Passaram uns dias e o Rodrigo tava agindo como se nada tivesse acontecido. Pra mim, melhor, era uma mistura de emoção toda vez que eu via ele. Mas ele só continuava na mesma. Uma semana depois do almoço, fui no banheiro cagar. Enquanto tava terminando de me limpar, alguém bate na porta e quando falo que tava ocupado, ouço a voz, era o Rodrigo.
Rodrigo: - A gente precisa ter uma conversa.
Eu: - Já foi, deixa pra lá.
Rodrigo: - Mas cê gosta de mim ou não? Por que a pica tava dura pra caralho, não pense que eu não notei.
Diante do meu silêncio, porque na real eu não sabia o que responder, acabei falando:
Eu: - Nada... Nada a ver, foram os nervos, mas nada a ver.
Levanto a calça rápido e abro a porta pra sair e evitar o assunto, mas ele me para, pegando direto no meu volume e me empurrando contra a parede do cubículo do vaso. Enquanto ele massageia, a pica começa a endurecer, e ele também se massageia o volume, embora já tivesse duríssimo.
Rodrigo: - Viu que cê gosta!! Senta.
Ele abaixa minha calça quase de uma vez só, enquanto eu sento no vaso com a porta escancarada. Ele puxa a pica pra fora e, apesar da minha recusa, consegue enfiar na minha boca. Com uma mão na minha nuca, começa a bombar, enquanto olhava pra trás de vez em quando, de olho na porta do banheiro pra não abrir. Enquanto a pica entrava até o fundo, me dando ânsia, e saía da boca, ele repetia sem parar:
Rodrigo: - Uff, que lindo, com uma vez só já aprendeu a chupar gostoso. Tira os sapatos.
Eu obedeço, e quando tiro o primeiro como dá, ele joga a calça no chão e manda: levanta a perna. Fiquei pelado, com a calça presa no tornozelo da perna esquerda. Como tava concentrado nisso, nem percebi que ele tinha tirado o celular do bolso e tava me filmando. Num momento, ele fala:
Rodrigo: - Olha pra cima, viadinho, com um tom excitado e cúmplice.
Eu: - Cê... Tá... Me gravando?!?!?
Glup glup, a pica continuava entrando e saindo. Quase não dava pra reclamar, porque não... me afrouxava a nuca Rodrigo:
- óbvio, e tô mandando pro Juan Carlos, o da entrega, que já contei faz tempo e ele não acreditava, com um tom super natural.
Quase na hora o celular dele toca, era o Juan Carlos numa videochamada, e dá pra ouvir ele dizendo:
JCarlos:
- isso não é IA, né? Ou quando foi? Com um tom de dúvida.
Mas Rodrigo vira a câmera e me foca no momento em que mete tudo o que conseguia, e minha cara ficava vermelha de não conseguir respirar, mostrando como eu tava pelado e, mesmo sem querer, eu também tava durasso.
Rodrigo:
- parece IA? Agora no segundo subsolo.
Tava me fazendo passar pelo maior putão.
JCarlos:
- uff, puta merda, me dá um minuto que eu desço.
Desliga a chamada e fala comigo:
Rodrigo:
- vai chupar de duas picas? Óbvio que sim, né? Com um tom mais excitado que antes e continua. Tira o moletom e a camiseta pra ficar bem vadia e entregue.
Tiro a pica por um momento pra me deixar nu, e fiquei só com um tênis, a calça abaixada e presa no tornozelo, e depois totalmente pelado, e com a pica duríssima sem conseguir evitar. Quanto mais ele me zuava.
Mas antes de comentar qualquer coisa, ouvi umas vozes, como se alguém tivesse se aproximando. Ele só cobriu a pica com o moletom como se isso disfarçasse, mas não afastou ela nem um centímetro do meu rosto. E dá pra ouvir alguém batendo de leve na porta do banheiro e espiando. Era o Juan Carlos, que vinha falando com alguém e disse que ia ao banheiro. Quase na hora, Rodrigo fala:
Rodrigo:
- fecha a porta e tranca pra ninguém entrar.
E na hora puxa a pica e coloca de novo na minha boca. Juan Carlos queria espiar pra ver, mas pelo tamanho do Rodrigo, era difícil. Além disso, ele também é grandalhão. Quando Rodrigo dá passagem, com metade da pica na boca, aí Juan Carlos percebe que eu tava totalmente pelado, com a cara toda vermelha, e nem pensou duas vezes:
JCarlos:
- uff, fico louco! Enquanto se apalpa a pica, claramente já duríssima por baixo da calça, e continua dizendo enquanto olhava pra um e pro outro, tô toda suada, passei a manhã inteira dirigindo, espera aí que vou dar uma enxaguada. E antes que ele se vire pra ir pros lavatórios, Rodrigo pega no volume dele e abaixa a calça, segurando firme a pica, começa a bater uma pra ele e com a outra mão me agarra pelo ombro e me leva pra ficar de joelhos e me ordena Rodrigo:
- chupa bem minhas bolas tudo, seu putinho obediente, vai, e não assim não, lambe elas bem de cima a baixo. Enquanto começava a chupar as bolas dele, ia seguindo as instruções do Rodrigo, ele continuava batendo uma pra ele e se masturbando também Rodrigo:
- viu que é um putinho bem safado! Carlos:
- é que não como ninguém faz um mês e vou gozar tudo, sua puta mãe. Rodrigo:
- eu também tô quase gozando, vamos gozar junto e esse aqui toma o leite dos dois. Eu continuava chupando as bolas de Juan Carlos, engasgando e mais engasgando, passava a cabeça das bolas de um pro outro. Até que Juan Carlos tira a mão do Rodrigo e enfia a pica na minha boca, disparando uma quantidade de porra tremenda que escorria pelos lados e pelo nariz de tanta quantidade. Além disso, ele me pressionava pela nuca e grande parte eu engolia de uma vez. Depois de alguns segundos, quando ele relaxou um pouco e começou a tirar. Rodrigo colocou na minha frente e enquanto repetia, engole tudo, também dizia Rodrigo:
- mostra a linguinha, putinho. Quando terminei de engolir e cuspir, entre engasgos e mais engasgos. Mostro a língua onde ele apoia a pica e começa a disparar a porra que parte caía na minha boca e parte no meu rosto, depois enfiou na minha boca e mandou eu engolir tudo. Enquanto Juan Carlos se limpava nos lavatórios. Rodrigo se certificava de que chupando deixasse ela impecável. E enquanto conversavam entre eles Rodrigo:
- e aí, vamos pegar ele às 18 no chuveiro? Juan Carlos:
- por mim sim, fiquei com muito tesão. Tirei a pica da boca e os dois saíram do banheiro como se nada tivesse acontecido e eu fiquei todo melado de leite. todos os lados e procurando minha roupa pra me trocar. Continuar
Rodrigo: - A gente precisa ter uma conversa.
Eu: - Já foi, deixa pra lá.
Rodrigo: - Mas cê gosta de mim ou não? Por que a pica tava dura pra caralho, não pense que eu não notei.
Diante do meu silêncio, porque na real eu não sabia o que responder, acabei falando:
Eu: - Nada... Nada a ver, foram os nervos, mas nada a ver.
Levanto a calça rápido e abro a porta pra sair e evitar o assunto, mas ele me para, pegando direto no meu volume e me empurrando contra a parede do cubículo do vaso. Enquanto ele massageia, a pica começa a endurecer, e ele também se massageia o volume, embora já tivesse duríssimo.
Rodrigo: - Viu que cê gosta!! Senta.
Ele abaixa minha calça quase de uma vez só, enquanto eu sento no vaso com a porta escancarada. Ele puxa a pica pra fora e, apesar da minha recusa, consegue enfiar na minha boca. Com uma mão na minha nuca, começa a bombar, enquanto olhava pra trás de vez em quando, de olho na porta do banheiro pra não abrir. Enquanto a pica entrava até o fundo, me dando ânsia, e saía da boca, ele repetia sem parar:
Rodrigo: - Uff, que lindo, com uma vez só já aprendeu a chupar gostoso. Tira os sapatos.
Eu obedeço, e quando tiro o primeiro como dá, ele joga a calça no chão e manda: levanta a perna. Fiquei pelado, com a calça presa no tornozelo da perna esquerda. Como tava concentrado nisso, nem percebi que ele tinha tirado o celular do bolso e tava me filmando. Num momento, ele fala:
Rodrigo: - Olha pra cima, viadinho, com um tom excitado e cúmplice.
Eu: - Cê... Tá... Me gravando?!?!?
Glup glup, a pica continuava entrando e saindo. Quase não dava pra reclamar, porque não... me afrouxava a nuca Rodrigo:
- óbvio, e tô mandando pro Juan Carlos, o da entrega, que já contei faz tempo e ele não acreditava, com um tom super natural.
Quase na hora o celular dele toca, era o Juan Carlos numa videochamada, e dá pra ouvir ele dizendo:
JCarlos:
- isso não é IA, né? Ou quando foi? Com um tom de dúvida.
Mas Rodrigo vira a câmera e me foca no momento em que mete tudo o que conseguia, e minha cara ficava vermelha de não conseguir respirar, mostrando como eu tava pelado e, mesmo sem querer, eu também tava durasso.
Rodrigo:
- parece IA? Agora no segundo subsolo.
Tava me fazendo passar pelo maior putão.
JCarlos:
- uff, puta merda, me dá um minuto que eu desço.
Desliga a chamada e fala comigo:
Rodrigo:
- vai chupar de duas picas? Óbvio que sim, né? Com um tom mais excitado que antes e continua. Tira o moletom e a camiseta pra ficar bem vadia e entregue.
Tiro a pica por um momento pra me deixar nu, e fiquei só com um tênis, a calça abaixada e presa no tornozelo, e depois totalmente pelado, e com a pica duríssima sem conseguir evitar. Quanto mais ele me zuava.
Mas antes de comentar qualquer coisa, ouvi umas vozes, como se alguém tivesse se aproximando. Ele só cobriu a pica com o moletom como se isso disfarçasse, mas não afastou ela nem um centímetro do meu rosto. E dá pra ouvir alguém batendo de leve na porta do banheiro e espiando. Era o Juan Carlos, que vinha falando com alguém e disse que ia ao banheiro. Quase na hora, Rodrigo fala:
Rodrigo:
- fecha a porta e tranca pra ninguém entrar.
E na hora puxa a pica e coloca de novo na minha boca. Juan Carlos queria espiar pra ver, mas pelo tamanho do Rodrigo, era difícil. Além disso, ele também é grandalhão. Quando Rodrigo dá passagem, com metade da pica na boca, aí Juan Carlos percebe que eu tava totalmente pelado, com a cara toda vermelha, e nem pensou duas vezes:
JCarlos:
- uff, fico louco! Enquanto se apalpa a pica, claramente já duríssima por baixo da calça, e continua dizendo enquanto olhava pra um e pro outro, tô toda suada, passei a manhã inteira dirigindo, espera aí que vou dar uma enxaguada. E antes que ele se vire pra ir pros lavatórios, Rodrigo pega no volume dele e abaixa a calça, segurando firme a pica, começa a bater uma pra ele e com a outra mão me agarra pelo ombro e me leva pra ficar de joelhos e me ordena Rodrigo:
- chupa bem minhas bolas tudo, seu putinho obediente, vai, e não assim não, lambe elas bem de cima a baixo. Enquanto começava a chupar as bolas dele, ia seguindo as instruções do Rodrigo, ele continuava batendo uma pra ele e se masturbando também Rodrigo:
- viu que é um putinho bem safado! Carlos:
- é que não como ninguém faz um mês e vou gozar tudo, sua puta mãe. Rodrigo:
- eu também tô quase gozando, vamos gozar junto e esse aqui toma o leite dos dois. Eu continuava chupando as bolas de Juan Carlos, engasgando e mais engasgando, passava a cabeça das bolas de um pro outro. Até que Juan Carlos tira a mão do Rodrigo e enfia a pica na minha boca, disparando uma quantidade de porra tremenda que escorria pelos lados e pelo nariz de tanta quantidade. Além disso, ele me pressionava pela nuca e grande parte eu engolia de uma vez. Depois de alguns segundos, quando ele relaxou um pouco e começou a tirar. Rodrigo colocou na minha frente e enquanto repetia, engole tudo, também dizia Rodrigo:
- mostra a linguinha, putinho. Quando terminei de engolir e cuspir, entre engasgos e mais engasgos. Mostro a língua onde ele apoia a pica e começa a disparar a porra que parte caía na minha boca e parte no meu rosto, depois enfiou na minha boca e mandou eu engolir tudo. Enquanto Juan Carlos se limpava nos lavatórios. Rodrigo se certificava de que chupando deixasse ela impecável. E enquanto conversavam entre eles Rodrigo:
- e aí, vamos pegar ele às 18 no chuveiro? Juan Carlos:
- por mim sim, fiquei com muito tesão. Tirei a pica da boca e os dois saíram do banheiro como se nada tivesse acontecido e eu fiquei todo melado de leite. todos os lados e procurando minha roupa pra me trocar. Continuar
2 comentários - Compañeros juguetón (relato gay) segunda parte