Daniel tem 17 anos e uma vida bastante tranquila, embora solitária. É um garoto comum: vai à escola, faz as tarefas e, no tempo livre, prefere ficar em casa vendo séries, jogando videogame ou ouvindo música. Apesar de a vida parecer estável, há um vazio no seu dia a dia: a mãe, sempre ocupada com o trabalho, mal passa tempo com ele. A mãe, Lúcia, de 37 anos, é uma mulher de grande atrativo físico que não passa despercebida. Tem um corpo de dar inveja: quadris largos, cintura fina, peitões e umas coxas que completam sua presença imponente e feminina. Trabalha como secretária numa empresa importante, um emprego que exige longas jornadas fora de casa. Isso faz com que mal consiga dedicar tempo à família, limitando-se a breves momentos com o filho antes de cada um começar sua rotina diária. O som do despertador o tirou abruptamente do sono. Abriu os olhos devagar, sentindo-se estranhamente desconfortável. Tudo parecia diferente: o corpo, o colchão, até a roupa que vestia. Confuso, levou uma mão ao peito e parou de repente. O que tocou não era dele. Olhou para baixo e quase gritou. "Que porra...?". O que viu foi um corpo que não reconhecia, mas que ao mesmo tempo conhecia muito bem: o da mãe. Antes que pudesse processar o que estava acontecendo, um movimento ao lado o fez virar a cabeça. O pai estava profundamente adormecido, roncando baixinho. A situação ficou ainda mais constrangedora quando ele percebeu que — ou melhor, o corpo da mãe — não estava usando calcinha por baixo da camisola. "Isso tem que ser um sonho!", pensou enquanto se levantava da cama rápido, tentando não fazer barulho. Cada movimento lembrava que não estava no próprio corpo: o peso dos peitos ao andar, a maciez do tecido contra a pele, até o balanço dos quadris. Caminhou até o espelho do quarto e ficou paralisado ao ver o reflexo. Não havia dúvida. Estava no corpo da mãe. corpo da mãe dele. Em pânico, saiu do quarto e foi direto para o dele, onde esperava encontrar respostas. Ao abrir a porta, o que viu foi o próprio corpo sentado na cama, encarando ele com a mesma expressão de horror. — O que você fez?! — exclamaram em uníssono. O filho, agora no corpo da mãe, fechou a porta rapidamente e se aproximou. — Não fiz nada! Acordei assim, e você está no meu corpo! — respondeu em voz baixa, mas com uma desesperação evidente. A mãe, presa no corpo do filho, levantou e começou a andar de um lado para o outro, claramente tão confusa quanto. — Isso não pode estar acontecendo... Só pode ser um sonho ou... algo assim. Você fez alguma coisa ontem à noite? Uma brincadeira, algo estranho? — Eu?! — retrucou o filho, apontando para si mesmo com as mãos. Mas o gesto só o deixou mais desconfortável ao perceber como seus novos atributos balançavam rapidamente. Isso não é culpa minha. O que a gente faz agora? A mãe encarou ele, tentando manter a calma. — Primeiro, a gente precisa manter a calma e evitar que seu pai descubra. Isso... isso pode ser temporário. Enquanto isso, você vai ter que ir trabalhar no meu lugar. — O quê? — O filho arregalou os olhos. — Nem pensar. Como é que eu vou fazer isso? — Não temos escolha. Eu também não posso ficar aqui fingindo ser você. Seria um desastre na escola. Os dois ficaram em silêncio por um momento, processando a situação. Finalmente, o filho suspirou e concordou, embora seu desconforto fosse óbvio. — Tá bom... Mas isso tem que acabar. Daniel olhava para a mãe — ou melhor, para o próprio corpo — com uma mistura de incredulidade e pânico. — Não consigo fazer isso, mãe. Não sei nada do seu trabalho. E se eu fizer merda? Lúcia suspirou, tentando manter a calma. — Escuta, Daniel, sei que isso é difícil, mas a gente precisa trabalhar junto até descobrir o que está rolando. Já deixei a roupa que você precisa usar pronta; está pendurada no meu quarto. Daniel franziu a testa, lembrando do conjunto profissional que tinha visto. antes. —Aquela roupa que eu vi? —perguntou ele. —Sim, aquela roupa —respondeu Lucía com firmeza—. É o que eu uso pro trabalho. Você também tem que usar umas meias. Daniel bufou, claramente irritado. —Meias? Sério? Lucía cruzou os braços, assumindo um tom mais autoritário. —Claro. Você não pode ir trabalhar sem meias. Faz parte do uniforme profissional. —Isso é uma loucura... —murmurou Daniel, levando a mão à testa. Lucía ignorou e continuou: —Depois que se trocar, garanta que vai pentear o cabelo e passar uma maquiagem. Se quiser, eu te ajudo depois que você se trocar, só pra te deixar apresentável. —Maquiagem também? A roupa já não basta? —reclamou Daniel, se sentindo ainda mais sobrecarregado. —É importante que ninguém desconfie, Daniel. Só siga as instruções. Daniel se jogou na cama, pensando no conjunto de roupas com resignação. Lucía, no corpo dele, o observou com uma mistura de compaixão e determinação. —Quando chegar no escritório, não fale muito. Mantenha a cabeça baixa, cumprimente os colegas e aja como se estivesse muito ocupada. E lembra: por nada nesse mundo vá até a sala do meu chefe, mesmo que ele te chame. —Por quê? —perguntou Daniel, franzindo a testa. Lucía ficou séria. —Só confia em mim. É melhor assim. Depois de um momento de silêncio, Daniel suspirou, derrotado. —Tá bom... Mas não acredito que vou ter que usar aquela roupa. Lucía sorriu levemente e se aproximou da porta. —Leva como uma lição do que eu faço todo dia. Agora se apressa, você não pode se atrasar. Enquanto pensava na roupa que sempre via a mãe usar, Daniel sentiu uma mistura de confusão e resignação. Finalmente, se levantou, sabendo que não tinha escolha. **Daniel entrou no quarto dos pais e fechou a porta com cuidado. O corpo da mãe ainda era estranho pra ele, e cada movimento o lembrava disso. Olhou pra cama, onde o pai dormia profundamente, roncando baixinho. 'Bom, pelo menos ele tá dormindo', pensou, sentindo um pequeno alívio.** **Ela tirou a camisola e deixou cair no chão, ficando completamente nua na frente do espelho. O que viu a deixou sem fôlego: o corpo da mãe, com os peitões enormes e a bunda empinada, era muito mais impressionante do que imaginava. Uma mistura de curiosidade e vergonha tomou conta dela, e por um momento, pensou em se tocar, só pra sentir como era. Mas no último segundo, parou, sentindo uma onda de culpa. 'Não posso fazer isso', pensou, enquanto se afastava do espelho.** **Lembrou que tinha que se trocar e procurou a calcinha rapidinho. A mãe não tinha falado nada sobre isso, então pegou a primeira que viu: uma tanga preta e um sutiã da mesma cor. Ao vestir a tanga, sentiu o tecido se ajustando ao corpo de um jeito completamente novo. A sensação do pano entrando entre as nádegas era estranha, mas não totalmente desagradável. Ajeitou a tanga com cuidado, notando como ela destacava as curvas de uma maneira que nunca tinha experimentado antes.** **Depois, pegou o sutiã e segurou nas mãos por um instante, observando os bojos que pareciam grandes demais para o que estava acostumada. 'Como é que eu vou colocar isso?', pensou, enquanto tentava lembrar como a mãe fazia. Finalmente, conseguiu fechar nas costas, mesmo tendo que tentar algumas vezes. Os bojos se ajustaram firmemente nos peitos, e as alças cravaram levemente nos ombros. 'Isso é desconfortável', pensou, mas ao mesmo tempo, não podia negar que se sentia intrigada com a sensação de segurar algo tão grande e pesado.** **Enquanto se vestia, ouviu um barulho vindo da cama. O pai se mexeu um pouco, e Daniel ficou completamente imóvel, prendendo a respiração. 'Por favor, não acorda', pensou, enquanto observava o pai se ajeitar na cama e continuar dormindo.** **Depois de terminar de vestir a calcinha e o sutiã, se aproximou do espelho de novo. O que viu a deixou Sem palavras. A fio dental destacava as curvas dela de um jeito que ela nunca tinha sentido antes, e o sutiã segurava os peitos dela de uma forma que a fazia se sentir exposta, mas também intrigada. Ela se olhou de lado, reparando como a lingerie acentuava a silhueta, e não conseguiu evitar uma mistura de fascinação e vergonha.
—Isso é surrealista —murmurou, tocando de leve a borda do sutiã. Embora soubesse que era o corpo da mãe, não podia negar que sentia uma curiosidade estranha em explorar mais. Mas rapidamente balançou a cabeça, como se quisesse afastar esses pensamentos. 'É só por hoje', disse pra si mesmo. Naquele momento, o pai se mexeu de novo na cama, e dessa vez sentou, esfregando os olhos com sono. Daniel ficou paralisado, sem saber o que fazer. O pai olhou pra ele e sorriu ao vê-lo parado na frente do espelho, de fio dental e sutiã. —Bom dia, querido —disse o pai, com um sorriso safado. —Nossa, que vista gostosa pra começar o dia. Daniel sentiu o rosto queimar. 'O que eu faço? O que eu faço?', pensou, enquanto o pai se levantava da cama e se aproximava. —Fica tranquilo, não vou te encher o saco —disse o pai, mas antes que Daniel pudesse reagir, deu um tapinha leve na bunda dele. —Só queria lembrar como sou sortudo por ter uma esposa tão gostosa. Daniel ficou gelado, sentindo o calor do tapa se espalhar pelo corpo. Uma mistura de surpresa, desconforto e algo mais que ele não conseguia identificar tomou conta dele. 'Por que eu gostei disso?', pensou, confuso e envergonhado ao mesmo tempo. O pai deu uma risadinha e foi em direção à porta. —Vou tomar banho. Não demora muito, ok? Daniel assentiu rapidamente, sem conseguir falar nada. Quando o pai saiu do quarto, ele se jogou na cama, sentindo o coração batendo forte. 'Isso é estranho demais', pensou, enquanto tentava processar o que tinha acabado de rolar. Embora soubesse que era o corpo da mãe, não podia negar que a sensação do tapa na bunda tinha provocado uma reação inesperada nele. Com um suspiro, ele se levantou e começou a vestir o resto da roupa que a mãe tinha deixado preparada. Primeiro, colocou as meias pretas translúcidas, notando como o tecido se ajustava às pernas e Destacava cada curva. Depois, vestiu a saia lápis, sentindo como se ajustava aos seus quadris e acentuava a bunda. Em seguida, vestiu a camisa branca, notando como os botões se esticavam levemente sobre os peitos. Por fim, vestiu o blazer preto e os saltos baixos, que completaram o visual profissional, mas também a fizeram se sentir mais exposta do que nunca.
**Daniel ficou parado na frente do espelho, observando o próprio reflexo com uma mistura de fascinação e confusão. O conjunto completo — as meias pretas translúcidas, a saia lápis, a camisa branca, o blazer preto e os saltos baixos — fazia ele parecer uma versão perfeita da mãe. Mas a sensação da roupa no corpo dele era completamente nova e estranha.**
**A saia, que não chegava no joelho, era desconfortável pra caralho. Cada movimento que ele fazia lembrava o quanto estava exposto, e ele não conseguia evitar sentir uma mistura de vergonha e curiosidade. 'Como é que a mamãe usa isso todo dia?', pensou, enquanto ajustava a saia pra baixar um pouco, mesmo sabendo que não adiantaria nada.**
**A camisa branca, por outro lado, apertava o peito dele de um jeito que ele nunca tinha sentido antes. Os botões esticavam levemente sobre os seios, e toda vez que ele respirava fundo, sentia o tecido apertar ainda mais. 'Isso é desconfortável', pensou, mas ao mesmo tempo, não podia negar que ficava intrigado com a sensação.**
**Com uma última olhada no espelho, respirou fundo e se preparou pra sair do quarto. Sabia que não podia ficar ali pra sempre; tinha que encarar o dia no corpo da mãe, mesmo não estando preparado pra isso.**
**Ao sair do quarto, foi rápido pro próprio cômodo, onde a mãe dele (no corpo dele) estava esperando. Ao abrir a porta, encontrou ela sentada na cama, olhando pro celular com uma cara de preocupação.**
**— Já terminei de me vestir — disse Daniel, parando na frente dela.**
**Lucia olhou ele de cima a baixo e assentiu.**
**— Vamos dar um jeito no teu cabelo e na maquiagem, mas vai ser algo simples — disse, apontando pra cadeira da escrivaninha dele — Senta aqui.**
**Daniel obedeceu, sentindo como a saia se ajustava quando ele sentou. Lucia pegou uma escova e começou a pentear o cabelo dele com movimentos suaves.**
**— Escuta com atenção — disse enquanto trabalhava — Quando você andar,** Faz com segurança. Se alguém falar contigo, mantém contato visual e responde com calma. Não cruza as pernas quando sentar, melhor junta os joelhos e vira levemente os tornozelos.** **Enquanto falava, pegou alguns produtos básicos de maquiagem e começou a aplicar no rosto de Daniel.** **- Também vamos trocar de celular - continuou, entregando o próprio aparelho pra ele - Já coloquei o endereço do trabalho no GPS pra você não ter problemas. Eu vou usar o seu pra qualquer emergência.** **Daniel concordou, sentindo o peso do novo telefone nas mãos. A maquiagem era leve, só o suficiente pra ficar apresentável, mas ainda assim era estranho sentir os produtos na pele dele.** **- Pronto - disse Lucía depois de alguns minutos - Já tá apresentável. Lembra de tudo que eu te falei.** **Daniel se levantou e se olhou no espelho. A mudança era sutil, mas eficaz. Com um último ajuste no blazer, saiu do quarto e foi pro carro. Ao abrir a porta do motorista, lembrou dos conselhos da mãe e sentou com cuidado, colocando primeiro as pernas juntas antes de virar pra entrar completamente.** **O motor ligou, e o GPS mostrou a rota pro novo trampo dele. Respirou fundo e engatou a primeira, começando a viagem pro que, sem dúvida, seria um dia inesquecível.**
—Isso é surrealista —murmurou, tocando de leve a borda do sutiã. Embora soubesse que era o corpo da mãe, não podia negar que sentia uma curiosidade estranha em explorar mais. Mas rapidamente balançou a cabeça, como se quisesse afastar esses pensamentos. 'É só por hoje', disse pra si mesmo. Naquele momento, o pai se mexeu de novo na cama, e dessa vez sentou, esfregando os olhos com sono. Daniel ficou paralisado, sem saber o que fazer. O pai olhou pra ele e sorriu ao vê-lo parado na frente do espelho, de fio dental e sutiã. —Bom dia, querido —disse o pai, com um sorriso safado. —Nossa, que vista gostosa pra começar o dia. Daniel sentiu o rosto queimar. 'O que eu faço? O que eu faço?', pensou, enquanto o pai se levantava da cama e se aproximava. —Fica tranquilo, não vou te encher o saco —disse o pai, mas antes que Daniel pudesse reagir, deu um tapinha leve na bunda dele. —Só queria lembrar como sou sortudo por ter uma esposa tão gostosa. Daniel ficou gelado, sentindo o calor do tapa se espalhar pelo corpo. Uma mistura de surpresa, desconforto e algo mais que ele não conseguia identificar tomou conta dele. 'Por que eu gostei disso?', pensou, confuso e envergonhado ao mesmo tempo. O pai deu uma risadinha e foi em direção à porta. —Vou tomar banho. Não demora muito, ok? Daniel assentiu rapidamente, sem conseguir falar nada. Quando o pai saiu do quarto, ele se jogou na cama, sentindo o coração batendo forte. 'Isso é estranho demais', pensou, enquanto tentava processar o que tinha acabado de rolar. Embora soubesse que era o corpo da mãe, não podia negar que a sensação do tapa na bunda tinha provocado uma reação inesperada nele. Com um suspiro, ele se levantou e começou a vestir o resto da roupa que a mãe tinha deixado preparada. Primeiro, colocou as meias pretas translúcidas, notando como o tecido se ajustava às pernas e Destacava cada curva. Depois, vestiu a saia lápis, sentindo como se ajustava aos seus quadris e acentuava a bunda. Em seguida, vestiu a camisa branca, notando como os botões se esticavam levemente sobre os peitos. Por fim, vestiu o blazer preto e os saltos baixos, que completaram o visual profissional, mas também a fizeram se sentir mais exposta do que nunca.
**Daniel ficou parado na frente do espelho, observando o próprio reflexo com uma mistura de fascinação e confusão. O conjunto completo — as meias pretas translúcidas, a saia lápis, a camisa branca, o blazer preto e os saltos baixos — fazia ele parecer uma versão perfeita da mãe. Mas a sensação da roupa no corpo dele era completamente nova e estranha.****A saia, que não chegava no joelho, era desconfortável pra caralho. Cada movimento que ele fazia lembrava o quanto estava exposto, e ele não conseguia evitar sentir uma mistura de vergonha e curiosidade. 'Como é que a mamãe usa isso todo dia?', pensou, enquanto ajustava a saia pra baixar um pouco, mesmo sabendo que não adiantaria nada.**
**A camisa branca, por outro lado, apertava o peito dele de um jeito que ele nunca tinha sentido antes. Os botões esticavam levemente sobre os seios, e toda vez que ele respirava fundo, sentia o tecido apertar ainda mais. 'Isso é desconfortável', pensou, mas ao mesmo tempo, não podia negar que ficava intrigado com a sensação.**
**Com uma última olhada no espelho, respirou fundo e se preparou pra sair do quarto. Sabia que não podia ficar ali pra sempre; tinha que encarar o dia no corpo da mãe, mesmo não estando preparado pra isso.**
**Ao sair do quarto, foi rápido pro próprio cômodo, onde a mãe dele (no corpo dele) estava esperando. Ao abrir a porta, encontrou ela sentada na cama, olhando pro celular com uma cara de preocupação.**
**— Já terminei de me vestir — disse Daniel, parando na frente dela.**
**Lucia olhou ele de cima a baixo e assentiu.**
**— Vamos dar um jeito no teu cabelo e na maquiagem, mas vai ser algo simples — disse, apontando pra cadeira da escrivaninha dele — Senta aqui.**
**Daniel obedeceu, sentindo como a saia se ajustava quando ele sentou. Lucia pegou uma escova e começou a pentear o cabelo dele com movimentos suaves.**
**— Escuta com atenção — disse enquanto trabalhava — Quando você andar,** Faz com segurança. Se alguém falar contigo, mantém contato visual e responde com calma. Não cruza as pernas quando sentar, melhor junta os joelhos e vira levemente os tornozelos.** **Enquanto falava, pegou alguns produtos básicos de maquiagem e começou a aplicar no rosto de Daniel.** **- Também vamos trocar de celular - continuou, entregando o próprio aparelho pra ele - Já coloquei o endereço do trabalho no GPS pra você não ter problemas. Eu vou usar o seu pra qualquer emergência.** **Daniel concordou, sentindo o peso do novo telefone nas mãos. A maquiagem era leve, só o suficiente pra ficar apresentável, mas ainda assim era estranho sentir os produtos na pele dele.** **- Pronto - disse Lucía depois de alguns minutos - Já tá apresentável. Lembra de tudo que eu te falei.** **Daniel se levantou e se olhou no espelho. A mudança era sutil, mas eficaz. Com um último ajuste no blazer, saiu do quarto e foi pro carro. Ao abrir a porta do motorista, lembrou dos conselhos da mãe e sentou com cuidado, colocando primeiro as pernas juntas antes de virar pra entrar completamente.** **O motor ligou, e o GPS mostrou a rota pro novo trampo dele. Respirou fundo e engatou a primeira, começando a viagem pro que, sem dúvida, seria um dia inesquecível.**
1 comentários - Uma mudança inesperada (capítulo 1)