente sobre seu membro, provocando-o. Thiago estremeceu e sentiu as pernas falharem. Apoiou as duas mãos nos meus ombros para se segurar. Então, baixou o olhar para mim.

Foi um grande alívio quando aqueles lábios tocaram seu pau. Não havia culpa, nenhuma voz no fundo da mente que lembrasse que aquilo era errado. Ele podia aproveitar plenamente. Comecei passando a língua pra cima e pra baixo no seu membro, como tinha dito a Bryan. Um e depois o outro, coloquei cada testículo na boca e os balancei suavemente. Depois, com muita delicadeza, beijei a ponta, deixei minha língua explorar a glande e então o engoli.infielBryan estava atordoado. Sua esposa, sua preciosa esposa, agora era pura sensualidade. Ela parecia tão voluptuosa, tão desejosa, tão erótica de joelhos, lutando com um pênis enorme. Tudo porque Bryan queria. Era fantasia e realidade, perversão e amor; meus lambeijos e os gemidos de Thiago eram os únicos sons. Bryan se sentou no sofá para ter uma visão melhor. Nem sentiu necessidade de se tocar, tão absorto estava na visão diante dele.

Quanto a mim, estava gostando, mas sentia que faltava algo para Thiago. A emoção dos encontros secretos havia desaparecido, assim como a intimidade amorosa que compartilhávamos quando estávamos sozinhos. Agora era uma performance, e Thiago entendeu que precisava atuar de acordo. Ele lembrou do jogo de corninho do dia anterior e decidiu se envolver mais.

Ele colocou uma mão na minha nuca e tentou me empurrar para baixo.

—Isso, engole tudo — ele disse.

Agora os sons dos meus engasgos enchiam o quarto. Tentei ir mais fundo, empurrar todo o peso do seu pênis enorme dentro da minha boca, mas desesperada, recuei, ofegante em busca de ar. Thiago riu.

—Exagerou um pouco, não foi?

Ainda recuperando o fôlego, respondi apontando para Bryan:

—Mal consigo fazer um deep throat nele, e ele tem metade do seu tamanho.

Thiago fingiu indiferença.

—Bom, podemos revezar se você precisa de uma pausa.

—Não! — disse com firmeza. — Quero o desafio.

E com isso, me joguei nele novamente. Tentei fazer um deep throat mais uma vez, trabalhando devagar, metodicamente, me esforçando para respirar pelo nariz e reprimir o engasgo, mas foi inútil. Thiago teria que se contentar com menos. Usei as duas mãos no seu pau, girando e acariciando, enquanto minha língua lambia a cabeça repetidamente.

—Preciso que você goze para mim — disse a ele.

Bryan estava fascinado, mas não diria que estava excitado. Seu pau já estava amolecendo e a camisinha havia saído sem ser usada. Ele não... Ele não se interessava pelo próprio prazer, mas pelo que sua esposa era capaz de fazer. Ele estava estupefato.

Eu não tinha certeza de quanto tempo conseguiria ficar de joelhos, e minha mandíbula já estava cansando. Conhecia a resistência do Thiago e decidi que ele logo iria gozar. Envolvi seu pau com as mãos e comecei a masturbá-lo com fúria.

—Meu Deus, adoro como seu pau é, tão comprido e duro. Sinto que poderia gozar só de segurá-lo — falei.

Thiago gemeu profundamente.

—Ah, você é incrível nisso, continua assim.

—É? Vai gozar pra mim? — perguntei animada.

Thiago mal conseguia falar de tanto prazer.

—Sim — foi tudo que ele conseguiu dizer.

—Onde você quer gozar? Posso engolir ou você pode me cobrir com sua porra — perguntei.

—Sua cara — ele disse.

—Por favor — falei, quase suplicando.

Bryan ficou pasmo. O que eu dizia era verdade: eu tinha deixado um pauzão gozar na minha cara. Uma de suas fantasias mais antigas estava prestes a se realizar, mas não seria ele quem iria gozar na esposa.

O pau do Thiago tremeu, inchou e, com um grito, ele gozou com força e profundidade. Posicionei meu rosto de forma a receber até a última gota da porra dele, me cobrindo como meu marido, que observava, nunca tinha feito. Continuei masturbando, garantindo que não sobrasse uma única gota.cuck— Valeu por isso — disse Thiago, enxugando o suor da testa. Deu um passo para trás e baixou o olhar. — Você também precisa de um alívio?

— Não se preocupe comigo, tudo aquilo foi pra você — respondi.

Depois, me virei para olhar o Bryan.

— Então, como estou? — perguntei, enquanto um pouco de porra escorria do meu queixo pelos meus peitos generosos.

Bryan não conseguia falar, pasmo com a imagem à sua frente. Finalmente, após um breve silêncio, Thiago falou.

— Bom, boa noite.

E, após um aceno constrangedor para Bryan, seguiu para seu quarto. Eu ri, levantei também e fui pulando para o quarto principal. Bryan me seguiu. De volta ao nosso quarto, Bryan se despiu e deitou na cama. Eu saí do banheiro depois de fazer uma limpeza facial intensa.

Bryan perguntou:

— Como foi seu primeiro tratamento facial?

Pela primeira vez em horas, a culpa voltou a me invadir.

— Ai, meu Deus, espero que isso tenha sido ok!

Bryan me deu um sorriso tranquilizador.

— Não se desculpe! Fico feliz que você finalmente superou seu medo. Não tem problema não ter sido o primeiro. Da próxima, talvez eu também possa te dar um.

Ele abriu os braços para me receber na cama. Me deitei e me aconcheguei nele, me sentindo relaxada e conectada a ele de um jeito tão profundo novamente.

Depois de um minuto daquele abraço, eu falei.

— Quer tentar de novo?

— Claro — respondeu, sem um pingo de hesitação ou medo.

— Só um boquete, ou algo mais? — perguntei.

— Algo mais... — respondeu, e eu retribuí com um arrulho suave.

— Você gostou de me ver com ele, né? — perguntei.

— Foi tão... intenso. — Bryan buscou a palavra certa para expressar tudo o que sentia. — Te ver sendo tão... sensual foi incrível. — Sentindo-se tão perto, naquele momento, ele se abriu ainda mais. — Às vezes, seu desejo e seu jeito de fazer amor me deixam sem reação. Sua libido é tão forte que acho que não consigo acompanhar. É como se você quisesse transar o tempo todo. tempo, mas eu canso. Mas com outra pessoa, principalmente com um pau grande, eu consigo relaxar, entende?

Me senti muito perto dele naquele momento.

—Totalmente. Sei que você ainda pode estar se recuperando, e pode voltar atrás a qualquer momento, tá? Mesmo no meio de tudo isso. Eu quero isso pra você.

—Você também quer, né? —ele perguntou.

Me mexi e de repente fiquei mais reservada. —Digo, sim.

—Me conta.

Sorri largamente.

—Quero sentir como é ser esticada assim. Quero estar com outros homens e deixar que explorem meu corpo.

—Oh... outros homens também? —perguntou Bryan.

—Sim, tudo bem?

—Sim —respondeu com uma intensidade fria.

—Você quer... compartilhar sua esposa? —perguntei.

Bryan começou a acariciar seu pau, que agora estava ficando duro.

—Com quem mais você quer foder?

Eu o observava enquanto ele se masturbava, divertida.

—Aquele entregador jovem e forte que vem aqui às vezes.

—Ah, é? Quem mais? —perguntou.

—Quem é aquele seu colega de trabalho jovem e forte que fez um churrasco ano passado?

—Quer dizer o Mark? Deus, ele é um babaca insuportável, sempre se gabando da última garçonete gostosa que comeu. Eu nunca mais ouviria o fim disso se ele transasse com minha mulher.

Bryan continuou se acariciando. Algo dentro dele ficava profundamente excitado com essa ideia.

—Ah, agora eu quero mesmo! Quero cavalgar no pau grande e duro dele, deixar ele gozar bem fundo. Ou, talvez, ele seja um garoto safado e deixe ele me foder primeiro no cu.

Com minhas palavras, ele se masturbou até ter um orgasmo forte. Enquanto ele deitava ofegante, coberto com a própria porra, eu perguntei:

—Que tal começarmos com um pauzão? —disse sem deixar claro a quem me referia.

—Combinado —respondeu Bryan.

Bryan e Thiago dormiram placidamente naquela noite, sexualmente satisfeitos. Quanto a mim, a imaginação e a excitação me mantiveram virando na cama; eu precisava me aliviar. pronto. Em algum momento da madrugada, bolei meu próprio plano.

Amanhã seria um dia normal de trabalho; Bryan iria para o escritório no horário de sempre. Thiago tinha seus próprios compromissos: voltaria para supervisionar as reformas na casa dele. Enquanto eu ficava deitada na cama, me acariciando de leve, uma ideia diabólica passou pela minha cabeça.

Ainda tinha o número do entregador no meu celular. Lembrei que tinha transado com ele enquanto Thiago assistia; mas ele era muito ruim na cama. Um garoto jovem daqueles precisava de treinamento, e eu queria transformá-lo num amante de verdade. Enquanto a ideia ficava rodando na minha cabeça, finalmente consegui pegar no sono. Bryan me acordou com um beijo de manhã.

— Vou trabalhar — disse ele.

— Tá bom, não demora muito, tô com saudades — respondi. Aí, Bryan se inclinou e sussurrou:

— Falei com meu pai hoje de manhã.

— Ah? — a excitação e o desejo me invadiram.

— Ele e eu vamos tomar alguma coisa depois do trabalho e depois voltamos pra casa. Acha que a gente poderia, você sabe…?

Eu o abracei.

— Quero muito isso.

— Como diabos vou conseguir trabalhar hoje? — ele disse, e saiu com um beijo.

Ainda deitada na cama, coloquei em ação minha própria busca por prazer. Mandei uma mensagem pro entregador:

— Tá livre hoje?

Adicionei um emoji de berinjela e outro de pêssego, como uma forma meio peculiar de flertar. Pouco depois, recebi uma resposta simples: «Sim». Senti a paixão voltando a ferver dentro de mim.

— Daqui uma hora? — perguntei, e ele respondeu rapidamente: «Sim».

Tomei banho, passei uma maquiagem leve, decidi que seria algo excitante, então coloquei um conjunto de lingerie que só tinha usado uma vez com Bryan; ele só conhecia meu corpo pelado, então isso seria especial. O entregador chegou um pouco mais cedo do que o esperado.noraAbri a porta com um simples sorriso. Ele, por sua vez, vestia uma camisa polo simples e uma bermuda, com uma careta boba no rosto.

— E quais são os planos pra hoje? — perguntou com toda a arrogância de um garoto de dezenove anos, sabendo que ia transar.

— Ah, você sabe, aposto que consegue adivinhar — respondi, com meu próprio grau de arrogância.

Ao entrar, ele deu uma olhada rápida ao redor.

— Cadê seu marido?

Não pude evitar dar uma risadinha interna.

— Não está. Estou completamente sozinha.

— Bom, posso te ajudar com isso.

Entrou e me abraçou. Quando ele se preparava para me beijar, me soltei habilmente do seu abraço.

— Aqui não — disse.

Peguei sua mão e o conduzi até o quarto. Lá, nos beijamos apaixonadamente, ou pelo menos com a paixão que nosso relacionamento podia ter. Enquanto ele me acariciava, deslizei minhas mãos por baixo da sua camisa, e então me surpreendi. Seu rosto juvenil escondia o que havia por baixo. Podia sentir um peito forte e bem definido, e músculos das costas poderosos. Peguei sua camisa e a tirei; não pude evitar suspirar.

— Meu Deus, como você está em forma — disse, apertando o músculo do seu braço. Ele tinha um sorriso provocador que, inesperadamente, me cativou.

Minhas mãos continuaram a desabotoçar sua bermuda e a puxei para baixo. Seu pênis jovem já estava completamente ereto. Rapidamente me ajoelhei e o devorei com avidez. Seu tamanho menor me permitiu fazer um boquete profundo.

Depois de satisfazê-lo, eu queria o meu. Fiquei de pé e, com certa força, o empurrei na cama. Seu pênis ereto balançou com o movimento, e me joguei sobre ele, pairando como uma leoa sobre sua presa.

Ele exclamou:

— Porra! Dessa vez eu trouxe camisinhas.

Minha mente reviveu o sexo insatisfatório da noite anterior.

— Podemos ficar sem? — perguntei —. Tirar, é claro.

Era arriscado, mas eu queria o máximo de prazer e era muito melhor.

— Ah, caralho, claro, eu tenho histórico Perfeito ter me retirado a tempo.

Lancei um olhar para ele.

— Sério?

— Sério, nunca gozei dentro de uma buceta sem camisinha.

Me joguei sobre seu rosto com um beijo faminto. A noite anterior foi para o prazer de dois homens, mas agora, eu estava com vontade, e ia usar esse cara. Rapidamente deixei ele entrar na minha buceta agora molhada e comecei a cavalgar. Ele expressou prazer através de gemidos e exclamações, mas eu não ligava. Tudo que eu precisava era de um pau duro dentro de mim.

Minha mente vagava entre meus prazeres: desde Bryan, até receber Thiago pela primeira vez, exibir meu corpo e me sentir tão gostosa, e curtir com esse garoto. Será que contaria a Bryan sobre esse encontro? Talvez sim, talvez não. Me sentia satisfeita de um jeito profundo que nem sabia ser possível.sogroO tempo todo, eu me balançava sobre ele com movimentos constantes e ritmados. Por sua parte, o entregador manteve os braços ao lado do corpo, quase atordoado pela presença de puro sexo sobre ele. Soube que teria que educar o garoto eu mesma.

Enquanto cavalgava ele, agarrei suas mãos e as coloquei sobre meus peitos. Ele começou a acariciá-los, massageando cada um com força. Suavemente, começou a brincar com meus mamilos, provocando novas ondas de prazer em mim. Colocando meus braços dos dois lados da sua cabeça, me inclinei para dar a ele maior acesso. Ele chupou gentilmente cada peito, um por um, movendo a língua com delicadeza.

—Meu Deus, sua língua é incrível —disse.

Em parte era verdade, mas eu queria incentivá-lo a explorar meu corpo de mais maneiras.esposa putaDeitando-me novamente, levei as mãos dele ao meu peito, colocando-as sobre seus peitorais firmes, e depois deixei que explorassem sua musculatura. Ele parecia tão jovem e viril, forte mas ao mesmo tempo dócil sob minhas mãos femininas. Mexi-me de um jeito que pressionei seu pau contra a parte da frente da minha buceta, balançando e deixando meu prazer dominar os movimentos. Ele manteve as mãos nos meus quadris, mas eu queria mais.

—Me toca —ordenei.

Lentamente, quase com malícia, ele deslizou a mão direita pelos meus quadris, chegando cada vez mais perto do prêmio. Depois, com um toque habilidoso, roçou meu clitóris com o polegar. A eletricidade era incrível, provocando prazer com o mínimo movimento. Inclinei-me para frente, pressionando mais contra ele, e então balancei para incentivá-lo. Ele continuou me provocando, alternando entre uma pressão mais suave e outra mais intensa, uma disputa de poder entre nós dois, de luxúria e desejo. Era melhor do que parecia.

—Por favor, me toca —o que tinha sido uma ordem virou súplica, e ele atendeu.

Moveu o polegar com pressão firme contra mim, fazendo círculos e movimentos de pura energia sexual. Meu corpo reagiu. Arqueei-me contra ele com mais força, sentindo seu corpo debaixo do meu, satisfazendo minha sexualidade. Meus movimentos ficaram mais intensos, investidas vorazes contra seu membro, um desejo desesperado de trazer seu corpo ainda mais para dentro de mim.

Estava perto, muito perto da explosão de prazer que eu queria.

Naquele instante, ele ficou paralisado, e um olhar distante surgiu em seus olhos.

—Sai de cima —disse, colocando as mãos nos meus quadris e tentando me mover.

—Por quê? —falei com tom exasperado.

—Vou gozar logo.

Não. Eu estava perto; dava para sentir. Meu prazer não seria negado.

—Tudo bem —disse, enquanto continuava me mexendo.

—Dentro de você? —perguntou com certa apreensão.

—Sim, goza dentro de mim —ordenei.

—Porra, porra, porra! —repetia, absorto nas sensações.

Ele estava prestes a... gozar dentro de uma mulher. O pau dele inchou, pulsou e ele gozou. Para mim, a porra foi pura eletricidade; senti tudo na minha buceta desprotegida.Nora gostosa—Porra, isso, me dá tudo! —gritei, e isso foi o suficiente.

Meu orgasmo percorreu todo o meu corpo. Continuei me mexendo e gozei, enquanto a carga dele me enchia.

Sorri enquanto olhava para baixo. Ele estava em um estado de pura felicidade.Meu Sogro Nudista 4—Caralho, nunca tinha gozado dentro de uma buceta antes —ele disse.

Senti orgulho de proporcionar aquele momento.

—E como foi a sensação?

—Porra, incrível —respondeu.

Desci dele, deixando o sêmen começar a escorrer lentamente.

Deitada ao lado dele, ele perguntou:

—Pronta para o segundo round?

É jovem, pensei comigo, claro que ele aguenta mais.

—Claro, quanto tempo você precisa?

—Nem muito, provavelmente se você me chupar um pouco já fico pronto.

Lambi com orgulho os fluidos vaginais e o sêmen do pau dele que já estava endurecendo de novo. Realmente não demorou nada.

Quando ele ficou completamente ereto, perguntou:

—Você quer anal, né?

—O quê? —fiquei pasma com o pedido ousado feito de forma tão casual.

—Digo, você me mandou um emoji de pêssego.

Uma leve surpresa me invadiu. É isso que significa?, pensei. Não deixei esse coitado confuso, deixei?

Ele percebeu minha hesitação.

—É que você se ofereceu. E a ideia de meter de novo numa buceta cheia de porra me dá um pouco de nojinho.

—É a sua porra.

—Vamos, por favor?

Será que eu realmente poderia entregar minha virgindade anal a esse quase desconhecido? Bryan já tinha perguntado várias vezes, dando voltas, mas eu sempre recusava.

Cedi.

—Tá bom, mas vai com calma, nunca fiz isso antes.

—Tem lubrificante? —ele perguntou.

Apontei para o criado-mudo.

—Pega meu vibrador também.

Eu estava disposta a entregar minha virgindade anal a esse desconhecido. O último tabu tinha sido quebrado. Fiquei de quatro, oferecendo meu cu. Para minha surpresa, a primeira coisa que senti foi a língua dele, percorrendo minha bunda, seguida de uma lambida intensa. Era estranho, formigante, quase prazeroso, mas uma sensação tão esquisita que eu não sabia o que pensar. Relaxei ainda mais, e com esse relaxamento veio uma excitação maior. Então, lentamente, o dedo dele penetrou meu ânus.esposaSoltei um suspiro profundo; era prazeroso ter novas zonas erógenas exploradas e excitadas. Estendi a mão e peguei o vibrador. Enquanto o esfregava no meu clitóris, senti um segundo dedo dentro, depois um terceiro. Cada dedo novo aumentava a pressão e o prazer.

Então, para minha surpresa, disse:

—Preciso do seu pau agora.

Ele aceitou feliz. Com mais lubrificante, e trabalhando devagar dentro de mim, conseguiu me penetrar completamente. Ficou ali, permitindo que meu ânus se expandisse em volta do seu membro. E era bom. Então, começou a meter, enquanto eu usava meu vibrador. Gemi, sentindo cada nervo do meu corpo queimar. Isso era novo, isso era maravilhoso, e comecei a fantasiar com o Thiago dentro de mim daquela maneira. A imagem do membro prodigioso dele voltou à minha mente, e senti que me aproximava de um orgasmo maravilhoso e estranho.

Quando o prazer diminuiu, larguei o vibrador e olhei para meu amante.

—Bem, grandalhão, tá pronto para gozar na minha bunda?

Ele estava muito absorto no prazer para responder. Suas metidas ficaram mais selvagens, mais fortes, e eu o incentivei.

—Isso, assim mesmo, fode minha bunda.infielAdorava dizer aquelas palavras; pareciam tão erradas, tão pervertidas. Finalmente, ele gozou de novo, gritando de prazer intenso. Nós dois desabamos na cama, abraçados.

— Obrigada por isso — ele disse.

Me sentindo bem safada, perguntei:

— O que é melhor, minha buceta ou meu cu?

Ele pareceu um pouco receoso de responder, mas teve que admitir:

— Quer dizer, seu cu. Tenho que admitir que acho que sua buceta já se acostumou demais com o pau enorme do seu marido.

Dei um tapinha brincalhão nele.

— Nossa, nossa, você não é nenhum preguiçoso.

Ele parecia irradiar um certo orgulho. Finalmente, depois de uma breve conversa, ele se vestiu e foi embora.

Enquanto ficava deitada ali, com o gozo escorrendo da minha buceta e do meu cu, acabei pegando no sono. Acordei com o som do meu telefone. Bryan tinha me mandado uma mensagem:

"Não acredito que a gente vai mesmo fazer isso."

Senti coragem e confiança suficiente para animá-lo. Respondi por mensagem:

— Eu também! Mas talvez eu já tenha começado sem você.

— O entregador gostoso deixou uma carga na sua cara? — ele escreveu.

— Não, no meu cu.

— Haha, te amo. Papai e eu vamos parar no bar da esquina pra tomar alguma coisa e depois pedir um Uber pra voltar pra casa, tô nervoso. Devemos chegar em casa por volta das 9.

Conforme a hora se aproximava, me preparei. No meio de toda a paixão da semana passada, tinha uma coisa que eu sentia falta: a sensação de mãos fortes tirando minha roupa. Coloquei algo parecido com roupa: um top de lingerie sexy e transparente que valorizava meus seios, uma calcinha e meias combinando.cuckAbaixei as luzes e acendi algumas velas, espalhando-as estrategicamente pela casa. Estava muito nervosa, então tomei coragem com uma taça de vinho. Foi quando vi o carro se aproximando e, dele, meu marido e meu sogro.

Quando o carro arrancou, abri a porta e eles me viram. Os dois homens se atiraram sobre mim instantaneamente. Meu marido me encarou e me beijou profunda e apaixonadamente. Suas mãos exploraram meus seios, enquanto Thiago apalpava minha bunda por trás.

Então, com um movimento rápido, Bryan me girou, de modo que agora eu estava de frente para Thiago. Derreti ao ver aquele amante mais velho, de aparência durona e atraente, e o beijei, deixando sua língua explorar minha boca. Bryan me envolveu com o braço e acariciou meu clitóris por cima da calcinha transparente. Depois puxou minha calcinha para baixo e começou a lamber meu cu. Enquanto isso, Thiago tirou meu sutiã e lambeu e beijou cada mamilo. Adeus às roupas, pensei. Senti que poderia gozar naquele mesmo instante.

Comecei a apalpar as virilhas de ambos. Em seguida, desabotoei as calças de Bryan e tirei seu pau para fora. Fiz o mesmo com Thiago e me ajoelhei.

Fiz o possível para acariciá-los simultaneamente, movendo minha língua e boca entre eles. Com os dois na minha frente, me surpreendi com a diferença de tamanho. Podia admitir que Thiago parecia um pouco melhor, mas não achava que fizesse tanta diferença. Em vez disso, senti tanto poder ao receber aquele membro enorme dentro de mim. Fiz tudo para chupar os dois igualmente, mas toda vez que pegava Thiago, Bryan me incentivava e elogiava muito. Eu sabia o que Bryan realmente queria.noraDepois de dar tanto prazer a eles por um tempo, levantei-me.

— Para o quarto — ordenei.

Todos corremos, tirando o que restava de roupa. Subimos na cama; eu entre os dois homens. Cada um me beijou apaixonadamente, acariciou e beijou com intensidade, enquanto o outro me apalpava por trás. Todos sabíamos o que viria a seguir.

— Acha que a gente poderia ter os dois? Acho que seria meio estranho estar dentro de você, com as coisas dele ainda aí dentro — perguntou Thiago.

— Acho que tenho algumas camisinhas por aqui — disse Bryan.

— Sério? — falei com certa decepção.

Acabei cedendo, mas com a esperança de que em algum momento da noite eu pudesse sentir um pau sem proteção dentro de mim.

Enquanto colocava a camisinha, Bryan disse:

— Aqui, Wendy, fica de quatro na cama. Eu começo e o papai fica na frente.

Todos obedecemos, nos sentindo um pouco estranhos ao ouvir a palavra "papai" naquele contexto.

Bryan me penetrou com força e rapidez, se esforçando para se manter ereto e aproveitar o prazer no seu estado de insensibilidade. A imagem à sua frente, de sua preciosa esposa satisfazendo um pau tão grande, o encheu de luxúria, a ponto de ele não prestar muita atenção no prazer da própria esposa.sogroEu, por minha parte, também estava curtindo chupar e brincar, mas, sinceramente, estava ficando entediada.

— Hora de mudar?

— Ah, claro — disse Bryan.

Era a última fantasia dele. Bryan sentou ao meu lado na cama. Thiago foi buscar uma camisinha.

Enquanto ele lutava para colocar, a camisinha rasgou. Outra tentativa também não deu certo.

— Porra, não põe não! — falou Bryan, meio irritado.

Eu estava em êxtase, sentindo de novo aquele pauzão cru. Bryan não olhou como ele entrava, mas concentrou o olhar em mim. Meu rosto refletia alívio, como se o pau que eu tanto queria finalmente tivesse encontrado seu lugar. Aí vi meu marido, com uma expressão mais próxima da luxúria.

— Ah, Bryan, é tão gostoso — falei pra ele.

— É, você gosta desse pauzão, né? — ele respondeu.

— Ah, caralho, é enorme.

Peguei na mão do Bryan enquanto o Thiago acelerava o ritmo. O que antes era um movimento suave e carinhoso, agora eram socadas poderosas. Thiago curtia totalmente o papel de touro. Enquanto ele me comia, eu e Bryan nos beijávamos.

— Como é que ele tá? — Bryan queria tudo. Todos os detalhes, todas as sensações e prazeres que eu tava sentindo.

Mas, por causa do prazer, eu mal conseguia falar.

— Que delícia — consegui dizer.

— Melhor? — perguntou Bryan, com tesão.

Eu não queria entregar isso, mas todo mundo sabia.

— Melhor? — ele repetiu.

Meu rosto se contorceu de êxtase, porque não queria falar a verdade em voz alta. Mas eu balancei a cabeça. Ele me pegou pelo pescoço com suavidade e me encarou nos olhos com intensidade.esposa puta—Fala.

—É muito melhor — soou quase como uma confissão entre lágrimas.

—Porque é muito maior. Você gosta de grandes, hein? — gritou Bryan.

Então lembrei que era isso que ele queria. Queria me ver sentir um prazer indescritível que ele não podia me dar. Mas realmente era melhor. Até as bolas dele pareciam mais poderosas batendo no meu cu.

—Sim! — gritei —. Adoro o pauzão dele, nunca me senti tão bem.

Thiago me meteu com força e agressividade; meus gritos viraram um orgasmo que rasgou meu corpo. Thiago diminuiu a intensidade das metidas enquanto eu relaxava.

—Não sabia que você gozava assim — disse Bryan, meio surpreso.

—Eu também não sabia — respondi.

Virando minha atenção para Bryan, perguntei:

—E agora, como você quer gozar?

Ainda me sentia um pouco culpada por ter ignorado o prazer imediato do meu marido na última meia hora.

Bryan parecia quase envergonhado.

—Já gozei.

Não tinha percebido, mas Bryan nunca tirou a camisinha; ainda estava usando, agora cheia de porra. Soltei uma risadinha.

—E você, Thiago, já gozou?

—Ah, eu tô de boa por um tempo, provavelmente consigo duas vezes — disse com toda a arrogância e fanfarronice que conseguiu reunir.

—Sério? — falei, tentando não revelar demais.

—Ah, sim. Com a Helen, eu conseguia ter orgasmos duas ou três vezes se ela quisesse.

—Três vezes, aceito o desafio! E você, Bryan? Acha que vai estar pronto pra voltar logo?

A cabeça de Bryan estava girando; fosse pela nova perspectiva depois do orgasmo ou só pelo relaxamento depois da excitação, ele já não estava num estado mental sexual.

—Acho que vou dar uma pausa.

—Se importam se a gente continuar? — perguntei.

—Ah, claro — respondeu.

Bryan se retirou pro banheiro, tirou a camisinha, lavou o rosto e se recompôs. Ele tinha acabado de testemunhar a realização de décadas de fantasias, e mesmo tendo sido excitante, não era a experiência suprema que eu havia imaginado. Mas eu sentia paz. Talvez o que eu realmente desejasse fosse um novo nível de intimidade comigo mesmo, onde ambos pudéssemos nos entregar a todo tipo de fantasias e fetiches, sem guardar nenhum segredo.

Ele me viu novamente por cima do pai dele, cavalgando com força. Nunca tinha visto a esposa dele transando com alguém pela perspectiva de um terceiro. Minha bunda volumosa sacudia a cada investida, os músculos das minhas costas se tensionavam com força. Era erótico e intimidador. A facilidade com que eu buscava meu próprio prazer, a lascívia elegante que eu mostrava ao me rebolando de um lado para o outro.

— Ah, está tão gostoso — eu geme.

— É, você gosta disso? — Thiago rosnou.

— Seu pau é incrível.

— Fico feliz que sua buceta aguente.

Foi tão intenso, tão íntimo. Era isso que ele queria? Que a esposa dele curtisse tanto o corpo de outro homem? Isso já não era uma fantasia sexual aberta. Éramos uma mulher e um homem fodendo, quase fazendo amor. Ele lembrou do pai mencionando a mãe dele, era assim que eram os momentos deles juntos? O desconforto fez qualquer excitação em Bryan se apagar. Ele sentiu a necessidade de falar, de dar um fim naquilo, mas as palavras nunca saíram. Ele era impotente diante da nossa sexualidade crua. Agora eu me movia mais rápido. Eu sempre tinha sido tão ágil, tão energética? Naquele exato instante, virei a cabeça para olhar para Bryan, dedicando a ele um sorriso safado.

— Você gosta do que está vendo? — perguntei.

Bryan ficou congelado.

Supondo que o conceito de "corno" ainda excitava Bryan, fui além.

— Ele é muito maior que você.

— Ah, é? — foi tudo que ele conseguiu dizer.

E fosse pela descarga de endorfinas ou pelo desaparecimento de algum nervo, me entreguei completamente ao meu papel.

— É incrível como me sinto muito melhor.

No jogo de infidelidade dele, Thiago respondeu empurrando os quadris contra mim, o que me fez gemer, incapaz de falar.

— Obrigado por me emprestar o A buceta da sua mulher —disse Thiago com um olhar lascivo e descarado.

Olhei para ele.

—Agora é a sua buceta.

E me inclinei para dar-lhe um beijo apaixonado.

—Quer gozar dentro de mim? —perguntei.

—Sim, quero te encher.

—É, quer me deixar grávida com esse pauzão?

Bryan sentiu que era uma violação nos ver assim juntos, então saiu lentamente do quarto. Ao fechar a porta atrás de si, os gritos de prazer do meu orgasmo sacudiram a casa.

A noite transcorria. Bryan se aproximava de vez em quando da porta do quarto principal, mas nunca entrava. Às vezes, colava o ouvido na porta para ouvir o que acontecia e saber se não era a vez dele entrar. Ouvia principalmente gemidos de paixão, risadinhas ocasionais e palavras de baixo calão. Uma vez, até me ouviu dizer: «Meu Deus, seu pau está ainda mais gostoso». Este ia ser um mundo novo e ousado para nós dois, e Bryan só se sentia parcialmente preparado.

Já era passada da meia-noite. Bryan não ouvia mais barulho, então supôs que o casal tinha terminado a noite. Mas ao abrir a porta pela última vez, uma nova cena o recebeu.

Sua esposa estava na posição de cachorrinha. Mas quando olhou mais de perto, algo lhe pareceu estranho. Foi então que ele viu: meus lábios vaginais, inchados e vermelhos, com o sêmen do seu pai ainda escorrendo, mas sem pênis dentro. Devia ser...

—Ele está... na sua bunda? —perguntou Bryan.Nora gostosaDevolvi um sorriso igualmente safado.

—Você já deixou minha buceta e minha mandíbula exaustas. Levou um tempinho, mas no final você conseguiu. Provavelmente eu devia ter começado pelo seu pau, mas, sabe, acho que você não ia dar conta.

Ele não respondeu, só ficou boquiaberto.

—Bryan, você pode me fazer um favor? — perguntei.

Tudo que ele conseguiu fazer foi acenar com a cabeça.

—Você pode pegar meu vibrador e colocar no meu clitóris?

O rosto dele não mostrava prazer, mas sim desconforto. Mesmo assim, eu não resistia nem me afastava das enfiadas do Thiago. Certamente eu não teria sugerido aquele ato se não fosse pelo entregador; ele me ajudou a relaxar e dilatar o ânus, e me fez ver que era totalmente possível. Com ele, e agora com o Thiago, havia uma nova sensação, lá no fundo de mim, única e prazerosa. Claro que havia o tabu do ato, especialmente na frente do meu marido, virgem anal.

Quando Bryan colocou o vibrador no meu clitóris, eu quase desabei de prazer e soltei um gemido profundo e baixo. O Thiago parou as enfiadas por um momento para falar.

—Você devia experimentar um dia, Bryan, é apertado pra caralho.

—Ah, ele nunca vai. Acho que o pau dele não fica duro o suficiente. Meu cu é só pra você; ah, e pro entregador, e pro Mark, claro — falei.

A humilhação do Bryan era total, e o pau dele nunca tinha ficado tão duro. Ele já não sentia aquela mistura de impotência e desconforto, já não estava em estado de choque; ele ficava excitado só de estar perto daquele ser sexual. Em pé ao lado da cama, ele conseguiu se masturbar enquanto segurava o vibrador no meu clitóris.

Eu cheguei ao orgasmo. Um orgasmo profundo e potente, proporcionado pelos dois homens que me tinham comido melhor. Bryan aproveitou a oportunidade para largar o vibrador e subir na cama de frente pra mim. Ajoelhando-se, ele enfiou o pau até o fundo da minha boca. Surpresa, mas sem me opor, fiz o possível para chupá-lo. prazer. Uma última investida de Thiago me provocou um orgasmo intenso; o peso do corpo dele contra mim fez com que eu fizesse um boquete profundo, e foi aí que Bryan gozou, disparando jatos de porra pela minha garganta. Naquela posição, não tive escolha a não ser engolir tudo.

—É a primeira vez que você engole uma porrada de porra? —perguntou Bryan.

Depois de tudo que ele me tinha dado na semana anterior, achei que podia dar isso a ele também.

—Sim, foi.

E foi assim que tudo mudou.
O que começou como uma semana de liberação se transformou, quase sem percebermos, na nossa nova normalidade. Bryan saía para trabalhar toda manhã com um sorriso que eu nunca tinha visto nele antes, e eu ficava em casa com Thiago, esperando a porta fechar para começar a rotina. Era simples, quase doméstica: o café, o sol na varanda, e depois as mãos dele, a boca, o pau enorme que aprendi a domar com o mesmo instinto com que aprendi a amá-lo. Às vezes nem esperávamos Bryan chegar na esquina. Outras, ele voltava mais cedo do que o previsto e ficava parado no batente da porta, nos olhando com os brilhantes, excitado como na primeira noite, e eu sabia que era exatamente disso que ele precisava.

Com o tempo, Thiago deixou de ser o único. Bryan começou a trazer amigos do trabalho, desconhecidos que ele mesmo escolhia em aplicativos, caras que entravam pela porta de casa com uma mistura de timidez e luxúria que não me surpreendia mais. Eu me entregava a eles enquanto Thiago segurava minhas pernas ou guiava meu quadril, e Bryan se sentava na sua poltrona favorita com uma taça na mão, nos observando como quem vê a chuva cair depois de uma longa seca. Ele nunca tinha estado tão feliz, e eu também não. Meu corpo deixou de ser meu para se tornar algo que nós três compartilhávamos, um território que percorríamos juntos, sem ciúmes, sem perguntas, só com a certeza de que no final do dia sempre acabávamos os três na a mesma cama, exaustos e vazios, mas estranhamente completos.

Agora estou na rede do quintal, com a barriga redonda que já nem tento disfarçar, sentindo o sol da tarde aquecer minha pele nua. É minha terceira gravidez, e já nem pergunto de quem é o pai. Poderia ser do Thiago, com aquela força dele que sempre parecia estar plantando algo mais que prazer em mim. Poderia ser do Bryan, que mesmo raramente gozando dentro, quando faz é com uma devoção quase religiosa. Poderia ser de qualquer um dos homens que passaram pela minha cama nesses meses, aqueles rostos anônimos que Bryan trazia pra casa como quem traz um vinho especial para uma ocasião. Já não me importa.

Às vezes penso naquela mulher que fui, a que se olhava no espelho escolhendo roupas apertadas para se sentir visível, a que se masturbava em silêncio enquanto o marido dormia ao lado. Agora não há segredos nesta casa, nem culpa, nem nada a esconder. Meu corpo é grande, generoso, marcado pelas estrias das gravidezes e pelas noites inteiras de prazer. Bryan diz que nunca me viu mais linda, e o Thiago apoia com um olhar que conheço bem demais. Não sei o que as pessoas diriam se soubessem como vivemos, mas aqui, nesta rede, com os dois homens que me completam e uma vida por nascer, não me importa. Este é o final da nossa história, mas também é o começo. E eu, pela primeira vez na vida, não tenho nada a esconder.

FIMMeu Sogro Nudista 4

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