Minha primeira vez foi com a vizinha gostosa

Olá, bom dia, boa tarde, boa noite a todos. Hoje eu queria compartilhar e contar a história de como perdi minha virgindade. Pra contextualizar, no verão de 2019 eu já tava de férias. Minha vizinha daquela época, Soledad, era uma mulher de 42 anos, com uma filha que, uff, herdou toda a beleza dela (essa eu também comi, mas fica pra outra história), divorciada, e que no bairro tinha fama de dama e mulher recatada. Morena de cachos, uns lábios carnudos, e aquela figura voluptuosa do corpo dela, meio gordinha, mas uns peitos e uma bunda que se destacam demais. Seios grandes e firmes, uma bunda rechonchuda e bem torneada. Pra quê te falar, o bairro inteiro babava pela Soledad, e pra um cara tarado de 31 anos (ao contrário) não ia ser diferente. Porém, de acordo com a voz dos homens do bairro, ninguém tinha comido ela ainda. Bom, começou a primeira semana de férias, tinha sido um ano exaustivo de estudos. Naquela época, todos os meus amigos já tinham namorada, então jogar videogame ou sair não era uma opção. Então, como era de costume e meus dois pais trabalhavam, eu ficava responsável pela limpeza da casa. O que era bom, eu tinha a casa sozinha, podia botar música no volume que quisesse, fumar maconha a hora que quisesse, jogar o tempo todo que quisesse, etc. E a única condição era manter a casa limpa. Foi assim que passou a primeira semana, até chegar na sexta-feira. Era tarde, umas dez e meia da noite. Vale ressaltar que minha casa tinha dois andares, meu quarto ficava no segundo e o dos meus pais e do meu irmão embaixo. Então era só questão de esperar eles dormirem, abrir a janela e fumar sem problema. Aí eu tava armando o baseado pra virar a noite jogando videogame, na mesa onde ficava meu PC e os consoles, que era ligado no monitor. Essa janela dá pra casa da frente, exatamente pra da minha vizinha. Foi então que, de canto de olho, vejo que ela já tinha entrado no quarto dela e acendido a luz. A janela tava fechada, mas as cortinas abertas e Ela veio de toalha, recém-saída do banho, eu tava terminando o que tava fazendo e não consegui tirar os olhos dela. Parece que ela não tinha percebido que eu tava vendo tudo, e aí foi quando ela deixou a toalha cair e eu pude vê-la nua. Ela ficava se virando na frente do espelho, enquanto se tocava e apertava partes do corpo dela. Não sei se foi por insegurança ou porque ela via os anos passando no corpo, mas ela tava intacta. Acendi o baseado, e enquanto fumava com a outra mão comecei a me tocar e esfregar o pau. Ficou assim por um tempo até que ela se abaixou pra pegar algo num móvel — do jeito que ela tava tão gostosa inclinada, só vendo a parte de trás, fiquei duro num segundo e tirei ele pra fora pra começar a bater uma. Pensei: "que pena, agora ela vai se vestir, vou ter que ficar na imaginação". Mas não, do que ela tirou da gaveta não era roupa, era um brinquedo de adulto. Eu não podia acreditar, tava tão excitado e em êxtase com o show que eu ia curtir. Ela se deitou na cama, abriu as pernas, lubrificou com a boca e enfiou pra dentro. Era tão sexy ver minha vizinha, a mais educada do bairro, daquele jeito. Ela se tocou por mais de meia hora enquanto gemia e se apalpava, até que gozou — nesse tempo ela me fez gozar duas vezes enquanto eu olhava e desejava que meu pau fosse aquele vibrador. Ela terminou exausta, guardou o brinquedo, apagou a luz do quarto e se deitou pra dormir assim mesmo, pelada. O fim de semana passou sem novidades até que no domingo eu tava vendo uma série no meu quarto e minha mãe entrou: "Filho, a vizinha Sole precisa de ajuda com a casa dela, será que amanhã você pode ajudar?" Contexto: como eu já disse, na minha casa eu cuido da limpeza, e meu pai, que é um faz-tudo profissional, me ensinou a ser como ele e consertar as coisas — seja pia, aquecedor, máquina de lavar, etc. E a aprender a pensar pra resolver os problemas. E sabendo que, por motivos óbvios, minha mãe não queria que fosse ele, e por ser muito boa... Há razões pra dizer, então decidi aceitar e pedi que ela dissesse que eu ajudaria no dia seguinte. Na manhã seguinte, tomei café da manhã, limpei, lavei, estendi a roupa que tinha pra lavar e passei o pano na sala e na copa da casa. Lá pelas 11 da manhã, fui ajudar minha vizinha, e com gosto, porque além de curtir a companhia dela, ela ia me pagar por isso. Acontece que ela tinha um monte de tarefas acumuladas todos os dias, entre o trabalho dela, que era de casa, e a preguiça da filha, que não fazia nada. A primeira coisa foi consertar a pia, porque ela me disse que entupia e a água custava a escoar. Se vocês tão se perguntando, o cano tava entupido e eu tive que abrir, desentupir e montar de novo. Consertei e segui pro jardim do quintal, catar as folhas da piscina. Já eram quase 2 da tarde e ela tava se preparando pra cozinhar. "Tá tudo pronto, tia, com mais o que eu ajudo?" — falei confiante enquanto olhava pra ela na cozinha com um vestido longo preto e um avental. "Cris, ah, que bom que você tá livre, vem me ajudar a cozinhar e não me chama de tia, pode me chamar de Soledad ou Sole, só isso." — e terminou a frase com uma risada. Eu respondi rindo e dizendo que se era assim que ela queria, era assim que ia ser. Ficamos cozinhando juntos enquanto conversávamos: "corta o legume pra mim, me passa o alho, olha o arroz", e assim fui descobrindo do que ela trabalhava. Ela me contou que era estilista de moda, que criava vestidos novos, com estilos e cores diferentes. Ficamos nessa, e entre um vai e vem, como o espaço era apertado, eu aproveitava pra dar uma ou outra encostada ou passar a mão disfarçado. Notei que ela gostava, porque não dava importância e também não tentava se esquivar. Quando terminamos de cozinhar, eu me preparei pra ir embora, mas ela disse: "Não, mas como você vai embora? Você me ajudou a cozinhar, o justo é você comer com a gente." Eu disse que tudo bem, como é que eu ia recusar? Terminamos almoçando só nós dois, porque a filha dela não tava com fome. disse que ia comer depois, então surgiu a conversa –. Ô filho, e você tem namorada? –. Ela me perguntou com serenidade, num tom que na época eu não sabia decifrar –. Não, não tenho namorada, senhora –. Respondi –. Ela se endireitou e eu pude notar como ela erguia o peito com o decote –. Que estranho, porque um garoto tão bonito como você, inteligente, forte –. Apesar da minha pouca idade, eu sempre fui, como dizer, de músculos semi desenvolvidos por biologia, e ela me olhava com um olhar penetrante, que me deixava nervoso e tenso, enquanto eu disfarçava a ereção que tinha embaixo da mesa –. S-sim... Bom, por enquanto não gosto de ninguém, sabe –. Respondi gaguejando um pouco e notei que comecei a ficar vermelho –. Isso é normal, você é muito novinho pra ter namorada –. Disse ela, mas o que ela falou não batia com o tom que ela usou, eu já tinha ouvido aquele tom antes mas não sabia reconhecer, até que pensei e liguei os pontos, ela estava me dando mole, o que parece uma idiotice mas na cabeça de garoto punheteiro parecia possível, a conversa seguiu normal, ela me perguntou sobre a escola, o que eu gosto de fazer, com o que eu queria trabalhar e assim, até que terminamos, limpei os pratos e me despedi dela, que antes de eu ir me perguntou se eu podia voltar no dia seguinte e eu disse sem problema que sim, então cheguei em casa pensando, será que ela quer que eu coma ela?, minha vizinha tá se oferecendo pra mim?, isso tá certo?, e se for invenção minha? Não consegui responder nenhuma dessas perguntas, mas com certeza me masturbei bem gostoso pensando na coroa. No dia seguinte fui numa boa, tinha que limpar as calhas já que ela não tinha coragem de fazer e elas estavam entupidas desde o verão passado e nas chuvas a água transbordava e caía pra todo lado, então fui limpar a piscina, já que é uma tarefa que se faz todo dia, aliás, ela de manhã tinha me mandado uma mensagem dizendo que ia cedo pro mercado e que não ia estar em casa, mas que eu entrasse com confiança, quando eu estava descendo do Acabei de chegar e ajudei ela a descer as sacolas do carro, então ela sabia que eu estava ali. Depois fui limpar a piscina e um tempo depois ela aparece com um biquíni preto de duas peças que ficava bem apertado, aqueles bundões devoravam a calcinha, dava pra ver a buceta marcada e os peitos dela pareciam que iam estourar o sutiã a qualquer momento. Ela não disse nada e foi pegar sol, deitou de bruços e me deixou admirar o espetáculo. Eu tava besta, babando, já imaginando a punheta que ia bater depois, até que – "Cris, você pode passar protetor em mim?" – ela falou. Então eu me aproximei – "Claro, posso sim, te ajudo" –. Aí ela desabotoou o sutiã e eu comecei a esfregar as costas dela, ombros e pescoço – "Sabe, eu queria te dizer que você é uma mulher muito gostosa" – falei sem pensar, me soltei, nem pensava, tava explodindo – "Hahahaha Cris, você é muito gentil, como um garoto pode reparar numa coroa como eu?" – ela disse – "Não, nada a ver, sério, você é linda da cabeça aos pés" – falei pra continuar o jogo – "É mesmo? Então cê gosta do que tá vendo?" – "Adoro, tô fascinado" –. Ela se levantou e deixou o sutiã cair – "Faz um trato comigo, que tal você passar protetor na parte que você mais gosta~" – ela falou num tom sedutor com aqueles peitos lindos de fora e me dando um show desfilando o corpo – "Impossível, Soledad, se fosse assim eu gastaria o pote inteiro de protetor~" – "Então vai ter que usar outra coisa quando acabar" – ela disse e sentou no meu colo, e eu sem hesitar comecei pelos peitos, tava no paraíso enquanto aproveitava pra apalpar ela sem acreditar no que tava acontecendo, até pensei que era um sonho. Ela começou a soltar uns gemidos baixinhos, se grudava muito em mim, e começou a fazer círculos com a bunda. Eu tava no limite, como um cara desesperado já queria partir pra próxima etapa – "Terminei aqui, agora deita" –. Ela seguiu o jogo e me deixou assumir o controle, então joguei um bom tanto de protetor na bunda dela e comecei a amassar, eu não tava acreditando no que eu tava prestes a comer, aí comecei a meter minha mão na virilha dela e a dedar, ela se arrepiou e começou a gemer, eu sem pensar subi em cima dela pra ela sentir a pica e comecei a beijar ela, ela começou a rebolá e esfregar a bunda em mim, aí eu virei ela, abri as pernas dela e tirei a parte de baixo do biquíni, e comecei a chupar a buceta dela, em poucos segundos ela me parou -. Não para para assim não, usa tua língua e mete teus dedos assim -. Ela teve muita paciência comigo e começou a me explicar como eu devia fazer, talvez porque percebeu que eu nunca tinha feito aquilo, então assim ela me deixou chupando ela por um bom tempo -. Vem aqui fica de pé -. Eu obedeci, aí ela baixou meu short e saltou minha pica mais dura que pedra, e ela se ajoelhou na cadeira de praia e começou a chupar, era uma profissional completa e naquela posição eu podia admirar aquele coração gigante que ela tinha, não podia acreditar que a mulher mais gentil, doce e educada que eu conheço era uma puta gostosa e tava me chupando, eu não aguentei o prazer e gozei na boca dela, ela engoliu tudo, com certeza uma profissional de verdade -. O que você quer fazer comigo agora?~ -. Ela perguntou, eu nem pensei duas vezes -. Quero chupar teus peitos -. Então ela sentou e começou a se tocar e me mostrar, eu sentei do lado dela e comecei a chupar, ela também me ensinou como e do que eu nunca esqueci -. Você sempre tem que morder -. Ela gemia de prazer, tinha uma mão num dos peitos e chupando o outro, de repente um ou os dois, enquanto eu dedava ela do jeito que ela tinha me ensinado até que numa dessas ela monta em mim -. Vamos pra parte divertida, você só aproveita o que vai sentir -. E começou a rebolá em mim, desde então eu fiquei apaixonado naquela sensação, a bunda dela quicando em cima de mim, o gostoso que era sentir por dentro, o show que era ver os peitos dela, a cara de puta dela e os gemidos, não vou mentir não durei mais de 5 minutos até eu gozar -. Tão rápido? -. Ela disse, eu resolvi rápido e dei pra ela Uma palmada -. Me sobra combustível pra muito mais -. Vamos lá pra cima então -. Ela me disse com o sorriso mais safado e sedutor que eu já vi na vida. A gente ocupou a tarde inteira, de vez em quando ela parava pra fumar um cigarro, eu bebia algo e assim, aprendi um monte de coisa num dia só, enchi o corpo dela com meu gozo, aprendi que mulher assim só precisa se sentir desejada, desde aquele dia eu ia todo dia "ajudar" a Soledad até que no fim daquele verão ela se mudou de cidade com a filha por causa do trabalho, toda vez que lembro dela acabo batendo duas ou três punhetas, e coloco os ensinamentos dela em prática em cada encontro meu.

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