Fala, galera! Depois de tanto tempo, resolvi comentar umas fantasias de novo. Adoro falar das minhas safadezas e peripécias, mas óbvio que nem sempre dá pra fazer isso com qualquer um, então esse lugar é o ideal. No post anterior, contei a experiência de um ménage com meu namorado e um amigo conhecido. Antes disso, tive outras experiências com dois ex-ficantes, nada de mais, só que eu procurei eles pra isso, eles toparam, fomos pros apartamentos deles e rolou tudo. Mas quero contar sobre um ex-ficante, o segundo, com quem transei três vezes, e a quarta foi a mais louca.
Com esse cara, a gente criou uma confiança pra essas paradas, ele é reservado nesse sentido. A real é que eu propus que rolasse com ele porque adorava quando a gente transava, uma pica linda, bem grossa, ele é magro e alto. Então, depois da primeira experiência, minha fantasia era com esse cara e meu namorado. Aconteceu numa sexta à noite, fomos no apto dele e fizemos tudo. A segunda vez foi de madrugada, depois de sairmos de um aniversário com meu namorado (Lucho), e nos encontramos no apto dele. Nessa ocasião, já tinha mais confiança, então foi mais natural, sem tanta timidez. Nós três nos soltamos com mais liberdade e intimidade. A terceira foi num domingo que a gente se juntou, fumamos uns baseados e, doidões, fizemos de tudo. Aí eu me animei a tentar a dupla penetração e tenho que admitir que curti muito, embora dessa vez só meu namorado tenha me comido por trás, eu sentada na pica do meu ex-ficante num sofá e Lucho em pé atrás de mim. O final foi os dois gozando na minha cara/boca... mas a quarta foi a mais louca.
Aconteceu numa noite que a gente ia pra uma festa (também eletrônica). Chamamos nosso amigo pra ir, ele topou, nunca tinha ido numa dessas. Então fomos nós três no carro dele (ele que se ofereceu) e lá encontramos uns amigos. A noite seguiu, começamos a consumir, e chegou um ponto em que estávamos bem doidões, ele muito mais porque era a primeira vez. A gente tava dançando, e eu e Lucho nos pegávamos... Muitos beijos e por ali a gente se apalpava, estando drogada nesse sentido a gente esquentava muito mais fácil, então era óbvio que o Lucho queria me ver puta com alguém. Com o cara, a gente foi pra outro lado pra meus amigos não verem que eu tava dando beijo nos dois, e por ali a gente se apalpava, era óbvio que depois da festa a gente ia transar. Faltava uns 30 minutos pra acabar a festa e a gente decidiu ir, primeiro pra evitar a multidão e segundo porque a gente tava com tesão, verdade. Então fomos. Subimos no carro, dessa vez eu na frente e o Lucho atrás, com o som alto, continuamos dançando, fumando um pouco, e eu apalpava o volume dos dois e a gente ria disso. Em uma hora, escapou de mim falar: "Tô com um pouco de medo, porque vocês tão muito drogados e vão me detonar". E o Lucho fala: "Por mim, que seja agora e já". O cara completa: "Se quiser, a gente vai pra um lugar escuro e detona ela". O Lucho aceitou e eu ria, mas foi assim: o cara desviou e dirigiu um tempo por uma estrada bem escura (que ele conhecia), parou no acostamento de terra e a gente desceu. Continuamos dançando e fumando até que o Lucho começou a me beijar e apalpar, e o cara entrou junto. Eu dava beijo nos dois, me virando, enquanto eles me passavam a mão. Foi assim até que eu desabotoei a calça dos dois, me ajoelhei e levei os dois paus na boca, bem duros e eretos. Um tempinho em cada um, como sempre fazia, enquanto eles tiravam meu corset e eu ficava com os peitos de fora. Foi assim que fiquei um tempo chupando a rola deles até que o cara sentou atrás e me puxou pra perto dele, segurou minha cabeça e me obrigou a continuar chupando ele. Eu de quatro na parte de trás, com a bunda pra fora, o Lucho tirou meu short, afastou minha calcinha fio dental e começou a meter a língua e os dedos. Eu tava muito louca de tesão, a rola do cara me encantava, ele afundava minha cabeça, me puxava forte o cabelo, até que o Lucho afastou minha calcinha e começou a me comer. Ele me comia com força, dava tapas na bunda, o cara umas palmadas na cara. cara, tava tão excitada que nunca, toda molhada, aí decidi sentar em cima do cara pra ele me comer e o Lucho me ver um pouco, era estranho estar os três. O Lucho ficou do lado de fora enquanto eu batia uma pra ele e o cara me comia, apertava minha bunda, dava tapas bem fortes, chupava meus peitos e metia forte com o pau bem grosso. Depois disso, fiquei de quatro, mas dessa vez com o rosto virado pra fora, assim eu podia chupar o Lucho que tava em pé, e o cara ajoelhado no banco continuava me comendo. Os dois batiam na minha cara e na minha bunda, apertavam meus bicos, e eu só gemia e sorria de tanto prazer que sentia. Num momento, o Lucho deu uma seca e ficou olhando pra nós dois, e eu vi ele vendo como eu tava gostando, e isso me excitava ainda mais porque o pau dele tava durasso e quente. Saí um pouco pra fora e falei pra ele me comer contra o carro. Ele me jogou e começou a meter enquanto o cara batia uma, mas eles iam se revezando, um pouco cada um. Minha calcinha já tava toda molhada nessa altura. Eu tava deitada com os braços no teto, sendo comida por um de cada vez. Me levaram pro capô e continuaram fazendo a mesma coisa, eu toda largada com os braços espalhados como se não conseguisse me mexer, mas a verdade é que, entre a droga e a excitação, tava aproveitando muito mais. Nisso, sinto o Lucho tentando abrir minha bunda e eu, sem negar, deixei, embora no começo tenha doído um pouco, talvez pelo formato meio curvado do pau dele, mas depois me acostumei. O cara colocava o pau na minha boca e eu chupava devagar. Aí o Lucho perguntou: "Quer fazer por trás?" Ele disse que sim, e eu só lembro de ter falado: "Coloca devagar". Sem mexer a cabeça nem os braços, não queria levantar nem me mover. Sinto ele começando a molhar, passar a língua e, aos poucos, ir enfiando. No começo doía mais porque o dele é mais grosso, então eu fechava os olhos, mas quando fechava, eu viajava (de tão drogada). haha) e a dor era menor, naquele momento me imaginei de volta na festa dançando com eles e meus amigos, fumando, beijando o lucho, minha cabeça estava lá mas na real o cara tava me comendo e segundo o lucho ele tava metendo bem forte, e assim foram se revezando por mais um tempo mas dessa vez pela buceta um tempão me viraram de barriga pra cima colocaram minhas pernas nos ombros deles, um me comia o outro chupava meus peitos, de olhos fechados e minha mente em outro lugar sinceramente ali não diferenciava o que tava me comendo, até que sinto me falarem que queriam gozar, respondi que fosse na boca, ele abaixa minhas pernas no chão, me ajoelho sinto ele bater punheta até que enfiam a cabeça da piroca e me dá uma porrada de porra (tudo isso de olhos fechados) engulo sem pensar, fico parada e sinto alguém me levantar me jogar de novo contra o cara e continuar me comendo, a primeira coisa que pensei foi que o lucho gozou na minha boca e queria continuar mas vejo o cara andar até o carro e sentar no banco e o lucho fala "agora é minha vez", "então engoli a porra dele?" pergunto, sim ele fala, algo que nunca tinha feito nem quando saía nem nas outras vezes, no caso ele me comeu um pouco até que saiu foi pro outro lado do carro levou minha cabeça e também gozou na minha boca, engoli sem pensar nos beijamos, tomamos água nos vestimos e voltamos pra cidade, no caminho nós 3 super relaxados já, conversávamos sobre o ocorrido sobre que enquanto me comiam eu tava em outra e quando abria os olhos não entendia nada (haha) e eles se surpreendiam porque metiam bem forte e eu aguentava, então drogada é mais fácil mesmo. Depois dessa vez não vimos ele mais embora seguimos em contato pelo instagram, essa experiência foi a melhor com ele, com o lucho fizemos muitas outras com outros caras e também minas que aos poucos vamos contar por aqui
Com esse cara, a gente criou uma confiança pra essas paradas, ele é reservado nesse sentido. A real é que eu propus que rolasse com ele porque adorava quando a gente transava, uma pica linda, bem grossa, ele é magro e alto. Então, depois da primeira experiência, minha fantasia era com esse cara e meu namorado. Aconteceu numa sexta à noite, fomos no apto dele e fizemos tudo. A segunda vez foi de madrugada, depois de sairmos de um aniversário com meu namorado (Lucho), e nos encontramos no apto dele. Nessa ocasião, já tinha mais confiança, então foi mais natural, sem tanta timidez. Nós três nos soltamos com mais liberdade e intimidade. A terceira foi num domingo que a gente se juntou, fumamos uns baseados e, doidões, fizemos de tudo. Aí eu me animei a tentar a dupla penetração e tenho que admitir que curti muito, embora dessa vez só meu namorado tenha me comido por trás, eu sentada na pica do meu ex-ficante num sofá e Lucho em pé atrás de mim. O final foi os dois gozando na minha cara/boca... mas a quarta foi a mais louca.
Aconteceu numa noite que a gente ia pra uma festa (também eletrônica). Chamamos nosso amigo pra ir, ele topou, nunca tinha ido numa dessas. Então fomos nós três no carro dele (ele que se ofereceu) e lá encontramos uns amigos. A noite seguiu, começamos a consumir, e chegou um ponto em que estávamos bem doidões, ele muito mais porque era a primeira vez. A gente tava dançando, e eu e Lucho nos pegávamos... Muitos beijos e por ali a gente se apalpava, estando drogada nesse sentido a gente esquentava muito mais fácil, então era óbvio que o Lucho queria me ver puta com alguém. Com o cara, a gente foi pra outro lado pra meus amigos não verem que eu tava dando beijo nos dois, e por ali a gente se apalpava, era óbvio que depois da festa a gente ia transar. Faltava uns 30 minutos pra acabar a festa e a gente decidiu ir, primeiro pra evitar a multidão e segundo porque a gente tava com tesão, verdade. Então fomos. Subimos no carro, dessa vez eu na frente e o Lucho atrás, com o som alto, continuamos dançando, fumando um pouco, e eu apalpava o volume dos dois e a gente ria disso. Em uma hora, escapou de mim falar: "Tô com um pouco de medo, porque vocês tão muito drogados e vão me detonar". E o Lucho fala: "Por mim, que seja agora e já". O cara completa: "Se quiser, a gente vai pra um lugar escuro e detona ela". O Lucho aceitou e eu ria, mas foi assim: o cara desviou e dirigiu um tempo por uma estrada bem escura (que ele conhecia), parou no acostamento de terra e a gente desceu. Continuamos dançando e fumando até que o Lucho começou a me beijar e apalpar, e o cara entrou junto. Eu dava beijo nos dois, me virando, enquanto eles me passavam a mão. Foi assim até que eu desabotoei a calça dos dois, me ajoelhei e levei os dois paus na boca, bem duros e eretos. Um tempinho em cada um, como sempre fazia, enquanto eles tiravam meu corset e eu ficava com os peitos de fora. Foi assim que fiquei um tempo chupando a rola deles até que o cara sentou atrás e me puxou pra perto dele, segurou minha cabeça e me obrigou a continuar chupando ele. Eu de quatro na parte de trás, com a bunda pra fora, o Lucho tirou meu short, afastou minha calcinha fio dental e começou a meter a língua e os dedos. Eu tava muito louca de tesão, a rola do cara me encantava, ele afundava minha cabeça, me puxava forte o cabelo, até que o Lucho afastou minha calcinha e começou a me comer. Ele me comia com força, dava tapas na bunda, o cara umas palmadas na cara. cara, tava tão excitada que nunca, toda molhada, aí decidi sentar em cima do cara pra ele me comer e o Lucho me ver um pouco, era estranho estar os três. O Lucho ficou do lado de fora enquanto eu batia uma pra ele e o cara me comia, apertava minha bunda, dava tapas bem fortes, chupava meus peitos e metia forte com o pau bem grosso. Depois disso, fiquei de quatro, mas dessa vez com o rosto virado pra fora, assim eu podia chupar o Lucho que tava em pé, e o cara ajoelhado no banco continuava me comendo. Os dois batiam na minha cara e na minha bunda, apertavam meus bicos, e eu só gemia e sorria de tanto prazer que sentia. Num momento, o Lucho deu uma seca e ficou olhando pra nós dois, e eu vi ele vendo como eu tava gostando, e isso me excitava ainda mais porque o pau dele tava durasso e quente. Saí um pouco pra fora e falei pra ele me comer contra o carro. Ele me jogou e começou a meter enquanto o cara batia uma, mas eles iam se revezando, um pouco cada um. Minha calcinha já tava toda molhada nessa altura. Eu tava deitada com os braços no teto, sendo comida por um de cada vez. Me levaram pro capô e continuaram fazendo a mesma coisa, eu toda largada com os braços espalhados como se não conseguisse me mexer, mas a verdade é que, entre a droga e a excitação, tava aproveitando muito mais. Nisso, sinto o Lucho tentando abrir minha bunda e eu, sem negar, deixei, embora no começo tenha doído um pouco, talvez pelo formato meio curvado do pau dele, mas depois me acostumei. O cara colocava o pau na minha boca e eu chupava devagar. Aí o Lucho perguntou: "Quer fazer por trás?" Ele disse que sim, e eu só lembro de ter falado: "Coloca devagar". Sem mexer a cabeça nem os braços, não queria levantar nem me mover. Sinto ele começando a molhar, passar a língua e, aos poucos, ir enfiando. No começo doía mais porque o dele é mais grosso, então eu fechava os olhos, mas quando fechava, eu viajava (de tão drogada). haha) e a dor era menor, naquele momento me imaginei de volta na festa dançando com eles e meus amigos, fumando, beijando o lucho, minha cabeça estava lá mas na real o cara tava me comendo e segundo o lucho ele tava metendo bem forte, e assim foram se revezando por mais um tempo mas dessa vez pela buceta um tempão me viraram de barriga pra cima colocaram minhas pernas nos ombros deles, um me comia o outro chupava meus peitos, de olhos fechados e minha mente em outro lugar sinceramente ali não diferenciava o que tava me comendo, até que sinto me falarem que queriam gozar, respondi que fosse na boca, ele abaixa minhas pernas no chão, me ajoelho sinto ele bater punheta até que enfiam a cabeça da piroca e me dá uma porrada de porra (tudo isso de olhos fechados) engulo sem pensar, fico parada e sinto alguém me levantar me jogar de novo contra o cara e continuar me comendo, a primeira coisa que pensei foi que o lucho gozou na minha boca e queria continuar mas vejo o cara andar até o carro e sentar no banco e o lucho fala "agora é minha vez", "então engoli a porra dele?" pergunto, sim ele fala, algo que nunca tinha feito nem quando saía nem nas outras vezes, no caso ele me comeu um pouco até que saiu foi pro outro lado do carro levou minha cabeça e também gozou na minha boca, engoli sem pensar nos beijamos, tomamos água nos vestimos e voltamos pra cidade, no caminho nós 3 super relaxados já, conversávamos sobre o ocorrido sobre que enquanto me comiam eu tava em outra e quando abria os olhos não entendia nada (haha) e eles se surpreendiam porque metiam bem forte e eu aguentava, então drogada é mais fácil mesmo. Depois dessa vez não vimos ele mais embora seguimos em contato pelo instagram, essa experiência foi a melhor com ele, com o lucho fizemos muitas outras com outros caras e também minas que aos poucos vamos contar por aqui
1 comentários - Trio com meu namorado e um ex-foda