Tenho essa história/relato, que é sobre CFNM, com minha prima, sim, do jeito que vocês leram... A verdade é que talvez isso seja meio pesado, mas me animo a contar, em parte porque aprendi a lidar com isso com o tempo... e também porque tem relação com certo fetiche que curto até hoje.
Quando eu tinha 2 anos, meu pai morreu e, como não tinha contato com nenhuma outra família, já que morávamos bem longe de todo mundo, só fui cuidado pela minha mãe. Hoje eu sei que minha mãe recebia uma pensão (pela morte do meu pai) e durante toda a minha infância fui criado só por ela (ela não trabalhava naqueles anos). Por estar muito desconectada da vida ou talvez "quebrada" pela morte do meu pai, ela nunca me impôs limites quando criança. Eu andava pelado o tempo todo pela casa, me sentia à vontade, e também tinha o fato de que ela não me comprava roupas por causa da situação financeira que a gente vivia. Tipo, ela não trabalhava, dizia que se dedicava a mim, mas na verdade não fazia isso. Ela passava o tempo deprimida e bebendo. Quando comecei a ir pra escola ou colégio, eu usava uniforme, mas em casa andava sempre pelado (só tinha uniforme e pouca roupa). Me acostumei com essa realidade, e o ser humano é criatura de hábitos. Minha vida mudou quando eu tinha 8 anos, e minha mãe, sem me avisar nada, recebeu a visita da irmã dela. Parece que ela tinha se separado do marido, eu não entendia bem como funcionava (e foi só uma fase, depois eles voltaram), mas o caso é que chegou minha prima. Ela tinha a mesma idade que eu, na época 8 anos. Minha mãe e minha tia saíam bastante, já que as duas estavam sempre deprimidas e bebiam pra caralho, nos deixando, eu e minha prima, sozinhos em casa mais do que crianças de 8 anos deveriam ficar. Agora vou contar sobre minha prima. Sei que mais de um já teve um parente "divo", "filho de ouro" ou como chamam. Ela era isso e mais: uma menina mimada que sempre ganhava o que queria. O pai dela ganhava muita grana, a mãe a negligenciava, não punham regras, a mãe passava o tempo gastando dinheiro com luxos, e minha prima cresceu assim, sem controle, com muito dinheiro, filha única (como eu, mas eu não tinha nada). Ela era manipuladora de manual, só pedia e os pais davam. Nosso primeiro contato foi ela me vendo pelado (ela não tirava os olhos do meu pau) e me perguntou: porque ela andava assim, eu falava a verdade pra ela, que quase não tinha roupa, e que tava confortável daquele jeito, naquela época eu não sentia o menor pudor, sério. Da minha parte, eu perguntava se ela não gostaria de andar pelada também, ela dizia que não, porque tinha roupa cara. Durante mais ou menos um mês, a gente brincava bastante, já que minha mãe e minha tia viviam saindo. Eu me acostumei com minha prima em casa. Passou esse tempo, e chegou o momento em que elas foram embora. Verdade, eu tinha me apegado a ela naquele tempo. Não lembro muito, mas lembro que ela era bem tranquila. Me manipulava com alguns joguinhos, mas ainda não era tanto. No fim das contas, eu me acostumei.
O tempo passou e minha rotina continuou a mesma (embora dessa vez eu andasse de cueca pela casa, ou às vezes só com uma camiseta), minha mãe, sem pensão, foi obrigada a trabalhar, mas no fim das contas (pra ela) já dava pra eu ficar sozinho em casa. Lembro bem como foi: minha mãe recebeu uma ligação da minha tia, a filha dela (minha prima) insistia que queria ir pra mesma escola que eu. Na real, ninguém entendia o porquê, a escola dela era uma das melhores do país. E, como sempre, ela conseguiu o que queria, foi morar na nossa casa, e minha mãe aceitou de boa, já que meu tio pagava pra ela cuidar da minha prima. Quando ela voltou naquele verão, antes das aulas começarem, entrou em casa e a gente recebeu ela super bem. Ela contava toda animada pra minha mãe sobre as experiências dela, e que sentia falta da nossa casa. Segundo ela, era porque sempre quis um irmão e eu preenchia esse papel, era o irmão que ela nunca teve. Quando minha mãe levantou pra servir a janta, ela me olhou — e eu nunca vou esquecer aquele olhar, era de decepção, como se algo não tivesse agradando ela — e eu senti aquela tensão. Naquela noite, quando fomos dormir, minha prima foi pro quarto que minha mãe preparou pra ela (o de visitas), com as coisas que meu tio mandou. Tudo era rosa e caro, lembro bem. Naquela noite, algo me acordou: era minha prima no meu quarto. Ela me olhou e perguntou por que hoje eu tava de short e camiseta, e não pelado igual quando era criança. Fiquei meio sem reação, falei que já era grande, que agora me cobria um pouco mais. Ela me encarou e disse: "Eu gostava mais de você como era antes". E foi embora.
Quando a rotina voltou, ou seja, na segunda-feira, mesmo que eu e minha prima não estivéssemos na mesma aula, a gente ia e voltava junto da escola pra casa. A gente saía às 3 da tarde, e minha mãe só voltava às 9 do trabalho — ela trabalhava com atendimento ao público. Quando a gente voltou no primeiro dia, eu tirei o uniforme e fiquei só de camiseta por baixo e cueca. Por algum motivo, eu me sentia à vontade com minha prima, até porque ela falava pra eu não colocar mais nada. Durante aquela semana, começou a manipulação. Primeiro, ela me perguntou de novo por que agora eu andava de cueca e não pelado igual quando era criança, se eu já não confiava mais nela como antes. Eu falei que não era isso, que eu só tinha crescido. Ela dizia que gostava mais de como era antes, que queria reviver aquele tempo porque adorava lembrar de quando a gente brincava junto. Eu aceitei e falei que só naquele dia (acho que era uma quarta-feira, não lembro direito). Tirei tudo, ela me olhou dos pés à cabeça e disse que assim que gostava, que essa era a lembrança que ela tinha. Ela me contou que, quando os pais dela se separaram, ficar comigo ajudou na depressão dela, que ela viveu momentos gostosos comigo, e que parte da lembrança era me ver pelado de novo (não sei como ela fazia, mas convencia qualquer um). Ela me pediu pra, por favor, a gente fazer isso sempre quando voltasse — eu ficar pelado e assim ela se sentiria mais à vontade. Eu falei que ia tentar, e assim começou nossa rotina.
Com o passar das semanas, ela começou a mudar os jogos, queria experimentar "coisas novas", queria brincar de papai e mamãe, dizia que queria entender como seria a vida adulta dela. Insistiu, e eu aceitei. A primeira coisa foi me dar um beijo, disse que foi bom, que tinha gostado. Depois continuou com outras coisas, tipo queria me ver me tocando. Pra mim era impossível resistir, comecei a me tocar na frente delas. Primeiro ela me fazia carinho, depois eu me masturbava, ela dizia que aquilo significava confiança pra ela. Comecei a perguntar quando eu ia vê-la nua, e ela disse que isso a traumatizaria, que por favor eu ajudasse ela a superar o trauma. Não insisti mais. Isso continuou, ela entrou tanto na minha mente que eu chegava a sonhar com ela. Ela me dizia pra não parar com o que a gente fazia. Os meses passaram e os jogos ficavam cada vez mais intensos. Eu já me masturbava a ponto de gozar, e ela adorava. Depois me pedia pra beijar os pés dela. A verdade é que a excitação me fazia aceitar tudo o que ela pedia. Comecei a sentir coisas por ela, talvez fosse só tesão, mas era como se eu tivesse me apaixonado — pelo jeito dela, pelo que a gente fazia, por todo aquele tratamento que ela me dava.
Não lembro se foi naquele ano ou no seguinte que um dia eu vi ela dormindo, ela tava com o uniforme impecável, camisa, saia, meia-calça, blazer, etc. Ela me viu levantando a saia dela e vi a calcinha dela, ela perguntou: "cê gosta?", eu assenti, ela levantou e pediu pra eu deitar, mandou eu tampar os olhos, eu obedeci, e ela sentou na minha cara, falou pra eu cheirar, tinha alguma coisa que me deixava excitado, depois mandou eu passar a língua, eu cumpria. O roçar da minha língua na calcinha branca dela me deixava excitado, meu pau ficava duro, e aí ela levantou e falou "amanhã te como mais", e assim foi no outro dia igual, e no outro... continuou por vários dias até que um dia, ela puxou a calcinha pro lado e mandou eu passar a língua ali, amei o cheiro, da buceta dela a umidade, a sensação macia, não sentia pelo, percebi que ela depilava, e mesmo não enxergando bem, eu sentia com a língua aquele suco gostoso, depois ela pegava na minha mão e pedia pra eu me masturbar, eu tava naquela posição, deitado, pelado, com ela em cima da minha cara de uniforme completo, enquanto ela via eu bater punheta, ela falava que não era justo só eu gozar, então ela começou a gozar na minha boca, no começo o gosto era estranho, mas com o tempo comecei a gostar, era um prazer pra mim, enquanto eu gozava na minha própria mão e barriga ela gozava na minha boca, com a calcinha dela puxada pro lado, coberta pela saia do colégio, com os pés de meia nas minhas orelhas e ombros, a sensação era deliciosa, um banquete completo.
Essa dinâmica continuou até os 17-18 anos, mais ou menos, quando ela já tinha que voltar pra ir pra faculdade. Minha mãe nunca descobriu nada, porque quando ela chegava, eu já tava no meu quarto. Mas eu sempre me senti assim: manipulado, observado, como se eu fosse um mero objeto que ela tinha, um objeto pro prazer dela. E, sinceramente, eu gostava disso, me dava um tesão danado sentir o suco da buceta dela, o cheiro dos pés dela, era tudo pra mim. Ela até tocava no meu pau de vez em quando, mas nunca me masturbou, isso eu tinha que fazer sozinho.
Hoje em dia eu não sinto humilhação nem nada parecido, não me importo com meu próprio bem-estar, e sim, acho que sempre fui quebrado por dentro, a verdade é que a ausência do meu pai e a distância da minha mãe marcaram fundo na minha vida. Sinceramente, minha prima era a pessoa mais próxima de mim, e acredite ou não, nós dois sentimos coisas, eu sei, porque até hoje ela continua me escrevendo, já não fica remoendo o passado, mas conta sobre a vida dela, diz que um dia quer me ver de novo. Sei que quando eu a reencontrar, vou cair de novo. Além disso, ela é uma gostosa. Ela convenceu o pai dela a me mandar dinheiro pra minha faculdade, às vezes me manda presentes ou grana, me fala "te quero, primo" e um monte de coisa assim. A verdade é que não sei o que fazer, sei que é errado, mas isso me consome. Sei que um dia ela vai voltar e vai me cobrar, dizer que eu devo porque pagou minha faculdade, me deu presentes e dinheiro. É complicado, mas ao mesmo tempo é uma delícia. Eu adoraria ser usado por ela desse jeito de novo.
Quando eu tinha 2 anos, meu pai morreu e, como não tinha contato com nenhuma outra família, já que morávamos bem longe de todo mundo, só fui cuidado pela minha mãe. Hoje eu sei que minha mãe recebia uma pensão (pela morte do meu pai) e durante toda a minha infância fui criado só por ela (ela não trabalhava naqueles anos). Por estar muito desconectada da vida ou talvez "quebrada" pela morte do meu pai, ela nunca me impôs limites quando criança. Eu andava pelado o tempo todo pela casa, me sentia à vontade, e também tinha o fato de que ela não me comprava roupas por causa da situação financeira que a gente vivia. Tipo, ela não trabalhava, dizia que se dedicava a mim, mas na verdade não fazia isso. Ela passava o tempo deprimida e bebendo. Quando comecei a ir pra escola ou colégio, eu usava uniforme, mas em casa andava sempre pelado (só tinha uniforme e pouca roupa). Me acostumei com essa realidade, e o ser humano é criatura de hábitos. Minha vida mudou quando eu tinha 8 anos, e minha mãe, sem me avisar nada, recebeu a visita da irmã dela. Parece que ela tinha se separado do marido, eu não entendia bem como funcionava (e foi só uma fase, depois eles voltaram), mas o caso é que chegou minha prima. Ela tinha a mesma idade que eu, na época 8 anos. Minha mãe e minha tia saíam bastante, já que as duas estavam sempre deprimidas e bebiam pra caralho, nos deixando, eu e minha prima, sozinhos em casa mais do que crianças de 8 anos deveriam ficar. Agora vou contar sobre minha prima. Sei que mais de um já teve um parente "divo", "filho de ouro" ou como chamam. Ela era isso e mais: uma menina mimada que sempre ganhava o que queria. O pai dela ganhava muita grana, a mãe a negligenciava, não punham regras, a mãe passava o tempo gastando dinheiro com luxos, e minha prima cresceu assim, sem controle, com muito dinheiro, filha única (como eu, mas eu não tinha nada). Ela era manipuladora de manual, só pedia e os pais davam. Nosso primeiro contato foi ela me vendo pelado (ela não tirava os olhos do meu pau) e me perguntou: porque ela andava assim, eu falava a verdade pra ela, que quase não tinha roupa, e que tava confortável daquele jeito, naquela época eu não sentia o menor pudor, sério. Da minha parte, eu perguntava se ela não gostaria de andar pelada também, ela dizia que não, porque tinha roupa cara. Durante mais ou menos um mês, a gente brincava bastante, já que minha mãe e minha tia viviam saindo. Eu me acostumei com minha prima em casa. Passou esse tempo, e chegou o momento em que elas foram embora. Verdade, eu tinha me apegado a ela naquele tempo. Não lembro muito, mas lembro que ela era bem tranquila. Me manipulava com alguns joguinhos, mas ainda não era tanto. No fim das contas, eu me acostumei.
O tempo passou e minha rotina continuou a mesma (embora dessa vez eu andasse de cueca pela casa, ou às vezes só com uma camiseta), minha mãe, sem pensão, foi obrigada a trabalhar, mas no fim das contas (pra ela) já dava pra eu ficar sozinho em casa. Lembro bem como foi: minha mãe recebeu uma ligação da minha tia, a filha dela (minha prima) insistia que queria ir pra mesma escola que eu. Na real, ninguém entendia o porquê, a escola dela era uma das melhores do país. E, como sempre, ela conseguiu o que queria, foi morar na nossa casa, e minha mãe aceitou de boa, já que meu tio pagava pra ela cuidar da minha prima. Quando ela voltou naquele verão, antes das aulas começarem, entrou em casa e a gente recebeu ela super bem. Ela contava toda animada pra minha mãe sobre as experiências dela, e que sentia falta da nossa casa. Segundo ela, era porque sempre quis um irmão e eu preenchia esse papel, era o irmão que ela nunca teve. Quando minha mãe levantou pra servir a janta, ela me olhou — e eu nunca vou esquecer aquele olhar, era de decepção, como se algo não tivesse agradando ela — e eu senti aquela tensão. Naquela noite, quando fomos dormir, minha prima foi pro quarto que minha mãe preparou pra ela (o de visitas), com as coisas que meu tio mandou. Tudo era rosa e caro, lembro bem. Naquela noite, algo me acordou: era minha prima no meu quarto. Ela me olhou e perguntou por que hoje eu tava de short e camiseta, e não pelado igual quando era criança. Fiquei meio sem reação, falei que já era grande, que agora me cobria um pouco mais. Ela me encarou e disse: "Eu gostava mais de você como era antes". E foi embora.
Quando a rotina voltou, ou seja, na segunda-feira, mesmo que eu e minha prima não estivéssemos na mesma aula, a gente ia e voltava junto da escola pra casa. A gente saía às 3 da tarde, e minha mãe só voltava às 9 do trabalho — ela trabalhava com atendimento ao público. Quando a gente voltou no primeiro dia, eu tirei o uniforme e fiquei só de camiseta por baixo e cueca. Por algum motivo, eu me sentia à vontade com minha prima, até porque ela falava pra eu não colocar mais nada. Durante aquela semana, começou a manipulação. Primeiro, ela me perguntou de novo por que agora eu andava de cueca e não pelado igual quando era criança, se eu já não confiava mais nela como antes. Eu falei que não era isso, que eu só tinha crescido. Ela dizia que gostava mais de como era antes, que queria reviver aquele tempo porque adorava lembrar de quando a gente brincava junto. Eu aceitei e falei que só naquele dia (acho que era uma quarta-feira, não lembro direito). Tirei tudo, ela me olhou dos pés à cabeça e disse que assim que gostava, que essa era a lembrança que ela tinha. Ela me contou que, quando os pais dela se separaram, ficar comigo ajudou na depressão dela, que ela viveu momentos gostosos comigo, e que parte da lembrança era me ver pelado de novo (não sei como ela fazia, mas convencia qualquer um). Ela me pediu pra, por favor, a gente fazer isso sempre quando voltasse — eu ficar pelado e assim ela se sentiria mais à vontade. Eu falei que ia tentar, e assim começou nossa rotina.
Com o passar das semanas, ela começou a mudar os jogos, queria experimentar "coisas novas", queria brincar de papai e mamãe, dizia que queria entender como seria a vida adulta dela. Insistiu, e eu aceitei. A primeira coisa foi me dar um beijo, disse que foi bom, que tinha gostado. Depois continuou com outras coisas, tipo queria me ver me tocando. Pra mim era impossível resistir, comecei a me tocar na frente delas. Primeiro ela me fazia carinho, depois eu me masturbava, ela dizia que aquilo significava confiança pra ela. Comecei a perguntar quando eu ia vê-la nua, e ela disse que isso a traumatizaria, que por favor eu ajudasse ela a superar o trauma. Não insisti mais. Isso continuou, ela entrou tanto na minha mente que eu chegava a sonhar com ela. Ela me dizia pra não parar com o que a gente fazia. Os meses passaram e os jogos ficavam cada vez mais intensos. Eu já me masturbava a ponto de gozar, e ela adorava. Depois me pedia pra beijar os pés dela. A verdade é que a excitação me fazia aceitar tudo o que ela pedia. Comecei a sentir coisas por ela, talvez fosse só tesão, mas era como se eu tivesse me apaixonado — pelo jeito dela, pelo que a gente fazia, por todo aquele tratamento que ela me dava.
Não lembro se foi naquele ano ou no seguinte que um dia eu vi ela dormindo, ela tava com o uniforme impecável, camisa, saia, meia-calça, blazer, etc. Ela me viu levantando a saia dela e vi a calcinha dela, ela perguntou: "cê gosta?", eu assenti, ela levantou e pediu pra eu deitar, mandou eu tampar os olhos, eu obedeci, e ela sentou na minha cara, falou pra eu cheirar, tinha alguma coisa que me deixava excitado, depois mandou eu passar a língua, eu cumpria. O roçar da minha língua na calcinha branca dela me deixava excitado, meu pau ficava duro, e aí ela levantou e falou "amanhã te como mais", e assim foi no outro dia igual, e no outro... continuou por vários dias até que um dia, ela puxou a calcinha pro lado e mandou eu passar a língua ali, amei o cheiro, da buceta dela a umidade, a sensação macia, não sentia pelo, percebi que ela depilava, e mesmo não enxergando bem, eu sentia com a língua aquele suco gostoso, depois ela pegava na minha mão e pedia pra eu me masturbar, eu tava naquela posição, deitado, pelado, com ela em cima da minha cara de uniforme completo, enquanto ela via eu bater punheta, ela falava que não era justo só eu gozar, então ela começou a gozar na minha boca, no começo o gosto era estranho, mas com o tempo comecei a gostar, era um prazer pra mim, enquanto eu gozava na minha própria mão e barriga ela gozava na minha boca, com a calcinha dela puxada pro lado, coberta pela saia do colégio, com os pés de meia nas minhas orelhas e ombros, a sensação era deliciosa, um banquete completo.
Essa dinâmica continuou até os 17-18 anos, mais ou menos, quando ela já tinha que voltar pra ir pra faculdade. Minha mãe nunca descobriu nada, porque quando ela chegava, eu já tava no meu quarto. Mas eu sempre me senti assim: manipulado, observado, como se eu fosse um mero objeto que ela tinha, um objeto pro prazer dela. E, sinceramente, eu gostava disso, me dava um tesão danado sentir o suco da buceta dela, o cheiro dos pés dela, era tudo pra mim. Ela até tocava no meu pau de vez em quando, mas nunca me masturbou, isso eu tinha que fazer sozinho.
Hoje em dia eu não sinto humilhação nem nada parecido, não me importo com meu próprio bem-estar, e sim, acho que sempre fui quebrado por dentro, a verdade é que a ausência do meu pai e a distância da minha mãe marcaram fundo na minha vida. Sinceramente, minha prima era a pessoa mais próxima de mim, e acredite ou não, nós dois sentimos coisas, eu sei, porque até hoje ela continua me escrevendo, já não fica remoendo o passado, mas conta sobre a vida dela, diz que um dia quer me ver de novo. Sei que quando eu a reencontrar, vou cair de novo. Além disso, ela é uma gostosa. Ela convenceu o pai dela a me mandar dinheiro pra minha faculdade, às vezes me manda presentes ou grana, me fala "te quero, primo" e um monte de coisa assim. A verdade é que não sei o que fazer, sei que é errado, mas isso me consome. Sei que um dia ela vai voltar e vai me cobrar, dizer que eu devo porque pagou minha faculdade, me deu presentes e dinheiro. É complicado, mas ao mesmo tempo é uma delícia. Eu adoraria ser usado por ela desse jeito de novo.
2 comentários - Relato da minha infância com minha prima, experiência CFNM
espero la continuación!! 😉